Em cartaz no CCSP, espetáculo ‘A Princesa e a Costureira’ terá sessão com recurso de audiodescrição

O roteiro e a produção do recurso acessível é da Iguale. A entrada no dia da sessão com  acessibilidade será gratuita

São Paulo, 16 de agosto de 2016 – O espetáculo infanto-juvenil “A Princesa e a Costureira”, em cartaz no Centro Cultural São Paulo, terá sessão acessível no dia 20 de agosto, com o recurso de audiodescrição produzido pela equipe da Iguale Comunicação de Acessibilidade. Neste dia, a entrada será gratuita, e os ingressos começarão a ser distribuídos duas horas antes do início da apresentação.

Produzida e encenada pelo Teatro da Conspiração de Santo André, a peça “A Princesa e a costureira” traz como trama a princesa Cíntia que está prometida em casamento para o príncipe do reino vizinho, mas que se apaixona pela costureira de seu vestido de noiva. O espetáculo aguça a reflexão sobre as chamadas “diferenças”, que não devem ser traduzidas em “desigualdades”.

Descrição da imagem #pracegover: a imagem retrata uma das cenas do espetáculo, na qual três personagens encenam uma apresentação musical. Da esquerda para a direita um homem, de joelhos, sorri enquanto parece batucar um pandeiro. Ao centro, uma mulher toca uma sanfona, e do seu lado direito, uma outra mulher toca um violão. Todos parecem cantar. Compondo a imgem estão as informações: A Princesa e a Costureira – Centro Cultural São Paulo – Temporada 2016 – Apresentação sábdos e domingos – De 9 de julho a 4 de setembro, às 16h. Rua Vergueiro, 1000, São Paulo. Estação Vergueiro do metrô. Logomarca da prefeitura de São Paulo e do CCSP.
Descrição da imagem #pracegover: a imagem retrata uma das cenas do espetáculo, na qual três personagens encenam uma apresentação musical. Da esquerda para a direita um homem, de joelhos, sorri enquanto parece batucar um pandeiro. Ao centro, uma mulher toca uma sanfona, e do seu lado direito, uma outra mulher toca um violão. Todos parecem cantar. Compondo a imagem estão as informações: A Princesa e a Costureira – Centro Cultural São Paulo – Temporada 2016 – Apresentação sábados e domingos – De 9 de julho a 4 de setembro, às 16h. Rua Vergueiro, 1000, São Paulo. Estação Vergueiro do metrô. Logomarca da prefeitura de São Paulo e do CCSP.

O recurso de audiodescrição, disponível no espetáculo “A Princesa e a costureira”, tem como objetivo facilitar a compreensão do conteúdo não verbal às pessoas com deficiência visual e intelectual, já que por meio dele, elas têm acesso a detalhes da obra como os elementos que compõem o cenário, o figurino, a fisionomia dos personagens e principalmente as ações, tudo por meio do som, das palavras oralizadas.

Como explica Mauricio Santana, diretor da Iguale, para este espetáculo a audiodescrição foi previamente roteirizada e depois revisada por um profissional com deficiência visual. Tudo para garantir a assertividade do material. “A audiodescrição interage de acordo com os espaços oferecidos entre os diálogos dos personagens, respeita o roteiro original, as intenções de pausas, ruídos sonoros e trilhas”, completa.

Ficha técnica do espetáculo
Dramaturgia: Solange Dias a partir da adaptação do livro homônimo de Janaína Leslão
Direção: Antônio Correa Neto
Atores: Erika Coracini, Mariana Sancar e Marcio Ribeiro
Direção musical e Música Original: Elaine Marin
Música “Costura da Vida” gentilmente cedida por Sérgio Pererê
Figurinos, Cenografia e Arte Gráfica: Mauro Martorelli
Iluminação: Cássio Castelan
Assessoria de imprensa: Fernanda Vicente
Fotos: Alexandre Krug
Produção: Erika Coracini
Duração: 60 minutos
Faixa Etária: livre

Agenda

Espetáculo: “A Princesa e a costureira”

Companhia: Teatro da Conspiração de Santo André

Local: CCSP – Centro Cultural São Paulo – Sala Jardel Filho (321 lugares)

Data: 20 de agosto de 2016 às 16h

Recurso acessível de audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Sobre a Iguale

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a primeira empresa do Brasil criada exclusivamente para pensar e desenvolver soluções assistivas completas em comunicação para pessoas com algum tipo de deficiência. Fundada em 2008, em São Paulo, pelo publicitário, professor universitário e empresário Mauricio Santana, a empresa é precursora do conceito de comunicação de acessibilidade no país. Entre os recursos que a empresa disponibiliza ao mercado estão a audiodescrição, as legendas descritivas (closed caption e open caption), LIBRAS, voice over, acessibilidade web e participação efetiva em muitos projetos com foco em acessibilidade. A Iguale também é a responsável no Brasil e na América do Sul pelo aplicativo inclusivo MovieReading.

Mais informações

Liliana Liberato

Assessora de Imprensa

Iguale Comunicação de Acessibilidade

[email protected]

(11) 9 7999-2802

CCSP terá sessões de teatro e cinema com audiodescrição nas comemorações dos seus 34 anos

Em maio, um dos espaços culturais mais tradicionais da capital paulista terá uma programação especial voltada à promoção da acessibilidade; a Iguale fará a produção de recurso inclusivo

São Paulo, maio de 2016 – O Centro Cultural São Paulo – CCSP completa 34 anos em maio e quem ganha é o público, que vai ter uma programação cultural especialíssima, das quais algumas das atrações terão o recurso acessível de audiodescrição produzido pela equipe da Iguale Comunicação de Acessibilidade.

Do dia 13 ao dia 15, de sexta a domingo, a programação do CCSP irá promover a acessibilidade. A intenção dos organizadores, durante este período, é não só criar condições acessíveis para o público com deficiência, mas também gerar discussões sobre o tema, expondo obras e ações artísticas conectadas com essa questão.

Breve descrição da imagem de divulgação - Espetáculo O Inimigo: um militar vestido com macacão cinza, capacete e óculos, está sentado de pernas cruzadas dentro de uma barraca de camping. O soldado segura uma foto de outro militar, que está de óculos e capacete. Ele aponta para a fotografia com os olhos arregalados e a boca aberta. Abaixo da fotografia, está escrito: O inimigo. A barraca é verde, com estampa camuflada e um grande furo no topo. A frente da barraca está aberta e é recoberta com algumas folhas de plástico. (Foto Fernanda Oliveira).
Breve descrição da imagem de divulgação – Espetáculo O Inimigo: um militar vestido com macacão cinza, capacete e óculos, está sentado de pernas cruzadas dentro de uma barraca de camping. O soldado segura uma foto de outro militar, que está de óculos e capacete. Ele aponta para a fotografia com os olhos arregalados e a boca aberta. Abaixo da fotografia, está escrito: O inimigo. A barraca é verde, com estampa camuflada e um grande furo no topo. A frente da barraca está aberta e é recoberta com algumas folhas de plástico. (Foto Fernanda Oliveira).

Como explica Mauricio Santana, diretor da Iguale Comunicação de Acessibilidade, o recurso de audiodescrição que estará disponível nas sessões de teatro e cinema, nos dias 14 e 15 de maio, contribuirá para que a pessoa com deficiência visual ouça com o auxílio de um fone de ouvido, detalhes que não são perceptíveis apenas através das falas dos personagens, mas sim devidamente descritas por um profissional especializado, o audiodescritor.

“De formato sonoro, a audiodescrição descreve todas as informações visuais de uma obra audiovisual, um impresso, uma fotografia, ou de outras manifestações culturais, como dança e teatro; transformando texto em som, detalhando conteúdos, expressões e gestos, além de cenário, figurino e outros acontecimentos de uma cena, por exemplo”, completa Mauricio.

As obras que fazem parte da programação cultural do CCSP e que receberão o recurso da Iguale serão todas roteirizadas e antes de serem apresentadas ao público passarão pela revisão de um consultor cognitivo com deficiência visual. De acordo com o diretor da Iguale, este cuidado é considerado como uma etapa muito importante dentro do processo de produção do recurso.

Breve descrição da imagem de divulgação - Espetáculo Os Médios: uma mulher branca e gorda (Maura Hayas) e um homem negro (Réggis Silva) estão sentados a frente de uma cozinha. Ambos sorriem sem jeito, enquanto seguram suas facas ao lado do corpo. A faca dele é pequena e a dela é enorme. O tronco da mulher é muito grande em relação às pernas, braços e cabeça. O homem é maltrapilho e sujo. Seus cabelos são castanhos e desgrenhados. (Foto Leekyung Kim).
Breve descrição da imagem de divulgação – Espetáculo Os Médios: uma mulher branca e gorda (Maura Hayas) e um homem negro (Réggis Silva) estão sentados a frente de uma cozinha. Ambos sorriem sem jeito, enquanto seguram suas facas ao lado do corpo. A faca dele é pequena e a dela é enorme. O tronco da mulher é muito grande em relação às pernas, braços e cabeça. O homem é maltrapilho e sujo. Seus cabelos são castanhos e desgrenhados. (Foto Leekyung Kim).

As sessões com audiodescrição serão para o espetáculo infantil “O Inimigo” e para o adulto “Os médios”. Já o filme com o recurso acessível será “Hoje eu quero voltar sozinho”. A entrada é gratuita para as sessões do espetáculo infantil e para a sessão de sábado do espetáculo adulto, para o qual cerca de 50 ingressos foram disponibilizados para o público com deficiência. Já para a sessão de domingo da peça “Os Médios”, os ingressos sairão R$ 20 inteira e R$ 10 meia-entrada. Nas sessões do filme será cobrado R$ 1 na retirada do ingresso, como “taxa de manutenção”. Informações: www.ingressorapido.com.br ou pelo telefone 11 3397-4058.

Sobre os espetáculos

O inimigo – A República Ativa de Teatro apresenta uma adaptação da obra de Davide Cali, O inimigo. Em meio a uma guerra, em algum lugar que poderia ser um deserto, há dois buracos. Nos buracos, dois soldados. Eles são inimigos. Sem poder sair do lugar, eles são obrigados a conviver com o perigo, que está ao lado. Mas será que ele é tão perigoso assim? Será que tudo aquilo que contaram é verdade? De maneira lúdica e divertida, esses soldados vão se surpreender com o que está do outro lado do front. Para dar vida a esses personagens, a encenação optou por apresentá-los com um tom cômico e patético, enaltecendo a situação e promovendo uma reflexão sobre as razões e consequências de uma guerra. Quem é o malvado da história? E o mocinho? Fugindo da simplificação bem versus mal, o espetáculo evidencia a complexidade da questão, na qual não há vencedores. Com: República Ativa de Teatro. Texto: Davide Cali. Adaptação: Leandro Ivo e Vivi Gonçalves. Direção: Val Pires. Elenco: Leandro Ivo e Thiago Ubaldo. 50 min. Livre.

Os Médios – Três histórias com pessoas comuns habitam um mesmo universo. Duas brasileiras fazem strip-tease em Amsterdã para sobreviver. A falta de dinheiro, o frio e a saudade permeiam a relação delas. Uma mulher sozinha faz uma sopa quando um morador de rua bate à sua porta pedindo comida, o que colocará à prova sua compaixão e o que acredita ser. Lola é a irmã que cuida de Lilo, um homem que vive como vegetal numa cadeira de rodas. O diálogo imaginário entre os dois revela a contradição entre fardo e amor. Texto e direção: Michelle Ferreira. Elenco: Flávia Strongolli, Maura Hayas, Réggis Silva, Victor Bittow e Martina Gallarza. 80min.14 anos.

PROGRAMAÇÃO – dia 14 de maio

Espetáculo O Inimigo (teatro infantil) Sala Jardel Filho – (321 lugares).

Horário: das 16h às 17h – 60 (sessenta) minutos

Sessão de Cinema – Filme “Hoje eu quero voltar sozinho” – Sala Lima Barreto
Horário: das 17h às 19h – 120 (cento e vinte) minutos

Espetáculo Os Médios – Sala Jardel Filho – (321 lugares).

Horário: das 21h às 22h30 – 90 (noventa) minutos

PROGRAMAÇÃO – dia 15 de maio

Espetáculo O Inimigo (teatro infantil) Sala Jardel Filho
Horário: das 16h às 17h – 60 (sessenta) minutos

Sessão de Cinema – Filme “Hoje eu quero voltar sozinho” – Sala Lima Barreto
Horário: das 17h às 19h – 120 (cento e vinte) minutos

Espetáculo Os Médios – Sala Jardel Filho
Horário: das 20h às 21h30 – 90 (noventa) minutos

Breve descrição da imagem de divulgação – Espetáculo O Inimigo: um militar vestido com macacão cinza, capacete e óculos, está sentado de pernas cruzadas dentro de uma barraca de camping. O soldado segura uma foto de outro militar, que está de óculos e capacete. Ele aponta para a fotografia com os olhos arregalados e a boca aberta. Abaixo da fotografia, está escrito: O inimigo. A barraca é verde, com estampa camuflada e um grande furo no topo. A frente da barraca está aberta e é recoberta com algumas folhas de plástico. (Foto Fernanda Oliveira).

Breve descrição da imagem de divulgação – Espetáculo Os Médios: uma mulher branca e gorda (Maura Hayas) e um homem negro (Réggis Silva) estão sentados a frente de uma cozinha. Ambos sorriem sem jeito, enquanto seguram suas facas ao lado do corpo. A faca dele é pequena e a dela é enorme. O tronco da mulher é muito grande em relação às pernas, braços e cabeça. O homem é maltrapilho e sujo. Seus cabelos são castanhos e desgrenhados. (Foto Leekyung Kim).

Sobre a Iguale Comunicação de Acessibilidade

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a primeira empresa do Brasil criada para pensar e desenvolver soluções assistivas completas em comunicação para pessoas com algum tipo de deficiência. Fundada em 2008, em São Paulo, pelo publicitário, professor universitário e empresário Mauricio Santana, a empresa é precursora do conceito de comunicação de acessibilidade no país. Entre os recursos que a empresa disponibiliza ao mercado estão a audiodescrição, as legendas descritivas (closed caption e open caption), LIBRAS, voice over, acessibilidade web, o app MovieReading e participação efetiva em projetos acessíveis.

Mais informações

Liliana Liberato – assessora de Imprensa

Iguale Comunicação de Acessibilidade

[email protected]

(11) 9 7999-2802

Cia Cisne Negro apresenta espetáculo de dança com audiodescrição no CCSP

A Iguale assina a produção do recurso acessível. Os ingressos já estão à venda e somente na bilheteria

São Paulo, dia 22 de maio de 2015 – Domingo, dia 24, às 20h, na Sala Jardel Filho, do Centro Cultural São Paulo – CCSP, a Cia Cisne Negro de Dança realiza sessão com audiodescrição da Iguale Comunicação de Acessibilidade para as coreografias “Sra. Margareth – Excertos de ‘Monger’ e Trama”. Por intermédio do recurso de acessibilidade, pessoas com deficiência visual poderão conferir, com toda riqueza de detalhes que a audiodescrição possibilita, o trabalho desta conceituada cia de dança que em 2015 comemora 38 anos.

Em uma sala com capacidade para 321 pessoas, estarão disponíveis 30 fones de ouvido, fundamentais para que o público com deficiência visual acompanhe o espetáculo. “Utilizando o fone de ouvido, a pessoa com deficiência visual pode ouvir as descrições das cenas, dos figurinos, das expressões e dos movimentos coreográficos dos bailarinos, entre outras situações, que serão narradas pelos audiodescritores da Iguale”, explica Maurício Santana, diretor da empresa.

Descrição da foto:  Imagem da coreografia "Trama", na qual um bailarino apoia-se no chão com apenas um braço, deixando o corpo suspenso no ar. O tronco está voltado para cima e as penas abertas e esticadas horizontalmente. O homem tem a pele morena e corpo atlético. Usa roupa de crochê branca, composta de uma touca, camiseta cavada e saia. O fundo e o palco são vermelho escuro.
Descrição da foto:
Imagem da coreografia “Trama”, na qual um bailarino apoia-se no chão com apenas um braço, deixando o corpo suspenso no ar. O tronco está voltado para cima e as penas abertas e esticadas horizontalmente. O homem tem a pele morena e corpo atlético. Usa roupa de crochê branca, composta de uma touca, camiseta cavada e saia. O fundo e o palco são vermelho escuro.

Os ingressos já estão à venda na bilheteria do CCSP. Segundo Santana, quem ficou interessado e deseja assistir ao espetáculo de dança da Cia Cisne Negro, com o recurso de audiodescrição, deve se apressar para garantir a entrada, já que restam poucos lugares. “Realizar um trabalho como este para nomes como CCSP e Cisne Negro nos motiva e nos mostra que há muito o que fazer em acessibilidade. Queremos cada vez mais produzir audiodescrição, LIBRAS e legendas para espetáculos de dança, teatro e outras formas de manifestações artísticas porque sabemos que o público com deficiência é ávido pelos mesmos”, salienta o diretor da Iguale.

Sobre as coreografias

“Sra. Margareth – Excertos de ‘Monger’” (2013): duração: 33:12 – coreografia: Barak Marshall – assistente de coreografia e remontagem: OsnatKelner – música: diversos autores.
Adaptação de Barak Marshall para a Cia., Monger é um trabalho de dança-teatro para dez bailarinos e conta a história de um grupo de funcionários preso no porão da casa de uma patroa abusiva. Nesta obra, o movimento de Marshall é físico, afiado, rápido, com argumentos étnicos contemporâneos, altamente emotivos, visuais e teatrais. Na trilha musical, Barak combina elementos da música cigana e do Sudeste europeu, passando pela música clássica e pelo rock. Monger explora as dinâmicas de poder, hierarquia, livre arbítrio e os compromissos que são necessários para sobreviver. A estrutura da peça de narrativa é traçada a partir de várias fontes, incluindo a vida e a obra de Bruno Shultz e Jean Genet (As criadas).

“Trama” (2001): duração: 23:45 – coreografia: Rui Moreira – música: Lenine, Marco Suzano, Mestre Ambrósio e temas da coletânea Música do Brasil – cenário: HilalSamiHilal – figurinos: Eduardo Ferreira. Nas palavras do coreógrafo o significado de Trama: “Neste Brasil mestiço, misterioso e mágico, todos os retratos são tendenciosos, parciais ou comprometidos, observando os brincantes e suas brincadeiras, as festas populares, os folguedos, seus personagens místicos, criam danças que revelam um pouco desta complexa Trama de simplicidade, que mostra o transcendente e o contagiante caminho da alegria neste País”. (Rui Moreira)

Agenda:
“Sra. Margareth – Excertos de ‘Monger’” e “Trama”
Apresentação: Cisne Negro Cia. de Dança
Local: Centro Cultural São Paulo – Sala Jardel Filho
Data e horário: 24 de maio, 20h*
Valor do ingresso: R$ 10
*Sessão com audiodescrição para pessoa com deficiência visual

Em cartaz no CCSP, espetáculo ‘Quem tem medo do escuro?’ terá audiodescrição no dia 28 de junho

O recurso de acessibilidade comunicacional da audiodescrição é uma técnica de narração que traduz, do visual para o verbal, detalhes das cenas de uma obra audiovisual

São Paulo, 20 de junho de 2013 – Quem tem medo do escuro? Esta pergunta é, na verdade, o nome do espetáculo da Caravana Companhia de Teatro em cartaz no Centro Cultural São Paulo (CCSP). No dia 28 de junho a audiodescrição permitirá que pessoas com deficiência visual tenham melhor compreensão de detalhes do cenário, figurino e até mesmo das cenas. O roteiro audiodescrito e a audiodescrição são assinados pela Iguale Comunicação de Acessibilidade.

Com entrada gratuita, o espetáculo é um ótimo programa para toda a família, grupos escolares, de instituições, entre outros. O tema principal é o escuro, algo que remete lembranças que fazem com que crianças e adultos se identifiquem com seus próprios medos, ilustra Lizette Toledo de Negreiros, da Divisão de Curadoria e Programação do CCSP. O adulto, às vezes, camufla esse processo, mas a criança não esconde que tem medos, e os exterioriza por meio da fala e até mesmo de gritos. Tema curioso que aguça a imaginação.

Quanto à audiodescrição, Lizette explica que o recurso faz parte do programa de acessibilidade do CCSP, denominado Livre Acesso, que tem por objetivo programar espetáculos que possam ser acessíveis às pessoas com algum tipo de deficiência. “É importante que possam estar integradas à programação cultural, sem exclusão. Que possam usufruir conjuntamente às demais pessoas presentes à plateia, a diversidade da programação. A audiodescrição é uma das mais importantes conquistas para assegurar a inclusão sociocultural aos cidadãos com deficiência visual, logo o CCSP tem como meta sistematizar programações com esse recurso para oferecer ao público”, completa.

Eduardo Leite, produtor executivo do espetáculo, conta que este é o primeiro trabalho do grupo com a audiodescrição, e acha que exemplos como este deveriam ser ampliados cada vez mais, por espaços culturais e até mesmo pelas companhias de teatro. “É fundamental que pensemos na acessibilidade da pessoa com deficiência visual às produções teatrais. Acredito que a audiodescrição pode ser um elemento a mais a ser incluído, por exemplo, em projetos que se beneficiam de leis de incentivo à cultura”, argumenta. Eduardo também acredita que com a inclusão do recurso audiodescrito, haverá mais divulgação dos espaços e espetáculos que o oferecem e, com isso, a sociedade sairá ganhando.

Sinopse:
Imagine o que pode acontecer quanto três crianças se preparam para dormir num quarto escuro. O que teria dentro do guarda-roupa? Por que a bruxa, o fantasma, e o monstro aparecem na silhueta dos móveis na imaginação da criança? Quem tem medo do escuro? Trata de maneira lúdica e criativa do enfrentamento dos medos desses pequenos na vida.

Ficha técnica:
Nome do espetáculo: Quem tem medo do Escuro?
Autor: Márcio Araújo e Fernanda Morais (a partir de uma ideia original de Evandro Rigonatti)
Direção e Cenografia: Evandro Rigonatti
Música original, letras e piano: Tato Fischer
Bonecos: Jésus Sêda
Coreografia: Elizabeth Pelegrini
Figurino e adereços: João Guerreyro
Elenco: Fabiana Carlucci, Hugo Picchi e Elber Marques
Grupo teatral: Caravana Companhia de Teatro
Produção: Palipalan Arte e Cultura
Audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade
Duração: 50 minutos
Idade: a partir de quatro anos

Agenda:
Dia 28 de Junho de 2013 (apresentação com audiodescrição)
Horário: 14h30
Ingresso: Livre
Local: Sala Jardel Filho – 300 lugares
Agendamento: Divisão de Ação Educativa (fone: 3397-4036, das 10h às 17h) ou através do email: [email protected]
Onde: Centro Cultural São Paulo
Endereço: Rua Vergueiro 1.000 – próximo ao Metrô Vergueiro
Fones: 3397-4001 / 3397-4002 – Central de Informações

Mais informações:
Liliana Liberato
Assessora de Imprensa
(11) 9 7999-2802
[email protected]