Sesc Vila Mariana apresenta ‘Os Três Mosqueteiros’ com o recurso acessível de audiodescrição

Domingo, dia 20, às 15h, o Sesc Vila Mariana, em São Paulo, realizará uma sessão do espetáculo infantil ‘Os três mosqueteiros’, da Cia. Viradalata, com o recurso acessível de audiodescrição produzido pela Iguale Comunicação de Acessibilidade.

O espetáculo com acessibilidade é parte das atividades do Sesc Vila Mariana para a Vira Cultural, que acontece este fim de semana na capital paulista. Assim como todas as atrações que integram a Virada Cultural, o espetáculo teatral terá entrada franca.

A audiodescrição

Com a audiodescrição, o espetáculo proporcionará autonomia aos espectadores com deficiência visual que terão melhor entendimento do conteúdo não verbal. Segundo o diretor da Iguale, Mauricio Santana, em um espetáculo teatral, como ‘Os três mosqueteiros’, por exemplo, a audiodescrição narra através ou pela voz de um audiodescritor, o máximo de detalhes de tudo o que acontece nos atos, sem o qual a pessoa com deficiência visual não compreenderia.

A audiodescrição interage de acordo com os espaços oferecidos entre os diálogos dos personagens, respeitando o roteiro original, as intenções de pausas, ruídos sonoros e trilhas. “É um recurso que promove acesso e autonomia às pessoas com deficiência visual, por isso é tão importante para a inclusão da pessoa com deficiência”, complementa o diretor da Iguale.

Sobre o espetáculo

O espetáculo apresenta uma adaptação da obra de Alexandre Dumas, cuja história se passa na França de 1625, época de grande convulsão política e religiosa em que o Rei Luís XIII e seu conselheiro, o Cardeal Richellieu, querem manter o controle de seus compatriotas protestantes na defesa dos interesses franceses.

Nesse contexto, D’Artagnan, um jovem provinciano, sai de sua terra natal em direção a Paris, com o intuito de se tornar um fiel mosqueteiro do rei. Para alcançar seus objetivos, ele se junta a Athos, Porthos e Aramis. “Um por todos e todos por um” resume de forma fidedigna alguns dos significados desta história: a luta pelo poder e a importância da amizade.

[Agenda]

Espetáculo ‘Os três mosqueteiros’

Local: Auditório do SESC Vila Mariana

Data: Domingo – dia 20 de maio de 2018

Horário: 15h

Recurso de audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Para saber mais acesse:

https://www.sescsp.org.br/programacao/146158_OS+TRES+MOSQUETEIROS

Pelo terceiro ano, Iguale apoia o Filmworks Film Festival

O festival exibe na telona as produções dos alunos da AIC; um dos filmes vencedor receberá os recursos inclusivos da Iguale como parte da premiação

17 de maio de 2018 – Pelo terceiro ano consecutivo a Iguale Comunicação de Acessibilidade apoia a Academia Internacional de Cinema (AIC) na realização do Filmworks Film Festival. Em sua 9ª edição, o evento é a chance para que os alunos da AIC tenham os seus filmes exibidos na telona, além de premiá-los em diferentes categorias. No Rio de Janeiro, o Filmworks Film Festival acontece nos dias 21 e 22 de maio, no cinema Estação Net Rio, e em São Paulo nos dias 24 e 25 de maio, no MIS – Museu da Imagem e do Som.

A Iguale, além de apoiadora terá, pelo terceiro ano, a responsabilidade de produzir para um dos filmes vencedor os recursos de audiodescrição, legendas descritivas/LSE e LIBRAS. “Como produtora especializada em conteúdo acessível, e incentivadora do cinema inclusivo no Brasil, a Iguale sente-se honrada em apoiar o Filmworks Film Festival, que apresenta ao mercado novos profissionais do cinema contemporâneo”, comenta Mauricio Santana, diretor da Iguale.

Nesta edição serão exibidos 23 filmes no Rio e 31 em São Paulo, totalizando 54 novos filmes produzidos na AIC em 2017, e que concorrem em 12 categorias: Direção, Roteiro, Fotografia, Edição, Direção de Arte, Som, Atuação, Melhor Filme, New Vision, Júri Popular, Curta Livre e Melhor Documentário.

Descrição da imagem #pracegover #pratodomundover: do lado esquerdo de um retângulo de fundo esverdeado está a imagem de uma coruja estilizada, em tons preto e esverdeado, apoiada sobre um galho. Já do lado direito do retângulo está grafado na cor preta o nome do evento: 9º Filmworks Film Festival, em cores branca e dourada.

Sobre os motivos que levam a AIC a incluir a acessibilidade nos trabalhos de seus alunos, Flávia Rocha, fundadora da AIC, explica que as artes precisam acompanhar a evolução da mídia no que diz respeito à acessibilidade — e esse é um tema que precisa ter ainda um aprofundamento no universo audiovisual. Para ela, uma empresa como a Iguale trilha justamente esse percurso, tão necessário à evolução técnica e profissional de obras que cumpram com objetivos internacionais de acessibilidade, ajudando a fomentar uma cultura de acessibilidade no país.

“Para nós, na AIC, é importante que nossos alunos participem dessas discussões e tenham oportunidade de desenvolver projetos cada vez mais acessíveis, alinhados com princípios democráticos e humanos, no que diz respeito à produção e difusão de obras audiovisuais. A premiação reforça justamente essa posição”, finaliza Flávia.

Para saber mais sobre o festival acesse: https://www.aicinema.com.br/filmworks-film-festival-2018/#

Longa ‘Diário da Minha Cabeça’ estreia com acessibilidade no app MovieReading

 

São Paulo, maio de 2018 – Até o dia 21 de maio acontece em São Paulo a 7ª edição do Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo, e um dos destaques dessa programação é o inédito “Diário da Minha Cabeça” (Journal de Ma Tête), da cineasta Ursula Meier, que conta com os recursos de acessibilidade – LIBRAS, audiodescrição e legendas descritivas – por meio do aplicativo MovieReading.

O filme “Diário da Minha Cabeça” é o mais novo longa da diretora do “Minha Irmã”, vencedor do Urso de Prata especial no Festival de Berlim. Ao ser parte do 7º Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo, ele está sendo exibido no CineSesc e no Centro Cultural Banco do Brasil, ambos na capital paulista. Mas o mesmo também seguirá para o CCBB de Brasília e do Rio de Janeiro.

Para este filme, os recursos de LIBRAS, audiodescrição e legendas descritivas foram produzidos pela Iguale Comunicação de Acessibilidade, que também é a representante exclusiva do aplicativo MovieReading no Brasil, América do Sul, México e USA.

Descrição da imagem #pracegover #pratodomundover: pôster do filme “Diário da minha cabeça” no qual um jovem, visto de frente, dispara uma arma. O fogo e a fumaça provocados pelo disparo, escondem o seu rosto. No centro da imagem está escrito: Journal de Ma Tête. Um film de Ursula Meier. Avec Fanny Ardant e Kacey Mottet-Klein

Sobre o MovieReading

Para assistir ao filme com os recursos de acessibilidade é preciso baixar o aplicativo na Play Store, para dispositivos com sistema Android, ou na Apple Store, para dispositivos com sistema iOS. O aplicativo é gratuito e funciona em smartphones e tablets. O ideal é instalar o aplicativo no aparelho com antecedência, para evitar contratempos no momento da exibição. O tutorial de uso do app estão no site www.moviereadingbrasil.com.br. Feito o download do app no dispositivo móvel é preciso apenas baixar o arquivo referente ao recurso de acessibilidade do filme. No início da sessão, aperte sincronizar e o dispositivo fará o pareamento com o filme. Para a audiodescrição é fundamental ter fones de ouvido. Uma dica do MovieReading para ter uma sincronia mais rápida e eficaz é não utilizar fones de ouvido com microfone acoplado. Utilize sempre o microfone do dispositivo.

Outra dica importante, é tomar cuidado para não bloquear o microfone do dispositivo móvel, colocando-o no bolso ou utilizando capinhas fechadas.

Sobre o Festival

A 7ª edição do Panorama do Cinema Suíço Contemporâneo está sendo exibido no Cinesesc, até 16 de maio, e no CCBB SP, até o dia 21 de maio. Além disso, terá itinerância em sua programação. Uma no Centro Cultural Banco do Brasil de Brasília (CCBB DF), de 22 de maio a 10 de junho, e outra no Rio de Janeiro, no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB RJ), de 30 de maio a 16 de junho.

Sobre o filme “Diário da Minha Cabeça”

Ficção | Suíça | 2017 | 70 min. | 14 anos

Título Original: Journal de Ma Tête

Direção: Ursula Meier

Sinopse: Poucos minutos antes de atirar em seus pais a sangue-frio, Benjamin Feller (Kacey Mottet Klein), um rapaz de 18 anos, aparentemente calmo, envia pelo correio um diário em que confessa e explica o duplo assassinato para Esther Fontanel (Fanny Ardant), sua professora de literatura. A associação dessa mulher ao ato de Benjamin acontece alguns meses após ela incentivar os alunos a escrever um diário. Esther se encontra interrogada pela lei, mas logo ela é confrontada por suas próprias dúvidas. E se o gosto dela por uma literatura assombrada pelos tormentos da alma humana a deixasse cega diante da angústia de seu pupilo e do que estava escondido por trás da prosa febril que ele a fez ler antes do crime?

Agenda – São Paulo

>> CineSESC

De 09 a 16 de maio.

Rua Augusta, 2075 | Cerqueira César.

>> Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo

De 09 a 21 de maio.

Rua Álvares Penteado, 112 | Centro.

Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos estreia nos cinemas com acessibilidade via app MovieReading

28 de abril de 2018 – A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a responsável pela produção do recurso LSE – Legenda para Surdes e Ensurdecidos do filme Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos, uma coprodução da Accorde Filmes, Telecine e Paris Filmes, que estreia nos cinemas dia 3 de maio. O recurso será adaptado e estará disponível no aplicativo MovieReading que no Brasil e na América do Sul tem como representante exclusivo a própria Iguale.

De acordo com Mauricio Santana, diretor da Iguale, Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos terá além da LSE, os recursos de Audiodescrição e Libras também disponíveis no MovieReading. O único diferencial, é que a produção destes outros dois recursos de acessibilidade é da Accorde Filmes, produtora responsável da obra cinematográfica.

Imagem colorida do pôster oficial do filme Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos. Em primeiro plano está o rosto do ator Edson Celulari. Ele tem a pele clara, olhos esverdeados, cabelos curtos grisalhos e usa uma camisa de tom azul claro. Logo atrás, em segundo plano, está a atriz Soledad Villamil, ela tem a pele clara, cabelo longo, liso, castanho escuro e usa franja. Seus olhos também são esverdeados. Um pequeno detalhe na blusa dela mostra que a mesma é cheia de desenhos bem coloridos. No alto na imagem estão os nomes dos atores. Ao centro o nome do filme, Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos, com as letras brancas dispostas como numa tabela de teste de visão. Abaixo do título, a informação: dirigido por Paulo Nascimento.
Descrição da imagem #pracegover #pratodomundover: imagem colorida do pôster oficial do filme Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos. Em primeiro plano está o rosto do ator Edson Celulari. Ele tem a pele clara, olhos esverdeados, cabelos curtos grisalhos e usa uma camisa de tom azul claro. Logo atrás, em segundo plano, está a atriz Soledad Villamil, ela tem a pele clara, cabelo longo, liso, castanho escuro e usa franja. Seus olhos também são esverdeados. Um pequeno detalhe na blusa dela mostra que a mesma é cheia de desenhos bem coloridos. No alto na imagem estão os nomes dos atores. Ao centro o nome do filme, Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos, com as letras brancas dispostas como numa tabela de teste de visão. Abaixo do título, a informação: dirigido por Paulo Nascimento.

Assim, explica Santana, o público com deficiência que for assistir Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos terá acesso às versões de acessibilidade por meio do app MovieReading, que sincroniza os recursos com o termpo exato do filme, por meio de uma tecnologia de reconhecimento de áudio, sem a necessidade de equipamentos específicos ou mesmo Wi-Fi.

“O MovieReading é uma inovação da tecnologia assistiva, e é algo que veio para mudar o modo como a pessoa com deficiência assimila o conteúdo das obras audiovisuais e se relaciona com o universo do cinema. Ficamos felizes que a Accorde Filmes coloque à disposição do público com deficiência mais uma de suas obras no app MovieReading”, completa Santana.

Sobre o MovieReading

Para assistir ao filme com os recursos de acessibilidade é preciso baixar o aplicativo na Play Store, para dispositivos com sistema Android, e na Apple Store, para dispositivos com sistema iOS. O aplicativo é gratuito e funciona em smartphones e tablets. O ideal é instalar o aplicativo no aparelho com antecedência, para evitar contratempos no momento da exibição. O tutorial de uso do app estão no site www.moviereadingbrasil.com.br. Segundo o diretor da Iguale, feito o download do app no dispositivo móvel é preciso baixar também o arquivo referente ao filme. No início da sessão, aperte sincronizar e o dispositivo fará o pareamento com o filme. Para a audiodescrição é fundamental ter fones de ouvido.

Sobre Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos

Em Teu Mundo Não Cabe nos Meus Olhos, Vitório (Edson Celulari, de Diário de Um Novo Mundo), cego de nascença, é dono de uma pizzaria herdada de seu pai no tradicional bairro do Bixiga, em São Paulo, famosa por oferecer a melhor pizza da região. Vivendo uma vida feliz com a mulher Clarice (Soledad Villamil, de O Segredo dos Teus Olhos), a filha Alícia (Giovana Echeverria, de #Garotas – O Filme) e seu assistente na pizzaria, Cleomar (Leonardo Machado, de Os Senhores da Guerra), Vitório está em pleno controle da vida, adaptado à sua cegueira. Mas após um infeliz incidente, seguido pela descoberta de que existe a possibilidade de enxergar, Vitório inicia um conflito consigo mesmo e vai precisar tomar uma grande decisão, que influenciará todos à sua volta. O filme fala da necessidade de tolerância e respeito ao desejo dos outros.

Ficha técnica

Roteiro e direção Paulo Nascimento

Produzido por: Edson Celulari e Paulo Nascimento

Produção executiva: Marilaine Castro da Costa

Uma realização Accorde Filmes, Telecine e Paris Filmes

App MovieReading: Iguale Comunicação de Acessibilidade

44º Festival Sesc Melhores Filmes acontece com audiodescrição e legendas Open Caption

Nesta edição, a Iguale Comunicação de Acessibilidade está à frente da produção destes dois recursos de acessibilidade

12 de abril de 2018 – Considerado um dos mais tradicionais da cidade de São Paulo, o Festival Sesc Melhores Filmes acontece no CineSesc, até o dia 25 de abril, com uma programação bem variada para agradar públicos de todas as idades.

Nesta 44ª edição, o festival terá filmes que foram destaque em 2017 e muitos deles contarão com os recursos inclusivos de audiodescrição e legendas Open Caption produzidos pela Iguale Comunicação de Acessibilidade.

Com ingressos a preços populares e uma grande variedade de filmes dos mais diferentes gêneros, o 44º Festival Sesc Melhores Filmes é uma excelente opção para quem deseja conferir alguns destaques recentes da sétima arte.

A grade de exibição do Festival conta com mais filmes, porém a seguir estão listados apenas os que terão os recursos de acessibilidade.

Descrição da imagem #precegover #pratodomundover: logotipo do festival. A cor de fundo é azul claro que realça a grafia do nome do evento, 44º Festival Sesc Melhores Filmes, na cor branca. As letras são maiúsculas e estão cortadas ao meio horizontalmente.

Sessões com acessibilidade

Dia 13/4 – Sexta

14h30 – Poesia Sem Fim

17h00 – Guerra do Paraguay

19h00 – Dunkirk

21h30 – Roda Gigante

Dia 14/4 – Sábado

14h30 – Gabriel e a Montanha

17h00 – Uma mulher Fantástica

19h00 – A Glória e a Graça

21h30 – Toni Erdmann

Dia 15/4 – Domingo

11h00 – Moana: Um Mar de Aventuras

14h30 – La Land: Cantando Estações

17h00 – Paterson

19h00 – Divinas Divas

21h30 – Moonlight: Sob a Luz do Luar

Dia 19/4 – Quinta

14h30 – Corpo Elétrico

17h00 – A Garota Desconhecida

19h00 – Toni Erdmann

Dia 20/4 – Sexta

14h30 – Bingo: O Rei das Manhãs

17h00 – Eu, Daniel Blake

19h00 – Paterson

21h30 – Blade Runner: O Caçador de Androides

Dia 21 – Sábado

14h30 – Contatos Imediatos de Terceiro Grau

17h00 – Corra!

19h00 – Meu Corpo é Político

21h30 – Corpo e Alma

Dia 22/4 – Domingo

11h00 – Meu Malvado Favorito 3

14h30 – No Intenso Agora

17h00 – Com Amor, Van Gogh

19h00 – Como Nosso Pais

21h30 – Uma Mulher Fantástica

Dia 24/4 – Terça

14h30 – Dunkirk

17h00 – A Glória e a Graça

Dia 25 – Quarta

19h00 – Juventude Transviada

21h30 – Poesia Sem Fim

Sobre o Festival

O Festival Sesc Melhores Filmes está em sua 44ª edição, sendo o mais antigo e um dos mais tradicionais festivais de São Paulo. Criado em 1974, o festival oferece oportunidade ao público de ver ou rever o que passou de mais significativo pelas telas da cidade no ano anterior ao evento, a preços populares e com atenção à acessibilidade. Os filmes são escolhidos democraticamente por meio de votação, esta dividida entre público e júri especializado, composto por críticos e jornalistas de todo o Brasil. Participaram da votação desta edição 415 filmes, sendo 121 nacionais (75 ficcionais e 46 documentários) e 294 internacionais. Um outro diferencial do Festival é a itinerância: várias unidades do Sesc espalhadas pelo estado de São Paulo recebem exibições dos filmes participantes. O Festival Sesc Melhores Filmes preza por uma política de preços e acessibilidade que amplia a participação do público.

[AGENDA]

44º Festival Sesc Melhores Filmes

Data de realização: até 25 de abril de 2018

Local: CineSesc – Rua Augusta, 2075, bairro Cerqueira César, São Paulo – SP

Recursos inclusivos: audiodescrição e legendas Open Caption.

Mais informações: melhoresfilmes.sescsp.org.br

Paixão de Cristo de Piracicaba ganha sessões com audiodescrição

A cidade é a responsável por uma das mais tradicionais encenações da Paixão de Cristo do interior de São Paulo. As sessões com AD acontecerão nos dias 25 e 26

22 de março de 2018 – A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a responsável em produzir o recurso de audiodescrição da 29ª edição da “Paixão de Cristo” de Piracicaba, cidade localizada a aproximadamente 160 quilômetros da capital paulista. O evento que narra os últimos dias de Jesus Cristo na Terra, e antecede a Páscoa, é um dos mais tradicionais do interior do estado e acontece no Engenho Central, cartão postal de Piracicaba, localizado às margens do rio que dá nome à cidade.

Descrição da imagem #pracegover: imagem oficial e colorida de divulgação do evento “Paixão de Cristo de Piracicaba”. O cartaz é ilustrado pela pintura de Zvonimir Atletic. A figura de Jesus Cristo carrega uma cruz de madeira no ombro direito enquanto estende a mão esquerda sobre a cabeça de duas mulheres e uma criança que estão prostradas à sua frente. Ele tem a pele clara, barba loira e cabelos compridos, também loiros. Veste uma túnica branca com um tecido vermelho escuro transpassado ao longo do corpo. Na cabeça contornada por uma aura amarela, carrega a coroa de espinhos. Seu tronco está levemente curvado e a expressão em seu rosto é de obstinação. Outros personagens ao fundo compõem a cena: um jovem de costas para Cristo; quatro homens barbados e com túnicas; uma mulher com uma criança. No topo, com letras brancas, está escrito “Ministério da Cultura, Secretaria de Estado da Cultura, Secretaria Municipal De Ação Cultural e Turismo e Grupo Guarantã apresentam: Paixão de Cristo de Piracicaba 2018”. “Paixão de Cristo” está destacado com letras maiores e na cor laranja. No lado direito da imagem com letras pretas sobre fundo branco estão as informações de serviço: De 25/03 a 1/04 de 2018, às 20 horas no Engenho Central. Apresentações com audiodescrição: 25 e 26/03. Reserve seu ingresso: [email protected] No canto superior direito está o logotipo da Iguale.

As sessões com o recurso acessível de audiodescrição, feito pela equipe de profissionais da Iguale, acontecerão no domingo, dia 25, e na segunda-feira, dia 26, com início às 20h. A Paixão de Cristo, no entanto, acontecerá até o dia 1º de abril. O diretor da Iguale, Maurício Santana, informa que estão sendo distribuídos ingressos gratuitos para pessoas com deficiência visual e um acompanhante. Os interessados precisam fazer a reserva, antecipadamente, pelo e-mail: [email protected].

A Audiodescrição

Com o recurso de audiodescrição, o espetáculo proporciona autonomia aos espectadores com deficiência visual que terão melhor entendimento do conteúdo não verbal das cenas. No caso da Paixão de Cristo, a audiodescrição narra o máximo de detalhes de tudo o que acontece em cena, para que o público com deficiência visual, usando fones de ouvido, compreenda a apresentação com mais detalhes.

Sobre a Paixão de Cristo

A Associação Cultural e Teatral Guarantã é a responsável pela realização da Paixão de Cristo de Piracicaba. O evento é uma correalização da Prefeitura de Piracicaba, Semac Tur, Associação Cultural e Teatral Guarantã. Já a realização é do Governo do Estado de São Paulo, Ministério da Cultura e Governo Federal.

[AGENDA]

29ª edição da Paixão de Cristo de Piracicaba

Local: Engenho Central em Piracicaba – São Paulo

Horário: 20h

Recurso de audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade | Roteiro e narração: Leo Rossi | Assistente: Marcos Paulo | Consultor: Paulo Monte Alegre | Produção: Miriam Morales

Os ingressos à venda no endereço: www.diverteingressos.com

 

Iguale apoia 12º Festival Internacional de Cinema Feminino

Evento exibe 64 produções de 18 países no Centro Cultural Banco do Brasil

Até a próxima segunda-feira, dia 18 de dezembro, acontece a 12ª edição do Festival Internacional de Cinema Feminino – FEMINA no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro. O festival este ano exibe 64 produções, muitas inéditas no Brasil, de 18 países. O evento é realizado pelo Instituto de Cultura e Cidadania Femina desde 2004 e se dedica a exibir longas, médias e curtas-metragens dirigidos por mulheres e/ou com temática feminina. O evento é considerado o primeiro do gênero no Brasil e na América Latina.

Todas as sessões e seminários terão entrada franca (com distribuição de senhas uma hora antes de cada sessão), os organizadores do evento calculam atrair cerca de 1,5 mil pessoas. O evento conta com o apoio da Iguale Comunicação de Acessibilidade, que terá a responsabilidade de produzir para um dos filmes vencedor, os recursos de audiodescrição, legendas e LIBRAS.

Segundo os organizadores, todos os anos, o FEMINA realiza uma homenagem a uma personalidade feminina do cinema nacional. Este ano o evento terá três homenageadas: a cineasta Sandra Werneck, a produtora Vania Catani, e atriz Laura Cardoso.  Com a curadoria de Paula Alves e Eduardo Cerveira, o festival busca valorizar a participação da mulher no cinema, na arte e na cultura, estimular jovens diretoras, incentivar a produção de filmes com protagonismo feminino e debater questões de gênero, assim como ampliar a participação profissional da mulher no cinema e a conscientização da sociedade sobre a igualdade de gênero.

O evento promove também o Seminário FEMINA, de 13 a 15 de dezembro, das 13h às16h30, com a participação de diretoras e pesquisadores, debatendo com o público o tema Feminismos, Cinema e Interseccionalidade: diálogos e estratégias de resistências, trazendo filmes que dialogam com esta questão. São eles: “Historiografia” de Amanda Pó, “Autopsia” de Mariana Barreiros, “Estado Itinerante” de Ana Carolina Soares, “O mais barulhento silêncio” de Marcela Moreno, “A boneca e o silêncio”de Carol Rodrigues e “Quem matou Eloá?” de Livia Perez.  Os temas abordados no seminário serão: “Curadoria e Crítica como espaços políticos”; “Sobre poder e violência: apagamentos, assédios e a cultura do estupro” e, por último, “Debates em torno das violências contra as mulheres e o feminicídio”.

As inscrições podem ser feitas através do site www.feminafest.com.br, a entrada é gratuita e quem participar dos 3 dias de seminário recebe um certificado de participação.

Destaques

Entre os dias 13 e 18, o festival acontece no CCBB RJ, com as tradicionais mostras competitivas “Internacional e Nacional” e sessões especiais divididas em “Programa infantil” (com curtas-metragens de animação e ficção para o público infanto-juveni), dois programas “Dividindo a conta” (com filmes codirigidos por homens e mulheres), Programa experimental (com filmes experimentais dirigidos por mulheres), sessão “Eu gosto é de mulher” (com filmes dirigidos por mulheres com temática lésbica).

Alguns destaques da Competição Internacional são os longas-metragens “Horizontes”, de Eileen Hofer (Suíça), “El placer es mio”, de Elisa Miller (México), “Childhood”, de Margreth Olin (Noruega), “Mala junta”, de Claudia Huaiquimilla (Chile) e Pano de Limpeza, de Ahu Öztürk (Turquia).

Da Competição Brasileira, destacam-se os longas “A Moça do Calendário” (SP), de Helena Ignez, o premiado “Baronesa” (MG), de Juliana Antunes (Troféu Aurora na Mostra Tiradentes desse ano), “Para Ter Onde Ir”, de Jorane Castro, uma produção do Pará, “Com o terceiro olho na terra profanação”, de Catu Rizo (RJ) e o longa que fará sua pre-estreia no Femina, “Pela janela”, de Caroline Leone.

Fora de competição, os curadores destacam a exibição do filme “Tekoha – som da terra”, de Valdelice Veron (Xamiri Nhupoty) e Rodrigo Arajeju – no Programa Dividindo a Conta I, no dia 17, às 13 – Valdelice Veron é Kaiowa, e será a primeira vez que o Femina exibirá um filme de uma cineasta indígena.

[Agenda]

FEMINA – Festival Internacional de Cinema Feminino

Local: CCBB RJ – Rua Primeiro de Março, 66 – Centro (21) 3808.2020

Datas: de 13 a 18 de dezembro de 2017

Horários: Consultar programação (sessões às 13h, 15h, 17h e 19h)

Entrada franca – Com distribuição de senhas 1h antes de cada sessão

Lotação: 98 lugares (mais 4  para cadeirantes)

Classificação: Consultar programação (desde livres – como o programa infantil, 12, 14 e 16 anos)

Acesso para pessoas com deficiência: sim

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Sesc Pinheiros apresenta teatro infantil com audiodescrição

Além do recurso de audiodescrição, feito pela Iguale, o espetáculo terá interpretação em LIBRAS

São Paulo, 30 de novembro de 2017 –  No próximo domingo, 3 de dezembro, o Sesc Pinheiros, em São Paulo, apresenta o espetáculo infantil “Operetinha do sapato falador”, da Cia D’Alma, contendo o recurso de audiodescrição produzido pela Iguale Comunicação de Acessibilidade. A apresentação é parte da Semana Inclusiva 2017, promovida pelo Sesc Pinheiros, em comemoração ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado no dia 3.

 Sobre o espetáculo

 É baseado em uma história escocesa sobre a vida de Lino, um doceiro muito hábil e talentoso, que herdou uma doceria de seu pai, com quem aprendeu o ofício. A doceria é seu ganha-pão, mas, por preguiça e avareza, ele não é muito bem-visto na vizinhança e as pessoas têm medo dele, da sua grosseria. As crianças não entram na sua loja, o que é quase uma heresia. Já viu uma criança não querer um bolinho? E assim era a vida de Lino, até o dia em que um lindo par de sapatos faz a sua rotina virar de cabeça pra baixo.

[Agenda]

Espetáculo “Operetinha do sapato falador” da Cia D’Alma

Duração: 60 minutos

Local: Auditório do SESC Pinheiros (Rua Pais Leme, 195 – Pinheiros – 3º andar).

Data: Domingo – dia 3 de dezembro

Horário: 17h

Recurso de audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Outras informações:

Entrada gratuita para crianças até 12 anos de idade, retirar ingressos no local.

Ingressos gratuitos para pessoas com deficiência visual e um acompanhante. Quantidade limitada. Os interessados devem fazer a confirmação da presença pelo e-mail: [email protected]. Favor chegar com uma hora de antecedência para a retirada dos ingressos na bilheteria.

Como chegar: O SESC Pinheiros fica a 350 metros da Estação Faria Lima da Linha 4 – Amarela do Metrô e da Estação Pinheiros da Linha 9 – Esmeralda da CPTM/ Linha 4 – Amarela do Metrô.

 

Sesc Santana promove seminário sobre acessibilidade com audiodescrição, LIBRAS e estenotipia

Os recursos inclusivos serão produzidos ao vivo pela equipe de profissionais da Iguale e parceiros

São Paulo, 27 de novembro de 2017 – Nos dias 29 e 30 de novembro no Sesc Santana, em São Paulo, a Iguale Comunicação de Acessibilidade será a responsável pela produção dos recursos de audiodescrição e LIBRAS para o “Seminário Modos de Acessar: Deficiência e Cidadania”, organizado dentro das atividades que marcam o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, comemorado em 3 de dezembro.

O Seminário, que também contará com o recurso de estenotipia, discutirá a acessibilidade atitudinal e a sua importância para o pleno exercício da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Sesc Santana, o evento terá como objetivo debater as barreiras sociais e culturais ainda presentes na experiência de acessibilidade do indivíduo nas cidades e sociedades. As discussões acontecerão por meio painéis temáticos, com a exposição de boas práticas sobre o tema nos aspectos da cultura, mobilidade e educação.

Ainda de acordo com o Sesc Santana, o seminário pretende contribuir com a reflexão do panorama contemporâneo da acessibilidade às pessoas com e sem deficiências nos espaços socioculturais. Com vagas limitadas, e preços de ingressos que vão de R$ 18 a R$ 60, o seminário tem como público-alvo gestores e educadores de instituições culturais, agentes públicos e interessados na inclusão, educação e acessibilidade.

Sobre os recursos de acessibilidade comunicacional que estarão à disposição da plateia ao longo dos dois dias do evento, Mauricio Santana, diretor da Iguale, explica que ambos irão auxiliar as pessoas com deficiência a ter melhor compreensão não só das falas dos convidados e mediadores dos painéis, mas do contexto como um todo, proporcionando inclusão com autonomia.

[AGENDA]

Programação

29/11 – Quarta-feira:  

Credenciamento (Área de Convivência – Térreo): 9h30.

Abertura (Teatro – 1º subsolo): 

 10h30 – Prof. Danilo Santos de Miranda (Fala institucional).

11h – Prof. Dr. Ney Wendell – Université du Québec à Montréal (Palestra magna).

 Almoço: 12h30.

Conferências (Teatro – 1º subsolo): 

14h – Painel Mobilidade: Valmir (Biomob), Cid Torquato (Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência – SMPED) e Eliete Mariani (Metrô de São Paulo). Mediação de Lília Ladislau (Sesc).

 Intervalo: 16h.

Conferências (Teatro – 1º subsolo): 

16h30 – Painel Educação: Aline Santos (Plataforma Diversa – Instituto Rodrigo Mendes), Prof. Dra. Rosângela Gavioli Prieto (USP) e Eliana Cunha de Lima (Fundação Dorina Nowill). Mediação de Diogo de Moraes (Sesc).

Programação Cultural:  

18h30 – Jam de Danceability.

 30/11 – Quinta-feira:  

Credenciamento (Área de Convivência – Térreo): 9h30.

Conferências (Teatro – 1º subsolo):

10h30 – Painel Cultura: Prof. Dra. Amanda Tojal (ArteInclusão), Daina Leyton (MAM) e Prof. Dr. Eduardo Cardoso (UFRGS). Mediação da Prof. Dra. Lúcia Helena Reily (Unicamp).

Almoço: 12h30.

Conferências (Teatro – 1º subsolo): 

14h – Relatos de Experiências: Cíntia Alves (Cia Grão de Teatro), Séfora Tognolo (Sesc Bertioga) e Karen Montija (Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB).

Intervalo: 16h.

Performance (Teatro – 1º subsolo):

16h30 – Mesa Performática: Estela Lapponi, Billy Saga, Marcos Abranches, Pericles Silveira e Nando Bolognesi. Mediação de Paula Lopez.

Encerramento: 18h.

Programação Cultural:

18h30 – Cadeira: Falando Sem Tabu.

Recursos acessíveis de audiodescrição e tradução em Libras: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Vagas limitadasInscrições no portal: sescsp.org.br

Festival Assim Vivemos chega a 8ª edição com 32 filmes com temática sobre deficiência produzidos em 19 países

Com entrada franca, as sedes do Centro Cultural do Banco do Brasil recebem o evento entre agosto (Rio) e setembro (Brasília e São Paulo)

15 de agosto de 2017 – Trinta e dois filmes de 19 países integram a programação da 8º edição do “Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência” que chega ao Rio de Janeiro (de 16 a 28 de agosto), Brasília (5 a 17 de setembro) e São Paulo (20 de setembro a 1º de outubro) nas unidades do Centro Cultural do Banco do Brasil. Além da exibição audiovisual, serão realizados quatro debates com os seguintes temas: A visão e os sentidos da arte; Corpo e movimento; Tecnologia assistiva de ponta e Amor e relacionamento. Com entrada gratuita, o evento tem realização do Centro Cultural do Banco do Brasil, patrocínio do Banco do Brasil e do Ministério da Cultura e produção da Lavoro Produções.

Inéditos, os documentários trazem histórias protagonizadas por pessoas com diversas deficiências como síndrome de Down, autismo, paralisia cerebral, atrofia muscular espinhal, deficiência física, visual, auditiva e intelectual. Além de produções brasileiras, foram selecionados trabalhos de outros 18 países: Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália, Suíça, Itália, Espanha, Polônia, Bulgária, Finlândia, Espanha, Turquia, Ucrânia, Tailândia, Alemanha, Rússia, Índia, Myanmar e Letônia.

Entre as produções destacam-se “Eu sou Jeeja”, sobre a indiana Jeeja Ghosh, líder ativista pelos direitos dos que têm paralisia cerebral na Índia; “ 50 X Rio”, filme italiano que conta a história de Alex Zanardi, ex-campeão de fórmula Indy que se preparou para os Jogos Paralímpicos no Rio de Janeiro e, “Dois Mundos”, obra polonesa que mostra a família de Laura, garota de 12 anos que tem pais surdos.

Os curadores Lara Pozzobon e Gustavo Acioli acreditam que o evento cumpre duas funções: “ao mesmo tempo em que nos leva a refletir sobre aspectos fundamentais da vida em sociedade e do autoconhecimento, também nos faz refletir sobre o nosso país, por meio da comparação com as mais diversas culturas e sociedades representadas na nossa seleção. Tal comparação é sempre reveladora, principalmente quando descobrimos que somos mais avançados no que pensávamos que éramos atrasados, e mais atrasados no que pensávamos que éramos avançados”.

“Em 2003, quando o CCBB exibiu a primeira edição do Assim Vivemos, as discussões sobre o tema eram muito reduzidas. Ainda há muito trabalho a ser feito, mas acreditamos que o cinema, seja pelo filme de ficção ou pelo documentário, tem sido uma grande ferramenta de conscientização e o festival tem contribuído bastante ao transportar o público para as mais diversas realidades e situações que envolvem a questão da deficiência.” reflete Fabio Cunha, gerente geral do CCBB Rio.

Realizado a cada dois anos, o festival se mantém como o principal evento que celebra a inclusão cultural no Brasil. Ao primeiro, realizado em 2003 no Rio de Janeiro e em Brasília, seguiram-se edições inéditas em 2005, 2007, 2009, 2011, 2013 e 2015. Desde 2009, São Paulo também abriga o festival. Em 2010 e 2012, foram feitas itinerâncias em outras cidades, como Belo Horizonte, Porto Alegre, Pelotas e Santa Cruz do Sul, ampliando seu alcance e possibilitando que mais pessoas conhecessem o projeto e, através dos filmes, histórias de vida inspiradoras e altamente transformadoras. Comprometido com a promoção de acessibilidade para todos os públicos, o festival oferece audiodescrição em todas as sessões e catálogos em Braille para pessoas com deficiência visual; e legendas LSE nos filmes e interpretação em LIBRAS nos debates para as pessoas com deficiência auditiva. Os portadores de deficiência física também contam com garantia de acessibilidade, uma vez que o Centro Cultural Banco do Brasil tem sua arquitetura concebida para o acesso de pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes.

A lista dos filmes participantes segue abaixo e a programação completa está disponível no site: www.assimvivemos.com.br

LISTA DE FILMES DO FESTIVAL

PROGRAMA 1 –
Uma Vida com Asperger – Duração: 4’
Diretor: Jaime Ekkens – EUA
Sinopse: Este documentário de animação explora os desafios de crescer e viver com a síndrome de Asperger. A narração esclarece que ser Asperger não é simplesmente “ser um pouco estranho”, mas sim, adaptar-se às limitações geradas pela ansiedade e pelo isolamento.

Consciência do Autismo – Duração: 5’
Diretor: Rebecca James – Reino Unido
Sinopse: Este breve documentário enfoca um evento sobre o Autismo com entrevistas e performances singulares, feito para colaborar com a conscientização sobre o tema.

Conectados: um filme sobre pessoas com autismo – Duração: 60’
Diretor: Sonia Suvagau – Canadá
Sinopse: Este documentário desafia o entendimento do senso comum sobre pessoas autistas, a natureza do desenvolvimento humano, a inteligência e as implicações de viver em uma sociedade conformista.

PROGRAMA 2 –
Ordem do Woody! – Duração: 16’
Diretor: Seth Kramer, Daniel A. Miller & Jeremy Newberger – EUA
Sinopse: Pela primeira vez, a atriz Ann Talman apresenta seu show solo para seu inspirador: o irmão com paralisia cerebral.

Como Se Eu Estivesse Voando – Duração: 56’
Diretor: Babu J. Aryankalayil – EUA
Sinopse: O documentário explora o incrível poder da dança e do movimento. A verdadeira saúde está na interseção entre corpo e a mente, e a dança tem o poder de alinhar esses elementos em harmonia. Este filme é um testemunho do poder do movimento e sua capacidade de transformar a vida de indivíduos e comunidades.

PROGRAMA 3 –
Vida e Atrofia – Duração: 24’
Diretor: Gareth Burghes – EUA
Sinopse: Depois que seu filho, Miles, é diagnosticado com Atrofia Muscular Espinhal, uma doença neuromuscular devastadora que causa perda muscular progressiva, Nikki e Tony McIntosh procuram um tratamento experimental para salvá-lo.

Virando Super-Humano – Duração: 52’
Diretor: Wain Fimeri – Austrália
Sinopse: O doutor Jordan Nuguyen é um engenheiro biomédico. Riley Saban é um menino de 13 anos com paralisia cerebral. Juntos, eles desenvolvem uma tecnologia de ponta extraordinária, que dá ao jovem Riley poderes sobre-humanos.

PROGRAMA 4 –
Bucéfalo – Duração: 34’
Diretor: Damien Marti, Chloé Seyssel – Suíça
Sinopse: Celine van Till era uma amazona da equipe nacional suíça de equitação de adestramento quando sofreu uma grave lesão na cabeça em um acidente dramático. Ela tinha apenas 16 anos de idade. Após um coma que durou semanas, ela acordou sem a capacidade de falar ou andar. Bucéfalo é um filme sobre sua vida, sua paixão e seu destino.

50 x Rio – Duração: 36′
Diretor: Francesco Mansutti – Itália
Sinopse: Este documentário conta a aventura de um cara especial, o ex-campeão da fórmula Indy Alex Zanardi, e de suas sessões de treinamento de preparação para os Jogos Paralímpicos no Rio de Janeiro. Alex, aos 50 anos, atua fisicamente melhor do que os atletas que são muito mais jovens do que ele. Ao longo do caminho, o filme capta imagens surpreendentes como cenas de treinamento com a Seleção Nacional Paralímpica da Itália, cenas da vida cotidiana de Alex, ou momentos especiais com as pessoas que ajudaram a desenvolver tecnicamente seu handcycle.

PROGRAMA 5 –
Voz Interior – Duração: 30’
Diretor: Antonio Spanò – Itália
Sinopse: Butembo, Congo. Ao seguir Jemima, uma garota curiosa que vagueia por estradas empoeiradas, mercados lotados, matadouros, fornos e caçadores de morcegos, conhecemos três mulheres que descrevem a dura realidade que enfrentam por terem nascido surdas em uma sociedade que discrimina mulheres e pessoas com deficiência.

Dois Mundos – Duração: 51’
Diretor: Maciej Adamek – Polônia
Sinopse: Neste inspirador retrato de família, Laura, de 12 anos, nos guia por sua vida com seus pais surdos, o que é diferente, desafiador e surpreendentemente normal.

PROGRAMA 6 –
A Vida Tocando – Duração: 25’
Diretor: Marco Antonio Saretta Poglia, Vinicius Correa – Brasil
Sinopse: A vida de um violonista que perdeu a visão e encontrou novas maneiras de prosseguir com a sua arte.

O Olho do Minotauro – Duração: 45′
Diretor: Borislav Kolev – Bulgária
Sinopse: Dennis tem 18 anos e, como qualquer jovem, quer se desenvolver, amar, ter uma família e sucesso profissional … Ele é como todos, mas não em todos os sentidos, pois nasceu completamente cego. Isso não o impede de definir e alcançar metas – ele pratica diferentes esportes, lê muito e tem sua própria maneira de assistir filmes. Mas seu sonho mais ousado é tornar-se um escultor. Ele está pronto para lutar por isso? E a sociedade? Está pronta para pessoas como Dennis?

Visões da Ilusionista – Duração: 6’
Diretor: Jenni-Juulia Wallinheimo-Heimonen – Finlândia
Sinopse: Ronja Oja é uma atleta finlandesa com deficiência visual. Seu sonho é tornar-se uma intérprete de língua de sinais para surdo-cegos e uma ilusionista. No filme, ela examina o ambiente com uma luva mágica que emite um som ao entrar em contato com objetos.

PROGRAMA 7 –
A Visão de Dan Bowman – Duração: 27’
Diretor: Mike Grundmann, Shaun Wright – EUA
Sinopse: “A Visão de Dan Bowman” é um documentário sobre Dan Bowman, de 75 anos, de Harrisonburg, Estado de Virgínia, que perdeu a visão aos 12 anos, e tornou-se um afinador de piano e um marceneiro de móveis finos, os quais doa para leilões de caridade, usando ferramentas elétricas e instrumentos de precisão. Ele ainda tem todos os 10 dedos, um espírito animado e uma mente teologicamente treinada que usa para fazer reflexões profundas.

88 MHz – Duração: 39’
Diretor: Yana Titova – Bulgária
Sinopse: 88 MHz é um documentário sobre o crítico de teatro Jordan Georgiev, que comanda o programa de rádio “Sem Máscaras” todas as segundas-feiras. Jordan faz entrevistas com os atores, diretores, dramaturgos e cineastas mais talentosos da Bulgária, entrando verdadeiramente nos aspectos mais profundos de seu trabalho, observando detalhes que nenhum outro jornalista pode ver. Jordan tem deficiência visual.

PROGRAMA 8 –
Luis Luis – Duração: 11’
Diretor: José Carlos Castaño Muñoz – Espanha
Sinopse: Luis é atleta, carpinteiro, e uma pessoa realmente especial.

Sobre Arif – Duração: 12’
Diretor: Hasan Kalender – Turquia
Sinopse: Arif, que tem síndrome de Down, trabalha em um antiquário e vive em um mundo imaginário.

Onde está você/Eu estou aqui – Duração: 52’
Diretor: Max Karasyov – Ucrânia
Sinopse: Para cada 800 recém-nascidos, há um com síndrome de Down. Todos os anos há mais de 400 “crianças ensolaradas” por nascer. De acordo com a WHO (Estatística Mundial sobre Saúde), em 90% dos casos, as mulheres interrompem a gravidez após o diagnóstico da síndrome de Down. Existem aproximadamente 15 mil pessoas com síndrome de Down na Ucrânia e mais da metade delas são crianças. Há pelo menos 300 em Odessa. Com este filme, nós conhecemos sete deles.

PROGRAMA 9 –
Luiza – Duração: 15’
Diretor: Caio Baú – Brasil
Sinopse: O filme lida com o relacionamento delicado entre uma garota especial e o universo que a rodeia, tendo a sexualidade como um guia para abordar questões como preconceito, relacionamento entre pais e filhos, superproteção familiar, autonomia, diferenças e amor.

Amor e Sexo segundo Tim Rose – Duração: 5’
Diretor: Leonardo Suarez – Canadá
Sinopse: “Amor e Sexo segundo Tim Rose” conta a história de como um homem nascido com paralisia cerebral conseguiu superar as desvantagens sexuais percebidas em uma pessoa com deficiência.

Dentro de Mim – Duração: 22’
Diretor: Sophon Shimjinda – Tailândia
Sinopse: Cherry é uma mulher transgênero com deficiência. Ela deseja o amor de um homem, embora possa comprar satisfação física em um bar. Mas o que ela mais anseia é o amor de sua mãe e de seu pai.

Amor aos 20 – Duração: 20’
Diretor: Javier Rodríguez Espinosa – Espanha
Sinopse: Sofia trabalha, sai para se divertir com os amigos, faz teatro e vai ao cinema. Ele leva a vida como qualquer pessoa de vinte e poucos anos, mas sente um vazio que não pode ser preenchido, até que conhece Alberto em um chat na internet. O filme é uma homenagem livre ao filme homônimo de 1962.

PROGRAMA 10 –
Nem 2 Nem 4 – Duração: 19’
Diretor: Sergi González – Espanha
Sinopse: Juanma foi bicampeão do mundo, bicampeão da Europa e nove vezes campeão da Espanha de triciclo. Juanma nasceu, como ele mesmo diz, com uma pequena deficiência chamada paralisia cerebral …

Rodas da Fortuna – Duração: 5’
Diretor: Louise Lenihan, Simone Tunbridge – Austrália
Sinopse: Jonathan é apenas um cara normal como todos os outros. Ele vai trabalhar. Anda de ônibus. Frequenta bons restaurantes. A única diferença é que ele faz tudo isso sobre rodas. Mas algumas pessoas simplesmente não sabem como lidar com esse fato.

Na Marca do Pênalti – Duração: 1’
Diretor: Kuesti Fraun – Alemanha
Sinopse: Não desista nunca! Uma divertida metáfora da autoconfiança.

Um Desejo – Duração: 53’
Diretor: Vitaly Dubinin – Rússia
Sinopse: Os heróis do filme são pessoas em cadeiras de rodas. Esses caras jogam basquete, estudam, trabalham, se apaixonam, vivem uma vida ativa. Vladimir viaja de ônibus para treinar em Moscou. Maxim tem que subir 5 andares de escada até o seu apartamento. Olga briga todas as noites com os vizinhos pela vaga de estacionamento reservada para deficientes.

PROGRAMA 11 –
Eu sou Jeeja – Duração: 26’
Diretor: Swati Chakraborty – Índia
Sinopse: Uma narrativa em primeira pessoa de Jeeja Ghosh, líder ativista pelos direitos das pessoas que vivem com paralisia cerebral na Índia.

Convivência – Duração: 40’
Diretor: Juan Carlos Guerra – Espanha
Sinopse: “Convivência” mostra a relação entre um grupo de jovens com paralisia cerebral e estudantes de uma escola de Ensino Médio. Uma iniciativa enriquecedora e solidária, mas, ao mesmo tempo, desafiadora.

PROGRAMA 12 –
Uma Menina em 10 x 10 – Duração: 29’
Diretor: Mai May Sakarwah, Mary, Yu Par Mo Mo – Myanmar
Sinopse: Ngu Wah Hlaing foi abandonada por sua mãe quando era um bebê por causa de sua deficiência. Uma monja e seu filho, que é transgênero, a adotaram e a amam. Atualmente, Ngu Wah Hlaing tem 11 anos de idade, mas não sabe ler e escrever porque é recusada pelas escolas devido à sua deficiência.

Vai! – Duração: 11’
Diretor: Pavel Gumennikov – Letônia
Sinopse: O filme é inspirado na incrível história verídica de um homem que perdeu as duas pernas em um acidente na infância e que é apaixonado pela vizinha. A história começa quando Just encontra Ieva na porta do prédio em que moram. Eles começam uma conversa em tom de flerte, que é interrompida por dois ladrões, que roubam Ieva na frente de Just. Em um piscar de olhos, Just decide seguir os ladrões para recuperar a bolsa de Ieva e conquistar seu coração.

Filho do Homem – Duração: 26’
Diretor: Sergey Pozdnyakov – Rússia
Sinopse: A alma humana busca a luz, não importa o quão tortuoso seja o seu caminho. Pavel começou sua vida em um orfanato. Desesperado, mas sem perder a esperança, ele encontra uma nova família e a fé em si mesmo.

Sobre o Festival Assim Vivemos
Além de exibir filmes nacionais e internacionais inéditos, o festival tem o objetivo de promover uma discussão estética cinematográfica, que acrescenta muito na formação cultural de um público diversificado. Esse debate se articula com os temas dos filmes e traz à tona questões fundamentais e urgentes relativas às pessoas com deficiência. O festival exibe documentários, filmes de ficção e animações que formam um mosaico surpreendente e esclarecedor. Filmes que trazem a pessoa com deficiência para a cena principal e, através da arte, quebram os preconceitos, conferindo à questão outra dimensão. O festival teve sua primeira edição em 2003 no Rio de Janeiro e em Brasília. Desde a primeira edição, o festival oferece uma acessibilidade para pessoas com deficiência visual. A audiodescrição é feita por dois atores em todas as sessões e transmitida para fones de ouvidos disponibilizados para o público. Em todos os filmes são inseridas legendas closed caption, sistema que inclui informações extra-diálogos para o público de pessoas com deficiência auditiva. São distribuídos catálogos em Braille com informações e sinopses dos filmes para as pessoas com deficiência visual. E nos debates, há intérpretes de LIBRAS, para que as pessoas surdas também possam participar.

SERVIÇOS

8º edição do festival “Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência”
CCBB – Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília
Rio de Janeiro: 16 a 28 de agosto – CCBB – Rua Primeiro de Março, 66 – Centro.
Entrada gratuita
Outras informações: www.assimvivemos.com.br