‘Magal e os formigas’, filme com Sidney Magal, estreia nos cinemas com acessibilidade no app MovieReading

LIBRAS, audiodescrição e legendas são os recursos produzidos pela Iguale e disponibilizados gratuitamente no aplicativo para esta comédia nacional

6 de dezembro de 2016 – Em parceria com a ETC Filmes, a Iguale Comunicação de Acessibilidade acaba de produzir os recursos acessíveis de LIBRAS, audiodescrição e legendas do filme “Magal e os formigas”, que estreia em dezembro. Assim, por meio do aplicativo MovieReading, pessoas com deficiência poderão se divertir com muito mais autonomia, ao assistir a mais este filme nacional que já chegas às salas dos cinemas contendo acessibilidade.

A comédia “Magal e os formigas”, cujo protagonista é cantor Sidney Magal, tem os recursos acessíveis de LIBRAS, legendas e audiodescrição disponibilizados gratuitamente para os usuários de smartphones e tablets dos sistemas operacionais IOS e Android, no app MovieReading. Assim, ao assisti-lo, o público com deficiência poderá dar boas risadas e também se emocionar com essa história que faz referência à fábula “A cigarra e a formiga”. E mais, conhecer o trabalho da Iguale, empresa pioneira no país em Comunicação de Acessibilidade.

Descrição da imagem #pracegover: imagem colorida do cantor Sidney Magal sobre um fundo azul escuro, com um forte brilho que reluz por trás da cabeça do artista. Os raios de luz reforçam o contorno do protagonista e se estendem do centro para as laterais da imagem horizontal. Magal tem o cabelo preto e olha fixamente para frente, com a cabeça levemente caída para direita e a boca ligeiramente aberta num sorriso. As duas mãos estão próximas ao rosto, com a palma virada para frente, os indicadores apontando para cima e os polegares voltados para o rosto do cantor. No centro, abaixo do rosto, está o nome do filme, “Magal e os Formigas": a palavra Magal, em tamanho maior e escrita em vermelho com contorno dourado e as demais palavras do título, abaixo, em amarelo. No topo e no rodapé, há uma borda azul mais clara, formada por pequenas lâmpadas acesas. Na parte inferior da divulgação, um pouco mais abaixo da imagem principal e dentro de um retângulo branco com borda azul claro no topo e rodapé, as informações: “Com acessibilidade através do app MovieReading Brasil” e abaixo, os ícones dos recursos acessíveis de audiodescrição, legendas closed caption e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, além do logo do app com o endereço do site www.moviereadingbrasil.com.br. No rodapé, a mensagem: “A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do APP MovieReading no Brasil e América do Sul”.
Descrição da imagem #pracegover: imagem colorida do cantor Sidney Magal sobre um fundo azul escuro, com um forte brilho que reluz por trás da cabeça do artista. Os raios de luz reforçam o contorno do protagonista e se estendem do centro para as laterais da imagem horizontal. Magal tem o cabelo preto e olha fixamente para frente, com a cabeça levemente caída para direita e a boca ligeiramente aberta num sorriso. As duas mãos estão próximas ao rosto, com a palma virada para frente, os indicadores apontando para cima e os polegares voltados para o rosto do cantor. No centro, abaixo do rosto, está o nome do filme, “Magal e os Formigas”: a palavra Magal, em tamanho maior e escrita em vermelho com contorno dourado e as demais palavras do título, abaixo, em amarelo. No topo e no rodapé, há uma borda azul mais clara, formada por pequenas lâmpadas acesas.
Na parte inferior da divulgação, um pouco mais abaixo da imagem principal e dentro de um retângulo branco com borda azul claro no topo e rodapé, as informações: “Com acessibilidade através do app MovieReading Brasil” e abaixo, os ícones dos recursos acessíveis de audiodescrição, legendas closed caption e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, além do logo do app com o endereço do site www.moviereadingbrasil.com.br.
No rodapé, a mensagem: “A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do APP MovieReading no Brasil e América do SulNo entanto, para não ter imprevistos na sala dos cinemas, precisará ficar atento a algumas recomendações. “Para usar o app é necessário um celular ou tablet com fones de ouvido e microfone habilitado. Aconselhamos evitar o uso de fones que vem com aparelho, pois o microfone embutido no conjunto não é tão bom quanto o próprio dispositivo. Ao selecionar o arquivo de acessibilidade correspondente ao filme, e clicar no botão de comando, automaticamente o app sincroniza ou a audiodescrição, ou a LIBRAS ou a legenda ao áudio original”, explica o diretor da Iguale, Mauricio Santana.

Depois de baixados nos dispositivos, para ter acesso ao app e conteúdos produzidos para acessibilidade, não é necessário estar conectado à Internet no momento da exibição. Assim, o aplicativo e os recursos contidos no MovieReading podem ser utilizados em qualquer sala de exibição em todo o país. “O MovieReading é uma inovação da tecnologia assistiva, e é algo que veio para mudar o modo como a pessoa com deficiência assimila o conteúdo das obras audiovisuais e se relaciona com o universo do cinema”, completa Santana.

Sobre o filme

João (Norival Rizzo) é um aposentado que está aborrecido com a vida e reclama o tempo todo de seu trabalho. Viciado em loterias, ele está afundado em depressão e não vê esperança. Até que, após um delírio, ele começa a receber visitas do cantor Sidney Magal. Assustado com o fenômeno sobrenatural recorrente, ele irá aprender, com o bom humor da aparição, os jeitos de viver sempre o lado bom da vida. 

Ficha técnica

Direção e roteiro: Newton Cannito

Elenco: Norival Rizzo, Sidney Maga, Mel Lisboa, Zécarlos Machado, Imara Reis, Nicolas Trevijano, Marcio Américo, Estar Laccava, Riba Carlovich, Fábio Lins, Teca Pereira e Gil Jung

Gêneros: comédia-dramática

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Aplicativo acessível: MovieReading

Indicação: não recomendado para menores de 12 anos

Filme estrelado por Marília Pêra e Samantha Schmutz estreia nos cinemas contendo o app MovieReading

“Tô Ryca!” é mais uma obra cinematográfica com acessibilidade graças a parceria com a ETC Filmes

 São Paulo, 21 de setembro de 2016 – “Tô Ryca!” chega aos cinemas de todo o Brasil nesta quinta-feira, dia 22 de setembro, e promete fazer o espectador rir e também se emocionar. Isso porque é o primeiro filme em que a atriz Samantha Schmultz, reconhecida por sua veia humorística, atua como protagonista, e o último longa-metragem da atriz Marília Pêra, que faleceu em dezembro passado. E mais: o filme tem os recursos de acessibilidade produzidos pela Iguale Comunicação de Acessibilidade app MovieReading.

O filme pode ser visto por todos os públicos, explica Mauricio Santana, diretor da Iguale, já que para ele foram produzidos a LIBRAS, para as pessoas com deficiência auditiva, a audiodescrição, para as pessoas com deficiência visual e intelectual, e as legendas descritivas para surdos e ensurdecidos. Todos esses recursos podem ser acessados por meio do aplicativo MovieReading, que no Brasil e América do Sul tem a chancela da Iguale.

“Ao decidir pela produção dos recursos de audiodescrição, legendas e LIBRAS, os responsáveis pela produção e distribuição do filme contribuem sobremaneira para que a pessoa com deficiência compreenda com riqueza de detalhes as situações contidas na obra, muitas vezes imperceptíveis para quem não vê ou não ouve, por exemplo. Uma importante iniciativa para tornar os filmes nacionais acessíveis, já que os recursos disponíveis no MovieReading têm acesso gratuito em celulares ou tablets e a sala de exibição não depende de instalação rede Wi-fi, o que permite ser utilizado em todas as salas de cinema onde for exibido”, completa Santana.

Ao baixar o app MovieReading em seu aparelho, o usuário pode acionar legendas, LIBRAS e audiodescrição que serão sincronizadas, em tempo real ao filme, através do reconhecimento de áudio. Para usar o app com o recurso da audiodescrição, é necessário ter fones de ouvido conectados ao aparelho. O MovieReading sincroniza os arquivos de acessibilidade com o som do filme em exibição através do reconhecimento do áudio, portanto uma dica é ter cuidado para não obstruir a captação do microfone do celular ou tablet. O microfone é o mesmo que transmite a voz para outra pessoa em uma ligação telefônica.

Sinopse “Tô Ryca!”

A vida dura de frentista pode estar com os dias contados para Selminha (Samantha Schmütz). Tudo porque ela pode pôr a mão numa herança. Mas para isso, seu tio de quem herdou a fortuna estipula um desafio. Selminha tem de gastar R$ 30 milhões em 30 dias. No entanto, nessa corrida contra o tempo, a frentista precisa fazer isso em segredo e não juntar itens comprados. Se conseguir, ela ficará com a herança de R$ 300 milhões.

Agenda

Estreia: 22 de setembro 2016

Em salas de cinema de todo o Brasil.

Ficha técnica

Diretor: Pedro Antonio

Elenco: Samantha Schmutz, Katiuscia Canaro, Marcelo Adnet, Marília Pêra, Anderson Di Rizzi, Marcus Majella.

Gênero: comédia

Distribuidora: Paris Filmes

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade.

Filme brasileiro indicado para concorrer ao Oscar 2016 tem recursos acessíveis produzidos pela Iguale

Que horas ela volta? recebeu os recursos inclusivos que garantem melhor compreensão de seu conteúdo ao público com deficiência visual, auditiva e intelectual

29 de fevereiro de 2016 – Indicado para representar o Brasil na categoria de Melhor Filme Estrangeiro do Oscar 2016, “Que horas ela volta?”, dirigido por Anna Muylaert e protagonizado por Regina Casé, não chegou à premiação, que aconteceu neste fim de semana, em Los Angeles, nos Estados Unidos, mas aqui no Brasil já fez história. Além de ter recebido muitos elogios da crítica e do público, ganhou na pós-produção os recursos acessíveis de LIBRAS, Audiodescrição (AD) e legendas Closed Caption (CC), todos produzidos pela Iguale Comunicação de Acessibilidade. Feito que garante o acesso da pessoa com deficiência visual, auditiva e intelectual ao seu conteúdo.

Vencedor do prêmio de melhor filme do júri popular do Festival de Berlim, e melhor interpretação para Regina Casé e Camila Márdila no Festival Sundance, “Que horas ela volta?” se destacou devido à crítica à sociedade contemporânea brasileira. E é esta obra audiovisual, que mistura drama e comédia, e discute um Brasil dividido, que também inclui o público com deficiência visual, auditiva e intelectual, ao receber os recursos acessíveis.

Segundo Mauricio Santana, diretor da Iguale, foi uma satisfação produzir os recursos de LIBRAS, AD e CC, para o “Que horas ela volta?”, especialmente pelo tema que retrata e o modo como o aborda. E mais, por unir esta temática à Comunicação de Acessibilidade. “É sensível a preocupação e o respeito dos seus idealizadores para com o público com deficiência, ao incluírem LIBRAS, AD e legendas”, comenta Santana.

Na foto, Regina Casé, que no filme interpreta a empregada doméstica Val, está sentada em uma cama e em seu colo está Fabinho, filho do casal para o qual trabalha. O jovem está deitado de lado, com a cabeça apoiada nas coxas da empregada. Ela faz cafuné em seu cabelo. Ele parece gostar do carinho que recebe. Eles parecem conversar. Ela sorri. Eles estão no quarto do jovem.
Na foto, Regina Casé, que no filme interpreta a empregada doméstica Val, está sentada em uma cama com Fabinho, filho do casal para o qual trabalha. O jovem está deitado de lado, com a cabeça apoiada nas coxas da empregada. Eles estão no quarto do jovem. Val faz cafuné no cabelo dele, que de olhos fechados e com um singelo sorriso, parece gostar do carinho que recebe. Ela também sorri.

Com a janela de LIBRAS, a pessoa com deficiência auditiva, não usuária da Língua Portuguesa, consegue compreender as falas dos personagens e o contexto sonoro por meio da tradução feita pelo intérprete de LIBRAS. Com a AD, as pessoas com deficiência visual tem acesso a detalhes da obra, como as ações, os elementos que compõem o cenário, o figurino e a fisionomia dos personagens, através do som, das palavras oralizadas. Na Iguale a AD é previamente roteirizada e revisada por um profissional com deficiência visual.

Já as legendas Closed Caption oferecem as indicações do áudio original do filme (diálogos, ruídos, trilhas), e permitem de forma opcional, autonomia e compreensão do produto audiovisual às pessoas com deficiência auditiva e até mesmo aos demais públicos, estes que são chamados de “surdos temporários”. Ou seja, os frequentadores de restaurantes, bares, academias e outros locais públicos, onde há uma televisão ligada, porém sem volume devido ao grande ruído ambiente.

Sinopse do filme

Depois de deixar a filha no interior de Pernambuco e passar 13 anos como babá do menino Fabinho em São Paulo, Val tem estabilidade financeira, mas convive com a culpa por não ter criado sua filha Jéssica. Às vésperas do vestibular do menino, ela recebe um telefonema da filha que parece ser sua segunda chance. Jéssica quer apoio da mãe para ir morar com a mesma em São Paulo onde também pretende prestar o vestibular. Com alegria e ao mesmo tempo apreensão, Val prepara a tão sonhada vinda da filha, apoiada por seus patrões. Mas quando Jéssica chega, a convivência é difícil. A jovem não age dentro do protocolo esperado para ela, o que gera tensão dentro da casa. Todos serão atingidos pela autenticidade de sua personalidade. No meio deles, dividida entre a sala e a cozinha, Val terá que achar um novo modo de vida.

Ficha técnica:

Direção: Anna Muylaert

Elenco: Antonio Abujamra, Camila Márdila, Helena Albergaria, Karine Teles, Lourenço Mutarelli, Luis Miranda, Michel Joelsas, Regina Casé, Theo Werneck

Nome Original: Que Horas ela Volta?

Ano: 2015

Duração: 114 min

País: Brasil

Classificação: 14 anos

Gênero: Drama

Recursos acessíveis (AD, CC e LIBRAS): Iguale Comunicação de Acessibilidade