Convite em LIBRAS para cinema acessível em São Paulo

São Paulo, 3 de julho de 2013 – Começa hoje em São Paulo a Mostra Itinerante “Tournier em Movimento: a expressão da animação uruguaia” e você é o nosso convidado. O evento terá audiodescrição e LIBRAS feitos pela equipe da Iguale, no longa-metragem “Selkirk, o verdadeiro Robinson Crusoé”.

E mais, haverá sessões dubladas e legendadas em português. Catálogos feitos em português e em braile, com textos, sinopses, fichas técnicas e imagens, também estarão à disposição do público. 

Quer saber mais? Confira o vídeo-convite, programe-se e prestigie!

Clique aqui e assista – Convite em LIBRAS

Selkirk, longa de animação do cineasta uruguaio Tournier, terá audiodescrição e LIBRAS em mostra itinerante

Os públicos de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília poderão conferir em julho o trabalho do animador Walter Tournier; filme ainda não exibido em salas comerciais terá recursos inclusivos

Promover a acessibilidade cultural. Este é o objetivo da Caixa Cultural e da Split Filmes ao incluírem a audiodescrição (AD) e a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS no longa-metragem de animação “Selkirk, o verdadeiro Robinson Crusoé”, do cineasta uruguaio Walter Tournier. O filme será exibido na mostra itinerante “Tournier em Movimento: a expressão da animação uruguaia”, que desembarca pela primeira vez ao Brasil.

De 3 a 21 de julho, a mostra passará por São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, oferecendo ao público exibições de filmes, oficinas e bate-papo. E mais, Tournier estará presente não só como tema, mas também como participante ativo. Especificamente no caso do longa-metragem, Vanessa Remonti, coordenadora da mostra, explica que a Iguale Comunicação de Acessibilidade foi chamada para desenvolver a audiodescrição e LIBRAS para que o público com deficiência visual e auditiva tenha melhor entendimento do belo trabalho do cineasta.

“Selkirk, o verdadeiro Robinson Crusoé” é o primeiro longa-metragem em stop motion produzido no Uruguai, eleito 2º Melhor Longa Adulto pelo Júri Popular do Anima Mundi 2012. O filme narra a história do pirata Alexsander Selkirk, abandonado em uma ilha deserta em 1700, inspiração de Daniel Dafoe para escrever Robinson Crusoé. O longa, uma coprodução entre Uruguai, Chile e Argentina, foi criado com técnica mista: stop motion para os bonecos e o cenário; 3D para o fundo do mar, o céu e parte da ilha.

Além da LIBRAS e da audiodescrição, as sessões serão dubladas e legendadas em português, conforme indicado na programação. Catálogos em português e em braile, com textos, sinopses, fichas técnicas e imagens, também foram confeccionados. Encerrando a programação, em cada cidade, Tournier realizará um bate-papo animado, trocando ideias com os presentes sobre suas obras e técnicas de animação.

O evento será gratuito, com a exceção do Rio de Janeiro, onde será cobrado o valor simbólico de R$ 2 por sessão. Exposição, palestras e oficinas, bem como materiais utilizados, também terão caráter gratuito. As exibições serão realizadas nas dependências da Caixa Cultural das três cidades. Além das sessões dos filmes, estarão em exposição materiais originais das obras em cartaz, como bonecos, maquetes e desenhos conceituais.

Sinopse

Selkirk, o Verdadeiro Robison Crusoé – Selkirk, um pirata rebelde e egoísta, é tripulante do Esperanza, galeão inglês que viaja pelos mares em busca de tesouros. Na falta de navios inimigos, os corsários se divertem apostando em jogos de azar. Em pouco tempo, Selkirk depena a tripulação, ganhando a inimizade de todos, principalmente a do Capitão Bullock, que decide sepultar seus desejos de vingança e sua ambição desmedida e encarar uma nova maneira de enxergar o mundo.

Ficha técnica

Ano de produção: 2012
Duração: 80 min
Direção: Walter Tournier
Coprodução: Tournier Animation La Suma (Uruguai)
Maíz Producciones (Argentina) / Cineanimadores (Chile)
Audiodescrição e LIBRAS: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Agenda

São Paulo de 3 a 7 de julho de 2013
CAIXA Cultural
Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo/SP
Terça-feira a domingo, das 9 às 20h.

Rio de Janeiro de 10 a 14 de julho de 2013
CAIXA Cultural
Avenida Almirante Barroso, 25.
Terça-feira a domingo, das 9 às 20h.

Brasília de 17 a 21 de julho
CAIXA Cultural
SBS- Quadra 4 – Bloco A Lote 3/4 Asa Sul – Brasília – DF
Terça-feira a domingo, das 9 às 21h.
Site da mostra: www.tournieremmovimento.com.br

Recursos inclusivos atraem pessoas com deficiência visual e auditiva ao cinema

Audiodescrição e open caption são alguns dos recursos inclusivos utilizados no Festival Sesc Melhores Filmes para permitir o acesso da pessoa com deficiência na fascinante experiência do cinema

São Paulo, 1º de abril de 2013 – Durante todo o mês de abril, pessoas com deficiência visual e auditiva terão a chance de assistir, graças aos recursos inclusivos como a audiodescrição e o open caption, filmes que chegaram aos cinemas paulistanos ao longo de 2012, eleitos vencedores, pelo público e crítica, no 39º Festival Sesc Melhores Filmes.

 

Diferentemente das pessoas que não possuem algum tipo de deficiência visual ou auditiva, e que por isso conseguem compreender através da visão e da audição as imagens e sons das obras cinematográficas, as pessoas que possuem tais deficiências têm o entendimento reduzido. Para permitir que estas pessoas tenham pleno acesso, de forma inclusiva e autônoma, e realmente mergulhem no mundo da sétima arte é que o Festival Sesc Melhores Filmes oferece recursos tecnológicos inclusivos como a audiodescrição e o open caption.

 

Na 39ª edição do festival, que será aberto ao público a partir do dia 4 de abril, no CineSesc da Rua Augusta, em São Paulo, a audiodescrição dará à pessoa com deficiência visual a descrição falada de todos os detalhes da cena, intercalados cuidadosamente com os diálogos dos personagens. Tudo para que seja possível compreender cenário, figurino, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, leitura de créditos, títulos e qualquer informação escrita na tela e, principalmente, as expressões faciais e corporais dos atores.

 

“A audiodescrição é o modo de tradução audiovisual intersemiótica, ou seja, do visual para o verbal, que consiste na técnica de narração realizada por um audiodescritor. Este profissional descreve com o máximo de detalhes, tudo o que acontece nas cenas, sem os quais uma pessoa com deficiência visual não compreenderia. A audiodescrição interage de acordo com os espaços oferecidos entre os diálogos dos personagens, respeita o roteiro original, as intenções de pausas, ruídos sonoros e trilhas. Um recurso de acesso e autonomia às pessoas com deficiência visual”, explica Mauricio Santana, diretor da Iguale Comunicação de Acessibilidade.

 

Todas as sessões do festival terão audiodescrição feitas ao vivo por audiodescritores, profissionais da Iguale, com ampla experiência na função. Segundo Santana, somente os espectadores que optam por usar os receptores com fones de ouvido escutam a audiodescrição, e, portanto, este recurso inclusivo não interfere, de forma alguma, no acompanhamento do filme por parte dos demais espectadores.

 

Já a legenda open caption é vista por todos os espectadores na plateia. Trata-se de uma legenda a mais no filme, projetada numa pequena tela localizada abaixo da tela principal, que descreve os sons além dos diálogos. As pessoas com deficiência auditiva são os mais beneficiados por este recurso. “As legendas open caption são produzidas dentro dos conceitos e padrões do closed caption, no entanto, são exibidas de forma aberta para o público”, completa o diretor da Iguale.

Para Santana, o Festival Sesc Melhores Filmes é o projeto brasileiro mais ousado em termos de acessibilidade no cinema, pois oferece recursos de audiodescrição e legendas open caption em todos os filmes e reapresentações, um número em torno de 100 sessões inclusivas por edição. Este festival, como detalha, é um exemplo real de que a comunicação de acessibilidade é extremamente viável e possível, basta os diferentes segmentos da sociedade se conscientizarem de que todos os públicos têm de ter respeitado o direito ao acesso à informação, à cultura e ao lazer. “Comunicação de acessibilidade consiste em criar, utilizar ou adaptar os meios tecnológicos e assistivos disponíveis para garantir o acesso ao conteúdo exibido pelos meios de comunicação e de cultura, nas suas mais diferentes manifestações, às pessoas com algum tipo de deficiência”, informa Santana.

 

Sobre o Festival Sesc Melhores Filmes

 

Criado em 1974, é o primeiro festival de cinema da cidade de São Paulo e oferece ao público a oportunidade de ver ou rever o que passou de mais significativo pelas telas da cidade no ano anterior, que são escolhidos democraticamente por meio de votação de público e crítica.

 

Em 38 anos de realização, o Festival Sesc Melhores Filmes já exibiu centenas de longas-metragens brasileiros e estrangeiros. Na edição 2010, o festival inovou ao ser o primeiro evento do gênero a disponibilizar sua programação com serviços de audiodescrição, que possibilitam o acesso aos deficientes visuais, e auditivos, com legendagem Open Caption, recursos que serão oferecidos em todos os filmes da grade deste ano no CineSesc.

 

Ao longo do 39º Festival SESC Melhores filmes serão exibidos 40 filmes, 23 estrangeiros e 17 brasileiros. A lista completa de filmes participantes estará no endereço www.sescsp.org.br/melhoresfilmes. Os mais votados por crítica e público serão exibidos no CineSesc até dia 25 de abril e até dia 5 de maio em mais 18 unidades do interior e litoral do estado de São Paulo. Os preços dos ingressos são populares.

Sobre a Iguale

A Iguale Comunicação de Acessibilidade foi a primeira empresa brasileira criada exclusivamente para pensar e desenvolver soluções assistivas completas em comunicação para pessoas com algum tipo de deficiência. É a empresa precursora do conceito comunicação de acessibilidade no país. A empresa oferece serviços e soluções que vão além dos disponíveis nos estúdios e produtoras tradicionais de áudio e vídeo ou agências de comunicação e internet. A sua missão é especializar-se de forma contínua nas técnicas que permitam a promoção da acessibilidade, para que as pessoas tenham garantido, com autonomia, o direito de acesso à informação, à cultura e ao lazer.

 

Serviço – Festival Sesc Melhores Filmes 2012

Exibição dos filmes vencedores pela votação de crítica e público

De 3 a 25 de abril de 2013

CineSesc – Rua Augusta, 2075 – Tel: 11 3087-0500 – sescsp.org.br

Ingressos: R$ 4,00 (público em geral); R$ 2,00 (usuários com cartão de matrícula Sesc, estudantes, terceira idade, professores da rede pública) e grátis (comerciários e dependentes). Passaporte para 15 filmes: R$ 40,00 (público em geral) e R$ 20,00 (usuários com cartão de matrícula Sesc, estudantes, terceira idade, professores da rede pública).

 

Mais informações

Liliana Liberato – Assessora de Imprensa

Iguale Comunicação de acessibilidade

(11) 9 7999-2802

www.iguale.com.br

 

A Era do Gelo 4 com AD e OPEN CAPTION

No próximo 28 de Outubro, domingo, o CINESESC-SP realizará

a sessão do filme A ERA DO GELO 4 com Audiodescrição e Open Caption

produzida pela IGUALE.

Estaremos lá fazendo a audiodescrição ao vivo : Narração de Leo Rossi.

Não deixem de conferir e chamem todos os amigos!!!

Até lá!!!

A ERA DO GELO 4 – Com Audiodescrição e Open Caption

Quando:  28 de outubro de 2012. Horário:  11h

(recomendamos chegar com antecedência)

Onde: CineSESC . Rua Augusta, 2075. Cerqueira César. São Paulo – SP

Quanto:  Grátis. (retirada de ingressos 1 hora antes)

Descrição do cartaz do filme:

Cartaz do filme A era do Gelo  4. Sob fundo azul, ilustração de alguns personagens principais do filme: O mamute Manny está ao centro, entre o tigre Diego e o bicho preguiça Sid, que está agarrado em um dos dentes gigantes de Manny.  Os três estão tentando se equilibrar em um pedaço de gelo em meio ao oceano e expressam uma cara de espanto.  Acima deles  o título do filme em letras grandes e brancas: A ERA DO GELO 4. Ao longe, sobre a letra “O” da palavra ‘gelo’ está o esquilo Scrat segurando uma bandeira preta com uma caveira de pirata estampada em branco.

Manny é um mamute, uma espécie de elefante, mas de pelagem marrom e aveludada.  Ele possui dois dentes gigantes em formato de chifres curvados, que se projetam pelas laterais de sua tromba .

Diego é um tigre de pelagem caramelo e possui os caninos tão alongados, que se posicionam para fora da boca.

 Sid é um bicho preguiça pequenino de pelagem bege e branca. Os olhos dele são bem separados um do outro e o nariz é roxo em formato de bola.

Scrat é um pequeno esquilo de pelagem marrom clara e rabo acinzentado. Ele tem o focinho alongado, com os caninos salientes na ponta  e olhos esbugalhado.

Estadão: “Deficientes visuais e deficientes auditivos vão ao cinema”

Mauricio Santana e Leonardo Rossi

Antes de entrar no cinema, Leonardo Rossi Lazzari avisa à reportagem: “Esperem um pouco, vou fazer um aquecimento vocal e já volto”. Ele precisa preparar a voz para narrar toda a audiodescrição do filme “Melancolia”, de Lars von Trier. O longa de 136 minutos é um dos títulos exibidos no Festival Melhores Filmes 2011, no CineSESC, que acontece até dia 29 de abril. Todas as sessões exibidas durante o período são acessíveis a deficientes visuais e auditivos.

Isto só é possível graças ao trabalho da Iguale, empresa fundada por Maurício Santana no fim de 2007. Ele conversava com um amigo que trabalhava na elaboração de legendas para deficientes auditivos (closed caption) na televisão. “Perguntei a ele se existia alguma ferramenta para que os deficientes visuais assistissem aos programas”, conta Santana. Ainda não era feito nada assim no Brasil, mas o empresário descobriu que já existiam empresas de audiodescrição em países como Espanha, Inglaterra e Estados Unidos.

Para assistir a um filme com audiodescrição, é preciso retirar na entrada do cinema fones de ouvido com receptor sem fio, semelhantes aos usados em eventos com tradução simultânea. O deficiente visual pode, então, perceber mais detalhes da obra. “Os diálogos podem ajudar na compreensão da história, mas há detalhes que passam despercebidos”, diz Santana. As primeiras cenas de Melancolia, por exemplo, são compostas apenas de imagens e música. A única voz ouvida é a do audiodescritor. Este é o trecho inicial do filme:

Tela escura. Aos poucos surge em primeiro plano, a imagem fechada do rosto de uma mulher jovem, de cabelos loiros, curtos e lisos. A cena em câmera lenta mostra-a abrindo os olhos. Ela tem o rosto sutilmente arredondado, lábios finos, olhos um pouco puxados e nariz reto, porém levemente abaulado na ponta. / Ao fundo as nuvens do céu são suavemente alaranjadas, de onde começam a cair mortas, algumas aves de rapina. / A imagem abre em plano geral de um enorme jardim gramado de frente para o mar. Ele é cercado nas laterais por pequenos pinheiros, alinhados longitudinalmente. Em primeiro plano há um grande relógio de Sol, com a base de pedra e o ponteiro de metal. Ao fundo a mulher gira uma criança pelos braços. O local parece estar em uma montanha, pois é cercado por floresta e rochas. / Imagem do quadro “Os caçadores na neve” de Pieter Bruegel. A pintura mostra uma cena de inverno no qual três caçadores cansados estão voltando de uma expedição mal sucedida, acompanhados pelos seus cães. A impressão visual do todo é de um dia frio e nublado. De repente, ainda em câmera lenta, surgem pequenas manchas negras sobre a tela, e a pintura começa a queimar.

Além da descrição visual das cenas, os filmes estrangeiros utilizam uma estratégia chamada voice over, que é uma espécie de leitura interpretada das legendas. Não é dublagem, já que é feita ao vivo e por apenas uma pessoa, que tem que acentuar a voz de maneira diferente para cada personagem. Por este motivo, todos os narradores da Iguale são atores. “A pessoa precisa saber quando mudar a entonação, quando falar mais lentamente”, afirma Santana.

Cena do filme Melancolia, de Lars von Trier

O fundador da Iguale explica por que a audiodescrição tem que ser feita ao vivo. “Queremos manter a maior sincronização possível com o filme”, afirma. “Os cinemas brasileiros ainda não são digitais, cada filme é projetado em uma velocidade diferente, o que pode comprometer o trabalho”. A presença de narradores no momento de exibição, de acordo com Santana, permite um encaixe melhor entre as falas e a ação na tela.

Leonardo Lazzari também participa da equipe que compõe roteiros de audiodescrição. Antes de elaborar o trabalho, eles precisam estudar a obra e escolher aspectos que devem ser ressaltados para a compreensão do deficiente visual. “Melancolia, por exemplo, é um filme com muito simbolismo”, afirma Lazzari. “Se não tivéssemos feito um trabalho de pesquisa, não poderíamos passar aos espectadores todas as referências a obras de arte feitas por Lars von Trier”. Para adaptar totalmente a obra cinematográfica à audiodescrição, foram investidas cerca de 30 horas de trabalho.

A sala da qual Lazzari narra o filme é semelhante às usadas em eventos que contam com tradução simultânea. Ao lado de uma mesa de som, ficam garrafas d’água sem gelo, que são esvaziadas durante a exibição da obra. O cubículo fica em meio ao bar da parte dos fundos do CineSESC. Os visitantes não estranham a instalação, já que é o terceiro ano com audiodescrição no festival.

Para o narrador, o número de visitantes com deficiência visual tem aumentado ano a ano. “Eles costumam dizer que é a única época do ano em que podem ir ao cinema”, conta Lazzari. “Para nós, é muito bom ouvir este tipo de coisa”.

Além da audiodescrição, as sessões do festival têm uma opção para os deficientes auditivos. Em uma tela menor, abaixo da em que o filme é projetado, é exibida uma legenda no estilo closed caption. Uma pessoa, sentada na primeira fila, controla o momento em que as palavras serão exibidas. Grupos e instituições que desejarem conhecer o evento podem entrar em contato com o cinema para requisitar uma van de acesso ao local ou um pessoal de apoio para o trajeto do metrô Consolação até o CineSESC.

Serviço:

Festival SESC Melhores Filmes 2011
Até 29/4
CineSESC – R. Augusta, 2.075, Jardins, 3087-0500
Programação no BLOG DA IGUALE ou www.sescsp.org.br/melhoresfilmes

(Com colaboração de Míriam Castro)

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

Audiodescrição da Iguale para o filme “O Zelador Animal” da Sony Pictures.

Descrição do convite para sessão de cinema com audiodescrição do filme “O Zelador Animal”

Cartaz do filme “O Zelador Animal”. O cartaz de formato retangular e na vertical possui um fundo degradê em suaves tons de amarelo. No alto em letras negras os dizeres: “A Sony Pictures e o Unibanco Arteplex convidam para uma sessão com audiodescrição de” . Logo abaixo em letras vermelhas, maiores e em três dimensões, está o título do filme “O Zelador Animal” – e o nome em inglês no rodapé do título: “Zookeeper”. Sob ele e no centro do cartaz está uma foto do ator Kevin James olhando de frente e com as mãos na cintura.  Ele usa um jaleco cáqui e relógio. Sobre seu ombro esquerdo há um macaco prego de pelagem marrom.  Eles estão à frente dos portões de ferro entreabertos do zoológico, por onde espiam do lado direito um Elefante e um Leão, e do lado esquerdo uma girafa, um gorila e um urso. Mais ao fundo o céu azul com poucas nuvens e os raios do Sol que incidem de baixo para cima, sugerindo o amanhecer.No canto direito da fotografia os dizeres: com Rosario Dalson. Marcelo Adnet dublando Gorila, Macaco, Leão, Elefante e o Urso Bruce. Abaixo há uma faixa vermelha com os dizeres em branco: Dia doze de novembro de dois mil e onze. Dez horas, abertura da sala. Dez e meia, início da sessão. Abaixo em letras pretas sobre o fundo amarelo, o local e endereço: “Unibanco Arteplex Frei Caneca – Rua Frei Caneca, 589, terceiro piso – Centro. Sujeito à lotação da sala.” Na parte inferior do cartaz estão em letras menores, os créditos dos produtores do filme.

Iguale e Sony Pictures – Os Smurfs

Produção de “Os Smurfs” com Audiodescrição  em sessão de cinema para a Sony Pictures.

“Os Smurfs” com Audiodescrição da Iguale

CONVITE PARA SESSÃO DE CINEMA “OS SMURFS” – DUBLADO E COM AUDIODESCRIÇÃO DA IGUALE COMUNICAÇÃO DE ACESSIBILIDADE

A Sony Pictures e o Unibanco Arteplex convidam para uma sessão de OS SMURFS. Dia 27.08.11. Abertura da sala: 10h. Início da sessão: 11h. Unibanco Arteplex Frei Caneca – Rua Frei Caneca, 569 3º.piso – Centro. Filme dublado e com audiodescrição ao vivo.

Descrição da Imagem: Os Smurfs, pequenas criaturinhas azuis medindo aproximadamente 15 centímetros, estão em pé sobre uma pedra em frente a um lago, dentro de um parque arborizado. Ao fundo há alguns edifícios altos e o céu está nublado. Eles posam para o cartaz do filme. Da esquerda para a direita temos Smurf Desastrado, equilibrando-se para não cair da pedra; depois, Smurf Ranzinza com a cara fechada e os braços cruzados sobre o peito; em seguida está Smurf Gênio sorrindo com seus óculos de aros pretos, um livro debaixo do braço e um lápis atrás da orelha; Papai Smurf está bem na frente usando óculos escuros e de braços cruzados; ao lado dele está Smurfette, fazendo uma pose charmosa com um dos joelhos levemente dobrados, o rosto virado e a mão esquerda tocando o liso e comprido cabelo loiro. Por último está Smurf Arrojado, o único ruivo da turma. Ele tem uma expressão desafiadora e traz amão esquerda fechada na altura do queixo. Desastrado, Ranzinza e Gênio usam roupas tradicionais dos Smurfs: calça, sapatos e gorros brancos, deixando o peito nu. Papai Smurf é o único que usa calça, sapatos e gorro vermelhos. Ele tem barba branca e bigode bem cheios. Smurfette usa um vestido branco que deixa os joelhos à mostra. Usa sapatos com um pequeno salto e gorro brancos. Arrojado usa sobre a roupa tradicional dos Smurfs um kilt – vestimenta típica dos escoceses – quadriculado e em tons de azul.

Audiodescrição Iguale no Programa Vitrine da Tv Cultura

Ative o vídeo no plug-in ou use este link acessível.

Trabalho de audiodescrição realizado para o 36. Festival Melhores Filmes realizado em Abril deste ano no CineSesc em São Paulo.
Na ocasião foram audiodescritos 43 longa metragens em 4 sessões diárias feitas “ao vivo”. Entre eles: Alice no País das Maravilhas, A Origem, De pernas pro ar,  High School Musical, Toy Story 3; Tropa de Elite 2.

Produção da Iguale é destaque no “Bom Dia Brasil”.

O jornal matutino da rede Globo fez uma matéria especial em Curitiba durante uma sessão do filme “Pra frente Brasil” audiodescrito pela Iguale para a Mostra de Cinema e Direitos Humanos da América Latina.

O ambiente em que estão os personagens, as roupas e os gestos, tudo é descrito por uma voz ao pé do ouvido.

Eles chegam meio apreensivos, mas curiosos. Aos poucos começam a tatear a novidade. Com um fone no ouvido, o que era tão distante vira um presente.É muito mais que um momento de lazer. Muitas dessas pessoas estão pela primeira vez em uma sala de cinema. As luzes se apagam, o filme começa e é por um aparelho que eles vão ouvir, ver e sentir também cada cena e cada detalhe.

O ambiente em que estão os personagens, as roupas e os gestos, tudo é descrito por uma voz ao pé do ouvido. Na telona, é exibido o filme “Pra frente Brasil”, dos anos 1980.

A professora Maria Zago fecha os olhos e mergulha na história sobre a ditadura militar. “Teve até uma parte em que uma mulher estava calçando a bota, acontecendo realmente. É como se você tivesse sonhando”, comenta a professora Maria Zago.

O sonho deles é o do acesso e da oportunidade, e do não preconceito. A sala de cinema lotada é uma boa lição: por que pensar em limites quando se tem imaginação?

Clique no link para ler a matéria original e assistir o vídeo: http://glo.bo/edkxSI

Cena do Filme "Pra Frente Brasil". Os personagens de Reginaldo Faria e Antonio Fagundes estão deixando o guichê do aeroporto. Ao fundo uma funcionária está atrás do balcão.