Homenagem da Iguale ao Dia da Deficiência Intelectual

Descrição do vídeo: o intérprete de LIBRAS, Rimar Segala, está em frente a um fundo preto e sinaliza o texto falado, juntamente com a exibição sincronizada das legendas descritivas. Ele é magro, tem a pele branca, olhos castanhos e o cabelo bem curto. O logotipo da Iguale Comunicação de Acessibilidade está no canto superior direito da tela: formado pela palavra “Iguale” escrita dentro de um círculo de linha fina, ambos na cor branca, tem o pingo da letra “i” representado pelo símbolo matemático de igual, na cor verde. O mesmo logotipo estampa a camisa polo preta que o tradutor-intérprete está usando.

 

Fotos da exposição “Além da pele: a beleza da alma e da família” ganham audiodescrição da Iguale

A sensibilidade retratada nas imagens de crianças e suas mães, capturadas pelas lentes da dermatologista e fotógrafa Régia Patriota, estão acessíveis ao público com deficiência visual

São Paulo, 7 de agosto de 2015 – A exposição de fotografias “Além da pele: a beleza da alma e da família”, composta por 15 imagens capturadas pelas lentes sensíveis da dermatologista e fotógrafa Régia Patriota, estará em cartaz até 28 de agosto, no Memorial da Inclusão, em São Paulo. Nesta edição, a mostra tem audiodescrição produzida pela Iguale Comunicação de Acessibilidade. O recurso é fundamental ao entendimento e à acessibilidade da pessoa com deficiência visual ao teor de cada uma das fotos.

Promovida pela APM (Associação Paulista de Medicina), com a consultoria da Arteinclusão, a exposição é composta por imagens de crianças em ângulos solitários ou acompanhadas de suas mães. Essas crianças que têm patologias relacionadas à pele, como albinismo, psoríase, entre outras doenças hereditárias que atingem 2% da população brasileira, e que apesar de não ser contagiosas causam desconforto e rejeição.

A fotografia mostra uma mãe abraçando carinhosamente sua bebê de colo. A mulher de aproximadamente 30 anos tem cabelos lisos e escuros, pele morena clara e está com os olhos fechados, com expressão tranquila e amorosa. Seu rosto toca a face da menina. A criança aparenta 1 ano de idade, está sem roupa, mostrando seu bracinho roliço enlaçado ao pescoço da mãe. O bebê de cabelos curtos olha para frente, com seus olhos escuros e bem abertos. A menina tem psoríase, uma doença de pele crônica, não contagiosa, que provoca lesões na forma de manchas avermelhadas na pele. Ela apresenta as lesões em volta da boca, dos olhos e nas mãos.
A fotografia mostra uma mãe abraçando carinhosamente sua bebê de colo. A mulher de aproximadamente 30 anos tem cabelos lisos e escuros, pele morena clara e está com os olhos fechados, com expressão tranquila e amorosa. Seu rosto toca a face da menina. A criança aparenta 1 ano de idade, está sem roupa, mostrando seu bracinho roliço enlaçado ao pescoço da mãe. O bebê de cabelos curtos olha para frente, com seus olhos escuros e bem abertos. A menina tem psoríase, uma doença de pele crônica, não contagiosa, que provoca lesões na forma de manchas avermelhadas na pele. Ela apresenta as lesões em volta da boca, dos olhos e nas mãos.

Segundo Régia, o intuito é chamar a atenção da sociedade para a necessidade de se olhar além da superfície. Da importância de todos se esforçarem para se livrar dos preconceitos causados pelo desconhecido. Médica formada pela Universidade Federal de Alagoas (UFAL), Régia fotografa desde 2011, quando concluiu o curso de Fotografia na Panamericana Escola de Arte e Design, em São Paulo.

Para Maurício Santana, diretor da Iguale, empresa especialista em Comunicação de Acessibilidade, a inserção do recurso de audiodescrição neste tipo de exposição, 100% visual, é um ganho para todos, cegos e videntes. A iniciativa da inclusão do recurso permite ao público conhecer a existência da audiodescrição, e mais, dá a chance da pessoa com deficiência visual ter acesso ao trabalho tão humano como o da fotógrafa Régia Patriota.

Sobre a audiodescrição

O recurso é responsável por descrever os elementos visuais da obra, neste caso, da fotografia, detalhando a fisionomia, traços e movimentos, entre outros acontecimentos das cenas retratadas. 

Sobre a exposição

É uma realização da APM, com consultoria da Arteinclusão, incentivo do Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo – ProACSP, e patrocínio Aché Laboratórios. A sua primeira exibição aconteceu na sede da APM, em São Paulo, em 2013. Em 2015 já pôde ser visitada no Condomínio Conjunto Nacional e Centro Cultural da Juventude, ambos em São Paulo.

Agenda:

Exposição: Além da pele: a beleza da alma e da família

Período: 4 a 28 de agosto de 2015

Local: Memorial da Inclusão, localizado no Memorial da América Latina – São Paulo – SP.

Recurso inclusivo: audiodescrição

Empresa responsável pela audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade.

Consultoria para acessibilidade: Arteinclusão – Consultoria em Ação Educativa e Cultural.

Entrada franca. Livre para todos os públicos.

Cine Ceará terá sessão acessível com recursos de audiodescrição e legendas open caption produzidos pela Iguale

O festival, que celebra o jubileu de prata este ano, proporciona ao público um intercâmbio entre realizadores, produtores e a indústria cinematográfica latino-americana e ibérica

Junho de 2015 – De 18 a 24 de junho acontece a 25ª edição do Cine Ceará – Festival Ibero-Americano de Cinema, e como já é tradição neste importante festival de cinema, haverá sessão acessível com os recursos de audiodescrição e legendas open caption produzidos pela equipe da Iguale Comunicação de Acessibilidade. O filme em exibição será o Cine Holliúdy, comédia brasileira de 2013, dirigida por Halder Gomes e estrelado por Edmilson Filho, Miriam Freelande e Roberto Bomtempo.

Como explicam os organizadores do Cine Ceará, a realização de uma sessão acessível é um dos meios criados para alcançar um dos principais objetivos deste festival: o de levar cinema para o maior número de lugares e pessoas, tornando os seus filmes acessíveis para todos os públicos. Por esta razão, o festival é comprometido não só com o público de Fortaleza, mas também com os realizadores, que sempre ficam felizes quando seus filmes participam de uma mostra que tem um público tão ávido por este tipo de conteúdo.

A sessão acessível com o filme Cine Holliúdy vai acontecer no Cine São Luiz, que fica na Praça do Ferreira, em Fortaleza, no dia 23 de junho, às 9 da manhã. A entrada é gratuita, e o recomendado é que os interessados cheguem com antecedência para garantir a entrada. Com os recursos acessíveis, pessoas com deficiência visual acompanharão ao filme com o auxílio da audiodescrição. Já as pessoas com deficiência auditiva terão às legendas open caption.

Como explica Maurício Santana, diretor da Iguale Comunicação de Acessibilidade, a audiodescrição é responsável por descrever os elementos visuais da obra detalhando inclusive expressões e gestos, além do cenário, figurino e outros acontecimentos das cenas. Já as legendas open caption ou legendas descritivas, contêm todas as indicações do áudio original do filme (diálogos, ruídos, trilhas etc) e são exibidas de forma aberta na tela, como acontece com legendas convencionais.

Sobre Cine Holliúdy

Interior do Cearádécada de 1970. A popularização da TV tem início e ameaça os cinemas nas pequenas cidades. Francisgleydisson (Edmilson Filho) luta para manter viva a paixão pela sétima arte, com a criatividade e o humor cearense. Ele é o proprietário do Cine Holiúdy, um pequeno cinema que tem a difícil missão de se manter vivo como opção de entretenimento.

AGENDA

Cine Ceará – Festival Ibero-Americano de Cinema

Data: 18 a 24 de junho de 2015

Sessão acessível: Filme Cine Holliúdy

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Data da sessão acessível: 23 de junho de 2015

Horário: 9h

Local: Cine São Luiz – Praça do Ferreira – Fortaleza-CE.

Entrada gratuita

Mais informações: www.cineceara.com

Mais informações:

 Liliana Liberato

Assessora de Imprensa

 imprensa@iguale.com.br

 (11) 9 7999-2802

Revisão cognitiva e consultoria de audiodescrição são diferenciais na Comunicação de Acessibilidade

Como empresa especializada em Comunicação de Acessibilidade, a Iguale cuida de todas as etapas do desenvolvimento dos recursos acessíveis, incluindo a revisão antes de apresenta-los aos clientes

13 de abril de 2015 – Viabilizar o desenvolvimento e a produção de recursos inclusivos, na Comunicação de Acessibilidade, para permitir o acesso ao conteúdo exibido pelos meios de comunicação e de cultura, nas suas mais diferentes manifestações, às pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectual, tem sido um trabalho cada vez mais recorrente no mercado brasileiro. Agências, produtoras e empresas dos mais diferentes segmentos têm buscado esses recursos para ampliar a efetividade das suas marcas, produtos e serviços a um público ávido por informações assertivas. Entretanto, os recursos inclusivos não só exigem especialização e conhecimento por parte dos seus desenvolvedores, como também precisam ser avaliados quanto à eficiência e qualidade. Porque tão importante quanto viabilizá-los, é apresentar um conteúdo que comunique com riqueza de informações e detalhes, permitindo a desejada autonomia.

Por isso, antes de detalhar o que é a revisão cognitiva de audiodescrição, Mauricio Santana, diretor da Iguale Comunicação de Acessibilidade, explica para quais recursos a revisão é fundamental para a excelência do produto final. São eles: a LIBRAS (Linguagem Brasileira de Sinais), as legendas open caption e closed caption, a audiodescrição e a acessibilidade web. Tanto a LIBRAS quanto as legendas atendem as necessidade das pessoas com deficiência auditiva. Já a audiodescrição, que compreende a tradução audiovisual intersemiótica (do visual para o verbal) de cenas e outros elementos de uma obra audiovisual, é feita para a pessoa com deficiência visual e intelectual. E a acessibilidade web, por sua vez, atende a todos os públicos, já que providenciar uma programação diferenciada para portais e websites pode oferecer uma experiência ainda mais rica, tanto na usabilidade quanto na navegabilidade dos mesmos.

E para que todos estes recursos atendam a contento o público para o qual se destinam, a revisão cognitiva é fundamental. Como explica Paulo Augusto Colaço Monte Alegre, consultor e revisor cognitivo de audiodescrição da Iguale, além da revisão gramatical e de estilo literário, entre outros elementos relacionados à linguagem, a revisão de audiodescrição considera o ponto de vista da pessoa com deficiência visual, ao respeitar uma série de aspectos. “Uma pessoa com visão normal pode imaginar que tais explicações são claras para um deficiente visual, quando não são, especialmente dada a diversidade de tipos de deficiência visual e idades que ocorrem, perfis culturais e educacionais, dentre outros fatores”, esclarece.

Monte Alegre, que é cego e que profissionalmente especializou-se como consultor e revisor de recursos inclusivos, explica que o profissional desta área, especialmente o revisor de audiodescrição, deve conhecer a diversidade do público com deficiência visual. Deve considerar as pessoas com baixa visão, as que perderam a visão e possuem memória das cores, as diferentes formações educacionais e assim por diante. Deve também ter formação cultural adequada ao conteúdo revisto. Conhecer cinema se revisa um filme; conhecer Literatura se revisa ilustrações de uma obra literária; conhecer temas das Ciências Exatas se revisa gráficos, organogramas, e assim por diante. É preciso ainda ter habilidades para o uso de linguagens sintéticas, sem ambiguidades e de estilo afinado à obra original.

Quando questionado sobre a principal diferença entre um projeto com revisão e outro que não possui, Monte Alegre afirma que o sem revisão tende a ignorar uma infinidade de detalhes que geralmente só são perceptíveis por alguém que conhece a deficiência visual na experiência cotidiana: nas atividades diárias, na escola, no trabalho, nos momentos de lazer, no contato com diversas mídias, entre outras.

Monte Alegre conta ainda que quase todos os tipos de projetos que envolvem informação visual podem ser descritos, como por exemplo, as imagens em produtos audiovisuais, fotos, desenhos, pinturas, esculturas, obras arquitetônicas em livros, revistas, ou em espaços expositivos. Uma das principais carências de audiodescrição e outras adaptações acessíveis é, hoje, segundo o especialista, nos materiais didáticos para crianças, jovens e adultos.

No mercado desde 2008, como empresa pioneira em Comunicação de Acessibilidade no país, a Iguale revisa criteriosamente cada um dos projetos dos seus clientes. Entre os mais recentes, Monte Alegre destaca a “biografia musical” retratando a vida e a obra da cantora Elis Regina para o espetáculo Elis A Musical. “Foi um trabalho importante e desafiador, porque a obra possuía elementos cênicos muito diversos, como dança, representações de programas de televisão, e por isso exigiu que a audiodescrição fosse ainda mais sintética para não atrapalhar a experiência musical da plateia e não suprimir informações essenciais”, relata. Outro trabalho prazeroso para a equipe da Iguale foi a aplicação dos recursos acessíveis no material da campanha Incluir Brincando, produzido pela TV Cultura e Vila Sésamo. “Inclusivo, divertido e que também exigiu enorme poder de síntese”, ressalta o revisor.

Paulo Monte Alegre é especialista em revisão cognitiva da Iguale
Paulo Monte Alegre é especialista em revisão cognitiva da Iguale

Descrição da foto: O consultor e revisor de audiodescrição da Iguale Comunicação de Acessibilidade, Paulo Monte Alegre, está em uma das salas da Iguale, sentado em frente a uma mesa de vidro, na qual estão alguns objetos e equipamentos: a bengala branca dobrada, um notebook, o monitor de vídeo sobre um aparelho reprodutor de DVD e caixas de som. Um roteiro de audiodescrição está aberto na tela do computador e um filme está sendo exibido no monitor atrás do consultor. Paulo tem 47 anos, é magro, de pele branca e cabelos curtos e pretos. Usa uma blusa de frio azul. Ele tem os lábios contraídos e o pescoço levemente esticado, sugerindo estar dizendo algo no momento em que a foto foi registrada.

Sobre a Iguale Comunicação de Acessibilidade

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a primeira empresa do Brasil criada exclusivamente para pensar e desenvolver soluções assistivas completas em comunicação para pessoas com algum tipo de deficiência. Fundada em 2008, em São Paulo, pelo publicitário, professor universitário e empresário Mauricio Santana, a empresa é precursora do conceito de Comunicação de Acessibilidade do país. Entre os recursos que a empresa disponibiliza ao mercado estão a audiodescrição, as legendas closed caption e open caption, LIBRAS, Voice Over, Acessibilidade Web e participação efetiva em muitos projetos com foco em acessibilidade.

Para saber mais acesse: www.iguale.com.br

Liliana Liberato

Assessora de Imprensa

Iguale Comunicação de Acessibilidade

imprensa@iguale.com.br

(11) 9 7999-2802

Chacrinha, o Musical terá sessão com audiodescrição e LIBRAS este sábado

Em cartaz no Rio de Janeiro, a sessão acessível com recursos produzidos pela Iguale será no dia 28 de fevereiro; no elenco o ator Stepan Nercessian

26 de Fevereiro de 2015 – ‘Chacrinha, o musical’, em cartaz no Teatro João Caetano, localizado na Praça Tiradentes, no centro do Rio de Janeiro, terá no dia 28 de fevereiro uma sessão inclusiva com audiodescrição e LIBRAS. Estes recursos acessíveis são ideais para que o público com deficiência visual e auditiva confira com autonomia e riqueza de detalhes e de informações este espetáculo que conta a história de um dos mais importantes comunicadores brasileiros. Coube a Iguale Comunicação de Acessibilidade desenvolver o roteiro e a produção da audiodescrição e também a tradução em LIBRAS, que será feita ao vivo. Esta sessão inclusiva é uma iniciativa da Cielo, patrocinadora do musical.

Descrição da Foto: o personagem Chacrinha, vivido pelo ator Stepan Nercessian, está sozinho em pé no palco. Está sorrindo com os braços para cima, na altura da cabeça. Sua roupa tem cores fortes e brilhantes. Chacrinha usa sapato e calça dourados, colete prateado e uma enorme gravata borboleta verde. O fraque vermelho tem uma flor amarela na lapela. Ele usa também uma cartola enfeitada com penas verdes e amarelas, além de óculos de lentes quadradas com hastes grossas e pretas. Chacrinha tem cabelos brancos e desgrenhados e a pele clara. Crédito foto: Caio Gallucci / Divulgação

Segundo Mauricio Santana, diretor da Iguale, é muito gratificante, depois de ‘Elis, a musical’, desenvolver mais um trabalho para a Aventura Entretenimento, especialmente porque demonstra a sua preocupação em tornar acessíveis os seus projetos para um público ávido por iniciativas como esta, o de pessoas com deficiência visual e auditiva. Segundo Santana a audiodescrição permite que a pessoa com deficiência visual conheça os detalhes que não são perceptíveis por intermédio da fala dos atores, já que o audiodescritor descreve além das ações, o cenário, figurino, gestos e outros elementos visuais, como a luz cênica, por exemplo. Já a LIBRAS, Língua Brasileira de Sinais, será feita ao vivo por duas intérpretes e transmitida em tempo real para vários monitores que serão estrategicamente instalados, atendendo as pessoas com deficiência auditiva, usuárias deste importante recurso.

Sinopse musical

Maior comunicador do rádio e da TV brasileira, Abelardo Barbosa costumava dizer que “Na televisão nada se cria, tudo se copia”. Paradoxalmente, não teve ninguém até hoje que conseguiu copiar a espontaneidade do Velho Guerreiro. Comandante de extravagantes concursos de calouros, responsável por revelar grandes nomes da música nacional e inventor de bordões infames, o apresentador agora é homenageado em ‘Chacrinha, o musical’.

Com orçamento de R$ 12 milhões, é assinada pela Aventura Entretenimento, maior produtora de musicais do país. Com texto de Pedro Bial e Rodrigo Nogueira, o espetáculo marca a primeira direção teatral de Andrucha Waddington e o fim da trilogia Uma Aventura Brasileira, iniciada por ‘Elis, A musical’ (em sua segunda temporada carioca) e ‘Se eu fosse você, o musical’.

O espetáculo acompanha a trajetória do apresentador desde sua infância em Surubim, Pernambuco, até o auge da carreira na TV Globo, comandando o programa de auditório “Cassino do Chacrinha”, com espaço para as rebolativas chacretes, buzinadas e troféu abacaxi. Dois atores dão vida ao protagonista: Stepan Nercessian interpreta o Chacrinha consagrado no rádio e na TV, enquanto Leo Bahia incorpora o jovem Abelardo Barbosa.

Ficha técnica

Texto – Pedro Bial e Rodrigo Nogueira

Direção – Andrucha Waddington

Direção de movimento – Alonso Barros

Direção Musical e Arranjos – Delia Fischer

Direção de arte e cenografia: Gringo Cardia

Figurino – Claudia Kopke

Design de som – Carlos Esteves

Desenho de luz – Paulo César Medeiros

Casting – Marcela Altberg

Elenco – Stepan Nercessian, Leo Bahia, Stephanie Serrat, Erika Riba, Mariana Gallindo, Saulo Rodrigues, Mateus Ribeiro, Livia Dabarian, Luíza Lapa, Leilane Teles, Paula Sandroni, Paulo de Melo, Chris Penna, Laura Carolinah, Milton Filho, Diego Campagnolli, Renan Mattos, Gabriel Leone, Tadeu Freitas, Patrick Amstalden, Pedro Henrique Lopes e Beto Vandesteen.

Realização – Aventura Entretenimento

Audiodescrição e LIBRAS – Iguale Comunicação de Acessibilidade

A sessão com audiodescrição e LIBRAS é uma iniciativa da Cielo, patrocinadora do musical.

Agenda: Chacrinha, o musical

Teatro João Caetano, Praça Tiradentes, s/nº, Centro.

Dias e horários: 5ª e 6ª, às 20h; sábado, às 16h e às 20h e domingo, às 19h. Até 1º de março.

Sessão acessível: dia 28 de fevereiro às 16h.

Funcionamento da bilheteria: De terça a domingo, das 14h às 18h ou até a hora do espetáculo (caso a compra seja para o espetáculo do dia seguinte, a bilheteria, em dias de espetáculo, só vende até às 18h do dia anterior).

Preço: 5ª e 6ª: R$ 50 (balcão simples), R$ 80 (balcão nobre) e R$ 100 (plateia). Sábado e domingo: R$ 50 (balcão simples), R$ 100 (balcão nobre) e R$ 120 (plateia).

Capacidade: 1.143 pessoas

Duração: 2h15 (com intervalo)

Classificação etária: 12 anos

Espetáculo INSUBMISSAS Mulheres na Ciência, em cartaz em SP, terá sessão com audiodescrição

A sessão acessível terá entrada gratuita para pessoas com deficiência visual; a Iguale será a responsável pela audiodescrição

23 de fevereiro de 2015 – Na próxima sexta-feira, dia 27 de fevereiro, o espetáculo INSUBMISSAS Mulheres na Ciência, em cartaz no Teatro de Arena Eugênio Kusnet, em São Paulo, terá sessão inclusiva com o recurso de audiodescrição produzido pela equipe da Iguale Comunicação de Acessibilidade. Neste dia, a entrada será franca para pessoas com deficiência visual. Para os demais públicos, os ingressos serão vendidos a preços populares.

Idealizado pelo Núcleo Arte Ciência no Palco da Cooperativa Paulista de Teatro, o espetáculo INSUBMISSAS Mulheres na Ciência compreende a história de quatro personagens/atrizes que contracenam em uma instalação de cordas, pedras e luzes e que impõem delicado equilíbrio entre o tempo histórico e o tempo da representação. Marie Curie, Bertha Lutz, Rosalind Franklin e Hipácia de Alexandria contam assim sua difícil entrada e convivência no círculo machista da ciência, que reproduz os preconceitos, a intolerância e as discriminações contra a mulher em diferentes épocas e lugares. Dessas quatro mulheres em cena, Rosalind deu contribuição decisiva à pesquisa do DNA e foi ignorada pelo prêmio Nobel. Madame Curie embora premiada, sofreu a ira moralista da sociedade francesa. Hipácia morreu apedrejada pelos cristãos e a brasileira Bertha Lutz fez da luta pelos direitos da mulher objetivo de vida.

O diretor da Iguale, Mauricio Santana, explica que o recurso de audiodescrição permite que pessoas com deficiência visual ou interessados, confiram a tradução do visual para o verbal, de todos os detalhes que não são perceptíveis por intermédio da fala dos atores. Para que isso aconteça, o audiodescritor descreve detalhes das ações, cenário, figurino, gestos e outros elementos visuais para que a pessoa com deficiência visua, por exemplo, possa construir aquela imagem no seu imaginário. Para Santana, iniciativas como essa têm se tornado cada vez mais comum nos espetáculos teatrais, e isso é muito bom porque beneficia, com autonomia, um público de certa forma, ainda a margem das manifestações culturais.

Descrição da foto: cinco mulheres estão num local escuro, em meio a cordas que descem do teto e iluminadas apenas por uma tênue luz avermelhada. A fotografia mostra apenas a parte superior do tronco das mulheres.

Agenda: 

Espetáculo: INSUBMISSAS Mulheres na Ciência

Temporada até 01 de março

Sextas e Sábados às 21h

Domingos às 19h

Ingressos populares: R$ 20,00 e R$ 10,00

Local: Teatro de Arena Eugênio Kusnet

Endereço: Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – Consolação (rua em frente da Igreja da Consolação).

Promoção: Nas sessões de sexta-feira mulheres não pagam.

Sessão com audiodescrição: 27 de fevereiro 2015 às 21h (gratuita para pessoas com deficiência visual). Neste dia é importante chegar com antecedência de pelo menos uma hora para a retirada do convite.

Ficha Técnica:

Texto de Oswaldo Mendes

Direção de Carlos Palma

Elenco

Adrina Dham

Letícia Olivares

Monika Ploger

Selma Luchesi

Vera Kowalska

Rogério Romera

Iluminação: Rubens Velloso RUBENS VELLOSO

Figurinos: Carolina Semiatzh e Beatriz Rivato

Cenário: Carlos Palma

Piano (grav.): Attilio Mastrogiovanni

Assistente de direção: André Falcão

Preparação corporal: Inês Aranha

Produtora executiva: Patrícia Gordo

Contrarregra e montagem de palco: Gustavo Tovo

Operação de luz: Cida Franco

Operação de som: Danny Frazão

Produção: Núcleo Arte Ciência no Palco da Cooperativa Paulista de Teatro

Acessibilidade/Audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Reservas de convites pelo e-mail: eventos@iguale.com.br ou pelo telefone (11) 2592.2957, com Daise.

Sesc Santana exibe filme ‘Central do Brasil’ com audiodescrição e open caption

São Paulo, 2 de dezembro de 2013 – O Sesc Santana, em São Paulo, exibe nesta terça-feira, dia 3 de dezembro, às 20h, o filme Central do Brasil, com os recursos inclusivos de audiodescrição (AD) e legendas open caption produzidos pela Iguale Comunicação de Acessibilidade.

A audiodescrição permitirá que pessoas com deficiência visual ou baixa visão compreendam com riqueza de detalhes, informações do filme exclusivamente visuais, traduzidas e narradas ao vivo, para o verbal. Já as legendas open caption, apresentarão as indicações do áudio original do filme (diálogos, ruídos, trilhas, etc), para que a pessoa com deficiência auditiva tenha um melhor entendimento de tudo o que se passa na obra.

Esta sessão com os recursos inclusivos faz parte das atividades do Sesc Santana, dentro da 4ª edição da Virada Inclusiva, promovida pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, entre os dias 30 de novembro, 1 e 3 de dezembro, em todo o estado de São Paulo. Para saber mais acesse: viradainclusiva.sedpcd.sp.gov.br.

Sinopse: Dora escreve cartas na Central do Brasil. Josué, um garoto de nove anos, perde a mãe, atropelada. Do encontro dos dois, nasce uma viagem ao interior do Nordeste, em busca do pai que Josué não conheceu.

Elenco: Fernanda Montenegro e Vinicius de Oliveira

Direção: Walter Salles

Agenda:

Filme com audiodescrição e open caption

Local: Sesc Santana – São Paulo

Data: 3 de dezembro de 2013

Horário: 20h

Audiodescrição e legendas open caption: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Sesc São Carlos terá sessões com audiodescrição para os filmes ‘Girimunho’ e ‘Menos que nada’

São Carlos, 28 de novembro de 2013 – As sessões dos filmes “Girimunho” e “Menos que Nada”, no Sesc São Carlos, no dia 1º de dezembro, terão audiodescrição da Iguale Comunicação de Acessibilidade. Este recurso é ideal para promover a inclusão da pessoa com deficiência visual ou baixa visão, já que traduz do visual para o verbal, imagens dinâmicas ou estáticas em descrições sonoras isentas de julgamento de valores e com o máximo de detalhes possíveis, relatando de forma harmônica, toda e qualquer informação visual das cenas destas obras cinematográficas.

A exibição dos filmes com audiodescrição faz parte da programação da Virada Inclusiva do Sesc São Carlos, atrelada ao “Dia Internacional da Pessoa com Deficiência”, comemorado no dia 3 de dezembro. Segundo Susana Coutinho de Souza, que atua no departamento de Programação do Sesc São Carlos, no fim de semana que conecta os meses de novembro e dezembro, o Sesc São Paulo, em parceria com a Secretaria do Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, promove a quarta edição da Virada Inclusiva. Os eventos, oficinas e demais atividades têm como objetivo estimular o exercício da cidadania e a inclusão social de todas as pessoas, com e sem deficiência, em ações culturais, esportivas e de lazer.

Estas sessões com o recurso de audiodescrição fazem parte das atividades do Sesc São Carlos, dentro da 4ª edição da Virada Inclusiva. Para saber mais acesse: viradainclusiva.sedpcd.sp.gov.br.

Sobre os filmes

Girimunho – Conta a história de duas mulheres que observam os redemoinhos no rio, em pleno sertão mineiro. Uma delas perdeu o marido e sofre, em silêncio, tendo apenas as novidades dos netos como consolação. A outra carrega consigo um tambor e marca o ambiente com seus sons. Elenco: Maria Sebastiana Martins Álvaro, Luciene Soares da Silva.

Esta foto mostra a personagem Bastú, uma senhora de aproximadamente 65 anos, de pele morena bem queimada pelo sol, cabelos compridos, lisos e grisalhos que descem até o meio de suas costas. Ela está do lado direito da imagem, de perfil, olhando para frente enquanto sorri. A foto só revela a parte superior de seu corpo, do tórax para cima. Ela tem os braços esticados à frente e suas mãos se apoiam em um objeto metálico. Usa um vestido escuro, de mangas curtas e detalhes floridos. Ao fundo há uma parede desgastada, feita de tijolos de barro e sem acabamento. Crédito: divulgação

Menos que nada – Dante é um doente mental que está internado em um hospital psiquiátrico. Ele foi diagnosticado com esquizofrenia e não fala com ninguém ou recebe visitas. Este homem desperta a atenção da Dra. Paula, uma jovem residente que decide tratá-lo após acompanhar um de seus surtos no pátio do hospital. Procurando desvendar as relações sociais do paciente, a médica decide colher uma série de depoimentos de pessoas que conviviam com Dante antes do tratamento.  Elenco: Felipe Kannenberg, Bianca Messina, Rosanne Mulholland.

Esta foto do filme "Menos que nada" mostra as personagens "Doutora Paula" e "Dante" em um grande pátio, vistos através de grades de ferro, como as de um presídio. Ela está do lado esquerdo da imagem. Tem aproximadamente 30 anos, a pele clara e os cabelos lisos na altura do pescoço. Usa um jaleco branco. Está com o tronco curvado para frente, olhando nos olhos de Dante. Ele, que está no canto direito da imagem, parece estar sentado e cabisbaixo. Seu ombro esquerdo está apoiando na grade. Tem pele clara, cabelos desgrenhados, barba e bigode escuros. Usa camiseta cinza. Crédito: divulgação

Agenda:

Filmes com audiodescrição

Realização: Sesc São Carlos

Data: Dia 1 de dezembro

Horário: 17h – Girimunho

Horário: 19h – Menos que nada

Audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade – www.iguale.com.br

Monólogo de Marco Nanini tem sessões com audiodescrição

A Iguale é a responsável pela produção do recurso de acessibilidade para o espetáculo

São Paulo, 28 de novembro de 2013 – Nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, o espetáculo teatral “A arte e a maneira de abordar seu chefe para pedir aumento”, em cartaz no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, terá audiodescrição da Iguale Comunicação de Acessibilidade. Com este recurso, o monólogo interpretado pelo ator Marco Nanini, permitirá que pessoas com deficiência visual compreendam, com riqueza de detalhes, informações exclusivamente visuais, traduzidas, em tempo real, para o verbal.

“A audiodescrição é um recurso que tem como base a tradução audiovisual intersemiótica, ou seja, do visual para o verbal, transformando imagens dinâmicas ou estáticas em descrições sonoras isentas de julgamento de valores e com o máximo de detalhes possíveis, relatando de forma harmônica toda e qualquer informação”, explica Mauricio Santana, diretor da Iguale.

Na peça de teatro, por exemplo, as cenas, o cenário, o figurino, os gestos dos atores, e todo contexto visual, são descritos, intercalando as falas dos atores, sem interferir no entendimento do público. A pessoa com deficiência recebe na entrada do teatro um receptor portátil com fone de ouvido para o qual é transmitida a audiodescrição, assim houve a narração do audiodescritor, sem causar qualquer tipo de incômodo aos demais na plateia.

Estas sessões com o recurso de audiodescrição fazem parte das atividades do Sesc Vila Mariana, dentro da 4ª edição da Virada Inclusiva, promovida pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, entre os dias 30 de novembro, 1 e 3 de dezembro, em todo o estado de São Paulo. Para saber mais acesse: viradainclusiva.sedpcd.sp.gov.br.

Segundo a assessoria do Sesc Vila Mariana, os ingressos estão esgotados para toda a temporada. No entanto, ainda há lugares limitados para atendimento a pessoas com deficiência visual, que podem ser adquiridos pessoalmente pela rede INGRESSOSESC, e nas bilheterias do Sesc São Paulo.

Sobre o espetáculo

No monólogo – “A arte e a maneira de abordar seu chefe para pedir aumento” –, um homem apresenta um organograma complexo e irônico sobre as possibilidades de sucesso e fracasso na angustiante missão de pedir um aumento no salário ao chefe.

Direção: Guel Arraes
Texto: Georges Perec
Tradução: José Almino

Nesta imagem o personagem do ator Marco Nanini está sentado em uma cadeira de escritório, olhando para frente. Tem a pele clara, os cabelos brancos e curtos, e aparenta 60 anos. Ele usa terno preto, camisa azul-claro e gravata vinho com bolinhas brancas. Segura um saquinho plástico na mão esquerda, que está apoiada na perna. O braço direito está dobrado para cima e a mão ao lado do corpo na altura da cabeça. Nela segura uma carteira de trabalho, azul com os escritos e o brasão da República em branco. Sua expressão é de desânimo: tem a testa franzida, as sobrancelhas levemente arqueadas, os olhos arregalados e a boca fechada e os lábios cerrados. O fundo é cinza escuro.  Crédito: Cabéra
Nesta imagem o personagem do ator Marco Nanini está sentado em uma cadeira de escritório, olhando para frente. Tem a pele clara, os cabelos brancos e curtos, e aparenta 60 anos. Ele usa terno preto, camisa azul-claro e gravata vinho com bolinhas brancas. Segura um saquinho plástico na mão esquerda, que está apoiada na perna. O braço direito está dobrado para cima e a mão ao lado do corpo na altura da cabeça. Nela segura uma carteira de trabalho, azul com os escritos e o brasão da República em branco. Sua expressão é de desânimo: tem a testa franzida, as sobrancelhas levemente arqueadas, os olhos arregalados e a boca fechada e os lábios cerrados. O fundo é cinza escuro.
Crédito: Cabéra

Agenda:

Espetáculo: A arte e a maneira de abordar seu chefe para pedir aumento

Teatro: Sesc Vila Mariana – Rua Pelotas, 141, Vila Mariana, São Paulo – SP.

Audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Não recomendado para menores de 12 anos

Sábado tem reapresentação do filme ‘Os Contos da Noite’ com audiodescrição e legendas Open Caption no CineSesc

São Paulo, 16 de outubro de 2013 – O CineSesc, em São Paulo, promove novamente neste sábado, dia 19, ainda em comemoração ao Dia das Crianças, nova sessão de cinema especial e gratuita para o público infantil. Com audiodescrição e legendas open caption feitos pela Iguale Comunicação de Acessibilidade, o filme “Os Contos da Noite”, em 3D, será novamente exibido para animar o sábado da garotada. A sessão terá início às 13h. Para a retirada do ingresso é preciso chegar ao local com 1 hora de antecedência.

Agenda:

Cinema Acessível – Especial Dia das Crianças

Data: 19 de outubro de 2013, às 13h

Filme: Os Contos da Noite (3D)

Realização: CineSesc

Endereço: Rua Augusta, 2077, São Paulo.

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Sinopse:

Os Contos da Noite (3D)

Todas as noites, uma menina, um menino, e um velho técnico se reúnem em um pequeno cinema. Embora o lugar pareça abandonado, ele é cheio de magia. Os três amigos pesquisam, inventam, desenham e se vestem como diversos personagens e, a cada noite, encenam uma história, uma fantasia. Há bruxas e fadas, reis poderosos, lobisomens, belas e cruéis mulheres, catedrais e cabanas de palha, cidades de ouro e florestas escuras. Eles se sentem vivendo uma noite mágica em que tudo é possível.

Para mais informações acesse aqui!