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Programação do CineSesc e Itaú Cultural, em São Paulo, será contemplada com o recurso acessível da audiodescrição

A responsabilidade do roteiro e das descrições dos detalhes de cada uma das cenas dos filmes e das demais atrações é da Iguale

11 de dezembro de 2015 – Neste sábado, dia 12, e domingo, dia 19, a Iguale Comunicação de Acessibilidade produzirá o recurso de audiodescrição (AD) para os filmes Amigos e Permanência, em cartaz no CineSesc, em São Paulo. Também este fim de semana, os profissionais da Iguale farão AD para quase toda a programação do || Entre|| Arte e Acesso, ciclo sobre acessibilidade nos campos da arte e da cultura, promovido pelo Itaú Cultural e o British Council, também na capital paulista.

Os filmes Amigos e Permanência serão exibidos com AD durante a programação da Retrospectiva do Cinema Brasileiro 2015. Trata-se de uma seleção de 54 filmes brasileiros lançados entre novembro de 2014 e outubro de 2015, com curadoria de Flávia Guerra, Sérgio Alpendre, Paulo Santos Lima e da Equipe do CineSesc. O filme Amigos estará em cartaz no dia 12, às 17h. Permanência será exibido dia 19, também às 17h.

Já o || Entre|| Arte e Acesso ocorre até domingo, dia 13, no próprio Itaú Cultural. Fazem parte das atividades: palestras, debates, espetáculos e oficina, com interpretação na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e AD, sendo que a produção deste recurso ficará por conta da Iguale. Confira a programação e saiba como participar acessando: www.itaucultural.org.br.

Segundo Mauricio Santana, diretor da Iguale, a audiodescrição descreve por intermédio de um profissional denominado audiodescritor, todas as informações visuais de uma obra audiovisual, um impresso, uma fotografia ou outras manifestações culturais e comunicacionais; transformando em som, o texto, detalhes dos conteúdos visuais, expressões e gestos, além de cenário, figurino e outros acontecimentos de uma cena, por exemplo.

Revisão cognitiva e consultoria de audiodescrição são diferenciais na Comunicação de Acessibilidade

Como empresa especializada em Comunicação de Acessibilidade, a Iguale cuida de todas as etapas do desenvolvimento dos recursos acessíveis, incluindo a revisão antes de apresenta-los aos clientes

13 de abril de 2015 - Viabilizar o desenvolvimento e a produção de recursos inclusivos, na Comunicação de Acessibilidade, para permitir o acesso ao conteúdo exibido pelos meios de comunicação e de cultura, nas suas mais diferentes manifestações, às pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectual, tem sido um trabalho cada vez mais recorrente no mercado brasileiro. Agências, produtoras e empresas dos mais diferentes segmentos têm buscado esses recursos para ampliar a efetividade das suas marcas, produtos e serviços a um público ávido por informações assertivas. Entretanto, os recursos inclusivos não só exigem especialização e conhecimento por parte dos seus desenvolvedores, como também precisam ser avaliados quanto à eficiência e qualidade. Porque tão importante quanto viabilizá-los, é apresentar um conteúdo que comunique com riqueza de informações e detalhes, permitindo a desejada autonomia.

Por isso, antes de detalhar o que é a revisão cognitiva de audiodescrição, Mauricio Santana, diretor da Iguale Comunicação de Acessibilidade, explica para quais recursos a revisão é fundamental para a excelência do produto final. São eles: a LIBRAS (Linguagem Brasileira de Sinais), as legendas open caption e closed caption, a audiodescrição e a acessibilidade web. Tanto a LIBRAS quanto as legendas atendem as necessidade das pessoas com deficiência auditiva. Já a audiodescrição, que compreende a tradução audiovisual intersemiótica (do visual para o verbal) de cenas e outros elementos de uma obra audiovisual, é feita para a pessoa com deficiência visual e intelectual. E a acessibilidade web, por sua vez, atende a todos os públicos, já que providenciar uma programação diferenciada para portais e websites pode oferecer uma experiência ainda mais rica, tanto na usabilidade quanto na navegabilidade dos mesmos.

E para que todos estes recursos atendam a contento o público para o qual se destinam, a revisão cognitiva é fundamental. Como explica Paulo Augusto Colaço Monte Alegre, consultor e revisor cognitivo de audiodescrição da Iguale, além da revisão gramatical e de estilo literário, entre outros elementos relacionados à linguagem, a revisão de audiodescrição considera o ponto de vista da pessoa com deficiência visual, ao respeitar uma série de aspectos. “Uma pessoa com visão normal pode imaginar que tais explicações são claras para um deficiente visual, quando não são, especialmente dada a diversidade de tipos de deficiência visual e idades que ocorrem, perfis culturais e educacionais, dentre outros fatores”, esclarece.

Monte Alegre, que é cego e que profissionalmente especializou-se como consultor e revisor de recursos inclusivos, explica que o profissional desta área, especialmente o revisor de audiodescrição, deve conhecer a diversidade do público com deficiência visual. Deve considerar as pessoas com baixa visão, as que perderam a visão e possuem memória das cores, as diferentes formações educacionais e assim por diante. Deve também ter formação cultural adequada ao conteúdo revisto. Conhecer cinema se revisa um filme; conhecer Literatura se revisa ilustrações de uma obra literária; conhecer temas das Ciências Exatas se revisa gráficos, organogramas, e assim por diante. É preciso ainda ter habilidades para o uso de linguagens sintéticas, sem ambiguidades e de estilo afinado à obra original.

Quando questionado sobre a principal diferença entre um projeto com revisão e outro que não possui, Monte Alegre afirma que o sem revisão tende a ignorar uma infinidade de detalhes que geralmente só são perceptíveis por alguém que conhece a deficiência visual na experiência cotidiana: nas atividades diárias, na escola, no trabalho, nos momentos de lazer, no contato com diversas mídias, entre outras.

Monte Alegre conta ainda que quase todos os tipos de projetos que envolvem informação visual podem ser descritos, como por exemplo, as imagens em produtos audiovisuais, fotos, desenhos, pinturas, esculturas, obras arquitetônicas em livros, revistas, ou em espaços expositivos. Uma das principais carências de audiodescrição e outras adaptações acessíveis é, hoje, segundo o especialista, nos materiais didáticos para crianças, jovens e adultos.

No mercado desde 2008, como empresa pioneira em Comunicação de Acessibilidade no país, a Iguale revisa criteriosamente cada um dos projetos dos seus clientes. Entre os mais recentes, Monte Alegre destaca a “biografia musical” retratando a vida e a obra da cantora Elis Regina para o espetáculo Elis A Musical. “Foi um trabalho importante e desafiador, porque a obra possuía elementos cênicos muito diversos, como dança, representações de programas de televisão, e por isso exigiu que a audiodescrição fosse ainda mais sintética para não atrapalhar a experiência musical da plateia e não suprimir informações essenciais”, relata. Outro trabalho prazeroso para a equipe da Iguale foi a aplicação dos recursos acessíveis no material da campanha Incluir Brincando, produzido pela TV Cultura e Vila Sésamo. “Inclusivo, divertido e que também exigiu enorme poder de síntese”, ressalta o revisor.

Paulo Monte Alegre é especialista em revisão cognitiva da Iguale

Paulo Monte Alegre é especialista em revisão cognitiva da Iguale

Descrição da foto: O consultor e revisor de audiodescrição da Iguale Comunicação de Acessibilidade, Paulo Monte Alegre, está em uma das salas da Iguale, sentado em frente a uma mesa de vidro, na qual estão alguns objetos e equipamentos: a bengala branca dobrada, um notebook, o monitor de vídeo sobre um aparelho reprodutor de DVD e caixas de som. Um roteiro de audiodescrição está aberto na tela do computador e um filme está sendo exibido no monitor atrás do consultor. Paulo tem 47 anos, é magro, de pele branca e cabelos curtos e pretos. Usa uma blusa de frio azul. Ele tem os lábios contraídos e o pescoço levemente esticado, sugerindo estar dizendo algo no momento em que a foto foi registrada.

Sobre a Iguale Comunicação de Acessibilidade

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a primeira empresa do Brasil criada exclusivamente para pensar e desenvolver soluções assistivas completas em comunicação para pessoas com algum tipo de deficiência. Fundada em 2008, em São Paulo, pelo publicitário, professor universitário e empresário Mauricio Santana, a empresa é precursora do conceito de Comunicação de Acessibilidade do país. Entre os recursos que a empresa disponibiliza ao mercado estão a audiodescrição, as legendas closed caption e open caption, LIBRAS, Voice Over, Acessibilidade Web e participação efetiva em muitos projetos com foco em acessibilidade.

Para saber mais acesse: www.iguale.com.br

Liliana Liberato

Assessora de Imprensa

Iguale Comunicação de Acessibilidade

imprensa@iguale.com.br

(11) 9 7999-2802

Chacrinha, o Musical terá sessão com audiodescrição e LIBRAS este sábado

Em cartaz no Rio de Janeiro, a sessão acessível com recursos produzidos pela Iguale será no dia 28 de fevereiro; no elenco o ator Stepan Nercessian

26 de Fevereiro de 2015 – ‘Chacrinha, o musical’, em cartaz no Teatro João Caetano, localizado na Praça Tiradentes, no centro do Rio de Janeiro, terá no dia 28 de fevereiro uma sessão inclusiva com audiodescrição e LIBRAS. Estes recursos acessíveis são ideais para que o público com deficiência visual e auditiva confira com autonomia e riqueza de detalhes e de informações este espetáculo que conta a história de um dos mais importantes comunicadores brasileiros. Coube a Iguale Comunicação de Acessibilidade desenvolver o roteiro e a produção da audiodescrição e também a tradução em LIBRAS, que será feita ao vivo. Esta sessão inclusiva é uma iniciativa da Cielo, patrocinadora do musical.

Descrição da Foto: o personagem Chacrinha, vivido pelo ator Stepan Nercessian, está sozinho em pé no palco. Está sorrindo com os braços para cima, na altura da cabeça. Sua roupa tem cores fortes e brilhantes. Chacrinha usa sapato e calça dourados, colete prateado e uma enorme gravata borboleta verde. O fraque vermelho tem uma flor amarela na lapela. Ele usa também uma cartola enfeitada com penas verdes e amarelas, além de óculos de lentes quadradas com hastes grossas e pretas. Chacrinha tem cabelos brancos e desgrenhados e a pele clara. Crédito foto: Caio Gallucci / Divulgação

Segundo Mauricio Santana, diretor da Iguale, é muito gratificante, depois de ‘Elis, a musical’, desenvolver mais um trabalho para a Aventura Entretenimento, especialmente porque demonstra a sua preocupação em tornar acessíveis os seus projetos para um público ávido por iniciativas como esta, o de pessoas com deficiência visual e auditiva. Segundo Santana a audiodescrição permite que a pessoa com deficiência visual conheça os detalhes que não são perceptíveis por intermédio da fala dos atores, já que o audiodescritor descreve além das ações, o cenário, figurino, gestos e outros elementos visuais, como a luz cênica, por exemplo. Já a LIBRAS, Língua Brasileira de Sinais, será feita ao vivo por duas intérpretes e transmitida em tempo real para vários monitores que serão estrategicamente instalados, atendendo as pessoas com deficiência auditiva, usuárias deste importante recurso.

Sinopse musical

Maior comunicador do rádio e da TV brasileira, Abelardo Barbosa costumava dizer que “Na televisão nada se cria, tudo se copia”. Paradoxalmente, não teve ninguém até hoje que conseguiu copiar a espontaneidade do Velho Guerreiro. Comandante de extravagantes concursos de calouros, responsável por revelar grandes nomes da música nacional e inventor de bordões infames, o apresentador agora é homenageado em ‘Chacrinha, o musical’.

Com orçamento de R$ 12 milhões, é assinada pela Aventura Entretenimento, maior produtora de musicais do país. Com texto de Pedro Bial e Rodrigo Nogueira, o espetáculo marca a primeira direção teatral de Andrucha Waddington e o fim da trilogia Uma Aventura Brasileira, iniciada por ‘Elis, A musical’ (em sua segunda temporada carioca) e ‘Se eu fosse você, o musical’.

O espetáculo acompanha a trajetória do apresentador desde sua infância em Surubim, Pernambuco, até o auge da carreira na TV Globo, comandando o programa de auditório “Cassino do Chacrinha”, com espaço para as rebolativas chacretes, buzinadas e troféu abacaxi. Dois atores dão vida ao protagonista: Stepan Nercessian interpreta o Chacrinha consagrado no rádio e na TV, enquanto Leo Bahia incorpora o jovem Abelardo Barbosa.

Ficha técnica

Texto – Pedro Bial e Rodrigo Nogueira

Direção – Andrucha Waddington

Direção de movimento – Alonso Barros

Direção Musical e Arranjos – Delia Fischer

Direção de arte e cenografia: Gringo Cardia

Figurino – Claudia Kopke

Design de som – Carlos Esteves

Desenho de luz – Paulo César Medeiros

Casting – Marcela Altberg

Elenco – Stepan Nercessian, Leo Bahia, Stephanie Serrat, Erika Riba, Mariana Gallindo, Saulo Rodrigues, Mateus Ribeiro, Livia Dabarian, Luíza Lapa, Leilane Teles, Paula Sandroni, Paulo de Melo, Chris Penna, Laura Carolinah, Milton Filho, Diego Campagnolli, Renan Mattos, Gabriel Leone, Tadeu Freitas, Patrick Amstalden, Pedro Henrique Lopes e Beto Vandesteen.

Realização – Aventura Entretenimento

Audiodescrição e LIBRAS – Iguale Comunicação de Acessibilidade

A sessão com audiodescrição e LIBRAS é uma iniciativa da Cielo, patrocinadora do musical.

Agenda: Chacrinha, o musical

Teatro João Caetano, Praça Tiradentes, s/nº, Centro.

Dias e horários: 5ª e 6ª, às 20h; sábado, às 16h e às 20h e domingo, às 19h. Até 1º de março.

Sessão acessível: dia 28 de fevereiro às 16h.

Funcionamento da bilheteria: De terça a domingo, das 14h às 18h ou até a hora do espetáculo (caso a compra seja para o espetáculo do dia seguinte, a bilheteria, em dias de espetáculo, só vende até às 18h do dia anterior).

Preço: 5ª e 6ª: R$ 50 (balcão simples), R$ 80 (balcão nobre) e R$ 100 (plateia). Sábado e domingo: R$ 50 (balcão simples), R$ 100 (balcão nobre) e R$ 120 (plateia).

Capacidade: 1.143 pessoas

Duração: 2h15 (com intervalo)

Classificação etária: 12 anos

Sesc Itaquera apresenta espetáculo ‘Tu toca o que?’ com interpretação em LIBRAS

Neste espetáculo do grupo teatral Tiquequê, a Iguale marca presença e promove a tradução e interpretação em LIBRAS

São Paulo, 6 de dezembro de 2013 – O espetáculo infantil  “Tu toca o que?”, do grupo teatral Tiquequê, será apresentado domingo, dia 8 de dezembro, às 13h, no Sesc Itaquera, em São Paulo, com interpretação em LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), da Iguale Comunicação de Acessibilidade.

A tradução e interpretação em LIBRAS em espetáculos teatrais promovem a inclusão da pessoa com deficiência auditiva a este tipo de arte, permitindo que compreenda as falas dos personagens e os sons que compõem o enredo do espetáculo.

Para a Carrapeta Produções, produtora cultural responsável por coordenar os trabalhos do grupo Tiquequê, a arte deve ser para todos, em todos os âmbitos e níveis, como processo da democratização da arte, pois, assim, o trabalho que realiza se torna mais rico e completo.

A inclusão da LIBRAS, durante a apresentação do espetáculo, faz parte das atividades do Sesc Itaquera na 4ª edição da Virada Inclusiva, promovida pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, entre o final de novembro e início de dezembro, em todo o estado de São Paulo.

Sinopse – Tu toca o que?

Uma mistura de música, brincadeiras, dança, teatro e contação de história compõe o espetáculo. Nele, os atores utilizam instrumentos tradicionais e outros construídos por eles próprios. Cada canção é desenvolvida a partir de uma proposta cênica, como uma coreografia inspirada em alguma brincadeira popular, ou em uma dança tradicional, ou simplesmente uma movimentação decorrente da percussão corporal. No repertório, além de composições próprias, o grupo traz canções contemporâneas, contos populares e cantigas de roda, em uma fusão que encanta crianças, pais e avós, de uma forma moderna e original.

Agenda:

Espetáculo: Tu toca o que? (Grupo Teatral Tiquequê)

Realização: Sesc Itaquera

LIBRAS: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Data: 8 de dezembro, domingo, às 13h

Local: Tenda da Praça de Eventos do Sesc Itaquera

Endereço: Av. Fernando do Espírito Santo Alves de Matos, 1000, Parque do Carmo, SP.

Monólogo de Marco Nanini tem sessões com audiodescrição

A Iguale é a responsável pela produção do recurso de acessibilidade para o espetáculo

São Paulo, 28 de novembro de 2013 – Nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, o espetáculo teatral “A arte e a maneira de abordar seu chefe para pedir aumento”, em cartaz no Sesc Vila Mariana, em São Paulo, terá audiodescrição da Iguale Comunicação de Acessibilidade. Com este recurso, o monólogo interpretado pelo ator Marco Nanini, permitirá que pessoas com deficiência visual compreendam, com riqueza de detalhes, informações exclusivamente visuais, traduzidas, em tempo real, para o verbal.

“A audiodescrição é um recurso que tem como base a tradução audiovisual intersemiótica, ou seja, do visual para o verbal, transformando imagens dinâmicas ou estáticas em descrições sonoras isentas de julgamento de valores e com o máximo de detalhes possíveis, relatando de forma harmônica toda e qualquer informação”, explica Mauricio Santana, diretor da Iguale.

Na peça de teatro, por exemplo, as cenas, o cenário, o figurino, os gestos dos atores, e todo contexto visual, são descritos, intercalando as falas dos atores, sem interferir no entendimento do público. A pessoa com deficiência recebe na entrada do teatro um receptor portátil com fone de ouvido para o qual é transmitida a audiodescrição, assim houve a narração do audiodescritor, sem causar qualquer tipo de incômodo aos demais na plateia.

Estas sessões com o recurso de audiodescrição fazem parte das atividades do Sesc Vila Mariana, dentro da 4ª edição da Virada Inclusiva, promovida pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, entre os dias 30 de novembro, 1 e 3 de dezembro, em todo o estado de São Paulo. Para saber mais acesse: viradainclusiva.sedpcd.sp.gov.br.

Segundo a assessoria do Sesc Vila Mariana, os ingressos estão esgotados para toda a temporada. No entanto, ainda há lugares limitados para atendimento a pessoas com deficiência visual, que podem ser adquiridos pessoalmente pela rede INGRESSOSESC, e nas bilheterias do Sesc São Paulo.

Sobre o espetáculo

No monólogo – “A arte e a maneira de abordar seu chefe para pedir aumento” –, um homem apresenta um organograma complexo e irônico sobre as possibilidades de sucesso e fracasso na angustiante missão de pedir um aumento no salário ao chefe.

Direção: Guel Arraes
Texto: Georges Perec
Tradução: José Almino

Nesta imagem o personagem do ator Marco Nanini está sentado em uma cadeira de escritório, olhando para frente. Tem a pele clara, os cabelos brancos e curtos, e aparenta 60 anos. Ele usa terno preto, camisa azul-claro e gravata vinho com bolinhas brancas. Segura um saquinho plástico na mão esquerda, que está apoiada na perna. O braço direito está dobrado para cima e a mão ao lado do corpo na altura da cabeça. Nela segura uma carteira de trabalho, azul com os escritos e o brasão da República em branco. Sua expressão é de desânimo: tem a testa franzida, as sobrancelhas levemente arqueadas, os olhos arregalados e a boca fechada e os lábios cerrados. O fundo é cinza escuro.  Crédito: Cabéra

Nesta imagem o personagem do ator Marco Nanini está sentado em uma cadeira de escritório, olhando para frente. Tem a pele clara, os cabelos brancos e curtos, e aparenta 60 anos. Ele usa terno preto, camisa azul-claro e gravata vinho com bolinhas brancas. Segura um saquinho plástico na mão esquerda, que está apoiada na perna. O braço direito está dobrado para cima e a mão ao lado do corpo na altura da cabeça. Nela segura uma carteira de trabalho, azul com os escritos e o brasão da República em branco. Sua expressão é de desânimo: tem a testa franzida, as sobrancelhas levemente arqueadas, os olhos arregalados e a boca fechada e os lábios cerrados. O fundo é cinza escuro.
Crédito: Cabéra

Agenda:

Espetáculo: A arte e a maneira de abordar seu chefe para pedir aumento

Teatro: Sesc Vila Mariana – Rua Pelotas, 141, Vila Mariana, São Paulo – SP.

Audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Não recomendado para menores de 12 anos

Dia das crianças: sábado tem cinema com audiodescrição e legendas Open Caption no CineSesc, em São Paulo

São Paulo, 10 de outubro de 2013 – O CineSesc, em São Paulo, promove neste sábado, dia 12, Dia das Crianças, uma sessão de cinema inclusiva e gratuita para o público infantil. Com audiodescrição e legendas open caption feitas pela Iguale Comunicação de Acessibilidade, o filme escolhido para animar o sábado da garotada é o “Os Contos da Noite”, em 3D. A sessão tem início às 11h, e para a retirada do ingresso é preciso chegar ao local 1 hora antes. Quem não puder comparecer no dia 12, pode aproveitar a reapresentação, que também terá os recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva no próximo sábado, dia 19, às 13h.

Agenda:

Cinema Acessível – Especial Dia das Crianças

Data: 12 de outubro de 2013, às 11h

Filme: Os Contos da Noite (3D)

Realização: CineSesc

Endereço: Rua Augusta, 2077, São Paulo.

Acessibilidade: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Sinopse:

Os Contos da Noite (3D)

Todas as noites, uma menina, um menino, e um velho técnico se reúnem em um pequeno cinema. Embora o lugar pareça abandonado, ele é cheio de magia. Os três amigos pesquisam, inventam, desenham e se vestem como diversos personagens e, a cada noite, encenam uma história, uma fantasia. Há bruxas e fadas, reis poderosos, lobisomens, belas e cruéis mulheres, catedrais e cabanas de palha, cidades de ouro e florestas escuras. Eles se sentem vivendo uma noite mágica em que tudo é possível.

Para mais informações acesse aqui!

Exposição fotográfica acessível no Memorial da América Latina tem audiodescrição da Iguale

A exposição fotográfica acessível - Espiralando, aberta ontem [12], no Memorial da América Latina, pela Ong Morungaba, tem o apoio da Iguale, que desenvolveu a audiodescrição para as fotografias.

 

A exposição fotográfica acessível – Espiralando, aberta dia 12 de setembro, no Memorial da América Latina, pela Ong Morungaba, tem o apoio da Iguale. A empresa é a responsável pelo desenvolvimento da audiodescrição para as fotografias. Estas que têm também textura tátil. A exposição ficará aberta para visitações até o dia 20 de outubro. Ficou interessado(a)? Organiza-se e prestigie.

Ouça a entrevista do diretor da Iguale à Rádio Nacional FM Brasília

Na última segunda-feira, dia 29 de julho, o diretor da Iguale Comunicação de Acessibilidade, Maurício Santana, foi o entrevistado da jornalista Denise Duarte, da Rádio Nacional FM Brasília. Convidado para falar sobre Comunicação de Acessibilidade, Santana explicou o que é e como funciona a audiodescrição, especialmente, em espaços culturais como cinemas e teatros. A profissão do audiodescritor também foi um dos pontos abordados.

Para ouvir a entrevista na íntegra, acesso o link abaixo.

Entrevista de Maurício Santana à Rádio Nacional FM Brasília

TV aberta: programação audiodescrita passa para 4h semanais a partir de hoje

O aumento do número de horas é um avanço, mas ainda é pouco diante da quantidade de conteúdo apresentado diariamente pelas emissoras

 Vale a partir desta segunda-feira, dia 1º de julho, o disposto na Portaria n.o 188, do Ministério das Comunicações, que obrigada as emissoras de TV aberta ampliar de 2h para 4h semanais a programação audiodescrita. A audiodescrição é um recurso acessível que compreende a narração, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão desta, por pessoas com deficiência visual e intelectual.

“A ampliação do horário é importante e representa um avanço na luta dos direitos da pessoa com deficiência. Nós que trabalhamos nesta área e acompanhamos a legislação sabemos que ainda há muito o que avançar, mas são essas conquistas que fazem o país oferecer condições cada vez mais iguais aos seus cidadãos. Na Inglaterra, por exemplo, algumas emissoras já oferecem 50% da programação com audiodescrição, sendo que a lei exige 10%. O nosso desejo é que essa seja uma realidade também no Brasil, futuramente”, argumenta Mauricio Santana, diretor da Iguale Comunicação de Acessibilidade.

O aumento do número de horas vem a atender um dos anseios da pessoa com deficiência, no que se refere a ter mais acesso e melhor entendimento do conteúdo produzido pelas emissoras de TV; como novelas, programas humorísticos, jornalísticos, esportivos, infantis, de variedades, seriados, dentre outros. Além dos filmes publicitários (comerciais) exibidos durante os intervalos das programações. No entanto, mesmo com a ampliação, a carga horária ainda é pequena, devido à grande quantidade de material que as emissoras de TV, em todo o país, disponibilizam aos espectadores, diariamente.

 

Selkirk, longa de animação do cineasta uruguaio Tournier, terá audiodescrição e LIBRAS em mostra itinerante

Os públicos de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília poderão conferir em julho o trabalho do animador Walter Tournier; filme ainda não exibido em salas comerciais terá recursos inclusivos

Promover a acessibilidade cultural. Este é o objetivo da Caixa Cultural e da Split Filmes ao incluírem a audiodescrição (AD) e a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS no longa-metragem de animação “Selkirk, o verdadeiro Robinson Crusoé”, do cineasta uruguaio Walter Tournier. O filme será exibido na mostra itinerante “Tournier em Movimento: a expressão da animação uruguaia”, que desembarca pela primeira vez ao Brasil.

De 3 a 21 de julho, a mostra passará por São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, oferecendo ao público exibições de filmes, oficinas e bate-papo. E mais, Tournier estará presente não só como tema, mas também como participante ativo. Especificamente no caso do longa-metragem, Vanessa Remonti, coordenadora da mostra, explica que a Iguale Comunicação de Acessibilidade foi chamada para desenvolver a audiodescrição e LIBRAS para que o público com deficiência visual e auditiva tenha melhor entendimento do belo trabalho do cineasta.

“Selkirk, o verdadeiro Robinson Crusoé” é o primeiro longa-metragem em stop motion produzido no Uruguai, eleito 2º Melhor Longa Adulto pelo Júri Popular do Anima Mundi 2012. O filme narra a história do pirata Alexsander Selkirk, abandonado em uma ilha deserta em 1700, inspiração de Daniel Dafoe para escrever Robinson Crusoé. O longa, uma coprodução entre Uruguai, Chile e Argentina, foi criado com técnica mista: stop motion para os bonecos e o cenário; 3D para o fundo do mar, o céu e parte da ilha.

Além da LIBRAS e da audiodescrição, as sessões serão dubladas e legendadas em português, conforme indicado na programação. Catálogos em português e em braile, com textos, sinopses, fichas técnicas e imagens, também foram confeccionados. Encerrando a programação, em cada cidade, Tournier realizará um bate-papo animado, trocando ideias com os presentes sobre suas obras e técnicas de animação.

O evento será gratuito, com a exceção do Rio de Janeiro, onde será cobrado o valor simbólico de R$ 2 por sessão. Exposição, palestras e oficinas, bem como materiais utilizados, também terão caráter gratuito. As exibições serão realizadas nas dependências da Caixa Cultural das três cidades. Além das sessões dos filmes, estarão em exposição materiais originais das obras em cartaz, como bonecos, maquetes e desenhos conceituais.

Sinopse

Selkirk, o Verdadeiro Robison Crusoé – Selkirk, um pirata rebelde e egoísta, é tripulante do Esperanza, galeão inglês que viaja pelos mares em busca de tesouros. Na falta de navios inimigos, os corsários se divertem apostando em jogos de azar. Em pouco tempo, Selkirk depena a tripulação, ganhando a inimizade de todos, principalmente a do Capitão Bullock, que decide sepultar seus desejos de vingança e sua ambição desmedida e encarar uma nova maneira de enxergar o mundo.

Ficha técnica

Ano de produção: 2012
Duração: 80 min
Direção: Walter Tournier
Coprodução: Tournier Animation La Suma (Uruguai)
Maíz Producciones (Argentina) / Cineanimadores (Chile)
Audiodescrição e LIBRAS: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Agenda

São Paulo de 3 a 7 de julho de 2013
CAIXA Cultural
Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo/SP
Terça-feira a domingo, das 9 às 20h.

Rio de Janeiro de 10 a 14 de julho de 2013
CAIXA Cultural
Avenida Almirante Barroso, 25.
Terça-feira a domingo, das 9 às 20h.

Brasília de 17 a 21 de julho
CAIXA Cultural
SBS- Quadra 4 – Bloco A Lote 3/4 Asa Sul – Brasília – DF
Terça-feira a domingo, das 9 às 21h.
Site da mostra: www.tournieremmovimento.com.br