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‘Vitórias além do pódio’ estreia na TV Cultura com recursos acessíveis da Iguale

A nova série para TV é assinada pela Conteúdos com Conteúdo

 São Paulo, 19 de julho de 2016 – A série “Vitórias além do pódio – O Esporte Transformando Vidas” estreia na próxima sexta-feira, dia 22, na TV Cultura, contendo os recursos acessíveis de audiodescrição, legendas Closed Caption e LIBRAS produzidos pela equipe da Iguale Comunicação de Acessibilidade. A produção e a realização da série são da Conteúdos com Conteúdo, empresa que cria e produz projetos que reúnem, ao mesmo tempo, criatividade, entretenimento e expansão da consciência, com o patrocínio da Bradesco Seguros.

Como explica Christina Carvalho Pinto, presidente da Conteúdos com Conteúdo, “os Jogos Olímpicos e Paralímpicos atraem todas as atenções para um foco central: disputas por vitórias. Acreditamos que o sentido de vitória seja muito mais rico e abrangente do que aquele instante sobre o pódio. Isso nos motivou a criar a série”.

Descrição da imagem #pracegover: ao centro de um retângulo de cor vermelha está escrito em caixa alto, na cor branca, o nome do filme Vitórias Além do Pódio. O esporte transformando vidas.

Descrição da imagem #pracegover: ao centro de um retângulo de cor vermelha está escrito em caixa alta, na cor branca, o nome do filme Vitórias Além do Pódio. O esporte transformando vidas.

“Vitórias além do pódio – O Esporte Transformando Vidas” contempla cinco episódios, com duração de 26 minutos cada, em que as histórias de vida de atletas olímpicos e paralímpicos se entrelaçam na busca da vitória maior que alguém pode alcançar: a da realização dos sonhos pessoais, que fazem a vida valer a pena.

Sobre a inserção dos recursos de audiodescrição, Closed Caption e LIBRAS nesta produção audiovisual, Christina relata: “acreditamos que, nas audiências de qualquer mídia, todos os participantes têm o direito de acesso à compreensão do conteúdo por completo. A lei da acessibilidade, que entrou em vigor em quatro de janeiro deste ano, garante esse direito, e é com prazer que a cumprimos”.

“Vitórias além do pódio – O Esporte Transformando Vidas” poderá ser vista a partir do próximo dia 22 de julho, com início sempre às 22h30. Os demais episódios da série serão exibidos nos dias 29/07, 05/08, 12/08 e 19/08.

Sobre “Vitórias além do pódio

A série patrocinada através da Lei do Audiovisual – Ancine é uma produção da Conteúdos com Conteúdo, empresa do Grupo Full Jazz, de Christina Carvalho Pinto, que cria e produz conteúdos voltados a entreter, emocionar e transformar. A idéia original da série é de João Francisco Santos, diretor da The Key, consultoria ligada ao mesmo Grupo. Uma das expertises da The Key é a criação de projetos sob medida para utilização de leis de incentivo.

Em “Vitórias além do pódio” se entrelaçam as vidas de atletas que, na realidade, muitas vezes nunca se encontraram.  Cada episódio é estruturado pelo relato de dois atletas (um olímpico e um paralímpico) de diferentes modalidades, com uma estética de narrativa ao mesmo tempo humana e poética. Direção de Edu Barcellos.

“Vitórias além do pódio” narra a história dos seguintes atletas: Olímpicos: Maria Portela – judô; Iris Tang Sing – taekwondo; Felipe Wu – tiro esportivo; Juliana Veloso – saltos ornamentais; e Daniel Xavier – tiro com arco. E Paralímpicos: Edson Dantas: triatlo; Natália Mayara – tênis sobre rodas; Renê Pereira – remo; Paola Kloker – basquete sobre rodas; e Regiane Nunes – natação.

Sobre a Iguale Comunicação de Acessibilidade

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a primeira empresa do Brasil criada exclusivamente para pensar e desenvolver soluções assistivas completas em comunicação para pessoas com algum tipo de deficiência. Fundada em 2008, em São Paulo, pelo publicitário, professor universitário e empresário Mauricio Santana, a empresa é precursora do conceito de comunicação de acessibilidade no país. Entre os recursos que a empresa disponibiliza ao mercado estão a audiodescrição, as legendas descritivas (closed caption e open caption), LIBRAS, voice over, acessibilidade web e participação efetiva em muitos projetos com foco em acessibilidade.

Liliana Liberato

Assessora de Imprensa

Iguale Comunicação de Acessibilidade

imprensa@iguale.com.br

(11) 9 7999-2802

Homenagem da Iguale ao Dia Nacional da Surdez

Descrição do vídeo: o intérprete de LIBRAS, Rimar Segala, está em frente a um fundo preto e sinaliza o texto falado, junto à exibição sincronizada das legendas descritivas. Ele é magro, tem a pele branca, olhos castanhos e o cabelo bem curto. O logotipo da Iguale Comunicação de Acessibilidade está no canto superior direito da tela: formado pela palavra “Iguale” escrita dentro de um círculo de linha fina.

Revisão cognitiva e consultoria de audiodescrição são diferenciais na Comunicação de Acessibilidade

Como empresa especializada em Comunicação de Acessibilidade, a Iguale cuida de todas as etapas do desenvolvimento dos recursos acessíveis, incluindo a revisão antes de apresenta-los aos clientes

13 de abril de 2015 - Viabilizar o desenvolvimento e a produção de recursos inclusivos, na Comunicação de Acessibilidade, para permitir o acesso ao conteúdo exibido pelos meios de comunicação e de cultura, nas suas mais diferentes manifestações, às pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectual, tem sido um trabalho cada vez mais recorrente no mercado brasileiro. Agências, produtoras e empresas dos mais diferentes segmentos têm buscado esses recursos para ampliar a efetividade das suas marcas, produtos e serviços a um público ávido por informações assertivas. Entretanto, os recursos inclusivos não só exigem especialização e conhecimento por parte dos seus desenvolvedores, como também precisam ser avaliados quanto à eficiência e qualidade. Porque tão importante quanto viabilizá-los, é apresentar um conteúdo que comunique com riqueza de informações e detalhes, permitindo a desejada autonomia.

Por isso, antes de detalhar o que é a revisão cognitiva de audiodescrição, Mauricio Santana, diretor da Iguale Comunicação de Acessibilidade, explica para quais recursos a revisão é fundamental para a excelência do produto final. São eles: a LIBRAS (Linguagem Brasileira de Sinais), as legendas open caption e closed caption, a audiodescrição e a acessibilidade web. Tanto a LIBRAS quanto as legendas atendem as necessidade das pessoas com deficiência auditiva. Já a audiodescrição, que compreende a tradução audiovisual intersemiótica (do visual para o verbal) de cenas e outros elementos de uma obra audiovisual, é feita para a pessoa com deficiência visual e intelectual. E a acessibilidade web, por sua vez, atende a todos os públicos, já que providenciar uma programação diferenciada para portais e websites pode oferecer uma experiência ainda mais rica, tanto na usabilidade quanto na navegabilidade dos mesmos.

E para que todos estes recursos atendam a contento o público para o qual se destinam, a revisão cognitiva é fundamental. Como explica Paulo Augusto Colaço Monte Alegre, consultor e revisor cognitivo de audiodescrição da Iguale, além da revisão gramatical e de estilo literário, entre outros elementos relacionados à linguagem, a revisão de audiodescrição considera o ponto de vista da pessoa com deficiência visual, ao respeitar uma série de aspectos. “Uma pessoa com visão normal pode imaginar que tais explicações são claras para um deficiente visual, quando não são, especialmente dada a diversidade de tipos de deficiência visual e idades que ocorrem, perfis culturais e educacionais, dentre outros fatores”, esclarece.

Monte Alegre, que é cego e que profissionalmente especializou-se como consultor e revisor de recursos inclusivos, explica que o profissional desta área, especialmente o revisor de audiodescrição, deve conhecer a diversidade do público com deficiência visual. Deve considerar as pessoas com baixa visão, as que perderam a visão e possuem memória das cores, as diferentes formações educacionais e assim por diante. Deve também ter formação cultural adequada ao conteúdo revisto. Conhecer cinema se revisa um filme; conhecer Literatura se revisa ilustrações de uma obra literária; conhecer temas das Ciências Exatas se revisa gráficos, organogramas, e assim por diante. É preciso ainda ter habilidades para o uso de linguagens sintéticas, sem ambiguidades e de estilo afinado à obra original.

Quando questionado sobre a principal diferença entre um projeto com revisão e outro que não possui, Monte Alegre afirma que o sem revisão tende a ignorar uma infinidade de detalhes que geralmente só são perceptíveis por alguém que conhece a deficiência visual na experiência cotidiana: nas atividades diárias, na escola, no trabalho, nos momentos de lazer, no contato com diversas mídias, entre outras.

Monte Alegre conta ainda que quase todos os tipos de projetos que envolvem informação visual podem ser descritos, como por exemplo, as imagens em produtos audiovisuais, fotos, desenhos, pinturas, esculturas, obras arquitetônicas em livros, revistas, ou em espaços expositivos. Uma das principais carências de audiodescrição e outras adaptações acessíveis é, hoje, segundo o especialista, nos materiais didáticos para crianças, jovens e adultos.

No mercado desde 2008, como empresa pioneira em Comunicação de Acessibilidade no país, a Iguale revisa criteriosamente cada um dos projetos dos seus clientes. Entre os mais recentes, Monte Alegre destaca a “biografia musical” retratando a vida e a obra da cantora Elis Regina para o espetáculo Elis A Musical. “Foi um trabalho importante e desafiador, porque a obra possuía elementos cênicos muito diversos, como dança, representações de programas de televisão, e por isso exigiu que a audiodescrição fosse ainda mais sintética para não atrapalhar a experiência musical da plateia e não suprimir informações essenciais”, relata. Outro trabalho prazeroso para a equipe da Iguale foi a aplicação dos recursos acessíveis no material da campanha Incluir Brincando, produzido pela TV Cultura e Vila Sésamo. “Inclusivo, divertido e que também exigiu enorme poder de síntese”, ressalta o revisor.

Paulo Monte Alegre é especialista em revisão cognitiva da Iguale

Paulo Monte Alegre é especialista em revisão cognitiva da Iguale

Descrição da foto: O consultor e revisor de audiodescrição da Iguale Comunicação de Acessibilidade, Paulo Monte Alegre, está em uma das salas da Iguale, sentado em frente a uma mesa de vidro, na qual estão alguns objetos e equipamentos: a bengala branca dobrada, um notebook, o monitor de vídeo sobre um aparelho reprodutor de DVD e caixas de som. Um roteiro de audiodescrição está aberto na tela do computador e um filme está sendo exibido no monitor atrás do consultor. Paulo tem 47 anos, é magro, de pele branca e cabelos curtos e pretos. Usa uma blusa de frio azul. Ele tem os lábios contraídos e o pescoço levemente esticado, sugerindo estar dizendo algo no momento em que a foto foi registrada.

Sobre a Iguale Comunicação de Acessibilidade

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a primeira empresa do Brasil criada exclusivamente para pensar e desenvolver soluções assistivas completas em comunicação para pessoas com algum tipo de deficiência. Fundada em 2008, em São Paulo, pelo publicitário, professor universitário e empresário Mauricio Santana, a empresa é precursora do conceito de Comunicação de Acessibilidade do país. Entre os recursos que a empresa disponibiliza ao mercado estão a audiodescrição, as legendas closed caption e open caption, LIBRAS, Voice Over, Acessibilidade Web e participação efetiva em muitos projetos com foco em acessibilidade.

Para saber mais acesse: www.iguale.com.br

Liliana Liberato

Assessora de Imprensa

Iguale Comunicação de Acessibilidade

imprensa@iguale.com.br

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5º Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para as Pessoas com Deficiência

São Paulo, 1º de agosto de 2013 - Desde ontem acontece em São Paulo o 5º Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para as Pessoas com Deficiência, no Centro de Convenções Anhembi. Hoje, o evento contará com a participação do diretor da Iguale, Mauricio Santana, na mesa das 15h30, com o tema “Tecnologia Assistiva nas Telecomunicações, Mídia e Entretenimento”.

Neste momento, Santana e demais convidados falarão sobre os recursos tecnológicos de acessibilidade disponíveis para a comunicação inclusiva na televisão, rádio, cinema e internet; e como são aplicados em peças de teatro, museus, shows, competições esportivas e eventos em geral. Além de explanarem sobre o que determina a legislação brasileira.

Para o diretor da Iguale o encontro é um momento importante para todos os envolvidos com o tema, nas suas mais diferentes vertentes. Ele reúne especialistas e interessados para troca de informações que contribuem para a reflexão e debates acerca dos temas relacionados à acessibilidade.

Especialmente nesta edição, ao falar sobre tecnologia assistiva nas telecomunicações, mídia e entretenimento, a intenção é contribuir com esclarecimentos relacionados à aplicação dos recursos e soluções inovadoras em espaços, públicos ou privados, para garantir o acesso, o direito à informação e à inclusão da pessoa com deficiência.

Para saber mais acesse:  http://5encontro.sedpcd.sp.gov.br/programacao.php

Mauricio Santana fala sobre recursos acessíveis à Rádio Estadão

No início de abril, os recursos acessíveis de audiodescrição e legendas open e closed caption foram temas de destaque do Programa Estadão Noite da Rádio Estadão. Em quase 11 minutos de entrevista ao apresentador Emanuel Bonfim, o diretor da Iguale, Mauricio Santana, explicou para que servem os recursos acessíveis, falou da procura destes por parte do mercado brasileiro, exemplificou casos de sucesso como o Festival Sesc Melhores Filmes e muito mais. Quem no dia perdeu a entrevista pode conferir no link abaixo.

Rádio Estadão

Recursos inclusivos atraem pessoas com deficiência visual e auditiva ao cinema

Audiodescrição e open caption são alguns dos recursos inclusivos utilizados no Festival Sesc Melhores Filmes para permitir o acesso da pessoa com deficiência na fascinante experiência do cinema

São Paulo, 1º de abril de 2013 – Durante todo o mês de abril, pessoas com deficiência visual e auditiva terão a chance de assistir, graças aos recursos inclusivos como a audiodescrição e o open caption, filmes que chegaram aos cinemas paulistanos ao longo de 2012, eleitos vencedores, pelo público e crítica, no 39º Festival Sesc Melhores Filmes.

 

Diferentemente das pessoas que não possuem algum tipo de deficiência visual ou auditiva, e que por isso conseguem compreender através da visão e da audição as imagens e sons das obras cinematográficas, as pessoas que possuem tais deficiências têm o entendimento reduzido. Para permitir que estas pessoas tenham pleno acesso, de forma inclusiva e autônoma, e realmente mergulhem no mundo da sétima arte é que o Festival Sesc Melhores Filmes oferece recursos tecnológicos inclusivos como a audiodescrição e o open caption.

 

Na 39ª edição do festival, que será aberto ao público a partir do dia 4 de abril, no CineSesc da Rua Augusta, em São Paulo, a audiodescrição dará à pessoa com deficiência visual a descrição falada de todos os detalhes da cena, intercalados cuidadosamente com os diálogos dos personagens. Tudo para que seja possível compreender cenário, figurino, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, leitura de créditos, títulos e qualquer informação escrita na tela e, principalmente, as expressões faciais e corporais dos atores.

 

“A audiodescrição é o modo de tradução audiovisual intersemiótica, ou seja, do visual para o verbal, que consiste na técnica de narração realizada por um audiodescritor. Este profissional descreve com o máximo de detalhes, tudo o que acontece nas cenas, sem os quais uma pessoa com deficiência visual não compreenderia. A audiodescrição interage de acordo com os espaços oferecidos entre os diálogos dos personagens, respeita o roteiro original, as intenções de pausas, ruídos sonoros e trilhas. Um recurso de acesso e autonomia às pessoas com deficiência visual”, explica Mauricio Santana, diretor da Iguale Comunicação de Acessibilidade.

 

Todas as sessões do festival terão audiodescrição feitas ao vivo por audiodescritores, profissionais da Iguale, com ampla experiência na função. Segundo Santana, somente os espectadores que optam por usar os receptores com fones de ouvido escutam a audiodescrição, e, portanto, este recurso inclusivo não interfere, de forma alguma, no acompanhamento do filme por parte dos demais espectadores.

 

Já a legenda open caption é vista por todos os espectadores na plateia. Trata-se de uma legenda a mais no filme, projetada numa pequena tela localizada abaixo da tela principal, que descreve os sons além dos diálogos. As pessoas com deficiência auditiva são os mais beneficiados por este recurso. “As legendas open caption são produzidas dentro dos conceitos e padrões do closed caption, no entanto, são exibidas de forma aberta para o público”, completa o diretor da Iguale.

Para Santana, o Festival Sesc Melhores Filmes é o projeto brasileiro mais ousado em termos de acessibilidade no cinema, pois oferece recursos de audiodescrição e legendas open caption em todos os filmes e reapresentações, um número em torno de 100 sessões inclusivas por edição. Este festival, como detalha, é um exemplo real de que a comunicação de acessibilidade é extremamente viável e possível, basta os diferentes segmentos da sociedade se conscientizarem de que todos os públicos têm de ter respeitado o direito ao acesso à informação, à cultura e ao lazer. “Comunicação de acessibilidade consiste em criar, utilizar ou adaptar os meios tecnológicos e assistivos disponíveis para garantir o acesso ao conteúdo exibido pelos meios de comunicação e de cultura, nas suas mais diferentes manifestações, às pessoas com algum tipo de deficiência”, informa Santana.

 

Sobre o Festival Sesc Melhores Filmes

 

Criado em 1974, é o primeiro festival de cinema da cidade de São Paulo e oferece ao público a oportunidade de ver ou rever o que passou de mais significativo pelas telas da cidade no ano anterior, que são escolhidos democraticamente por meio de votação de público e crítica.

 

Em 38 anos de realização, o Festival Sesc Melhores Filmes já exibiu centenas de longas-metragens brasileiros e estrangeiros. Na edição 2010, o festival inovou ao ser o primeiro evento do gênero a disponibilizar sua programação com serviços de audiodescrição, que possibilitam o acesso aos deficientes visuais, e auditivos, com legendagem Open Caption, recursos que serão oferecidos em todos os filmes da grade deste ano no CineSesc.

 

Ao longo do 39º Festival SESC Melhores filmes serão exibidos 40 filmes, 23 estrangeiros e 17 brasileiros. A lista completa de filmes participantes estará no endereço www.sescsp.org.br/melhoresfilmes. Os mais votados por crítica e público serão exibidos no CineSesc até dia 25 de abril e até dia 5 de maio em mais 18 unidades do interior e litoral do estado de São Paulo. Os preços dos ingressos são populares.

Sobre a Iguale

A Iguale Comunicação de Acessibilidade foi a primeira empresa brasileira criada exclusivamente para pensar e desenvolver soluções assistivas completas em comunicação para pessoas com algum tipo de deficiência. É a empresa precursora do conceito comunicação de acessibilidade no país. A empresa oferece serviços e soluções que vão além dos disponíveis nos estúdios e produtoras tradicionais de áudio e vídeo ou agências de comunicação e internet. A sua missão é especializar-se de forma contínua nas técnicas que permitam a promoção da acessibilidade, para que as pessoas tenham garantido, com autonomia, o direito de acesso à informação, à cultura e ao lazer.

 

Serviço – Festival Sesc Melhores Filmes 2012

Exibição dos filmes vencedores pela votação de crítica e público

De 3 a 25 de abril de 2013

CineSesc – Rua Augusta, 2075 – Tel: 11 3087-0500 – sescsp.org.br

Ingressos: R$ 4,00 (público em geral); R$ 2,00 (usuários com cartão de matrícula Sesc, estudantes, terceira idade, professores da rede pública) e grátis (comerciários e dependentes). Passaporte para 15 filmes: R$ 40,00 (público em geral) e R$ 20,00 (usuários com cartão de matrícula Sesc, estudantes, terceira idade, professores da rede pública).

 

Mais informações

Liliana Liberato – Assessora de Imprensa

Iguale Comunicação de acessibilidade

(11) 9 7999-2802

www.iguale.com.br

 

CONFIRA AQUI A PARTICIPAÇÃO DA IGUALE NA 3a Virada Inclusiva 2012.


 

 

Olá a todos!!!

Temos o prazer em  convidá-los para conferir  as atividades culturais do próximo dia 2 de dezembro que integram a programação da 3a Virada Inclusiva e as quais a Iguale está produzindo a acessibilidade com audiodescrição e Open Caption.

 

E tem para todo mundo, na capital e no interior!

Vamos lá então, anotem na agenda!

 

SÃO PAULO

2 de Dezembro.

CINESESC.

11H –

PEIXONAUTA- Agente Secreto da O.S.T.R.A.

(Com Audiodescrição e Open Caption.)

Direção: Celia Catunda, Kiko Mistrorido. Brasil, 2012, 95 min. Animação). O mais simpático peixinho do Brasil, Peixonauta, está pronto para mais uma aventura e se tornar agente especial da O.S.T.R.A. Para conquistar a insígnia, terá que cumprir sete complicadas missões, sempre com a ajuda de seus amigos Marina e Zico. Grátis. (retirada de ingressos 1 hora antes).                  Mais detalhes em:

http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/mostra_detalhe.cfm?programacao_id=235187

 

ITAU CULTURAL

20H –

DEVIR COISAS – (espetáculo de dança com COLETIVO MR)

Concepção de Luiz Ferron. Com Hélio Feitosa, Jaqueline Souza, Luis Ferron e Teo Ponciano

Duração: aprox. 50’ [indicado para maiores de 14 anos]

Distribuição de ingressos 30 minutos antes do início do evento. Sala itaú cultural . 247 lugares

Descrição:

COLETIVO MR – Dança, pessoas, corpos e criação

O Coletivo MR – 2008, é uma extensão de aprofundamento e pesquisa em criação do Projeto Mão na Roda – 1999, projeto da Secretária Municipal de Cultura de Diadema, o qual utiliza a linguagem da dança como dispositivo para fissurar pragmatismos acerca de singularidades corporais envolvendo pessoas com e sem deficiência.

DEVIR COISAS – EXPOSIÇÃO 06

A obra é um desdobramento do atual processo de criação, Devir Alma, do Coletivo MR, o qual tem como mote de pesquisa a instabilidade do corpo no tempo.

A partir desta proposta,  Devir Coisas pretende atualizar memórias num presente que se apropria delas no sentido de parir  possibilidades inéditas em sua atualização. Um corpo em Ser e Estar, o corpo TO BE, num profundo estado gerúndio, sendo e estando em acontecimento e poroso para o que pode vir a ser: constante Devir.

Corpos e imagens de repertórios passados são aceitos como forma de materializarem a idéia de uma memória sempre presente.

Nesse sentido Devir Coisas é aceitar um corpo mosaico de sua própria historicidade.

 

 

BAURU

1 e 2 de Dezembro

SESC BAURU

Exposição: OLHOS DE BARROS: A poesia de Manoel.

Manoel de Barros é um poeta que vive, em sua poesia, o hiato entre o homem culto e o homem primitivo que é. Ao mesmo tempo em que bebeu da fonte do erudito, também se entregou a uma força a que muitos resistem: a abstração, capaz de levar uma pessoa a lugares muito além do senso comum. A obra genial de Manoel não nasce da planificação das coisas, mas de uma linguagem própria e inusitada, embolada com as coisas da terra, os musgos, muros de pedra, passarinhos e sapos. A exposição explora o rico universo imagético que Manoel de Barros desvenda em cada poema, cada frase ou palavra, através de instalações artísticas, cenográficas e audiovisuais, oficinas, sessões de histórias e espetáculos inspirados em sua obra. Aprecie a grandiosidade de suas miudezas e experimente ver o mundo com ‘Olhos de Barros’. Hall de Exposições  Grátis.

Mais detalhes em:

http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/mostra_detalhe.cfm?programacao_id=229331

 

SÃO JOSÉ DO RIO PRETO

2 de Dezembro

SESC –RIO PRETO

15h30-

A BONEQUINHA DE PANO- Espetáculo teatral (infantil)

A bonequinha Pitucha, há muitos anos esquecida no sótão da casa, relembra os momentos marcantes da vida da menina Leninha, sua dona. As brincadeiras de criança, o primeiro beijo, a separação dos pais são alguns dos acontecimentos da vida de Leninha narrados pela bonequinha, que conta ainda para o público o seu próprio (e inusitado) nascimento. No Teatro. Grátis.

Mais detalhes em:

http://www.sescsp.org.br/sesc/programa_new/mostra_detalhe.cfm?programacao_id=235393

 

Não deixem de conferir as informações sobre a programação completa da 3a Virada Inclusiva em: http://viradainclusiva.sedpcd.sp.gov.br/

 

Esperamos todos vocês!!!

A Era do Gelo 4 com AD e OPEN CAPTION

No próximo 28 de Outubro, domingo, o CINESESC-SP realizará

a sessão do filme A ERA DO GELO 4 com Audiodescrição e Open Caption

produzida pela IGUALE.

Estaremos lá fazendo a audiodescrição ao vivo : Narração de Leo Rossi.

Não deixem de conferir e chamem todos os amigos!!!

Até lá!!!

A ERA DO GELO 4 – Com Audiodescrição e Open Caption

Quando:  28 de outubro de 2012. Horário:  11h

(recomendamos chegar com antecedência)

Onde: CineSESC . Rua Augusta, 2075. Cerqueira César. São Paulo – SP

Quanto:  Grátis. (retirada de ingressos 1 hora antes)

Descrição do cartaz do filme:

Cartaz do filme A era do Gelo  4. Sob fundo azul, ilustração de alguns personagens principais do filme: O mamute Manny está ao centro, entre o tigre Diego e o bicho preguiça Sid, que está agarrado em um dos dentes gigantes de Manny.  Os três estão tentando se equilibrar em um pedaço de gelo em meio ao oceano e expressam uma cara de espanto.  Acima deles  o título do filme em letras grandes e brancas: A ERA DO GELO 4. Ao longe, sobre a letra “O” da palavra ‘gelo’ está o esquilo Scrat segurando uma bandeira preta com uma caveira de pirata estampada em branco.

Manny é um mamute, uma espécie de elefante, mas de pelagem marrom e aveludada.  Ele possui dois dentes gigantes em formato de chifres curvados, que se projetam pelas laterais de sua tromba .

Diego é um tigre de pelagem caramelo e possui os caninos tão alongados, que se posicionam para fora da boca.

 Sid é um bicho preguiça pequenino de pelagem bege e branca. Os olhos dele são bem separados um do outro e o nariz é roxo em formato de bola.

Scrat é um pequeno esquilo de pelagem marrom clara e rabo acinzentado. Ele tem o focinho alongado, com os caninos salientes na ponta  e olhos esbugalhado.

Inaugurado o Núcleo dos Direitos da USP: IGUALE realiza audiodescrição ao vivo na Cerimônia de lançamento.

Logo NÚCLEO DOS DIREITOS. O logo é formado por um símbolo em forma de espiral na cor azul e à direita, em preto, os letreiros  NÚCLEO DOS DIREITOS

A IGUALE realizou a audiodescrição ao vivo do primeiro evento totalmente acessível da Sala do Conselho Universitário da USP: a Cerimônia de lançamento do Núcleo dos Direitos, que ocorreu no dia de 22 de agosto de 2012. O Núcleo dos Direitos reúne cinco programas e um núcleo da Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária (PRCEU): Aproxima-Ação, ITCP-USP, Núcleo de Excelência pela Primeira Infância, Universidade Aberta à Terceira Idade, USP Diversidade e USP Legal.

Confira abaixo a notícia sobre a inauguração, publicada no site da USP:

Evento acessível

A realização desta cerimônia é um exemplo da atuação do Núcleo, pois foi a primeira vez que um evento feito na Sala do Conselho Universitário contou com acessibilidade total na comunicação e transmissão. O público presente recebeu o catálogo do Núcleo, que estava disponível também em braile, além de ter a tradução simultânea em libras, a audiodescrição e legenda exibida em um telão – recursos acessíveis igualmente pela transmissão on-line.

A abertura da cerimônia foi feita pela pró-reitora de Cultura e Extensão Universitária, Maria Arminda do Nascimento Arruda, na qual destacou a importância do Núcleo para a Universidade e sociedade em geral. “Os programas deste Núcleo alcançam à comunidade da USP e à externa também, estendendo o conhecimento da Universidade a todos”.

“A criação deste Núcleo é uma valorização dos direitos humanos, que passa pelos direitos à saúde, transporte, educação. Ele é importante, pois cria novas discussões e reflexões sobre a questão dos direitos humanos, que é muito antiga, mas também é atual”, destacou a secretária Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Linamara Rizzo Battistella, cuja pasta mantém parceria com um dos programas do Núcleo, o USP Legal.

“Encontro nos programas que formam este Núcleo a esperança para um mundo melhor”, ressaltou o coordenador do Núcleo, José Ricardo de Carvalho Mesquita Ayres – que também é pró-reitor adjunto de Extensão Universitária – ao falar da relevância dos trabalhos realizados através dos programas e contar um pouco da história de cada um deles.

Confira a notícia completa sobre o evento em:

http://www.usp.br/imprensa/?p=24105

Estadão: “Deficientes visuais e deficientes auditivos vão ao cinema”

Mauricio Santana e Leonardo Rossi

Antes de entrar no cinema, Leonardo Rossi Lazzari avisa à reportagem: “Esperem um pouco, vou fazer um aquecimento vocal e já volto”. Ele precisa preparar a voz para narrar toda a audiodescrição do filme “Melancolia”, de Lars von Trier. O longa de 136 minutos é um dos títulos exibidos no Festival Melhores Filmes 2011, no CineSESC, que acontece até dia 29 de abril. Todas as sessões exibidas durante o período são acessíveis a deficientes visuais e auditivos.

Isto só é possível graças ao trabalho da Iguale, empresa fundada por Maurício Santana no fim de 2007. Ele conversava com um amigo que trabalhava na elaboração de legendas para deficientes auditivos (closed caption) na televisão. “Perguntei a ele se existia alguma ferramenta para que os deficientes visuais assistissem aos programas”, conta Santana. Ainda não era feito nada assim no Brasil, mas o empresário descobriu que já existiam empresas de audiodescrição em países como Espanha, Inglaterra e Estados Unidos.

Para assistir a um filme com audiodescrição, é preciso retirar na entrada do cinema fones de ouvido com receptor sem fio, semelhantes aos usados em eventos com tradução simultânea. O deficiente visual pode, então, perceber mais detalhes da obra. “Os diálogos podem ajudar na compreensão da história, mas há detalhes que passam despercebidos”, diz Santana. As primeiras cenas de Melancolia, por exemplo, são compostas apenas de imagens e música. A única voz ouvida é a do audiodescritor. Este é o trecho inicial do filme:

Tela escura. Aos poucos surge em primeiro plano, a imagem fechada do rosto de uma mulher jovem, de cabelos loiros, curtos e lisos. A cena em câmera lenta mostra-a abrindo os olhos. Ela tem o rosto sutilmente arredondado, lábios finos, olhos um pouco puxados e nariz reto, porém levemente abaulado na ponta. / Ao fundo as nuvens do céu são suavemente alaranjadas, de onde começam a cair mortas, algumas aves de rapina. / A imagem abre em plano geral de um enorme jardim gramado de frente para o mar. Ele é cercado nas laterais por pequenos pinheiros, alinhados longitudinalmente. Em primeiro plano há um grande relógio de Sol, com a base de pedra e o ponteiro de metal. Ao fundo a mulher gira uma criança pelos braços. O local parece estar em uma montanha, pois é cercado por floresta e rochas. / Imagem do quadro “Os caçadores na neve” de Pieter Bruegel. A pintura mostra uma cena de inverno no qual três caçadores cansados estão voltando de uma expedição mal sucedida, acompanhados pelos seus cães. A impressão visual do todo é de um dia frio e nublado. De repente, ainda em câmera lenta, surgem pequenas manchas negras sobre a tela, e a pintura começa a queimar.

Além da descrição visual das cenas, os filmes estrangeiros utilizam uma estratégia chamada voice over, que é uma espécie de leitura interpretada das legendas. Não é dublagem, já que é feita ao vivo e por apenas uma pessoa, que tem que acentuar a voz de maneira diferente para cada personagem. Por este motivo, todos os narradores da Iguale são atores. “A pessoa precisa saber quando mudar a entonação, quando falar mais lentamente”, afirma Santana.

Cena do filme Melancolia, de Lars von Trier

O fundador da Iguale explica por que a audiodescrição tem que ser feita ao vivo. “Queremos manter a maior sincronização possível com o filme”, afirma. “Os cinemas brasileiros ainda não são digitais, cada filme é projetado em uma velocidade diferente, o que pode comprometer o trabalho”. A presença de narradores no momento de exibição, de acordo com Santana, permite um encaixe melhor entre as falas e a ação na tela.

Leonardo Lazzari também participa da equipe que compõe roteiros de audiodescrição. Antes de elaborar o trabalho, eles precisam estudar a obra e escolher aspectos que devem ser ressaltados para a compreensão do deficiente visual. “Melancolia, por exemplo, é um filme com muito simbolismo”, afirma Lazzari. “Se não tivéssemos feito um trabalho de pesquisa, não poderíamos passar aos espectadores todas as referências a obras de arte feitas por Lars von Trier”. Para adaptar totalmente a obra cinematográfica à audiodescrição, foram investidas cerca de 30 horas de trabalho.

A sala da qual Lazzari narra o filme é semelhante às usadas em eventos que contam com tradução simultânea. Ao lado de uma mesa de som, ficam garrafas d’água sem gelo, que são esvaziadas durante a exibição da obra. O cubículo fica em meio ao bar da parte dos fundos do CineSESC. Os visitantes não estranham a instalação, já que é o terceiro ano com audiodescrição no festival.

Para o narrador, o número de visitantes com deficiência visual tem aumentado ano a ano. “Eles costumam dizer que é a única época do ano em que podem ir ao cinema”, conta Lazzari. “Para nós, é muito bom ouvir este tipo de coisa”.

Além da audiodescrição, as sessões do festival têm uma opção para os deficientes auditivos. Em uma tela menor, abaixo da em que o filme é projetado, é exibida uma legenda no estilo closed caption. Uma pessoa, sentada na primeira fila, controla o momento em que as palavras serão exibidas. Grupos e instituições que desejarem conhecer o evento podem entrar em contato com o cinema para requisitar uma van de acesso ao local ou um pessoal de apoio para o trajeto do metrô Consolação até o CineSESC.

Serviço:

Festival SESC Melhores Filmes 2011
Até 29/4
CineSESC – R. Augusta, 2.075, Jardins, 3087-0500
Programação no BLOG DA IGUALE ou www.sescsp.org.br/melhoresfilmes

(Com colaboração de Míriam Castro)

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo