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Programação do CineSesc e Itaú Cultural, em São Paulo, será contemplada com o recurso acessível da audiodescrição

A responsabilidade do roteiro e das descrições dos detalhes de cada uma das cenas dos filmes e das demais atrações é da Iguale

11 de dezembro de 2015 – Neste sábado, dia 12, e domingo, dia 19, a Iguale Comunicação de Acessibilidade produzirá o recurso de audiodescrição (AD) para os filmes Amigos e Permanência, em cartaz no CineSesc, em São Paulo. Também este fim de semana, os profissionais da Iguale farão AD para quase toda a programação do || Entre|| Arte e Acesso, ciclo sobre acessibilidade nos campos da arte e da cultura, promovido pelo Itaú Cultural e o British Council, também na capital paulista.

Os filmes Amigos e Permanência serão exibidos com AD durante a programação da Retrospectiva do Cinema Brasileiro 2015. Trata-se de uma seleção de 54 filmes brasileiros lançados entre novembro de 2014 e outubro de 2015, com curadoria de Flávia Guerra, Sérgio Alpendre, Paulo Santos Lima e da Equipe do CineSesc. O filme Amigos estará em cartaz no dia 12, às 17h. Permanência será exibido dia 19, também às 17h.

Já o || Entre|| Arte e Acesso ocorre até domingo, dia 13, no próprio Itaú Cultural. Fazem parte das atividades: palestras, debates, espetáculos e oficina, com interpretação na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e AD, sendo que a produção deste recurso ficará por conta da Iguale. Confira a programação e saiba como participar acessando: www.itaucultural.org.br.

Segundo Mauricio Santana, diretor da Iguale, a audiodescrição descreve por intermédio de um profissional denominado audiodescritor, todas as informações visuais de uma obra audiovisual, um impresso, uma fotografia ou outras manifestações culturais e comunicacionais; transformando em som, o texto, detalhes dos conteúdos visuais, expressões e gestos, além de cenário, figurino e outros acontecimentos de uma cena, por exemplo.

Sesc Santana exibe filme ‘Central do Brasil’ com audiodescrição e open caption

São Paulo, 2 de dezembro de 2013 – O Sesc Santana, em São Paulo, exibe nesta terça-feira, dia 3 de dezembro, às 20h, o filme Central do Brasil, com os recursos inclusivos de audiodescrição (AD) e legendas open caption produzidos pela Iguale Comunicação de Acessibilidade.

A audiodescrição permitirá que pessoas com deficiência visual ou baixa visão compreendam com riqueza de detalhes, informações do filme exclusivamente visuais, traduzidas e narradas ao vivo, para o verbal. Já as legendas open caption, apresentarão as indicações do áudio original do filme (diálogos, ruídos, trilhas, etc), para que a pessoa com deficiência auditiva tenha um melhor entendimento de tudo o que se passa na obra.

Esta sessão com os recursos inclusivos faz parte das atividades do Sesc Santana, dentro da 4ª edição da Virada Inclusiva, promovida pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, entre os dias 30 de novembro, 1 e 3 de dezembro, em todo o estado de São Paulo. Para saber mais acesse: viradainclusiva.sedpcd.sp.gov.br.

Sinopse: Dora escreve cartas na Central do Brasil. Josué, um garoto de nove anos, perde a mãe, atropelada. Do encontro dos dois, nasce uma viagem ao interior do Nordeste, em busca do pai que Josué não conheceu.

Elenco: Fernanda Montenegro e Vinicius de Oliveira

Direção: Walter Salles

Agenda:

Filme com audiodescrição e open caption

Local: Sesc Santana – São Paulo

Data: 3 de dezembro de 2013

Horário: 20h

Audiodescrição e legendas open caption: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Sesc São Carlos terá sessões com audiodescrição para os filmes ‘Girimunho’ e ‘Menos que nada’

São Carlos, 28 de novembro de 2013 – As sessões dos filmes “Girimunho” e “Menos que Nada”, no Sesc São Carlos, no dia 1º de dezembro, terão audiodescrição da Iguale Comunicação de Acessibilidade. Este recurso é ideal para promover a inclusão da pessoa com deficiência visual ou baixa visão, já que traduz do visual para o verbal, imagens dinâmicas ou estáticas em descrições sonoras isentas de julgamento de valores e com o máximo de detalhes possíveis, relatando de forma harmônica, toda e qualquer informação visual das cenas destas obras cinematográficas.

A exibição dos filmes com audiodescrição faz parte da programação da Virada Inclusiva do Sesc São Carlos, atrelada ao “Dia Internacional da Pessoa com Deficiência”, comemorado no dia 3 de dezembro. Segundo Susana Coutinho de Souza, que atua no departamento de Programação do Sesc São Carlos, no fim de semana que conecta os meses de novembro e dezembro, o Sesc São Paulo, em parceria com a Secretaria do Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, promove a quarta edição da Virada Inclusiva. Os eventos, oficinas e demais atividades têm como objetivo estimular o exercício da cidadania e a inclusão social de todas as pessoas, com e sem deficiência, em ações culturais, esportivas e de lazer.

Estas sessões com o recurso de audiodescrição fazem parte das atividades do Sesc São Carlos, dentro da 4ª edição da Virada Inclusiva. Para saber mais acesse: viradainclusiva.sedpcd.sp.gov.br.

Sobre os filmes

Girimunho – Conta a história de duas mulheres que observam os redemoinhos no rio, em pleno sertão mineiro. Uma delas perdeu o marido e sofre, em silêncio, tendo apenas as novidades dos netos como consolação. A outra carrega consigo um tambor e marca o ambiente com seus sons. Elenco: Maria Sebastiana Martins Álvaro, Luciene Soares da Silva.

Esta foto mostra a personagem Bastú, uma senhora de aproximadamente 65 anos, de pele morena bem queimada pelo sol, cabelos compridos, lisos e grisalhos que descem até o meio de suas costas. Ela está do lado direito da imagem, de perfil, olhando para frente enquanto sorri. A foto só revela a parte superior de seu corpo, do tórax para cima. Ela tem os braços esticados à frente e suas mãos se apoiam em um objeto metálico. Usa um vestido escuro, de mangas curtas e detalhes floridos. Ao fundo há uma parede desgastada, feita de tijolos de barro e sem acabamento. Crédito: divulgação

Menos que nada – Dante é um doente mental que está internado em um hospital psiquiátrico. Ele foi diagnosticado com esquizofrenia e não fala com ninguém ou recebe visitas. Este homem desperta a atenção da Dra. Paula, uma jovem residente que decide tratá-lo após acompanhar um de seus surtos no pátio do hospital. Procurando desvendar as relações sociais do paciente, a médica decide colher uma série de depoimentos de pessoas que conviviam com Dante antes do tratamento.  Elenco: Felipe Kannenberg, Bianca Messina, Rosanne Mulholland.

Esta foto do filme "Menos que nada" mostra as personagens "Doutora Paula" e "Dante" em um grande pátio, vistos através de grades de ferro, como as de um presídio. Ela está do lado esquerdo da imagem. Tem aproximadamente 30 anos, a pele clara e os cabelos lisos na altura do pescoço. Usa um jaleco branco. Está com o tronco curvado para frente, olhando nos olhos de Dante. Ele, que está no canto direito da imagem, parece estar sentado e cabisbaixo. Seu ombro esquerdo está apoiando na grade. Tem pele clara, cabelos desgrenhados, barba e bigode escuros. Usa camiseta cinza. Crédito: divulgação

Agenda:

Filmes com audiodescrição

Realização: Sesc São Carlos

Data: Dia 1 de dezembro

Horário: 17h – Girimunho

Horário: 19h – Menos que nada

Audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade – www.iguale.com.br

DVDs e Blu-rays com audiodescrição aproximam crianças com deficiência visual do mundo lúdico dos filmes infantis

Quando produzidos com este recurso inclusivo, permitem que o conteúdo audiovisual seja de fato compreendido pela criança com deficiência visual

São Paulo, 11 de outubro de 2013 – Como é conhecimento, crianças com deficiência visual aprendem a ler com a ajuda do Braile; sistema de leitura com tato para cegos. Mas e no caso dos filmes? Como conseguem compreender com o máximo de detalhes o que se passa em uma história cinematográfica? Essa questão já foi resolvida com a ajuda da audiodescrição (AD), recurso que traduz do visual para o verbal os cenários, as ações, os figurinos, dentre outros elementos que não fazem parte dos diálogos das personagens. O que falta, no entanto, é a sua inserção ainda no processo de confecção dos DVDs e Blu-rays, para que cheguem às lojas já contendo este benefício à disposição da pessoa com deficiência visual.

Para Bianca Chaló, mãe de uma menininha de apenas quatro anos com deficiência visual, encontrar DVDs e Blu-rays com audiodescrição à venda, seja pela Internet, seja em lojas físicas, é algo muito difícil. Moradora de Bauru, Bianca diz que desde que passou a procurar por filmes infantis com audiodescrição encontrou bem poucos. Atualmente possui apenas quatro, sendo três deles da Turma da Mônica. “Antes de conviver com a deficiência visual eu desconhecida a existência deste recurso inclusivo tão importante para a pessoa com deficiência ter acesso ao conteúdo audiovisual de modo mais completo. No entanto, desde que eu soube da existência da audiodescrição, passei a buscar filmes que contenham o recurso e dificilmente encontro, pois são poucos os que saem com ele das distribuidoras”, relata.

Nicole

Segundo Bianca, a quase inexistente inserção do recurso de audiodescrição nos filmes infantis torna o acesso ao conteúdo, tanto por parte da sua filha, quanto do público infantil, de um modo geral, preocupante. “A Nicole adora assistir filmes com o irmão que não tem a deficiência, mas muitas vezes se recusa porque não consegue entender o contexto da obra devido a falta do recurso na maioria deles. Quando o DVD não tem a audiodescrição eu fico do lado, tentando descrever o que se passa, mas isso nem sempre é possível porque tenho que cuidar das tarefas da casa, e quando isso ocorre ela fica triste, se recusa”, conta a mãe.

 Linguagem & palavras

Além da escassez de filmes com AD, Bianca já notou alguns cuidados que devem conter os filmes com o recurso. Um, que considera muito importante, é a contextualização da história antes do início da exibição; uma introdução, para ajudar a criança entender do que trata o enredo do filme. Outro ponto é o cuidado com a linguagem e a escolha das palavras, principalmente para crianças até cinco anos. Segundo Paulo Romeu, responsável pelo Blog da Audiodescrição e militante pela acessibilidade da pessoa com deficiência visual, há diferenças no desenvolvimento da audiodescrição infantil e adulto, começando pela entonação da narração e a elaboração de um roteiro apropriado. “A narração tem de ser mais interpretada, com entonação apropriada ao público infantil. A linguagem precisa ser adequada à faixa etária e o ritmo deve fluir de acordo com o contexto do filme”, explica Paulo Romeu.

Atualmente no mercado nacional existem poucos filmes produzidos para o público infantil já com audiodescrição. Um exemplo dele é o Smurfs, lançado em agosto de 2011, pela Sony Pictures, com roteiro de audiodescrição da Iguale Comunicação de Acessibilidade. Outros também lançados com este recurso, no Brasil, foram: A Turma da Mônica, Muppts, Tá Chovendo Hambúrguer, Hotel Transilvânia, Castelo Ra-tim-bum e Matilda. No entanto, o número de filmes comercializados nos formados DVDs e Blu-rays para a criançada é muito pequeno diante da grande produção de obras cinematográficas lançadas todos os anos, em todo o mundo.

Ainda segundo Paulo Romeu, 90% dos filmes distribuídos no Brasil vêm dos EUA e cerca de 30% deles vêm com audiodescrição, mas não em português, o que os tornam também pouco acessíveis. “O ideal é que venham com a audiodescrição já em Língua Portuguesa”, ressalta. Bianca pretende engrossar a luta das pessoas com deficiência por seus direitos e um dos temas que faz questão de colocar na pauta é o da audiodescrição nos filmes infantis. “Eu acredito que os novos filmes já deveriam sair de fábrica com a audiodescrição. Ao deixarem de incluí-los, acabam excluindo as demais pessoas com deficiência visual de ter acesso ao conteúdo de suas obras, o que é injusto”, opina a mãe da pequena Nicole.

Mais informações:

Liliana Liberato

Assessora de Imprensa

(11) 9 7999-2802

imprensa@iguale.com.br

Dia das crianças: sábado tem cinema com audiodescrição e legendas Open Caption no CineSesc, em São Paulo

São Paulo, 10 de outubro de 2013 – O CineSesc, em São Paulo, promove neste sábado, dia 12, Dia das Crianças, uma sessão de cinema inclusiva e gratuita para o público infantil. Com audiodescrição e legendas open caption feitas pela Iguale Comunicação de Acessibilidade, o filme escolhido para animar o sábado da garotada é o “Os Contos da Noite”, em 3D. A sessão tem início às 11h, e para a retirada do ingresso é preciso chegar ao local 1 hora antes. Quem não puder comparecer no dia 12, pode aproveitar a reapresentação, que também terá os recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva no próximo sábado, dia 19, às 13h.

Agenda:

Cinema Acessível – Especial Dia das Crianças

Data: 12 de outubro de 2013, às 11h

Filme: Os Contos da Noite (3D)

Realização: CineSesc

Endereço: Rua Augusta, 2077, São Paulo.

Acessibilidade: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Sinopse:

Os Contos da Noite (3D)

Todas as noites, uma menina, um menino, e um velho técnico se reúnem em um pequeno cinema. Embora o lugar pareça abandonado, ele é cheio de magia. Os três amigos pesquisam, inventam, desenham e se vestem como diversos personagens e, a cada noite, encenam uma história, uma fantasia. Há bruxas e fadas, reis poderosos, lobisomens, belas e cruéis mulheres, catedrais e cabanas de palha, cidades de ouro e florestas escuras. Eles se sentem vivendo uma noite mágica em que tudo é possível.

Para mais informações acesse aqui!

Filme Destinos será lançado com audiodescrição da Iguale

Com o recurso acessível, pessoas com deficiência visual poderão conferir os detalhes deste documentário que fala de tradição da cultura popular brasileira e a sua deterioração

 São Paulo, 9 de setembro de 2013 – Com imagens belíssimas e cenas marcantes, o documentário Destinos, realizado pela Opara Filme com coprodução da Cacoete Produções, é o mais novo trabalho de audiodescrição da Iguale Comunicação de Acessibilidade para uma obra cinematográfica.

De acordo com o diretor e roteirista Tiago Leitão, as imagens foram gravadas no sertão de Pernambuco, mais especificamente nas cidades de Salgueiro e Serrita, onde destinos se cruzam em um triste fim, como, por exemplo, o de algumas tradições populares ligadas ao universo do couro e da fabricação de gibões e vestimentas de vaqueiros.

“Buscamos retratar como o desenvolvimento interfere na manutenção das tradições de nosso país, como é o caso dessa região em especial, onde muitas das suas tradições estão sumindo. Nós não criticamos o desenvolvimento, já que é benéfico e ajuda o povo a ter uma vida melhor, o que buscamos mostrar é como o avanço pode acabar com a nossa cultura”, explica o diretor.

Ao ser questionado sobre o porquê da inclusão do recurso acessível ainda durante a edição do filme, Tiago disse: “Eu faço filme para as pessoas e não para mim. Quero mostrar o que eu penso sobre temas específicos. Dessa forma, todos devem ter acesso ao que eu produzo”.

Para o diretor da Iguale, Mauricio Santana, exemplos como o da Opara Filmes e Cacoete Produções são louváveis e mostram uma preocupação cada vez mais evidente por parte dos diretores na inserção de recursos inclusivos que promovam a acessibilidade. “A audiodescrição garante a inclusão da pessoa com deficiência visual a um produto exclusivamente audiovisual, sem o qual pouco entenderia a obra”, complementa Santana.

O documentário ainda não tem data certa para ser lançado, mas para conferir a um trecho com a audiodescrição produzida pela equipe da Iguale Comunicação clique no link: Audiodescrição Iguale Destinos.

Equipe técnica:

Produção: Opara Filmes

Coprodução: Cacoete Produções

Diretor e roteirista: Tiago Leitão

Produtora: Tactiana Braga

Diretor de fotografia: Beto Martins

Montagem: Fernando Queiroz e Tiago Leitão

Som: Raphael Travassos e Nicolau Domingues.

Audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Gênero: Documentário

Duração: 21 minutos

Documentário sobre a paratleta Terezinha Guilhermina tem AD da Iguale. Confira!

São Paulo, 15 de agosto de 2013 - Lançado oficialmente na última terça-feira [13 de agosto], em São Paulo, o documentário ‘A valsa do pódio’, produzido pelos diretores Bruno Carneiro e Daniel Hanai, contempla audiodescrição da Iguale. Para o grande público, o filme será exibido apenas em outubro, entretanto, a Iguale selecionou um trecho para aguçar um pouquinho mais a curiosidade de quem deseja conferir este belíssimo trabalho.

Clique aqui e assista ao trecho do documentário

Segundo divulgado pelo projeto Memória do Esporte Olímpico Brasileiro, do qual faz parte o documentário A Valsa do Pódio, o filme será exibido na ESPN Brasil e em uma Mostra na Cinemateca Brasileira. Na ESPN, a ‘A Valsa do Pódio’ irá ao ar no dia 6 de outubro, às 21h30, podendo também ser visto pela SKY: canal 30; NET: canal 70; Claro: canal 46; Oi TV: canal 112; Vivo: canal 462 e GVT: canal 47.

Sinopse – ‘A Valsa do Pódio’

Em 2012, nos Jogos Paralímpicos de Londres, a atleta brasileira Terezinha Guilhermina confirmou sua posição de corredora com deficiência visual mais rápida do mundo: conquistou, ao lado de seu guia Guilherme Santana, duas medalhas de ouro nas provas de 100m e 200m rasos para cegos (T11). Além disso, protagonizou uma cena emocionante: na prova dos 400m, Guilherme sentiu a perna e caiu; em solidariedade ao guia, Terezinha jogou-se no chão e abandonou a vitória. O documentário vai contar a história dessa grande atleta: suas conquistas, sua relação com o guia, o sonho olímpico e a felicidade de ganhar a medalha, a superação de mais um recorde mundial, e principalmente, como ela se divertiu durantes estes jogos e como curte sua vida.

Ficha técnica

Nome: A valsa do pódio

Gênero: documentário

Duração: 26 minutos

Direção e Roteiro: Bruno Carneiro e Daniel Hanai

Argumento: Daniel Hanai

Produção executiva: Zita Carvalhosa

Direção de Produção: Jorge Guedes

Direção de Fotografia: Mariano Kweller

Animação: Estúdio Nautilus (Daniel Bruson)

Som Direto: Fernando Russo

Edição de Som: Guile Martins

Montagem: Márcio Miranda Perez

Audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade – www.iguale.com.br

Projeto Memória do Esporte Olímpico Brasileiro – www.memoriadoesporte.org.br

 

Iguale faz audiodescrição para o curta ‘A valsa do pódio’

 

O documentário, com recurso acessível para pessoas com deficiência visual, retrata a história da paratleta olímpica Terezinha Guilhermina e seu guia, Guilherme Santana 

São Paulo, 9 de agosto de 2013 – A Iguale Comunicação de Acessibilidade fez a audiodescrição do documentário ‘A valsa do pódio’ produzido pelos diretores Bruno Carneiro e Daniel Hanai, por intermédio do projeto Memória do Esporte Olímpico Brasileiro, realizado pelo Instituto de Políticas Relacionais, com o apoio da Secretaria do Audiovisual do Ministério da Cultura e da Cinemateca Brasileira.

O curta, que será lançado oficialmente na próxima terça-feira, dia 13 de agosto, em solenidade na Cinemateca Brasileira, em São Paulo, junto a outros documentários contemplados no projeto, retrata a história da paratleta Terezinha Guilhermina que conquistou, ao lado de seu guia Guilherme Santana, duas medalhas de ouro nas provas de 100m e 200m rasos para cegos (T11), na última edição dos Jogos Paralímpicos de Londres, em 2012.

Como explicam os diretores, o documentário não conta a história de uma atleta com deficiência visual, mas sim de uma parceria de sucesso feita por pessoas com vitalidade e alegria, que sentem prazer no que fazem. “Devido a deficiência visual, a história de vida de Terezinha Guilhermina poderia caber em um roteiro de documentário no estilo mais dramalhão. Mas desde o princípio dissemos: não vamos fazer um documentário de autoajuda. Nada disso. Vamos fazer algo pra cima e por sorte, tanto Terezinha quanto Guilherme são muito pra cima. O cerne do nosso trabalho é mostrar que os dois trabalham muito bem juntos”, completa Hanai.

Bruno Carneiro reitera, ainda, que o documentário é sobre uma parceria entre dois atletas em um esporte teoricamente individual, que devido a uma forte sintonia tornam a corrida um esporte de equipe, já que a atleta precisa do guia para executar a prova, o que se dá de forma harmoniosa. “A simbiose entre os dois é perfeita, tanto dentro da pista quanto fora”, ressalta.

Questionados sobre o nome do documentário, os diretores explicam que ‘A Valsa do Pódio’ poderia ter sido originado dos movimentos ritmados que, se cuidadosamente observados, fazem parte da corrida para cegos. Mas não foi desta comparação que surgiu o nome do curta. A inspiração, segundo Hanai veio da cerimônia de premiação dos 100m em que Guilherme levou Terezinha ao lugar mais alto do pódio como se estivessem valsando.

Sobre o cuidado de incluir a audiodescrição na produção do curta, os diretores contam que foi uma iniciativa que partiu da própria equipe ainda durante as gravações. Como relata Hanai, na captação das imagens, os comentários eram de que estavam ficando legais, curiosas, interessantes, e que devido à deficiência visual, Terezinha Guilhermina não conseguia conferir, como os demais, o resultado das imagens. Com a audiodescrição, a intenção é que ela possa assistir ao documentário com toda a riqueza de detalhes. “Para nós, a audiodescrição é a cereja do bolo. Algo que vem a somar ao nosso trabalho”, conclui o diretor.

Conforme divulgado pelo Memória do Esporte Olímpico Brasileiro, após lançamento no dia 13, ‘A Valsa do Pódio’ e os demais documentários produzidos nesta edição do projeto serão exibidos na ESPN Brasil e em uma Mostra na Cinemateca Brasileira. Na ESPN, a ‘A Valsa do Pódio’ irá ao ar no dia 6 de outubro, às 21h30, podendo também ser visto pela SKY: canal 30; NET: canal 70; Claro: canal 46; Oi TV: canal 112; Vivo: canal 462 e GVT: canal 47.

Sinopse – ‘A Valsa do Pódio’

Em 2012, nos Jogos Paralímpicos de Londres, a atleta brasileira Terezinha Guilhermina confirmou sua posição de corredora com deficiência visual mais rápida do mundo: conquistou, ao lado de seu guia Guilherme Santana, duas medalhas de ouro nas provas de 100m e 200m rasos para cegos (T11). Além disso, protagonizou uma cena emocionante: na prova dos 400m, Guilherme sentiu a perna e caiu; em solidariedade ao guia, Terezinha jogou-se no chão e abandonou a vitória. O documentário vai contar a história dessa grande atleta: suas conquistas, sua relação com o guia, o sonho olímpico e a felicidade de ganhar a medalha, a superação de mais um recorde mundial, e principalmente, como ela se divertiu durantes estes jogos e como curte sua vida.

Ficha técnica

Nome: A valsa do pódio

Gênero: documentário

Duração: 26 minutos

Direção e Roteiro: Bruno Carneiro e Daniel Hanai

Argumento: Daniel Hanai

Produção executiva: Zita Carvalhosa

Direção de Produção: Jorge Guedes

Direção de Fotografia: Mariano Kweller

Animação: Estúdio Nautilus (Daniel Bruson)

Som Direto: Fernando Russo

Edição de Som: Guile Martins

Montagem: Márcio Miranda Perez

Audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade – www.iguale.com.br

Projeto Memória do Esporte Olímpico Brasileiro – www.memoriadoesporte.org.br

Foto divulgação

A imagem diurna mostra a atleta Terezinha Guilhermina e seu guia Guilherme Santana, dançando valsa em uma pista de atletismo.  A pista fica em um pequeno estádio, com arquibancadas em volta. No centro do local há um grande e verdejante gramado, à direita da imagem. Ao fundo há muitos prédios e pode se ver parte do céu carregado de nuvens cinzentas.  A pista de saibro tem uma coloração entre o marrom e o vermelho e é dividida em oito raias. A dupla está na quarta, bem no centro da imagem. Ambos tem a pele morena e usam uniformes do Comitê Paralímpico Brasileiro: calças pretas e blusas amarelas, de mangas compridas. O tênis dela é vermelho enquanto o dele é cinza. Guilhermina usa ainda um brinco redondo e branco e está com a sua venda de lantejoulas  coloridas sobre o topo da cabeça. Ambos sorriem com as mãos dadas à frente de seus corpos, como se dançassem em direção à câmera.

Descrição da foto: A imagem diurna mostra a atleta Terezinha Guilhermina e seu guia Guilherme Santana, dançando valsa em uma pista de atletismo. A pista fica em um pequeno estádio, com arquibancadas em volta. No centro do local há um grande e verdejante gramado, à esquerda da imagem. Ao fundo há muitos prédios e pode se ver parte do céu carregado de nuvens cinzentas. A pista de saibro tem uma coloração entre o marrom e o vermelho e é dividida em oito raias. A dupla está na quarta, bem no centro da imagem. Ambos tem a pele morena e usam uniformes do Comitê Paralímpico Brasileiro: calças pretas e blusas amarelas, de mangas compridas. O tênis dela é vermelho enquanto o dele é cinza. Guilhermina usa ainda um brinco redondo e branco e está com a sua venda de lantejoulas coloridas sobre o topo da cabeça. Ambos sorriem com as mãos dadas à frente de seus corpos, como se dançassem em direção à câmera.

Com AD e LIBRAS, longa do cineasta uruguaio Tournier, pode ser visto no RJ

Ative o vídeo no plug-in ou use este link acessível.

Em cartaz na Caixa Cultural, o filme, com recursos inclusivos para pessoas com deficiência visual e auditiva, é diversão garantida para adultos e crianças

9 de julho de 2013 – Promover a acessibilidade cultural. Este é o objetivo da Caixa Cultural e da Split Filmes ao incluírem a audiodescrição (AD) e a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS no longa-metragem de animação “Selkirk, o verdadeiro Robinson Crusoé”, do cineasta uruguaio Walter Torunier. O filme, parte integrante da mostra itinerante “Tournier em Movimento: a expressão da animação uruguaia”, estará em cartaz na Caixa Cultural do Rio de Janeiro, de 10 a 14 de julho. De lá, a mostra segue para Brasília.

“Selkirk, o verdadeiro Robinson Crusoé” é o primeiro longa-metragem em stop motion produzido no Uruguai, eleito 2º Melhor Longa Adulto pelo Júri Popular do Anima Mundi 2012. O filme narra a história do pirata Alexsander Selkirk, abandonado em uma ilha deserta em 1700, inspiração de Daniel Dafoe para escrever Robinson Crusoé. O longa, uma coprodução entre Uruguai, Chile e Argentina, foi criado com técnica mista: stop motion para os bonecos e o cenário; 3D para o fundo do mar, o céu e parte da ilha.

Além da audiodescrição e da LIBRAS desenvolvidas pela Iguale Comunicação de Acessibilidade, as sessões são dubladas e legendadas em português, conforme indicado na programação (www.tournieremmovimento.com.br). Catálogos em português e em braile, com textos, sinopses, fichas técnicas e imagens, também estão à disposição do público.

No Rio de Janeiro o ingresso para mostra tem o valor simbólico de R$ 2 por sessão. Exposição, palestras e oficinas, bem como materiais utilizados, são gratuitos. Além das sessões dos filmes, estão em exposição materiais originais das obras em cartaz, como bonecos, maquetes e desenhos conceituais.

Sinopse
Selkirk, o Verdadeiro Robison Crusoé – Selkirk, um pirata rebelde e egoísta, é tripulante do Esperanza, galeão inglês que viaja pelos mares em busca de tesouros. Na falta de navios inimigos, os corsários se divertem apostando em jogos de azar. Em pouco tempo, Selkirk depena a tripulação, ganhando a inimizade de todos, principalmente a do Capitão Bullock, que decide sepultar seus desejos de vingança e sua ambição desmedida e encarar uma nova maneira de enxergar o mundo.

Ficha técnica
Ano de produção: 2012
Duração: 80 min
Direção: Walter Tournier
Coprodução: Tournier Animation La Suma (Uruguai)
Maíz Producciones (Argentina) / Cineanimadores (Chile)
Audiodescrição e LIBRAS: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Agenda
Rio de Janeiro de 10 a 14 de julho de 2013
CAIXA Cultural – Avenida Almirante Barroso, 25.

Brasília de 17 a 21 de julho
CAIXA Cultural – SBS- Quadra 4 – Bloco A Lote 3/4 Asa Sul – Brasília – DF

Site da mostra: www.tournieremmovimento.com.br

Iguale faz AD e LIBRAS para o longa ‘Selkirk, o verdadeiro Robinson Crusoé’

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a responsável pela audiodescrição (AD) e LIBRAS do longa-metragem ‘Selkirk, o verdadeiro Robinson Crusoé’ em exibição na mostra itinerante “Tournier em Movimento: a expressão da animação uruguaia”, em cartaz de 2 a 7 de julho, em São Paulo, de 9 a 14 de julho, no Rio de Janeiro, e em Brasília, de 17 a 21 de julho.

A inserção da audiodescrição e da LIBRAS no longa-metragem Selkirk permite que pessoas com deficiência visual e auditiva confiram com riqueza de detalhes um dos filmes produzidos pelo consagrado animador de stop motion uruguaio, Walter Tournier.

A exibição do filme de animação “Selkirk, o verdadeiro Robinson Crusoé” é inédita em salas comerciais. Este é o primeiro longa-metragem em stop motion produzido na América Latina, eleito 2º Melhor Longa Adulto pelo Júri Popular do Anima Mundi 2012.

O longa narra a história do pirata Alexsander Selkirk, abandonado em uma ilha deserta pelo seu navio em 1700, história que inspirou Daniel Dafoe a escrever seu Robinson Crusoé. É uma coprodução entre Uruguai, Chile e Argentina, criada com técnica mista: stop motion para os bonecos e o cenário, 3D para o fundo do mar, o céu e parte da ilha.

Descrição da imagem:  Selkirk, um pirata magro, de pele branca e barba e cabelos ruivos, está sobre uma das muitas pedras à beira mar perto de uma grande encosta. Ele usa bandana na cabeça e um brinco de argola na orelha direita. O pirata observa atentamente o oceano e segura na mão direita uma lança feita de madeira. Ao fundo, poucas nuvens no céu azul e sete pássaros que voam em formação.

O evento é gratuito, com exceção no Rio de Janeiro, onde será cobrado o valor simbólico de R$ 2 por sessão. Palestras e oficinas, bem como materiais utilizados, também terão caráter gratuito. As exibições acontecem nas dependências da Caixa Cultural das três cidades. Além das sessões dos filmes, estão em exposição materiais originais das obras em cartaz, como bonecos, maquetes e desenhos conceituais.

A mostra é direcionada para o público infantil e adulto, bem como profissionais da animação. As sessões também são dubladas e legendadas em português, conforme indicado na programação, além de catálogos em português e em braile, com textos, sinopses, fichas técnicas e imagens.

Além de exibições de filmes, a mostra oferece oficinas e bate-papo, tendo o próprio Walter Tournier como tema e participante ativo.

Confira a programação completa no site: www.tournieremmovimento.com.br.