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Programação do CineSesc e Itaú Cultural, em São Paulo, será contemplada com o recurso acessível da audiodescrição

A responsabilidade do roteiro e das descrições dos detalhes de cada uma das cenas dos filmes e das demais atrações é da Iguale

11 de dezembro de 2015 – Neste sábado, dia 12, e domingo, dia 19, a Iguale Comunicação de Acessibilidade produzirá o recurso de audiodescrição (AD) para os filmes Amigos e Permanência, em cartaz no CineSesc, em São Paulo. Também este fim de semana, os profissionais da Iguale farão AD para quase toda a programação do || Entre|| Arte e Acesso, ciclo sobre acessibilidade nos campos da arte e da cultura, promovido pelo Itaú Cultural e o British Council, também na capital paulista.

Os filmes Amigos e Permanência serão exibidos com AD durante a programação da Retrospectiva do Cinema Brasileiro 2015. Trata-se de uma seleção de 54 filmes brasileiros lançados entre novembro de 2014 e outubro de 2015, com curadoria de Flávia Guerra, Sérgio Alpendre, Paulo Santos Lima e da Equipe do CineSesc. O filme Amigos estará em cartaz no dia 12, às 17h. Permanência será exibido dia 19, também às 17h.

Já o || Entre|| Arte e Acesso ocorre até domingo, dia 13, no próprio Itaú Cultural. Fazem parte das atividades: palestras, debates, espetáculos e oficina, com interpretação na Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e AD, sendo que a produção deste recurso ficará por conta da Iguale. Confira a programação e saiba como participar acessando: www.itaucultural.org.br.

Segundo Mauricio Santana, diretor da Iguale, a audiodescrição descreve por intermédio de um profissional denominado audiodescritor, todas as informações visuais de uma obra audiovisual, um impresso, uma fotografia ou outras manifestações culturais e comunicacionais; transformando em som, o texto, detalhes dos conteúdos visuais, expressões e gestos, além de cenário, figurino e outros acontecimentos de uma cena, por exemplo.

Filme ‘Mulheres no Poder’ estreia com recursos de acessibilidade através ao app MovieReading

O aplicativo, lançado no Brasil pela Iguale, permite a inserção dos recursos de acessibilidade às produções audiovisuais beneficiando pessoas com deficiência intelectual, visual e auditiva

25 de agosto de 2015 – Nesta terça-feira acontece em Brasília a pré-estreia do filme Mulheres no Poder que terá os recursos inclusivos de audiodescrição, legendas e de LIBRAS disponíveis por meio do aplicativo MovieReading.

Segundo os organizadores, pessoas com todos os tipos de deficiência estão convidadas a participar da pré-estreia que acontecerá às 21h em duas salas do shopping Iguatemi Brasília. É fundamental fazer a reserva com antecedência, por isso os interessados devem solicitar o convite pelo e-mail lavoroprod@hotmail.com.

Em parceria com a Lavoro Produções, a Iguale Comunicação de Acessibilidade é a responsável pela produção e aplicação dos recursos de acessibilidade no app MovieReading. Como explica Mauricio Santana, diretor da Iguale, o download do aplicativo é gratuito para IOS e Android. Depois de instalado no celular ou tablet é só o usuário baixar o arquivo referente ao recurso que necessitar para assistir ao filme em tempo real ao exibido na tela do cinema.

Descrição do cartaz (divulgação): foto de pernas femininas vistas de costas em primeiro plano, ao fundo vê-se o prédio do Congresso Nacional.

Descrição do cartaz (divulgação): foto de pernas femininas vistas de costas em primeiro plano, ao fundo vê-se o prédio do Congresso Nacional.

Para usar o app com o recurso da audiodescrição, é necessário ter fones de ouvido conectados ao seu dispositivo mobile. O MovieReading consegue sincronizar os arquivos de acessibilidade com o som do filme em exibição através do reconhecimento do áudio, portanto uma dica é tomar cuidado para não obstruir a captação do microfone de seu celular ou tablet. Este microfone é o mesmo que transmite sua voz para outra pessoa quando está numa ligação telefônica. O app poderá ser experimentado em todas as salas de cinema onde o filme estiver em cartaz. A Iguale é a responsável no Brasil e na América Latina pelo aplicativo MovieReading.

Sobre o Filme

Apostando no riso como uma forma de manifestar indignação, a comédia Mulheres no Poder, longa-metragem escrito e dirigido por Gustavo Acioli, narra uma manobra montada pela senadora Maria Pilar (Dira Paes) e pela ministra Ivone Feitosa (Stella Miranda) para fraudar uma concorrência pública. O lobby das duas políticas começa a enfrentar dificuldades quando as assessoras de ambas as autoridades decidem montar um esquema próprio, alheio às intenções de suas empregadoras.

Maria Pilar é uma jovem e carismática senadora, reverenciada em sua terra natal. Em meio à vida palaciana de Brasília, ela articula seus esquemas com charme e bom humor. Características muito diferentes das que compõem a personalidade da ministra Ivone Feitosa. Mais experiente e habituada com os traquejos da política, Ivone delega muitas responsabilidades à sua assessora. É a partir da tramoia elaborada por Ivone e Pilar para burlar a licitação do projeto “Brasil Brasileira” que os meandros da corrupção começam a ser revelados de maneira divertida.

Elenco

Dira Paes (Senadora Maria Pilar)

Stella Miranda (Ministra Ivone Feitosa)

Milena Contrucci Jamel (Madalena)

Gabrielle Lopez (Laila)

João Velho (George)

Paulo Tiefenthaler (Stefan)

Susana Ribeiro (Virgínia Baby)

Roberto Maia (Alberto Baby)

Participações especiais

Totia Meireles

Rogéria

Chica Xavier

Elisa Lucinda

Graciela Pozzobon

Camilo Bevilacqua

Ficha Técnica

Escrito e Dirigido por Gustavo Acioli

Produção: Lavoro Produções

Produtora: Lara Pozzobon

Produção Executiva: Lara Pozzobon Luiz Alberto Gentile

Direção de Fotografia: Pablo Baião e Pablo Hoffmann

Direção de Arte: Elsa Romero e Júlia Pina

Figurino: João De Freitas Henriques

Maquiagem: Evelyn Barbieri

Montagem: Luiz Guimarães De Castro

Desenho de Som e Mixagem: Ricardo Cutz

Som Direto: Rodrigo Maia

Trilha Sonora: Lucas Marcier e Fabiano Krieger

Direção de Produção: Ciça Bertoche

Produção Brasília: Cor Filmes

Pós-Produção de Imagem: Afinal Filmes

Abertura e Créditos Finais: Bruno Ribeiro

Coprodução: Afinal Filmes e Canal Brasil

Distribuição: Downtown Filmes e Paris Filmes

Patrocínio: Petrobrás, Klabin, Inagro, Barudan e Fundo Setorial do Audiovisual (FSA).

MovieReading (acessibilidade): Iguale Comunicação de Acessibilidade

Descrição do cartaz (divulgação): foto de pernas femininas vistas de costas em primeiro plano, ao fundo vê-se o prédio do Congresso Nacional.

Cine Ceará terá sessão acessível com recursos de audiodescrição e legendas open caption produzidos pela Iguale

O festival, que celebra o jubileu de prata este ano, proporciona ao público um intercâmbio entre realizadores, produtores e a indústria cinematográfica latino-americana e ibérica

Junho de 2015 – De 18 a 24 de junho acontece a 25ª edição do Cine Ceará – Festival Ibero-Americano de Cinema, e como já é tradição neste importante festival de cinema, haverá sessão acessível com os recursos de audiodescrição e legendas open caption produzidos pela equipe da Iguale Comunicação de Acessibilidade. O filme em exibição será o Cine Holliúdy, comédia brasileira de 2013, dirigida por Halder Gomes e estrelado por Edmilson Filho, Miriam Freelande e Roberto Bomtempo.

Como explicam os organizadores do Cine Ceará, a realização de uma sessão acessível é um dos meios criados para alcançar um dos principais objetivos deste festival: o de levar cinema para o maior número de lugares e pessoas, tornando os seus filmes acessíveis para todos os públicos. Por esta razão, o festival é comprometido não só com o público de Fortaleza, mas também com os realizadores, que sempre ficam felizes quando seus filmes participam de uma mostra que tem um público tão ávido por este tipo de conteúdo.

A sessão acessível com o filme Cine Holliúdy vai acontecer no Cine São Luiz, que fica na Praça do Ferreira, em Fortaleza, no dia 23 de junho, às 9 da manhã. A entrada é gratuita, e o recomendado é que os interessados cheguem com antecedência para garantir a entrada. Com os recursos acessíveis, pessoas com deficiência visual acompanharão ao filme com o auxílio da audiodescrição. Já as pessoas com deficiência auditiva terão às legendas open caption.

Como explica Maurício Santana, diretor da Iguale Comunicação de Acessibilidade, a audiodescrição é responsável por descrever os elementos visuais da obra detalhando inclusive expressões e gestos, além do cenário, figurino e outros acontecimentos das cenas. Já as legendas open caption ou legendas descritivas, contêm todas as indicações do áudio original do filme (diálogos, ruídos, trilhas etc) e são exibidas de forma aberta na tela, como acontece com legendas convencionais.

Sobre Cine Holliúdy

Interior do Cearádécada de 1970. A popularização da TV tem início e ameaça os cinemas nas pequenas cidades. Francisgleydisson (Edmilson Filho) luta para manter viva a paixão pela sétima arte, com a criatividade e o humor cearense. Ele é o proprietário do Cine Holiúdy, um pequeno cinema que tem a difícil missão de se manter vivo como opção de entretenimento.

AGENDA

Cine Ceará – Festival Ibero-Americano de Cinema

Data: 18 a 24 de junho de 2015

Sessão acessível: Filme Cine Holliúdy

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Data da sessão acessível: 23 de junho de 2015

Horário: 9h

Local: Cine São Luiz – Praça do Ferreira – Fortaleza-CE.

Entrada gratuita

Mais informações: www.cineceara.com

Mais informações:

 Liliana Liberato

Assessora de Imprensa

 imprensa@iguale.com.br

 (11) 9 7999-2802

Cia Cisne Negro apresenta espetáculo de dança com audiodescrição no CCSP

A Iguale assina a produção do recurso acessível. Os ingressos já estão à venda e somente na bilheteria

São Paulo, dia 22 de maio de 2015 – Domingo, dia 24, às 20h, na Sala Jardel Filho, do Centro Cultural São Paulo – CCSP, a Cia Cisne Negro de Dança realiza sessão com audiodescrição da Iguale Comunicação de Acessibilidade para as coreografias “Sra. Margareth – Excertos de ‘Monger’ e Trama”. Por intermédio do recurso de acessibilidade, pessoas com deficiência visual poderão conferir, com toda riqueza de detalhes que a audiodescrição possibilita, o trabalho desta conceituada cia de dança que em 2015 comemora 38 anos.

Em uma sala com capacidade para 321 pessoas, estarão disponíveis 30 fones de ouvido, fundamentais para que o público com deficiência visual acompanhe o espetáculo. “Utilizando o fone de ouvido, a pessoa com deficiência visual pode ouvir as descrições das cenas, dos figurinos, das expressões e dos movimentos coreográficos dos bailarinos, entre outras situações, que serão narradas pelos audiodescritores da Iguale”, explica Maurício Santana, diretor da empresa.

Descrição da foto:  Imagem da coreografia "Trama", na qual um bailarino apoia-se no chão com apenas um braço, deixando o corpo suspenso no ar. O tronco está voltado para cima e as penas abertas e esticadas horizontalmente. O homem tem a pele morena e corpo atlético. Usa roupa de crochê branca, composta de uma touca, camiseta cavada e saia. O fundo e o palco são vermelho escuro.

Descrição da foto:
Imagem da coreografia “Trama”, na qual um bailarino apoia-se no chão com apenas um braço, deixando o corpo suspenso no ar. O tronco está voltado para cima e as penas abertas e esticadas horizontalmente. O homem tem a pele morena e corpo atlético. Usa roupa de crochê branca, composta de uma touca, camiseta cavada e saia. O fundo e o palco são vermelho escuro.

Os ingressos já estão à venda na bilheteria do CCSP. Segundo Santana, quem ficou interessado e deseja assistir ao espetáculo de dança da Cia Cisne Negro, com o recurso de audiodescrição, deve se apressar para garantir a entrada, já que restam poucos lugares. “Realizar um trabalho como este para nomes como CCSP e Cisne Negro nos motiva e nos mostra que há muito o que fazer em acessibilidade. Queremos cada vez mais produzir audiodescrição, LIBRAS e legendas para espetáculos de dança, teatro e outras formas de manifestações artísticas porque sabemos que o público com deficiência é ávido pelos mesmos”, salienta o diretor da Iguale.

Sobre as coreografias

“Sra. Margareth – Excertos de ‘Monger’” (2013): duração: 33:12 – coreografia: Barak Marshall – assistente de coreografia e remontagem: OsnatKelner – música: diversos autores.
Adaptação de Barak Marshall para a Cia., Monger é um trabalho de dança-teatro para dez bailarinos e conta a história de um grupo de funcionários preso no porão da casa de uma patroa abusiva. Nesta obra, o movimento de Marshall é físico, afiado, rápido, com argumentos étnicos contemporâneos, altamente emotivos, visuais e teatrais. Na trilha musical, Barak combina elementos da música cigana e do Sudeste europeu, passando pela música clássica e pelo rock. Monger explora as dinâmicas de poder, hierarquia, livre arbítrio e os compromissos que são necessários para sobreviver. A estrutura da peça de narrativa é traçada a partir de várias fontes, incluindo a vida e a obra de Bruno Shultz e Jean Genet (As criadas).

“Trama” (2001): duração: 23:45 – coreografia: Rui Moreira – música: Lenine, Marco Suzano, Mestre Ambrósio e temas da coletânea Música do Brasil – cenário: HilalSamiHilal – figurinos: Eduardo Ferreira. Nas palavras do coreógrafo o significado de Trama: “Neste Brasil mestiço, misterioso e mágico, todos os retratos são tendenciosos, parciais ou comprometidos, observando os brincantes e suas brincadeiras, as festas populares, os folguedos, seus personagens místicos, criam danças que revelam um pouco desta complexa Trama de simplicidade, que mostra o transcendente e o contagiante caminho da alegria neste País”. (Rui Moreira)

Agenda:
“Sra. Margareth – Excertos de ‘Monger’” e “Trama”
Apresentação: Cisne Negro Cia. de Dança
Local: Centro Cultural São Paulo – Sala Jardel Filho
Data e horário: 24 de maio, 20h*
Valor do ingresso: R$ 10
*Sessão com audiodescrição para pessoa com deficiência visual

Espetáculo INSUBMISSAS Mulheres na Ciência, em cartaz em SP, terá sessão com audiodescrição

A sessão acessível terá entrada gratuita para pessoas com deficiência visual; a Iguale será a responsável pela audiodescrição

23 de fevereiro de 2015 – Na próxima sexta-feira, dia 27 de fevereiro, o espetáculo INSUBMISSAS Mulheres na Ciência, em cartaz no Teatro de Arena Eugênio Kusnet, em São Paulo, terá sessão inclusiva com o recurso de audiodescrição produzido pela equipe da Iguale Comunicação de Acessibilidade. Neste dia, a entrada será franca para pessoas com deficiência visual. Para os demais públicos, os ingressos serão vendidos a preços populares.

Idealizado pelo Núcleo Arte Ciência no Palco da Cooperativa Paulista de Teatro, o espetáculo INSUBMISSAS Mulheres na Ciência compreende a história de quatro personagens/atrizes que contracenam em uma instalação de cordas, pedras e luzes e que impõem delicado equilíbrio entre o tempo histórico e o tempo da representação. Marie Curie, Bertha Lutz, Rosalind Franklin e Hipácia de Alexandria contam assim sua difícil entrada e convivência no círculo machista da ciência, que reproduz os preconceitos, a intolerância e as discriminações contra a mulher em diferentes épocas e lugares. Dessas quatro mulheres em cena, Rosalind deu contribuição decisiva à pesquisa do DNA e foi ignorada pelo prêmio Nobel. Madame Curie embora premiada, sofreu a ira moralista da sociedade francesa. Hipácia morreu apedrejada pelos cristãos e a brasileira Bertha Lutz fez da luta pelos direitos da mulher objetivo de vida.

O diretor da Iguale, Mauricio Santana, explica que o recurso de audiodescrição permite que pessoas com deficiência visual ou interessados, confiram a tradução do visual para o verbal, de todos os detalhes que não são perceptíveis por intermédio da fala dos atores. Para que isso aconteça, o audiodescritor descreve detalhes das ações, cenário, figurino, gestos e outros elementos visuais para que a pessoa com deficiência visua, por exemplo, possa construir aquela imagem no seu imaginário. Para Santana, iniciativas como essa têm se tornado cada vez mais comum nos espetáculos teatrais, e isso é muito bom porque beneficia, com autonomia, um público de certa forma, ainda a margem das manifestações culturais.

Descrição da foto: cinco mulheres estão num local escuro, em meio a cordas que descem do teto e iluminadas apenas por uma tênue luz avermelhada. A fotografia mostra apenas a parte superior do tronco das mulheres.

Agenda: 

Espetáculo: INSUBMISSAS Mulheres na Ciência

Temporada até 01 de março

Sextas e Sábados às 21h

Domingos às 19h

Ingressos populares: R$ 20,00 e R$ 10,00

Local: Teatro de Arena Eugênio Kusnet

Endereço: Rua Dr. Teodoro Baima, 94 – Consolação (rua em frente da Igreja da Consolação).

Promoção: Nas sessões de sexta-feira mulheres não pagam.

Sessão com audiodescrição: 27 de fevereiro 2015 às 21h (gratuita para pessoas com deficiência visual). Neste dia é importante chegar com antecedência de pelo menos uma hora para a retirada do convite.

Ficha Técnica:

Texto de Oswaldo Mendes

Direção de Carlos Palma

Elenco

Adrina Dham

Letícia Olivares

Monika Ploger

Selma Luchesi

Vera Kowalska

Rogério Romera

Iluminação: Rubens Velloso RUBENS VELLOSO

Figurinos: Carolina Semiatzh e Beatriz Rivato

Cenário: Carlos Palma

Piano (grav.): Attilio Mastrogiovanni

Assistente de direção: André Falcão

Preparação corporal: Inês Aranha

Produtora executiva: Patrícia Gordo

Contrarregra e montagem de palco: Gustavo Tovo

Operação de luz: Cida Franco

Operação de som: Danny Frazão

Produção: Núcleo Arte Ciência no Palco da Cooperativa Paulista de Teatro

Acessibilidade/Audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Reservas de convites pelo e-mail: eventos@iguale.com.br ou pelo telefone (11) 2592.2957, com Daise.

Sábado tem reapresentação do filme ‘Os Contos da Noite’ com audiodescrição e legendas Open Caption no CineSesc

São Paulo, 16 de outubro de 2013 – O CineSesc, em São Paulo, promove novamente neste sábado, dia 19, ainda em comemoração ao Dia das Crianças, nova sessão de cinema especial e gratuita para o público infantil. Com audiodescrição e legendas open caption feitos pela Iguale Comunicação de Acessibilidade, o filme “Os Contos da Noite”, em 3D, será novamente exibido para animar o sábado da garotada. A sessão terá início às 13h. Para a retirada do ingresso é preciso chegar ao local com 1 hora de antecedência.

Agenda:

Cinema Acessível – Especial Dia das Crianças

Data: 19 de outubro de 2013, às 13h

Filme: Os Contos da Noite (3D)

Realização: CineSesc

Endereço: Rua Augusta, 2077, São Paulo.

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Sinopse:

Os Contos da Noite (3D)

Todas as noites, uma menina, um menino, e um velho técnico se reúnem em um pequeno cinema. Embora o lugar pareça abandonado, ele é cheio de magia. Os três amigos pesquisam, inventam, desenham e se vestem como diversos personagens e, a cada noite, encenam uma história, uma fantasia. Há bruxas e fadas, reis poderosos, lobisomens, belas e cruéis mulheres, catedrais e cabanas de palha, cidades de ouro e florestas escuras. Eles se sentem vivendo uma noite mágica em que tudo é possível.

Para mais informações acesse aqui!

Chega de shhh! A acessibilidade vai muito além de rampas

Existem recursos que podem garantir o direito ao acesso a informação, cultura e lazer com autonomia, mas a oferta ainda é pequena

por Xandra Stefanel publicado 19/07/2013 12:01
JR. PANELA/RBA
O que os olhos não veem

Celso Nóbrega: “É chato não ter os próprios meios de saber e perceber o que está acontecendo. Durante o filme, tenho de perguntar para a outra pessoa”

Na maioria das vezes que Celso Nóbrega vai ao ci­nema, em Fortaleza, é re­preendido pelos outros espectadores. Cego desde que nasceu, há 28 anos, ele não consegue entender um filme inteiro sem que alguém lhe explique as cenas que não têm como ser compreendidas apenas pelos diálogos entre os atores.

“Eu vou ao cinema porque gosto muito e tenho pessoas da família, namorada e amigos que me ajudam a entender informações que só os olhos podem captar. É chato não ter os próprios meios de saber e perceber o que está acontecendo. Durante o filme, tenho de perguntar para a outra pessoa o que está acontecendo, e isso atrapalha. Quem está ao lado não compreende e fica fazendo ‘shhhhh’, manda calar a boca”, desabafa o jornalista, publicitário e mestrando em Linguística Aplicada na Universidade Estadual do Ceará.

Segundo o último Censo do IBGE, dos mais de 45,5 milhões de pessoas que declararam ter pelo menos uma deficiência, 35,8 milhões não enxergam ou têm dificuldade para enxergar. E outros 9,7 milhões têm algum grau de deficiência auditiva. Como essas pessoas fazem para ter acesso a filmes, peças teatrais, exposições e outros eventos culturais?

Há pouco mais de uma década, começaram a surgir no Brasil recursos tecnológicos como audiodescrição e legendagem de som para possibilitar maior autonomia às pessoas com deficiência visual e auditiva. Mas tais recursos ainda estão longe de alcançar a popularidade.
A audiodescrição é uma espécie de tradução das cenas em palavras, uma narração detalhada que a pessoa com deficiência visual recebe por meio de um fone de ouvido: cenário, figurinos, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, leitura de créditos e expressões faciais e corporais dos atores são explicados entre os diálogos.

Já a legendagem de som descreve, na tela, os sons para as pessoas com deficiência auditiva. Sem esses recursos, um cego não compreende, por exemplo, uma cena sem falas nem ruídos, e um surdo não tem condições de assimilar informações sonoras que não aparecem nas legendas convencionais.

Sensibilização

A bancária e tradutora aposentada Sônia Maria Ramires de Almeida, de 65 anos, descobriu aos 22 que sofre de otosclerose, doença genética que provoca a perda progressiva da audição. A partir de então, passou a usar aparelhos que têm como função ampliar os sons. Por esse motivo, ir ao cinema e ao teatro, por exemplo, é praticamente impossível.

“Em teatro e cinema o problema surge a partir da péssima acústica de muitas salas. Existe um eco, uma reverberação que as pessoas que ouvem normalmente conseguem ‘apagar’. No caso de quem usa aparelhos auditivos, o aparelho capta todo o som ambiente, ruídos de gente caminhando, se movendo nas poltronas, abrindo embalagem de chocolate, cochichando etc. Por isso, fica difícil entender as falas e a história,” lamenta Sônia, reforçando que existe uma enorme diversidade na surdez, assim como soluções específicas para a acessibilidade de cada grupo.

“Por que eu vou pagar o ingresso inteiro no cinema para assistir a meio filme? Minha compreensão de um filme sem audiodescrição é 50% menor. Se o filme for em inglês e eu não souber falar inglês, também não consigo ler legenda… Então, para que eu vou ao cinema ou ao teatro? Por isso participar dessas coisas nunca fez parte do dia a dia das pessoas cegas. Agora começa a existir possibilidade”, afirma Paulo Romeu, de 55 anos, militante pela acessibilidade das pessoas com deficiência.

Ele deixou de frequentar cinemas e teatros aos 22, quando perdeu completamente a visão em um acidente automobilístico. Depois se formou na área de Tecnologia da Informação e participou de grupos de trabalho para a implementação de recursos acessíveis na televisão e nos caixas eletrônicos. Percebeu possibilidades de pessoas­ como ele alcançarem maior autonomia não só nos espaços culturais, mas também em casa, ao ver televisão.

Em 2006, Paulo participou da elaboração da Portaria 310, que define normas de acessibilidade para pessoas com deficiência na programação das televisões. A portaria do Ministério das Comunicações previa legendagem de som e interpretação na linguagem de sinais (Libras) para surdos e audiodescrição para cegos. No início, a audiodescrição deveria ser oferecida duas horas por dia nas emissoras de televisão, chegando, em dez anos, a 100% da programação. Mas acabou se limitando a, inicialmente, duas horas por semana, chegando a 20 em dez anos. Como parte dessa progressão, no último 1º de julho passou a ser obrigatório, para as emissoras de TV abertas brasileiras, oferecer quatro horas semanais de programação audiodescrita.

Apesar de a acessibilidade para cegos e surdos ainda não ser regra na TV, mesmo que timidamente já chegou a outros espaços culturais. “Para as emissoras, para as quais existia a obrigação legal, houve uma resistência enorme. Já para cinema, teatro, seminários, palestras, em que não existe nenhuma lei que obrigue a audiodescrição até o momento, já temos pessoas fazendo espontaneamente”, compara Paulo Romeu. “Há uma sensibilização. O produtor de teatro que resolveu fazer uma exibição com audiodescrição vê aquela quantidade de pessoas sentadas na plateia usando o fone de ouvido, rindo e chorando junto com os outros durante a peça.”

Adaptação

Segundo o Censo 2010, dos 5.565 municípios brasileiros apenas 829 têm alguma legislação no que se refere à adaptação de espaços culturais, artísticos e desportivos para facilitar o ingresso, locomoção e acomodação de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. E isso não significa que essas cidades possuem legislação voltada para aqueles que têm deficiência visual ou auditiva. Na maioria das vezes, quando se menciona a acessibilidade nesse tipo de espaço, pensa-se prioritariamente em rampas.

Mesmo assim, museus como o do Futebol e a Pinacoteca do Estado, em São Paulo, e o Teatro Carlos Gomes, no Rio de Janeiro, além de galerias ou exposições pontuais, já fazem parte do roteiro cultural de muitas pessoas com deficiência visual ou auditiva. O Teatro Carlos Gomes, por exemplo, ofereceu 24 apresentações acessíveis de março de 2012 a abril deste ano, com cerca de 50 pessoas com deficiência por sessão, segundo a assessoria de imprensa.

É para esse tipo de atividade que o grupo Terra São Paulo promove passeios. O programa é definido de acordo com a oferta de eventos, mas, em geral, são saídas de quatro horas para visitar exposições, ver peças teatrais e filmes. Cada pessoa com deficiência é acompanhada por um voluntário que dispõe de todos os sentidos. “A ideia é que haja uma grande troca. Do mesmo modo que um voluntário tem coisas a apresentar para uma pessoa com deficiência, este também tem muito a contar para o voluntário”, diz Ricardo Panelli, criador do grupo.

“Para você ser um cidadão completo, não basta só trabalhar e ir embora para casa. Pessoas com deficiência têm acesso muito restrito para participar efetivamente da sociedade. Nosso objetivo é de contribuir e facilitar o acesso a esses eventos.”

Um dos passeios que o grupo organizou foi ao Festival Melhores Filmes, promovido em abril pelo CineSesc. Tradicional em São Paulo desde 1974, o evento passou a ter audiodescrição e open caption, a legendagem, em 2010. Na edição de 2013, todos os 40 filmes exibidos em mais de 100 sessões contaram com audiodescritores fazendo as narrações ao vivo.

O diretor da empresa que promoveu os serviços ao festival, Mauricio Santana, afirma que o profissional da audiodescrição deve ter amplo entendimento sobre a deficiência visual. “O audiodescritor vem da área de comunicação, letras, tradução e afins. Ele tem de ter percepção e sensibilidade diferenciadas, conhecer a linguagem do cinema, ter facilidade de improvisação, repertório e vocabulário amplos. Principalmente quando está roteirizando, se colocar no lugar da pessoa com deficiência para narrar o que é fundamental para o entendimento.”

Segundo Santana, o custo médio da audiodescrição para um filme de 120 minutos, por exemplo, é de R$ 3 mil a R$ 4 mil, o que engloba o processo de roteirização, revisão, consultoria de uma pessoa com deficiência, produção de estúdio, o trabalho do audiodescritor-ator e a finalização.

Usuário do recurso, Paulo Romeu questiona por que não haver mais oferta desses serviços de acessibilidade: “O que significa o custo da audiodescrição no orçamento de um filme? E em comparação com o que uma rede de TV paga de direitos autorais para os filmes que ela apresenta?” Quem não vê ou ouve acha que há um enorme valor. “Significa autonomia. A primeira vez que vi um filme com audiodescrição, coloquei o DVD e não precisei pedir a ninguém que acessasse o menu por mim.

Depois de tantos anos, me senti gente”, diz. Christine Villa, responsável pela programação do CineSesc, afirma que não há previsão para tornar toda a programação do cinema acessível. “Nossa intenção é democratizar as sessões e o nosso espaço e tornarmos o festival totalmente acessível. O Sesc percebeu que existe uma demanda de público que necessita desses recursos. A edição de 2013 apresentou um aumento significativo desses espectadores. Ainda é complicado expandirmos o serviço para toda a programação. Mas entendemos o Festival Melhores Filmes como um primeiro passo.”

Fora do eixo Rio-São Paulo, no entanto, a oferta de eventos culturais com recursos acessíveis é bem menor. É o caso de Fortaleza, segundo Vera Lúcia Santiago, professora do Programa de Pós-Graduação em Educação e em Linguística da Universidade Estadual do Ceará. Vera observa que a maioria dos produtores culturais não se preocupa em tornar seus produtos acessíveis, embora o Brasil disponha de profissionais altamente qualificados, que acabam encontrando dificuldade em conseguir trabalho e migrando para outras profissões.

“Já formei muitos alunos comprometidos com a audiodescrição, com a pesquisa e a acessibilidade. Fiz várias ações aqui no teatro, no cinema, no DVD, em exposições, espetáculos de dança. Os produtores se sensibilizaram, mas agora não querem pagar pelo serviço”, critica. “Uma maneira de resolver isso seria o governo colocar como contrapartida dos financiamentos de projetos culturais que os agraciados em editais tornassem seus produtos acessíveis”, sugere a professora.

Na opinião de Eduardo Cardoso, do Núcleo Interdisciplinar para Cultura Acessível da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), falta uma efetiva implementação das políticas públicas de inclusão existentes, já que o Brasil tem uma enorme legislação a respeito da acessibilidade. “Especificamente no caso das políticas de cultura acessível, a gente tem algumas iniciativas, mas há muito a ser feito ainda, principalmente no que se refere à maneira que serão postas em prática. É através de políticas que a gente começa a planejar o que é possível, viável e esperado.”

Fonte: Revista do Brasil – Número 85, Julho 2013

http://www.redebrasilatual.com.br/revistas/85/chega-de-shhhhh-6717.html

Iguale faz AD e LIBRAS para o longa ‘Selkirk, o verdadeiro Robinson Crusoé’

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a responsável pela audiodescrição (AD) e LIBRAS do longa-metragem ‘Selkirk, o verdadeiro Robinson Crusoé’ em exibição na mostra itinerante “Tournier em Movimento: a expressão da animação uruguaia”, em cartaz de 2 a 7 de julho, em São Paulo, de 9 a 14 de julho, no Rio de Janeiro, e em Brasília, de 17 a 21 de julho.

A inserção da audiodescrição e da LIBRAS no longa-metragem Selkirk permite que pessoas com deficiência visual e auditiva confiram com riqueza de detalhes um dos filmes produzidos pelo consagrado animador de stop motion uruguaio, Walter Tournier.

A exibição do filme de animação “Selkirk, o verdadeiro Robinson Crusoé” é inédita em salas comerciais. Este é o primeiro longa-metragem em stop motion produzido na América Latina, eleito 2º Melhor Longa Adulto pelo Júri Popular do Anima Mundi 2012.

O longa narra a história do pirata Alexsander Selkirk, abandonado em uma ilha deserta pelo seu navio em 1700, história que inspirou Daniel Dafoe a escrever seu Robinson Crusoé. É uma coprodução entre Uruguai, Chile e Argentina, criada com técnica mista: stop motion para os bonecos e o cenário, 3D para o fundo do mar, o céu e parte da ilha.

Descrição da imagem:  Selkirk, um pirata magro, de pele branca e barba e cabelos ruivos, está sobre uma das muitas pedras à beira mar perto de uma grande encosta. Ele usa bandana na cabeça e um brinco de argola na orelha direita. O pirata observa atentamente o oceano e segura na mão direita uma lança feita de madeira. Ao fundo, poucas nuvens no céu azul e sete pássaros que voam em formação.

O evento é gratuito, com exceção no Rio de Janeiro, onde será cobrado o valor simbólico de R$ 2 por sessão. Palestras e oficinas, bem como materiais utilizados, também terão caráter gratuito. As exibições acontecem nas dependências da Caixa Cultural das três cidades. Além das sessões dos filmes, estão em exposição materiais originais das obras em cartaz, como bonecos, maquetes e desenhos conceituais.

A mostra é direcionada para o público infantil e adulto, bem como profissionais da animação. As sessões também são dubladas e legendadas em português, conforme indicado na programação, além de catálogos em português e em braile, com textos, sinopses, fichas técnicas e imagens.

Além de exibições de filmes, a mostra oferece oficinas e bate-papo, tendo o próprio Walter Tournier como tema e participante ativo.

Confira a programação completa no site: www.tournieremmovimento.com.br.

Selkirk, longa de animação do cineasta uruguaio Tournier, terá audiodescrição e LIBRAS em mostra itinerante

Os públicos de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília poderão conferir em julho o trabalho do animador Walter Tournier; filme ainda não exibido em salas comerciais terá recursos inclusivos

Promover a acessibilidade cultural. Este é o objetivo da Caixa Cultural e da Split Filmes ao incluírem a audiodescrição (AD) e a Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS no longa-metragem de animação “Selkirk, o verdadeiro Robinson Crusoé”, do cineasta uruguaio Walter Tournier. O filme será exibido na mostra itinerante “Tournier em Movimento: a expressão da animação uruguaia”, que desembarca pela primeira vez ao Brasil.

De 3 a 21 de julho, a mostra passará por São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, oferecendo ao público exibições de filmes, oficinas e bate-papo. E mais, Tournier estará presente não só como tema, mas também como participante ativo. Especificamente no caso do longa-metragem, Vanessa Remonti, coordenadora da mostra, explica que a Iguale Comunicação de Acessibilidade foi chamada para desenvolver a audiodescrição e LIBRAS para que o público com deficiência visual e auditiva tenha melhor entendimento do belo trabalho do cineasta.

“Selkirk, o verdadeiro Robinson Crusoé” é o primeiro longa-metragem em stop motion produzido no Uruguai, eleito 2º Melhor Longa Adulto pelo Júri Popular do Anima Mundi 2012. O filme narra a história do pirata Alexsander Selkirk, abandonado em uma ilha deserta em 1700, inspiração de Daniel Dafoe para escrever Robinson Crusoé. O longa, uma coprodução entre Uruguai, Chile e Argentina, foi criado com técnica mista: stop motion para os bonecos e o cenário; 3D para o fundo do mar, o céu e parte da ilha.

Além da LIBRAS e da audiodescrição, as sessões serão dubladas e legendadas em português, conforme indicado na programação. Catálogos em português e em braile, com textos, sinopses, fichas técnicas e imagens, também foram confeccionados. Encerrando a programação, em cada cidade, Tournier realizará um bate-papo animado, trocando ideias com os presentes sobre suas obras e técnicas de animação.

O evento será gratuito, com a exceção do Rio de Janeiro, onde será cobrado o valor simbólico de R$ 2 por sessão. Exposição, palestras e oficinas, bem como materiais utilizados, também terão caráter gratuito. As exibições serão realizadas nas dependências da Caixa Cultural das três cidades. Além das sessões dos filmes, estarão em exposição materiais originais das obras em cartaz, como bonecos, maquetes e desenhos conceituais.

Sinopse

Selkirk, o Verdadeiro Robison Crusoé – Selkirk, um pirata rebelde e egoísta, é tripulante do Esperanza, galeão inglês que viaja pelos mares em busca de tesouros. Na falta de navios inimigos, os corsários se divertem apostando em jogos de azar. Em pouco tempo, Selkirk depena a tripulação, ganhando a inimizade de todos, principalmente a do Capitão Bullock, que decide sepultar seus desejos de vingança e sua ambição desmedida e encarar uma nova maneira de enxergar o mundo.

Ficha técnica

Ano de produção: 2012
Duração: 80 min
Direção: Walter Tournier
Coprodução: Tournier Animation La Suma (Uruguai)
Maíz Producciones (Argentina) / Cineanimadores (Chile)
Audiodescrição e LIBRAS: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Agenda

São Paulo de 3 a 7 de julho de 2013
CAIXA Cultural
Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo/SP
Terça-feira a domingo, das 9 às 20h.

Rio de Janeiro de 10 a 14 de julho de 2013
CAIXA Cultural
Avenida Almirante Barroso, 25.
Terça-feira a domingo, das 9 às 20h.

Brasília de 17 a 21 de julho
CAIXA Cultural
SBS- Quadra 4 – Bloco A Lote 3/4 Asa Sul – Brasília – DF
Terça-feira a domingo, das 9 às 21h.
Site da mostra: www.tournieremmovimento.com.br

2º Encontro Nacional de Audiodescrição em Juiz de Fora

 

 

Maurício Santana e Leo Rossi estão desde quinta-feira, 13 de Dezembro, representando a Iguale no 2º Encontro Nacional de Audiodescrição que acontece até o próximo dia 15,  na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

O evento é promovido pela Coordenação de Acessibilidade Educacional, Física e Informacional (Caefi) e conta com palestras e oficinas. No mesmo período também será realizado o 3º Encontro de Acessibilidade.

Os temas discutidos no evento serão: A Implementação da Audiodescrição nos Diversos Segmentos, Profissionalização do Audiodescritor e o Mercado de Trabalho, além de oficinas sobre a audiodescrição no cinema, no teatro e na TV.

Hoje,  dia 14 de Dezembro às 14h Leo Rossi ministrará a Oficina AUDIODESCRIÇÃO NA TV em conjunto com Klístenes Bastos Braga (Fortaleza).

Ainda hoje das 15h30 às 17h Maurício Santana coordenará a mesa: COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO AUDIODESCRITOR. E no sábado das 09h00 – 10h30 fará uma palestra na MESA REDONDA: IMPLEMENTAÇÃO DA AUDIODESCRIÇÃO NOS DIVERSOS SEGMENTOS – FOCO NO PRODUTOR DE AUDIODESCRIÇÃO.

 

Confira a programação completa no link: http://www.gime.ufjf.br/gime/programacao-do-2o-encontro-nacional-de-audiodescricao-e-divulgada