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Homenagem da Iguale ao Dia da Deficiência Intelectual

Descrição do vídeo: o intérprete de LIBRAS, Rimar Segala, está em frente a um fundo preto e sinaliza o texto falado, juntamente com a exibição sincronizada das legendas descritivas. Ele é magro, tem a pele branca, olhos castanhos e o cabelo bem curto. O logotipo da Iguale Comunicação de Acessibilidade está no canto superior direito da tela: formado pela palavra “Iguale” escrita dentro de um círculo de linha fina, ambos na cor branca, tem o pingo da letra “i” representado pelo símbolo matemático de igual, na cor verde. O mesmo logotipo estampa a camisa polo preta que o tradutor-intérprete está usando.

 

Revisão cognitiva e consultoria de audiodescrição são diferenciais na Comunicação de Acessibilidade

Como empresa especializada em Comunicação de Acessibilidade, a Iguale cuida de todas as etapas do desenvolvimento dos recursos acessíveis, incluindo a revisão antes de apresenta-los aos clientes

13 de abril de 2015 - Viabilizar o desenvolvimento e a produção de recursos inclusivos, na Comunicação de Acessibilidade, para permitir o acesso ao conteúdo exibido pelos meios de comunicação e de cultura, nas suas mais diferentes manifestações, às pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectual, tem sido um trabalho cada vez mais recorrente no mercado brasileiro. Agências, produtoras e empresas dos mais diferentes segmentos têm buscado esses recursos para ampliar a efetividade das suas marcas, produtos e serviços a um público ávido por informações assertivas. Entretanto, os recursos inclusivos não só exigem especialização e conhecimento por parte dos seus desenvolvedores, como também precisam ser avaliados quanto à eficiência e qualidade. Porque tão importante quanto viabilizá-los, é apresentar um conteúdo que comunique com riqueza de informações e detalhes, permitindo a desejada autonomia.

Por isso, antes de detalhar o que é a revisão cognitiva de audiodescrição, Mauricio Santana, diretor da Iguale Comunicação de Acessibilidade, explica para quais recursos a revisão é fundamental para a excelência do produto final. São eles: a LIBRAS (Linguagem Brasileira de Sinais), as legendas open caption e closed caption, a audiodescrição e a acessibilidade web. Tanto a LIBRAS quanto as legendas atendem as necessidade das pessoas com deficiência auditiva. Já a audiodescrição, que compreende a tradução audiovisual intersemiótica (do visual para o verbal) de cenas e outros elementos de uma obra audiovisual, é feita para a pessoa com deficiência visual e intelectual. E a acessibilidade web, por sua vez, atende a todos os públicos, já que providenciar uma programação diferenciada para portais e websites pode oferecer uma experiência ainda mais rica, tanto na usabilidade quanto na navegabilidade dos mesmos.

E para que todos estes recursos atendam a contento o público para o qual se destinam, a revisão cognitiva é fundamental. Como explica Paulo Augusto Colaço Monte Alegre, consultor e revisor cognitivo de audiodescrição da Iguale, além da revisão gramatical e de estilo literário, entre outros elementos relacionados à linguagem, a revisão de audiodescrição considera o ponto de vista da pessoa com deficiência visual, ao respeitar uma série de aspectos. “Uma pessoa com visão normal pode imaginar que tais explicações são claras para um deficiente visual, quando não são, especialmente dada a diversidade de tipos de deficiência visual e idades que ocorrem, perfis culturais e educacionais, dentre outros fatores”, esclarece.

Monte Alegre, que é cego e que profissionalmente especializou-se como consultor e revisor de recursos inclusivos, explica que o profissional desta área, especialmente o revisor de audiodescrição, deve conhecer a diversidade do público com deficiência visual. Deve considerar as pessoas com baixa visão, as que perderam a visão e possuem memória das cores, as diferentes formações educacionais e assim por diante. Deve também ter formação cultural adequada ao conteúdo revisto. Conhecer cinema se revisa um filme; conhecer Literatura se revisa ilustrações de uma obra literária; conhecer temas das Ciências Exatas se revisa gráficos, organogramas, e assim por diante. É preciso ainda ter habilidades para o uso de linguagens sintéticas, sem ambiguidades e de estilo afinado à obra original.

Quando questionado sobre a principal diferença entre um projeto com revisão e outro que não possui, Monte Alegre afirma que o sem revisão tende a ignorar uma infinidade de detalhes que geralmente só são perceptíveis por alguém que conhece a deficiência visual na experiência cotidiana: nas atividades diárias, na escola, no trabalho, nos momentos de lazer, no contato com diversas mídias, entre outras.

Monte Alegre conta ainda que quase todos os tipos de projetos que envolvem informação visual podem ser descritos, como por exemplo, as imagens em produtos audiovisuais, fotos, desenhos, pinturas, esculturas, obras arquitetônicas em livros, revistas, ou em espaços expositivos. Uma das principais carências de audiodescrição e outras adaptações acessíveis é, hoje, segundo o especialista, nos materiais didáticos para crianças, jovens e adultos.

No mercado desde 2008, como empresa pioneira em Comunicação de Acessibilidade no país, a Iguale revisa criteriosamente cada um dos projetos dos seus clientes. Entre os mais recentes, Monte Alegre destaca a “biografia musical” retratando a vida e a obra da cantora Elis Regina para o espetáculo Elis A Musical. “Foi um trabalho importante e desafiador, porque a obra possuía elementos cênicos muito diversos, como dança, representações de programas de televisão, e por isso exigiu que a audiodescrição fosse ainda mais sintética para não atrapalhar a experiência musical da plateia e não suprimir informações essenciais”, relata. Outro trabalho prazeroso para a equipe da Iguale foi a aplicação dos recursos acessíveis no material da campanha Incluir Brincando, produzido pela TV Cultura e Vila Sésamo. “Inclusivo, divertido e que também exigiu enorme poder de síntese”, ressalta o revisor.

Paulo Monte Alegre é especialista em revisão cognitiva da Iguale

Paulo Monte Alegre é especialista em revisão cognitiva da Iguale

Descrição da foto: O consultor e revisor de audiodescrição da Iguale Comunicação de Acessibilidade, Paulo Monte Alegre, está em uma das salas da Iguale, sentado em frente a uma mesa de vidro, na qual estão alguns objetos e equipamentos: a bengala branca dobrada, um notebook, o monitor de vídeo sobre um aparelho reprodutor de DVD e caixas de som. Um roteiro de audiodescrição está aberto na tela do computador e um filme está sendo exibido no monitor atrás do consultor. Paulo tem 47 anos, é magro, de pele branca e cabelos curtos e pretos. Usa uma blusa de frio azul. Ele tem os lábios contraídos e o pescoço levemente esticado, sugerindo estar dizendo algo no momento em que a foto foi registrada.

Sobre a Iguale Comunicação de Acessibilidade

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a primeira empresa do Brasil criada exclusivamente para pensar e desenvolver soluções assistivas completas em comunicação para pessoas com algum tipo de deficiência. Fundada em 2008, em São Paulo, pelo publicitário, professor universitário e empresário Mauricio Santana, a empresa é precursora do conceito de Comunicação de Acessibilidade do país. Entre os recursos que a empresa disponibiliza ao mercado estão a audiodescrição, as legendas closed caption e open caption, LIBRAS, Voice Over, Acessibilidade Web e participação efetiva em muitos projetos com foco em acessibilidade.

Para saber mais acesse: www.iguale.com.br

Liliana Liberato

Assessora de Imprensa

Iguale Comunicação de Acessibilidade

imprensa@iguale.com.br

(11) 9 7999-2802

DVDs e Blu-rays com audiodescrição aproximam crianças com deficiência visual do mundo lúdico dos filmes infantis

Quando produzidos com este recurso inclusivo, permitem que o conteúdo audiovisual seja de fato compreendido pela criança com deficiência visual

São Paulo, 11 de outubro de 2013 – Como é conhecimento, crianças com deficiência visual aprendem a ler com a ajuda do Braile; sistema de leitura com tato para cegos. Mas e no caso dos filmes? Como conseguem compreender com o máximo de detalhes o que se passa em uma história cinematográfica? Essa questão já foi resolvida com a ajuda da audiodescrição (AD), recurso que traduz do visual para o verbal os cenários, as ações, os figurinos, dentre outros elementos que não fazem parte dos diálogos das personagens. O que falta, no entanto, é a sua inserção ainda no processo de confecção dos DVDs e Blu-rays, para que cheguem às lojas já contendo este benefício à disposição da pessoa com deficiência visual.

Para Bianca Chaló, mãe de uma menininha de apenas quatro anos com deficiência visual, encontrar DVDs e Blu-rays com audiodescrição à venda, seja pela Internet, seja em lojas físicas, é algo muito difícil. Moradora de Bauru, Bianca diz que desde que passou a procurar por filmes infantis com audiodescrição encontrou bem poucos. Atualmente possui apenas quatro, sendo três deles da Turma da Mônica. “Antes de conviver com a deficiência visual eu desconhecida a existência deste recurso inclusivo tão importante para a pessoa com deficiência ter acesso ao conteúdo audiovisual de modo mais completo. No entanto, desde que eu soube da existência da audiodescrição, passei a buscar filmes que contenham o recurso e dificilmente encontro, pois são poucos os que saem com ele das distribuidoras”, relata.

Nicole

Segundo Bianca, a quase inexistente inserção do recurso de audiodescrição nos filmes infantis torna o acesso ao conteúdo, tanto por parte da sua filha, quanto do público infantil, de um modo geral, preocupante. “A Nicole adora assistir filmes com o irmão que não tem a deficiência, mas muitas vezes se recusa porque não consegue entender o contexto da obra devido a falta do recurso na maioria deles. Quando o DVD não tem a audiodescrição eu fico do lado, tentando descrever o que se passa, mas isso nem sempre é possível porque tenho que cuidar das tarefas da casa, e quando isso ocorre ela fica triste, se recusa”, conta a mãe.

 Linguagem & palavras

Além da escassez de filmes com AD, Bianca já notou alguns cuidados que devem conter os filmes com o recurso. Um, que considera muito importante, é a contextualização da história antes do início da exibição; uma introdução, para ajudar a criança entender do que trata o enredo do filme. Outro ponto é o cuidado com a linguagem e a escolha das palavras, principalmente para crianças até cinco anos. Segundo Paulo Romeu, responsável pelo Blog da Audiodescrição e militante pela acessibilidade da pessoa com deficiência visual, há diferenças no desenvolvimento da audiodescrição infantil e adulto, começando pela entonação da narração e a elaboração de um roteiro apropriado. “A narração tem de ser mais interpretada, com entonação apropriada ao público infantil. A linguagem precisa ser adequada à faixa etária e o ritmo deve fluir de acordo com o contexto do filme”, explica Paulo Romeu.

Atualmente no mercado nacional existem poucos filmes produzidos para o público infantil já com audiodescrição. Um exemplo dele é o Smurfs, lançado em agosto de 2011, pela Sony Pictures, com roteiro de audiodescrição da Iguale Comunicação de Acessibilidade. Outros também lançados com este recurso, no Brasil, foram: A Turma da Mônica, Muppts, Tá Chovendo Hambúrguer, Hotel Transilvânia, Castelo Ra-tim-bum e Matilda. No entanto, o número de filmes comercializados nos formados DVDs e Blu-rays para a criançada é muito pequeno diante da grande produção de obras cinematográficas lançadas todos os anos, em todo o mundo.

Ainda segundo Paulo Romeu, 90% dos filmes distribuídos no Brasil vêm dos EUA e cerca de 30% deles vêm com audiodescrição, mas não em português, o que os tornam também pouco acessíveis. “O ideal é que venham com a audiodescrição já em Língua Portuguesa”, ressalta. Bianca pretende engrossar a luta das pessoas com deficiência por seus direitos e um dos temas que faz questão de colocar na pauta é o da audiodescrição nos filmes infantis. “Eu acredito que os novos filmes já deveriam sair de fábrica com a audiodescrição. Ao deixarem de incluí-los, acabam excluindo as demais pessoas com deficiência visual de ter acesso ao conteúdo de suas obras, o que é injusto”, opina a mãe da pequena Nicole.

Mais informações:

Liliana Liberato

Assessora de Imprensa

(11) 9 7999-2802

imprensa@iguale.com.br

5º Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para as Pessoas com Deficiência

São Paulo, 1º de agosto de 2013 - Desde ontem acontece em São Paulo o 5º Encontro Internacional de Tecnologia e Inovação para as Pessoas com Deficiência, no Centro de Convenções Anhembi. Hoje, o evento contará com a participação do diretor da Iguale, Mauricio Santana, na mesa das 15h30, com o tema “Tecnologia Assistiva nas Telecomunicações, Mídia e Entretenimento”.

Neste momento, Santana e demais convidados falarão sobre os recursos tecnológicos de acessibilidade disponíveis para a comunicação inclusiva na televisão, rádio, cinema e internet; e como são aplicados em peças de teatro, museus, shows, competições esportivas e eventos em geral. Além de explanarem sobre o que determina a legislação brasileira.

Para o diretor da Iguale o encontro é um momento importante para todos os envolvidos com o tema, nas suas mais diferentes vertentes. Ele reúne especialistas e interessados para troca de informações que contribuem para a reflexão e debates acerca dos temas relacionados à acessibilidade.

Especialmente nesta edição, ao falar sobre tecnologia assistiva nas telecomunicações, mídia e entretenimento, a intenção é contribuir com esclarecimentos relacionados à aplicação dos recursos e soluções inovadoras em espaços, públicos ou privados, para garantir o acesso, o direito à informação e à inclusão da pessoa com deficiência.

Para saber mais acesse:  http://5encontro.sedpcd.sp.gov.br/programacao.php

TV aberta: programação audiodescrita passa para 4h semanais a partir de hoje

O aumento do número de horas é um avanço, mas ainda é pouco diante da quantidade de conteúdo apresentado diariamente pelas emissoras

 Vale a partir desta segunda-feira, dia 1º de julho, o disposto na Portaria n.o 188, do Ministério das Comunicações, que obrigada as emissoras de TV aberta ampliar de 2h para 4h semanais a programação audiodescrita. A audiodescrição é um recurso acessível que compreende a narração, em língua portuguesa, integrada ao som original da obra audiovisual, contendo descrições de sons e elementos visuais e quaisquer informações adicionais que sejam relevantes para possibilitar a melhor compreensão desta, por pessoas com deficiência visual e intelectual.

“A ampliação do horário é importante e representa um avanço na luta dos direitos da pessoa com deficiência. Nós que trabalhamos nesta área e acompanhamos a legislação sabemos que ainda há muito o que avançar, mas são essas conquistas que fazem o país oferecer condições cada vez mais iguais aos seus cidadãos. Na Inglaterra, por exemplo, algumas emissoras já oferecem 50% da programação com audiodescrição, sendo que a lei exige 10%. O nosso desejo é que essa seja uma realidade também no Brasil, futuramente”, argumenta Mauricio Santana, diretor da Iguale Comunicação de Acessibilidade.

O aumento do número de horas vem a atender um dos anseios da pessoa com deficiência, no que se refere a ter mais acesso e melhor entendimento do conteúdo produzido pelas emissoras de TV; como novelas, programas humorísticos, jornalísticos, esportivos, infantis, de variedades, seriados, dentre outros. Além dos filmes publicitários (comerciais) exibidos durante os intervalos das programações. No entanto, mesmo com a ampliação, a carga horária ainda é pequena, devido à grande quantidade de material que as emissoras de TV, em todo o país, disponibilizam aos espectadores, diariamente.

 

Audiodescrição chega a 4 horas semanais na TV aberta

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O que você precisa saber sobre pessoas com deficiência

A partir do dia 1º de julho, as emissoras de TV aberta do Brasil serão obrigadas a manter em sua programação, durante 4 horas por semana, os recursos da audiodescrição. A determinação faz parte de uma portaria do Ministério das Comunicações. A exigência atual é de 2 horas semanais.
Voltada às pessoas com deficiência visual, a audiodescrição é a descrição clara e objetiva de expressões faciais e corporais, informações sobre o ambiente, figurinos, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço, leitura de créditos, títulos e qualquer informação escrita na tela. O recurso surge entre os diálogos e nas pausas entre as informações sonoras, mas não se sobrepõe ao conteúdo relevante. Nos aparelhos novos, pode ser encontrado pela sigla AD no menu de configurações.
Apesar de não haver determinação sobre horários ou tipos de programas, há uma boa expectativa de que essa ampliação seja distribuída em novelas, programas humorísticos, jornalísticos, esportivos, infantis, seriados e até nos intervalos comerciais, especialmente no horário nobre.
“É um avanço na luta dos direitos da pessoa com deficiência no Brasil. Na Inglaterra, por exemplo, algumas emissoras já oferecem 50% da programação com audiodescrição, sendo que a lei exige 10%”, diz Mauricio Santana, diretor da Iguale, empresa de comunicação de acessibilidade.
No Censo IBGE 2010, cerca de 35 milhões pessoas declararam ter algum tipo de deficiência visual.

Fonte: Blog Vencer Limites – Estado de S.Paulo
14 de junho de 2013

Iguale assina audiodescrição do programa Infortúnio da MTV

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a produtora responsável pela audiodescrição da MTV Brasil, desta vez produzindo o recurso acessível para o programa Infortúnio.

Sempre com dois convidados reais em entrevistas inusitadas com a depressiva Funérea, a apresentadora, o programa inédito vai ao ar todas as terças-feiras, às 22h.

2º Encontro Nacional de Audiodescrição em Juiz de Fora

 

 

Maurício Santana e Leo Rossi estão desde quinta-feira, 13 de Dezembro, representando a Iguale no 2º Encontro Nacional de Audiodescrição que acontece até o próximo dia 15,  na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

O evento é promovido pela Coordenação de Acessibilidade Educacional, Física e Informacional (Caefi) e conta com palestras e oficinas. No mesmo período também será realizado o 3º Encontro de Acessibilidade.

Os temas discutidos no evento serão: A Implementação da Audiodescrição nos Diversos Segmentos, Profissionalização do Audiodescritor e o Mercado de Trabalho, além de oficinas sobre a audiodescrição no cinema, no teatro e na TV.

Hoje,  dia 14 de Dezembro às 14h Leo Rossi ministrará a Oficina AUDIODESCRIÇÃO NA TV em conjunto com Klístenes Bastos Braga (Fortaleza).

Ainda hoje das 15h30 às 17h Maurício Santana coordenará a mesa: COMPETÊNCIAS PROFISSIONAIS DO AUDIODESCRITOR. E no sábado das 09h00 – 10h30 fará uma palestra na MESA REDONDA: IMPLEMENTAÇÃO DA AUDIODESCRIÇÃO NOS DIVERSOS SEGMENTOS – FOCO NO PRODUTOR DE AUDIODESCRIÇÃO.

 

Confira a programação completa no link: http://www.gime.ufjf.br/gime/programacao-do-2o-encontro-nacional-de-audiodescricao-e-divulgada

 

LUV MTV com AUDIODESCRIÇÃO da IGUALE

O mais novo programa de TV a ser exibido com o recurso da AUDIODESCRIÇÃO é o LUV MTV. Um programa de auditório exibido semanalmente pela MTV Brasil com a apresentação de Ellen Jabour. LUV MTV segue o mesmo estilo de programas como outros programas já exibidos pela emissora, como o Beija Sapo de Daniella Cicarelli e o Fica Comigo de Fernanda Lima. É o primeiro a utilizar redes sociais para unir os casais que se inscrevem através da internet.

Dias e Horários do LUV MTV:
Inedito: todas as quartas-feiras – 22h30
Reprises: Na própria quarta-feira – 00h30 /
sextas-feiras – 20h00 e domingos – 22h00