Filme “O Shaolin do Sertão” chega aos cinemas com aplicativo acessível MovieReading

A comédia nacional de ação e aventura em pleno sertão cearense já está em cartaz; o filme disponibiliza os recursos acessíveis de LIBRAS, audiodescrição e legendas no app

27 de outubro de 2016 – Já em cartaz nos cinemas, o longa-metragem cearense “O Shaolin do Sertão” garante a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva por intermédio do aplicativo MovieReading.  Para utilizar o app que no Brasil e na América do Sul é de responsabilidade da Iguale Comunicação de Acessibilidade, basta fazer o download no smartphone ou tablet e baixar os arquivos com os recursos que tem interesse em utilizar. A acessibilidade em mais esta obra cinematográfica é resultado da parceria com a ETC Filmes.

Como explica Mauricio Santana, diretor da Iguale, para o filme “O Shaolin do Sertão” estão disponíveis a audiodescrição, a interpretação em libras e as legendas para surdos e ensurdecidos (LSE). Para utilizá-los, é necessário ter um celular ou tablet com fones de ouvido e microfone. “Ao selecionar o arquivo do filme baixado no ambiente do MovieReading, e clicar no botão de comando, automaticamente o app sincroniza a audiodescrição, a LIBRAS ou a legenda ao áudio original. Esta inovação da tecnologia assistiva é algo que veio para mudar o modo como a pessoa com deficiência visual e auditiva assimila o conteúdo das obras audiovisuais e se relaciona com o universo do cinema”, salienta Santana.

Sem necessidade de conexão com a Internet no momento da exibição, o aplicativo e os recursos contidos no app MovieReading, depois de baixados, podem ser utilizados em qualquer lugar. Ou seja, em todas as salas de cinema onde o filme estiver sendo exibido e, posteriormente, em casa ou em qualquer outra plataforma onde venha a ser novamente exibido.

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A imagem apresenta no topo sobre o fundo azul o título do filme “O Shaolin do Sertão” e abaixo o personagem principal do filme. Ele é careca, usa uma faixa vermelha amarrada na cabeça, tem a mão direita posicionada à frente do peito com a palma virada para a esquerda; o braço esquerdo está direcionado para frente com a mão fechada como um soco. Abaixo há a mensagem sobre fundo amarelo “com acessibilidade através do app MovieReading Brasil”. Em seguida há os símbolos dos recursos de audiodescrição, legendas e LIBRAS – Lingua Brasileira de Sinais e o logotipo do aplicativo MovieReading Brasil com o site www.moviereadingbrasil..com.br

Sobre o filme

Ambientado em Quixadá nos anos 1980, o longa-metragem conta a história de Aluízio Li – Liduíno, interpretado por Edmilson Filho, um aficionado por artes marciais que vive com a cabeça no mundo das lutas de tanto assistir a filmes chineses; o que é motivo de chacotas em sua cidade natal. Neste contexto, Aluízio Li se vê diante de um grande desafio quando o lutador aposentado de vale-tudo Toni Tora Pleura, interpretado por Fábio Goulart, anuncia um tour de desafios aos valentões de várias cidades do interior do Ceará, incluindo Quixadá. O filme é dirigido pelo cineasta Halder Gomes, o mesmo de Cine Holliúdy.

Ficha Técnica

Produzido por Halder Gomes

Roteiro de L.G. Bayão

Escrito por Halder Gomes

Estrelando por Edmilson Filho.

Direção de Halder Gomes
Apresentando Bruna Hamú.

Participação especial de Fafy Siqueira. Com Dedé Santana, Marcos Veras, Falcão, Igor Jansen, Fábio Goulart, Frank Menezes, Cláudio Jaborandy, Haroldo Guimarães e grande elenco.

Gêneros: Comédia e Ação

Estúdio: ATC Entretenimentos

Recursos acessíveis e app: Iguale Comunicação de Acessibilidade via MovieReading, em parceria com a ETC Filmes.

Mais informações

Liliana Liberato

Assessora de Imprensa

Iguale Comunicação de Acessibilidade

imprensa@iguale.com.br

(11) 9 7999-2802

“Inclusão na tela” é o tema da edição de setembro do Cineclube Curta Cinema

Uma iniciativa do Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro, a terceira edição do cineclube exibe curtas sobre deficiência e acessibilidade

23 de setembro de 2016 – O Cineclube Curta Cinema chega à sua terceira edição na quinta-feira, 29 de setembro, com o tema “Inclusão na tela”, com a curadoria de Lara Pozzobon e Gustavo Acioli, diretores do Festival Assim Vivemos – festival internacional de filmes sobre deficiência – que, em 2017, comemora 15 anos, tendo se consolidado como referência nacional e internacional sobre o tema. A programação começa às 19h30, seguida de debate com os realizadores Paulo Halm, diretor de “O Resto é Silêncio”; Anna Azevedo, diretora de “Dreznica” e Simone Machado Lima, diretora e produtora de “Estrangeiros”, e do curador e mediador Gustavo Acioli. A entrada é gratuita, sujeita à lotação.

 O projeto é uma iniciativa do Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro em parceria com o Oi Futuro, e patrocínio da Oi, Petrobras, Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, e pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretária Municipal de Cultura e RioFilme.

 Responsável pela curadoria desta edição do Cineclube, Gustavo Acioli avalia que o público terá oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a deficiência, a partir da ótica da inclusão. Ele acredita que, por serem diferentes entre si, os curtas tem uma excelência no uso da linguagem.

Autor da novela “Totalmente Demais”, da Rede Globo, junto com Rosane Svartman, Halm é diretor e roteirista de “O resto é Silêncio”. Ele conta que os jovens e seu rito de passagem para a vida adulta, com suas descobertas, desafios, perdas e ganhos, sempre foram tema de seu interesse. Ao resolver abordar o tema, optou por personagens surdos, jovens que já conhecia por morar perto do Instituto Nacional de Educação de Surdos, no Rio. Assim, o curta foi interpretado por jovens surdos e falado em libras (com legendas). Na sua concepção, quase um filme mudo e que pudesse ser assistido tanto por surdos quanto por não surdos, onde ambos espectadores experimentassem as mesmas sensações.

 “O Resto é Silencio” se tornou um filme emblemático da questão da superação das diferenças, não só para os portadores de deficiência auditiva, mas para o grande conjunto das pessoas com necessidades especiais. Ao mesmo tempo, é um filme divertido, poético, que agrada a todos os públicos – diz o diretor Paulo Halm. – Acho que fui bem-sucedido porque “O Resto é Silencio” é meu filme mais premiado, no Brasil e no exterior.

 As exibições do Cineclube acontecem uma vez por mês, desde julho, onde a proposta foi discutir o feminismo e questões raciais, seguido de política tendo o cinema como instrumento. Já na edição de setembro a inclusão entra em cena, levando o público a debater, principalmente sobre acessibilidade.

 Sobre o Cineclube Curta Cinema

O Cineclube Curta Cinema foi criado pelo Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro em parceria com o Oi Futuro Ipanema em comemoração aos 25 anos do festival. Iniciado em junho de 2015, o Cineclube Curta Cinema apresenta mensalmente clássicos do curta-metragem nacional e de curtas inéditos. A exibição dos filmes é sempre acompanhada de debate aberto ao público com os realizadores e artistas convidados. O projeto Cineclube Curta Cinema é uma iniciativa do Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro em parceria com o Oi Futuro, e o patrocínio da Oi, Petrobras, Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, e pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretária Municipal de Cultura e RioFilme.

 Sobre o Curta Cinema

O Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Curta Cinema – desde 1991 tem sido uma das principais vitrines para o curta-metragem no país. A cada ano são exibidos cerca de 200 filmes dos mais diversos gêneros e nacionalidades. A programação consiste em mostras competitivas (nacional e internacional), panoramas regionais, programas temáticos, de gênero, e especiais. Além da exibição de filmes, o festival desenvolve atividades paralelas com caráter informativo e educativo, como workshop e oficina.

 Sobre o Oi Futuro 

O Oi Futuro é o instituto de responsabilidade social da Oi, que emprega novas tecnologias de comunicação e informação no desenvolvimento de projetos de educação, cultura, esporte, meio ambiente e desenvolvimento social. Desde 2001, suas ações visam democratizar o acesso ao conhecimento e reduzir distâncias geográficas e sociais, com especial atenção à população jovem.

 Na educação, os programas NAVE e Oi Kabum! usam as tecnologias da informação e da comunicação, capacitando jovens para profissões na área digital, fornecendo conteúdo pedagógico para a formação de educadores da rede pública, e fomentando o desenvolvimento de modelos inovadores. Já na área cultural, o Oi Futuro mantém dois centros culturais no Rio de Janeiro, com uma programação nacional e internacional de qualidade reconhecida e a preços acessíveis, além do Museu das Telecomunicações.

 O esporte é apoiado através de projetos aprovados pelas Leis de Incentivo ao Esporte, tendo sido a Oi a primeira companhia de telecomunicações a apostar nos projetos socioeducativos inseridos na Lei Federal. O programa Oi Novos Brasis completa seu escopo de atuação, reafirmando o compromisso do Instituto no campo da sustentabilidade, com o apoio e o desenvolvimento de parcerias com organizações sem fins lucrativos para a viabilização de ideias inovadoras que utilizem a tecnologia da informação e comunicação para acelerar o desenvolvimento humano.

 Serviço:

 Cineclube Curta Cinema – Inclusão na Tela

 Data: Quinta-feira, dia 29 de setembro.

Horário: 19h30

Local: Oi Futuro Ipanema – Rua Visconde de Pirajá, 54 – Ipanema, Rio de Janeiro.

Exibição seguida de debate.

Senhas serão distribuídas com 30 minutos de antecedência

Capacidade: 92 lugares

Classificação indicativa: 10 anos

 Programação:

O Resto é Silêncio – de Paulo Halm. 22 min. RJ. 2003.

Totalmente interpretado por adolescentes surdos, o filme conta o encontro de Lucas, um rapaz solitário. Aoconhecer Clara, a nova colega do colégio para deficientes auditivos, ele descobre que existem muitos outros meios de entender os sons que o mundo possui e isso muda aos poucos a sua vida.

Dreznica – de Anna Azevedo. 14 min. RJ. 2008.

Dreznica é o lugar onde a neve encontra o mar. Um filme construído com arquivos de Super 8. Uma lírica jornada através das imagens e sensações reveladas pela memória e pelos sonhos de pessoas que não enxergam.

 Estrangeiros – de Sonia Machado Lima. 20 min. RJ. 2011.

A fala tem poder e muitas vezes se impõe como forma superior de comunicação, forçando pessoas surdas a aprenderem a repetir sons que não conseguem ouvir. É um esforço tremendo – e desgastante. Até que, muitas vezes chega o momento em que o surdo descobre que foi inútil o tempo que tentou aprender algo que simplesmente não lhe servia.

 Para mais informações sobre o Cineclube:

Thays de Paula – thays.paula@agenciafebre.com.br (21) 2555-8913

Kátia Carneiro – katia.carneiro@agenciafebre.com.br 21- 2555-8918

Siga-nos no Twitter @agfebre e no facebook.com/agfebre

Filme estrelado por Marília Pêra e Samantha Schmutz estreia nos cinemas contendo o app MovieReading

“Tô Ryca!” é mais uma obra cinematográfica com acessibilidade graças a parceria com a ETC Filmes

 São Paulo, 21 de setembro de 2016 – “Tô Ryca!” chega aos cinemas de todo o Brasil nesta quinta-feira, dia 22 de setembro, e promete fazer o espectador rir e também se emocionar. Isso porque é o primeiro filme em que a atriz Samantha Schmultz, reconhecida por sua veia humorística, atua como protagonista, e o último longa-metragem da atriz Marília Pêra, que faleceu em dezembro passado. E mais: o filme tem os recursos de acessibilidade produzidos pela Iguale Comunicação de Acessibilidade app MovieReading.

O filme pode ser visto por todos os públicos, explica Mauricio Santana, diretor da Iguale, já que para ele foram produzidos a LIBRAS, para as pessoas com deficiência auditiva, a audiodescrição, para as pessoas com deficiência visual e intelectual, e as legendas descritivas para surdos e ensurdecidos. Todos esses recursos podem ser acessados por meio do aplicativo MovieReading, que no Brasil e América do Sul tem a chancela da Iguale.

“Ao decidir pela produção dos recursos de audiodescrição, legendas e LIBRAS, os responsáveis pela produção e distribuição do filme contribuem sobremaneira para que a pessoa com deficiência compreenda com riqueza de detalhes as situações contidas na obra, muitas vezes imperceptíveis para quem não vê ou não ouve, por exemplo. Uma importante iniciativa para tornar os filmes nacionais acessíveis, já que os recursos disponíveis no MovieReading têm acesso gratuito em celulares ou tablets e a sala de exibição não depende de instalação rede Wi-fi, o que permite ser utilizado em todas as salas de cinema onde for exibido”, completa Santana.

Ao baixar o app MovieReading em seu aparelho, o usuário pode acionar legendas, LIBRAS e audiodescrição que serão sincronizadas, em tempo real ao filme, através do reconhecimento de áudio. Para usar o app com o recurso da audiodescrição, é necessário ter fones de ouvido conectados ao aparelho. O MovieReading sincroniza os arquivos de acessibilidade com o som do filme em exibição através do reconhecimento do áudio, portanto uma dica é ter cuidado para não obstruir a captação do microfone do celular ou tablet. O microfone é o mesmo que transmite a voz para outra pessoa em uma ligação telefônica.

Sinopse “Tô Ryca!”

A vida dura de frentista pode estar com os dias contados para Selminha (Samantha Schmütz). Tudo porque ela pode pôr a mão numa herança. Mas para isso, seu tio de quem herdou a fortuna estipula um desafio. Selminha tem de gastar R$ 30 milhões em 30 dias. No entanto, nessa corrida contra o tempo, a frentista precisa fazer isso em segredo e não juntar itens comprados. Se conseguir, ela ficará com a herança de R$ 300 milhões.

Agenda

Estreia: 22 de setembro 2016

Em salas de cinema de todo o Brasil.

Ficha técnica

Diretor: Pedro Antonio

Elenco: Samantha Schmutz, Katiuscia Canaro, Marcelo Adnet, Marília Pêra, Anderson Di Rizzi, Marcus Majella.

Gênero: comédia

Distribuidora: Paris Filmes

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade.

‘Semanas de Dança 2016’ do CCSP terão espetáculos com o recurso inclusivo de audiodescrição

Espetáculos das companhias << à fleur de peau>> e Brasílica serão acessíveis às pessoas com deficiência

15 de setembro de 2016 – Durante as “Semanas de Dança 2016”, evento de maior significância na área de dança do CCSP – Centro Cultural São Paulo, as companhias << à fleur de peau>> e Brasílica terão coreografias contempladas pelo recurso de audiodescrição produzido pela Iguale Comunicação de Acessibilidade. Assim, pessoas com deficiência visual e intelectual poderão ouvir as descrições dos movimentos e gestos dos bailarinos durante as apresentações, feito que os ajuda sobremaneira na compreensão de tudo aquilo que não é verbal.

Segundo os organizadores, a cia Brasílica apresentará no dia 17, às 21h, o espetáculo ‘Brasílica Extemporâneo’, com concepção de Lucila Poppi e direção geral de Deca Madureira. A partir de indagações e atravessamentos gerados nos encontros de corpos com vivências distintas, a companhia busca o movimento para o novo, com marcas e reflexos do que foi, desenvolvendo esta obra sobre a suspensão de muitos tempos, para dar espaço ao que está por vir, ao inesperado.

Já no dia 18, às 20h, os coreógrafos Michael Bugdahn e Denise Namura, diretores da companhia francesa << à fleur de peau>>, apresentarão três peças coreográficas. A primeira, uma variação em torno de uma canção de Jacques Brel, trata do indivíduo na sua mais profunda intimidade. A segunda (Ser e Parecer), aborda o parecer e as aparências, e propõe uma reflexão dançada sobre a imagem; e a terceira (Além do tempo), apresenta trechos de obras selecionadas do repertório, representando uma confusão de sentimentos que traçam a trajetória da companhia dançada pelos coreógrafos.

Descrição da imagem #pracegover: A imagem é formada pelo título sobre um retângulo preto no topo e o fundo branco. No título está escrito “Espetáculos de Dança Acessíveis”. Abaixo, as informações “Audiodescrição nas apresentações: 17/09 (Sábado) às 21h - Espetáculo Brasílica Extemporâneo (Cia Brasílica) - Duração: 55 min - Local: Centro Cultural São Paulo. 18/09 (Domingo) às 20h - Espetáculo Si un jour je te quitte je te garderai en moi à nu à vif à jamais, Être et paraître, Au-delà du temps (cie. « à fleur de peau ») - Duração: 75 min - Local: Centro Cultural São Paulo. Ao lado da informação de cada dia há uma foto do espetáculo correspondente. Na primeira foto há três pessoas em pé, duas mulheres e um homem, todos têm a roupa formada por retalhos de panos, estão descalços e olham para frente. Na segunda foto, há um homem e uma mulher com os corpos curvados para o lado. O homem tem os braços cruzados e a mulher, o braço direito dobrado apoiando o esquerdo que está tocando a boca.

Descrição da imagem #pracegover: A imagem é formada pelo título sobre um retângulo preto no topo e o fundo branco. No título está escrito “Espetáculos de Dança Acessíveis”. Abaixo, as informações “Audiodescrição nas apresentações: 17/09 (Sábado) às 21h – Espetáculo Brasílica Extemporâneo (Cia Brasílica) – Duração: 55 min – Local: Centro Cultural São Paulo. 18/09 (Domingo) às 20h – Espetáculo Si un jour je te quitte je te garderai en moi à nu à vif à jamais, Être et paraître, Au-delà du temps (cie. « à fleur de peau ») – Duração: 75 min – Local: Centro Cultural São Paulo.
Ao lado da informação de cada dia há uma foto do espetáculo correspondente. Na primeira foto há três pessoas em pé, duas mulheres e um homem, todos têm a roupa formada por retalhos de panos, estão descalços e olham para frente. Na segunda foto, há um homem e uma mulher com os corpos curvados para o lado. O homem tem os braços cruzados e a mulher, o braço direito dobrado apoiando o esquerdo que está tocando a boca.

No universo da dança, e das reflexões e sentimentos que os movimentos dos bailarinos proporcionam ao espectador, promover à acessibilidade à pessoa com deficiência é uma grande alegria para a equipe da Iguale. Como explica o seu diretor Mauricio Santana, ainda são raros os festivais e espetáculos de dança que promovem a inclusão da pessoa com deficiência. Quando uma iniciativa como a da CCSP leva a audiodescrição para um espetáculo essencialmente visual, a inclusão da pessoa com deficiência se dá de forma efetiva, e serve de exemplo para a sociedade.

Para quem ainda não conhece, a audiodescrição é um modo de tradução audiovisual intersemiótica (do visual para o verbal), que consiste na técnica de narração realizada por um audiodescritor. Segundo Santana, este recurso descreve com o máximo de detalhes tudo o que acontece nas cenas, sem os quais uma pessoa com deficiência visual não compreenderia.

Sobre o evento

Seguindo os moldes da edição anterior, o CCSP Semanas de Dança 2016 delineia-se a partir de um perfil semelhante aos de festivais contemporâneos de artes cênicas – mundiais – no qual, além do público local, programadores e curadores transitam atrás de propostas artísticas e tendências culturais da região.

Agenda – espetáculos de dança com audiodescrição
Local: CCSP
Dia 17 – 09 às 21 – Sala Jardel Filho, com a cia Brasílica.
Duração 55 min – classificação livre. Ingressos grátis. Retirada a partir das 14h do dia do evento.
Dia 18 – 09 às 20h – Sala Jardel Filho, com a cia << à fleur de peau>>
Duração 75 min – classificação 6 anos. Ingressos à venda na bilheteria.
Realização: CCSP
Recurso acessível de audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Créditos das fotos

cie << à fleur de peau>>
Fotógrafa Silvia Machado
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Fotógrafo Antonio Maniscalco
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Sobre a Iguale Comunicação de Acessibilidade

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a primeira empresa do Brasil criada exclusivamente para pensar e desenvolver soluções assistivas completas em comunicação para pessoas com algum tipo de deficiência. Fundada em 2008, em São Paulo, pelo publicitário, professor universitário e empresário Mauricio Santana, a empresa é precursora do conceito de comunicação de acessibilidade no país. Entre os recursos que a empresa disponibiliza ao mercado estão a audiodescrição, as legendas descritivas (closed caption e open caption), LIBRAS, voice over, acessibilidade web e participação efetiva em muitos projetos com foco em acessibilidade.

Mais informações
Liliana Liberato
Assessora de Imprensa
Iguale Comunicação de Acessibilidade
imprensa@iguale.com.br
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“Os Senhores da Guerra” chega aos cinemas com acessibilidade no app MovieReading

Para este filme nacional, baseado em fatos reais, foram produzidos os recursos de LIBRAS, legendas e audiodescrição; o acesso, gratuito, ao conteúdo acessível será por meio do aplicativo

13 de setembro de 2016 – Em parceria com a Accorde Filmes, a Iguale Comunicação de Acessibilidade sente-se honrada em assinar a produção dos recursos acessíveis de LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais), LSE (Legendas para Surdos e Ensurdecidos) e Audiodescrição para mais um filme nacional. “Os Senhores da Guerra” estreia nas salas de cinemas dia 15 de setembro, e para garantir o seu acesso de forma inclusiva a todos os públicos, disponibilizará os recursos de acessibilidade no aplicativo MovieReading.

O filme de Tabajara Ruas conta a história de dois irmãos, dois partidos e uma guerra civil, ao narrar fatos verídicos da vida de Julio e Carlos Bozano. No elenco, estão nomes como Rafael Cardoso, André Arteche, Leonardo Machado, Andrea Buzato, Marcos Verza, Marcos Breda e Elisa Brites. O longa “Os Senhores da Guerra”, que recebeu o prêmio especial do júri e kikito de atriz coadjuvante para Andrea Buzato, no Festival de Gramado de 2014, é baseado na obra de José Antonio Severo, com produção da Walper Ruas. “Abordando um tema histórico, aliado aos recursos de acessibilidade, queremos atingir um público cada vez maior e mais diversificado”, afirma a produtora Lígia Walper

Descrição da imagem #pracegover: cartaz do filme ilustrado pela foto dos personagens principais, Carlos (André Arteche) e Julio (Rafael Cardoso).  Carlos tem sobrancelhas espessas, barba rala, usa chapéu preto e lenço vermelho no pescoço. Júlio tem olhos verdes, bigode e cavanhaque e usa um lenço branco. Abaixo da imagem a frase: "Dois irmãos. Dois partidos. Uma guerra civil” e, em letras vermelhas, "Os Senhores da Guerra".  Sob o título aparecem os rostos de outros personagens, lado a lado, da esquerda para a direita, Orfila (Sirmar Antunes), Alemão Brinckmann (Marcos Verza), Dona Minina (Andrea Buzato), Ramón (Leonardo Machado), Maria Clara (Elisa Brites),  Soveral (Marcos Breda) e Ulisses (Felipe Kannemberg). Informações em texto: Walper Ruas apresenta: André Arteche e Rafael Cardoso em “Os Senhores da Guerra”, um filme de Tabajara Ruas, da obra de José Antônio Severo, prêmio especial do júri e melhor atriz coadjuvante para Andrea Buzato, Festival de Cinema de Gramado.  Com acessibilidade através do App MovieReading Brasil.   No rodapé, símbolos dos recursos audiodescrição, closed caption e LIBRAS, o logo do aplicativo e o site www.moviereading.com.br. Em seguida a mensagem “A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do APP MovieReading no Brasil e América do Sul”.

Descrição da imagem #pracegover: cartaz do filme ilustrado pela foto dos personagens principais, Carlos (André Arteche) e Julio (Rafael Cardoso). Carlos tem sobrancelhas espessas, barba rala, usa chapéu preto e lenço vermelho no pescoço. Júlio tem olhos verdes, bigode e cavanhaque e usa um lenço branco. Abaixo da imagem a frase: “Dois irmãos. Dois partidos. Uma guerra civil” e, em letras vermelhas, “Os Senhores da Guerra”.
Sob o título aparecem os rostos de outros personagens, lado a lado, da esquerda para a direita, Orfila (Sirmar Antunes), Alemão Brinckmann (Marcos Verza), Dona Minina (Andrea Buzato), Ramón (Leonardo Machado), Maria Clara (Elisa Brites), Soveral (Marcos Breda) e Ulisses (Felipe Kannemberg).
Informações em texto: Walper Ruas apresenta: André Arteche e Rafael Cardoso em “Os Senhores da Guerra”, um filme de Tabajara Ruas, da obra de José Antônio Severo, prêmio especial do júri e melhor atriz coadjuvante para Andrea Buzato, Festival de Cinema de Gramado. Com acessibilidade através do App MovieReading Brasil.
No rodapé, símbolos dos recursos audiodescrição, closed caption e LIBRAS, o logo do aplicativo e o site www.moviereading.com.br. Em seguida a mensagem “A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do APP MovieReading no Brasil e América do Sul”.

A audiodescrição, que tem roteiro de Marilaine Castro da Costa, revisão de Letícia Schwartz, com consultoria de Felipe Mianes, garante o acesso ao conteúdo visual e não verbal por parte das pessoas com deficiência visual e outras deficiências, como a intelectual, por exemplo. A LIBRAS facilita a compreensão por parte das pessoas com deficiência auditiva, adeptas da Língua Gestual ou Sinalizada, e as legendas descritivas dão mais autonomia aos surdos e ensurdecidos, usuários da Língua Portuguesa. “Todos esses recursos podem ser acessados, proporcionando a inclusão no cinema e no meio cultural, através do aplicativo MovieReading”, explica Mauricio Santana, diretor da Iguale Comunicação de Acessibilidade, empresa que responde pelo app no Brasil e na América do Sul.

Os recursos disponíveis no MovieReading podem ser baixados gratuitamente por usuários de celulares e tablets. Sem necessidade de conexão com a Internet no momento da exibição, o aplicativo e os recursos, depois de baixados, podem ser utilizados em qualquer lugar, ou seja, em todas as salas de cinema onde o filme estiver sendo exibido e, posteriormente, em casa ou em qualquer outra plataforma onde venha a ser novamente exibido.

Com o MovieReading já disponível no celular ou tablet, o usuário poderá acionar legendas, LIBRAS e audiodescrição que serão sincronizadas em tempo real ao filme por meio do reconhecimento de áudio. Para usar o app com o recurso da audiodescrição, é necessário ter fones de ouvido conectados ao aparelho. Como o MovieReading sincroniza os arquivos de acessibilidade ao som do filme em exibição, é preciso ter cuidado para não obstruir a captação do microfone do aparelho. O microfone é o mesmo que transmite a voz para outra pessoa em uma ligação telefônica.

Sinopse

“Os Senhores da Guerra” narra a história verídica dos irmãos Julio e Carlos Bozano, jovens da elite gaúcha no início do século XX, cultos, unidos por profunda amizade, que se enfrentam em lados opostos na guerra civil de 1924, no Rio Grande do Sul.

Julio, chimango e legalista, é prefeito de Santa Maria e recebe a missão de impedir o avanço das tropas do líder da oposição, general Zeca Neto, de quem Carlos, maragato e revolucionário, é secretário particular. Os amores dos guerreiros carregam sonhos e esperanças em meio ao turbilhão da guerra civil.

O destino coloca o líder comunista Luiz Carlos Prestes entre os irmãos Bozano. No surpreendente desfecho da batalha no Passo da Cruz eles provam que a fraternidade é a mais forte das bandeiras.

Saiba mais no site oficial do filme: www.ossenhoresdaguerra.com.br

Sobre a Iguale Comunicação de Acessibilidade

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a primeira empresa do Brasil criada exclusivamente para pensar e desenvolver soluções assistivas completas em comunicação para pessoas com algum tipo de deficiência. Fundada em 2008, em São Paulo, pelo publicitário, professor universitário e empresário Mauricio Santana, a empresa é precursora do conceito de comunicação de acessibilidade no país. Entre os recursos que a empresa disponibiliza ao mercado estão a audiodescrição, as legendas descritivas (closed caption e open caption), LIBRAS, voice over, acessibilidade web e participação efetiva em muitos projetos com foco em acessibilidade.

Mais informações
Liliana Liberato
Assessora de Imprensa
Iguale Comunicação de Acessibilidade
imprensa@iguale.com.br
(11) 9 7999-2802

Festival Mirada do Sesc terá espetáculos com recursos acessíveis de LIBRAS e audiodescrição

A produção dos recursos de acessibilidade é assinada pela Iguale, a pioneira no país em Comunicação de Acessibilidade

 9 de setembro de 2016 – A quarta edição do Mirada – Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos 2016, que acontece até 18 de setembro, no Sesc de Santos e mais quatro cidades do litoral paulista, terá apresentações de espetáculos contendo os recursos acessíveis de LIBRAS e audiodescrição produzidos pela Iguale Comunicação de Acessibilidade.

Descrição imagem #pracegover: A fotografia retrata uma das cenas do espetáculo Cruzar la Calle. Em um palco, um homem está em pé e quarto pessoas estão sentadas atrás dele. Ele tem cabelo preto, veste uma camiseta branca, calça escura e tem uma camisa amarrada na cintura. Atrás dele há cinco molduras retangulares em que estão pendurados cabides com roupas. Entre uma moldura e outra os personagens estão sentados. Os dois primeiros estão de cabeça baixa e os dois últimos olham para frente. Descrição imagem #pracegover: A fotografia retrata uma das cenas do espetáculo Cruzar la Calle. Em um palco, um homem está em pé e quarto pessoas estão sentadas atrás dele. Ele tem cabelo preto, veste uma camiseta branca, calça escura e tem uma camisa amarrada na cintura. Atrás dele há cinco molduras retangulares em que estão pendurados cabides com roupas. Entre uma moldura e outra os personagens estão sentados. Os dois primeiros estão de cabeça baixa e os dois últimos olham para frente.

Descrição imagem #pracegover: A fotografia retrata uma das cenas do espetáculo Cruzar la Calle. Em um palco, um homem está em pé e quarto pessoas estão sentadas atrás dele. Ele tem cabelo preto, veste uma camiseta branca, calça escura e tem uma camisa amarrada na cintura. Atrás dele há cinco molduras retangulares em que estão pendurados cabides com roupas. Entre uma moldura e outra os personagens estão sentados. Os dois primeiros estão de cabeça baixa e os dois últimos olham para frente.
Descrição imagem #pracegover: A fotografia retrata uma das cenas do espetáculo Cruzar la Calle. Em um palco, um homem está em pé e quarto pessoas estão sentadas atrás dele. Ele tem cabelo preto, veste uma camiseta branca, calça escura e tem uma camisa amarrada na cintura. Atrás dele há cinco molduras retangulares em que estão pendurados cabides com roupas. Entre uma moldura e outra os personagens estão sentados. Os dois primeiros estão de cabeça baixa e os dois últimos olham para frente.

Nesta sexta-feira e sábado, haverá audiodescrição para o espetáculo ‘Cruzar La Calle’, do Perú. Já nos dias 11 e 12, a equipe da Iguale ficará incumbida da produção de LIBRAS para o espetáculo brasileiro ‘O Avesso do Claustro’. Nos dias 12 e 13, também haverá a tradução de LIBRAS para o espetáculo ‘O Ano Que Sonhamos Perigosamente’, uma produção também brasileira.

Sobre o Festival

Trabalhos que correlacionam o pensamento crítico à busca permanente por inovação em temas, técnicas e formas de abordar a arte constituem a tônica da quarta edição do MIRADA} Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos, evento bienal realizado pelo Sesc que acontece de 8 a 18 de setembro de 2016 em Santos e mais quatro cidades do litoral paulista.

Essa nova edição do Mirada tem em sua programação 43 espetáculos originários de 10 países da América Latina, Portugal e Espanha. Ou seja, 12 nacionalidades representadas por meio de peças, performances, intervenções urbanas e uma instalação. Trata-se de um panorama que potencializa a capacidade de o teatro e a dança reagir diante das singularidades histórica, social, política e econômica, evidenciando a força da arte politicamente engajada sem perder de vista a ambição poética e a pluralidade estética.

Agenda: 

Mirada – Festival Ibero-Americano de Artes Cênicas de Santos 2016

Realização: Sesc

Data: 8 a 18 de setembro de 2016
Audiodescrição

Dias 09 e 10/09 às 18h – Cruzar La Calle – Perú (duração 130 minutos)
Dias 16 às 20h e 17/09 às 21h – Dínamo – Argentina (duração 70 minutos)
Local - Ginásio do Sesc Santos
Libras
Dias 11 e 12/09 às 18h – O Avesso do Claustro – Brasil (duração 150 minutos)
Dias 12 e 13/09 às 21h – O Ano Que Sonhamos Perigosamente – Brasil (duração 75 minutos)
Local - Ginásio do Sesc Santos

Produção LIBRAS e audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Mais informações: www.mirada.sescsp.org.br

Filme estrelado por Marília Pêra e Samantha Schmutz chega aos cinemas contendo recursos acessíveis no app MovieReading

Mais um filme que acaba de ganhar os recursos acessíveis da Iguale Comunicação de Acessibilidade, por intermédio da parceria com a ETC Filmes

 São Paulo, 8 de setembro de 2016 – “Tô Ryca!” chega aos cinemas de todo o Brasil no dia 22 de setembro, e promete fazer o espectador rir e também se emocionar. Isso porque é o primeiro filme em que a atriz Samantha Schmultz, reconhecida por sua veia humorística, atua como protagonista, e o último longa-metragem da consagrada atriz Marília Pêra, que faleceu em dezembro passado. E mais: o filme terá os recursos de acessibilidade produzidos pela Iguale Comunicação de Acessibilidade app MovieReading.

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Descrição da imagem #pracegover: a personagem Selminha, interpretada pela atriz Samantha Smutz, está sentada em um pequena montanha de notas de 100 reais, segurando uma taça de champanhe. Atrás dela, em pé, estão outros cinco personagens do filme. A personagem principal, ao centro, está sorridente. Tem a pele bronzeada, é magra, tem o cabelo clareado, liso e comprido. Usa um vestido rosa curto com decote e um casaco azul. Na mão direita segura uma taça de champanhe e no braço esquerdo está apoiando uma pequena bolsa dourada. Ela está de pernas cruzadas e nos pés usa um salto alto roxo. Ao fundo, da esquerda para direita, estão: uma jovem alta, magra, de cabelos compridos e loiros. Ela usa vestido preto brilhante com decote e está de braços cruzados com expressão de descaso. Ao lado dela está um homem de terno preto, camisa amarela e gravata quadriculada em amarelo e preto. Ele sorri “de canto de boca” levantando de leve uma sobrancelha. Ao lado dele, no centro, outra jovem usa um vestido dourado com uma faixa azul na cintura e um casaco xadrez colorido. Ela tem brinco de flor azul que combina com o colar de mesmo formato. O cabelo da personagem é curto e castanho, ela segura uma taça de champanhe na mão esquerda. Ao lado dela, outro homem veste um terno cinza com camisa branca e gravata colorida. Ele tem barba e cabelo preto. Na mão esquerda segura uma maleta preta. Ao lado, uma mulher usa um vestido preto e acena com a mão direita para o espectador da imagem. Ela tem o cabelo castanho comprido e franja. Ao longo da imagem existem outras notas de 100 reais que aparentam voar. No topo da imagem está o título do filme “To Ryca” em cor verde com bordas douradas e pequenos pontos brilhantes em seu preenchimento. Abaixo da foto estão as seguintes informações: “com acessibilidade através do app MovieReading Brasil.” Abaixo há a sinalização dos recursos acessíveis de audiodescrição, closed caption e LIBRAS e o logotipo do aplicativo MovieReading Brasil. Embaixo está o site www.moviereadingbrasil.com.br. No rodapé da imagem a mensagem “A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do APP MovieReading no Brasil e América do Sul”.

Quando chegar ao cinema, o filme poderá ser visto por todos os públicos, explica Mauricio Santana, diretor da Iguale, já que para ele foram produzidos a LIBRAS, para as pessoas com deficiência auditiva, a audiodescrição, para as pessoas com deficiência visual e intelectual, e as legendas descritivas para surdos e ensurdecidos. Todos esses recursos poderão ser acessados por meio do aplicativo MovieReading, que no Brasil e América do Sul tem a chancela da Iguale. Depois de filmes como ‘Mais forte que o mundo – A história de José Aldo’, ‘Mulheres no Poder’ e ‘Porta dos Fundos – Contrato Vitalício’, a Iguale e a ETC Filmes comemoram com “Tô Ryca!” mais uma obra cinematográfica com acessibilidade.

“Ao decidir pela produção dos recursos de audiodescrição, legendas e LIBRAS, os responsáveis pela produção e distribuição do filme contribuem sobremaneira para que a pessoa com deficiência compreenda com riqueza de detalhes as situações contidas na obra, muitas vezes imperceptíveis para quem não vê ou não ouve, por exemplo. Uma importante iniciativa para tornar os filmes nacionais acessíveis, já que os recursos disponíveis no MovieReading têm acesso gratuito em celulares ou tablets e a sala de exibição não depende de instalação rede Wi-fi, o que permite ser utilizado em todas as salas de cinema onde for exibido”, completa Santana.

Ao baixar o app MovieReading em seu aparelho, o usuário pode acionar legendas, LIBRAS e audiodescrição que serão sincronizadas, em tempo real ao filme, através do reconhecimento de áudio. Para usar o app com o recurso da audiodescrição, é necessário ter fones de ouvido conectados ao aparelho. O MovieReading sincroniza os arquivos de acessibilidade com o som do filme em exibição através do reconhecimento do áudio, portanto uma dica é ter cuidado para não obstruir a captação do microfone do celular ou tablet. O microfone é o mesmo que transmite a voz para outra pessoa em uma ligação telefônica.

Sinopse “Tô Ryca!”

A vida dura de frentista pode estar com os dias contados para Selminha (Samantha Schmütz). Tudo porque ela pode pôr a mão numa herança. Mas para isso, seu tio de quem herdou a fortuna estipula um desafio. Selminha tem de gastar R$ 30 milhões em 30 dias. No entanto, nessa corrida contra o tempo, a frentista precisa fazer isso em segredo e não juntar itens comprados. Se conseguir, ela ficará com a herança de R$ 300 milhões.

Agenda

Estreia: 22 de setembro 20016

Em salas de cinema de todo o Brasil.

Ficha técnica

Diretor: Pedro Antonio

Elenco: Samantha Schmutz, Katiuscia Canaro, Marcelo Adnet, Marília Pêra, Anderson Di Rizzi, Marcus Majella.

Gênero: comédia

Distribuidora: Paris Filmes

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade.

Sobre a Iguale

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a primeira empresa do Brasil criada exclusivamente para pensar e desenvolver soluções assistivas completas em comunicação para pessoas com algum tipo de deficiência. Fundada em 2008, em São Paulo, pelo publicitário, professor universitário e empresário Mauricio Santana, a empresa é precursora do conceito de comunicação de acessibilidade no país. Entre os recursos que a empresa disponibiliza ao mercado estão a audiodescrição, as legendas descritivas (closed caption e open caption), LIBRAS, voice over, acessibilidade web e participação efetiva em muitos projetos com foco em acessibilidade. A Iguale também é a responsável no Brasil e na América do Sul pelo aplicativo MovieReading.

Mais informações

Liliana Liberato

Assessora de Imprensa

Iguale Comunicação de Acessibilidade

imprensa@iguale.com.br

(11) 9 7999-2802

Em cartaz no CCSP, espetáculo ‘A Princesa e a Costureira’ terá sessão com recurso de audiodescrição

O roteiro e a produção do recurso acessível é da Iguale. A entrada no dia da sessão com  acessibilidade será gratuita

São Paulo, 16 de agosto de 2016 – O espetáculo infanto-juvenil “A Princesa e a Costureira”, em cartaz no Centro Cultural São Paulo, terá sessão acessível no dia 20 de agosto, com o recurso de audiodescrição produzido pela equipe da Iguale Comunicação de Acessibilidade. Neste dia, a entrada será gratuita, e os ingressos começarão a ser distribuídos duas horas antes do início da apresentação.

Produzida e encenada pelo Teatro da Conspiração de Santo André, a peça “A Princesa e a costureira” traz como trama a princesa Cíntia que está prometida em casamento para o príncipe do reino vizinho, mas que se apaixona pela costureira de seu vestido de noiva. O espetáculo aguça a reflexão sobre as chamadas “diferenças”, que não devem ser traduzidas em “desigualdades”.

Descrição da imagem #pracegover: a imagem retrata uma das cenas do espetáculo, na qual três personagens encenam uma apresentação musical. Da esquerda para a direita um homem, de joelhos, sorri enquanto parece batucar um pandeiro. Ao centro, uma mulher toca uma sanfona, e do seu lado direito, uma outra mulher toca um violão. Todos parecem cantar. Compondo a imgem estão as informações: A Princesa e a Costureira – Centro Cultural São Paulo – Temporada 2016 – Apresentação sábdos e domingos – De 9 de julho a 4 de setembro, às 16h. Rua Vergueiro, 1000, São Paulo. Estação Vergueiro do metrô. Logomarca da prefeitura de São Paulo e do CCSP.

Descrição da imagem #pracegover: a imagem retrata uma das cenas do espetáculo, na qual três personagens encenam uma apresentação musical. Da esquerda para a direita um homem, de joelhos, sorri enquanto parece batucar um pandeiro. Ao centro, uma mulher toca uma sanfona, e do seu lado direito, uma outra mulher toca um violão. Todos parecem cantar. Compondo a imagem estão as informações: A Princesa e a Costureira – Centro Cultural São Paulo – Temporada 2016 – Apresentação sábados e domingos – De 9 de julho a 4 de setembro, às 16h. Rua Vergueiro, 1000, São Paulo. Estação Vergueiro do metrô. Logomarca da prefeitura de São Paulo e do CCSP.

O recurso de audiodescrição, disponível no espetáculo “A Princesa e a costureira”, tem como objetivo facilitar a compreensão do conteúdo não verbal às pessoas com deficiência visual e intelectual, já que por meio dele, elas têm acesso a detalhes da obra como os elementos que compõem o cenário, o figurino, a fisionomia dos personagens e principalmente as ações, tudo por meio do som, das palavras oralizadas.

Como explica Mauricio Santana, diretor da Iguale, para este espetáculo a audiodescrição foi previamente roteirizada e depois revisada por um profissional com deficiência visual. Tudo para garantir a assertividade do material. “A audiodescrição interage de acordo com os espaços oferecidos entre os diálogos dos personagens, respeita o roteiro original, as intenções de pausas, ruídos sonoros e trilhas”, completa.

Ficha técnica do espetáculo
Dramaturgia: Solange Dias a partir da adaptação do livro homônimo de Janaína Leslão
Direção: Antônio Correa Neto
Atores: Erika Coracini, Mariana Sancar e Marcio Ribeiro
Direção musical e Música Original: Elaine Marin
Música “Costura da Vida” gentilmente cedida por Sérgio Pererê
Figurinos, Cenografia e Arte Gráfica: Mauro Martorelli
Iluminação: Cássio Castelan
Assessoria de imprensa: Fernanda Vicente
Fotos: Alexandre Krug
Produção: Erika Coracini
Duração: 60 minutos
Faixa Etária: livre

Agenda

Espetáculo: “A Princesa e a costureira”

Companhia: Teatro da Conspiração de Santo André

Local: CCSP – Centro Cultural São Paulo – Sala Jardel Filho (321 lugares)

Data: 20 de agosto de 2016 às 16h

Recurso acessível de audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Sobre a Iguale

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a primeira empresa do Brasil criada exclusivamente para pensar e desenvolver soluções assistivas completas em comunicação para pessoas com algum tipo de deficiência. Fundada em 2008, em São Paulo, pelo publicitário, professor universitário e empresário Mauricio Santana, a empresa é precursora do conceito de comunicação de acessibilidade no país. Entre os recursos que a empresa disponibiliza ao mercado estão a audiodescrição, as legendas descritivas (closed caption e open caption), LIBRAS, voice over, acessibilidade web e participação efetiva em muitos projetos com foco em acessibilidade. A Iguale também é a responsável no Brasil e na América do Sul pelo aplicativo inclusivo MovieReading.

Mais informações

Liliana Liberato

Assessora de Imprensa

Iguale Comunicação de Acessibilidade

imprensa@iguale.com.br

(11) 9 7999-2802

Diretor da Iguale ministra palestra no I Simpósio Audiovisual da Unimep

São Paulo, 9 de agosto de 2016 – A Universidade Metodista de Piracicaba – Unimep realiza nos dias 16 e 17 de agosto o I Simpósio Audiovisual voltado para o seu público interno. Nele, o diretor da Iguale Comunicação de Acessibilidade, Mauricio Santana, ministrará a palestra “Acessibilidade na Comunicação”, na qual explicará os detalhes da produção de LIBRAS, legendas descritivas, audiodescrição e como se dá essa nova comunicação para pessoas com deficiência.

Mauricio Santana já foi técnico do laboratório de comunicação e posteriormente professor da Unimep, onde ministrou disciplinas na área de produção de rádio, TV e cinema para as turmas de Publicidade e Propaganda e Rádio e TV. Para ele, é sempre uma satisfação retornar a um local onde fez bons amigos e construiu parte da sua carreira profissional. Recentemente, Santana foi professor do curso semipresencial de Especialização em Audiodescrição da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

As inscrições para o Simpósio já estão abertas e vão até o dia 10 de agosto, para os alunos da instituição. A palestra de “Acessibilidade na Comunicação” vai abrir o evento, no dia 16, às 9h30. De acordo com a programação, o Simpósio terá ainda oficinas de fotografia e de maquiagem de horror, e as palestras sobre animação, roteiro e produção de curtas de horror.

Agenda

Palestra Acessibilidade na Comunicação

Palestrante: Mauricio Santana – diretor da Iguale Comunicação de Acessibilidade

Data: 16 de agosto de 2016

Horário: às 9h30

Espetáculo infantil e show musical no SESC Santana terão recurso de audiodescrição

O recurso de acessibilidade que oferece mais autonomia ao conteúdo das obras, principalmente por parte das pessoas com deficiência visual, será produzido pela equipe da Iguale

 São Paulo, 28 de julho de 2016 – O espetáculo teatral “Antes do dia clarear” e o musical “Teresa Cristina canta Cartola”, ambos em cartaz no SESC Santana, em São Paulo, terão sessões no domingo, dia 31, com o recurso de audiodescrição produzido pela Iguale Comunicação de Acessibilidade. Iniciativa que permitirá ao público com deficiência assistir com mais autonomia tais atrações culturais.

 Para quem não conhece, o recurso de audiodescrição tem como principal objetivo facilitar a compreensão do conteúdo não verbal às pessoas com deficiência visual e também intelectual, já que por meio dele, elas têm acesso a detalhes da obra como os elementos que compõem o cenário, o figurino, a fisionomia dos personagens, tudo por meio do som, das palavras oralizadas.

 Como explica Mauricio Santana, diretor da Iguale, para o espetáculo “Antes do dia clarear” a audiodescrição foi previamente roteirizada e revisada por um profissional com deficiência visual. “A audiodescrição interage de acordo com os espaços oferecidos entre os diálogos dos personagens, respeita o roteiro original, as intenções de pausas, ruídos sonoros e trilhas”, detalha.

Descrição da imagem #pracegover: No alto de um retângulo de cor cinza, na vertical, está escrito do lado esquerdo da imagem: Programação Acessível – Dia 31/07 (domingo) no Sesc Santana. Do lado direito o logo da Iguale identificando o logo acessível referente ao recurso que estará disponível, a audiodescrição. Logo abaixo, do lado esquerdo, a foto da cantora Teresa Cristina cantando e do lado direito a foto de rostos de dois palhaços. Abaixo de cada uma das imagens as informações: ‘Teresa Cristina canta Cartola’ – 18h – Duração 90 minutos – Classificação Livre. ‘Antes do Dia Clarear’ teatro infantil – 14h – Duração 50 minutos – Classificação Livre. Local: Teatro do Sesc Santana – Av. Luiz Dumont Villares, 579, Santana – São Paulo – SP.

Descrição da imagem #pracegover: No alto de um retângulo de cor cinza, na vertical, está escrito do lado esquerdo da imagem: Programação Acessível – Dia 31/07 (domingo) no Sesc Santana. Do lado direito o logo da Iguale identificando o logo acessível referente ao recurso que estará disponível, a audiodescrição.
Logo abaixo, do lado esquerdo, a foto da cantora Teresa Cristina cantando e do lado direito a foto de rostos de dois palhaços. Abaixo de cada uma das imagens as informações: ‘Teresa Cristina canta Cartola’ – 18h – Duração 90 minutos – Classificação Livre. ‘Antes do Dia Clarear’ teatro infantil – 14h – Duração 50 minutos – Classificação Livre. Local: Teatro do Sesc Santana – Av. Luiz Dumont Villares, 579, Santana – São Paulo – SP.

 Já para o musical foi realizada uma pesquisa sobre a cantora e o show que será apresentado como um pré-roteiro, pois espetáculos musicais têm uma característica diferente da do teatro, e necessita de uma audiodescrição realizada também ao vivo, simultaneamente à apresentação; porém sem roteiro definido, já que as performances da cantora e dos músicos, e também do público podem ser diferentes a cada show.

 O espetáculo infantil é inspirado na lenda que mantém o costume dos mais antigos moradores de circo, que depois da meia noite não pisam no picadeiro, pois esse lugar é reservado aos ancestrais circenses para que possam ali fazer seus espetáculos. Nesse contexto, dois homens silenciosamente invadem um grande circo antigo na calada da noite, revelando o universo mágico dos palhaços e uma forte relação de amizade com diferenças, conflitos, mas também com muita graça, beleza e poesia.

 Ficha técnica

Elenco: David Taiyu e Sandro Fontes.

Direção: Fernando Escrich e Ronaldo Aguiar

Trilha sonora: Fernando Escrich

Músicas: Nino Rota.

Duração: 55 minutos

Local: Teatro.

Duração: 55 minutos.

Audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade

 ‘Musical – Teresa Cristina canta Cartola’

 Apresentada ao mercado fonográfico brasileiro há 14 anos com o songbook duplo A música de Paulinho da Viola (Deckdisc, 2002), a cantora apresenta o show ‘Teresa Cristina canta Cartola’.

O público vai sambar ao som de músicas como “O mundo é um moinho”, “Alvorada”, “Peito Vazio”, “O sol nascerá”, “As rosas não falam” e outros grandes sucessos do saudoso Cartola. Mesmo sendo portelense de corpo e alma, Teresa não esconde a sua grande paixão e admiração pelo poeta cuja obra ela diz se “(con)fundir com a história de Mangueira, morro e Escola”, passando por estilos como o “samba canção, samba de terreiro, partido alto e samba-enredo”.

 Duração: 90 minutos.

Audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade

 Agenda

 Espetáculos infantil ‘Antes do dia clarear’

Dia 31 de julho às 14h

 Show musical ‘Teresa Cristina canta Cartola’

Dia 31 de julho às 18h

 Local: Teatro do Sesc Santana

Avenida Luiz Dumont Villares, 579, Santana – São Paulo

Mais informações na bilheteria do Sesc ou no site.