Sábado tem ‘Conselho de Classe’ com audiodescrição na IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro

O espetáculo é um dos que integram a mostra que acontece no Auditório do Ibirapuera

18 de abril de 2017 – A IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro prossegue este fim de semana no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, com recursos de acessibilidade. No sábado, dia 22, especificamente, a sessão do espetáculo ‘Conselho de Classe’ terá o recurso de audiodescrição, ao vivo, produzido pela Iguale Comunicação de Acessibilidade.

Como explica Mauricio Santana, diretor da Iguale, com a audiodescrição o espetáculo proporcionará mais autonomia aos espectadores com deficiência visual que passam a ter melhor entendimento do conteúdo não verbal.

Descrição da imagem #pracegover: imagem horizontal e colorida de uma sala de aula com cinco homens em pé em frente à lousa. Da esquerda para a direita da imagem, o primeiro homem tem bigode, cavanhaque e cabelo pretos. Veste paletó, camisa, calça jeans e tênis. Ele segura uma apostila nas mãos e usa uma mochila nas costas. O segundo tem cabelo castanho. Veste camisa vinho, sapato marrom, colete de lã e calça bege. Na lousa, acima de sua cabeça está desenhado, com giz, uma tiara com duas hastes e círculos no topo, como antenas. Na mão direita segura uma pasta e uma caneta. O terceiro, de barba e óculos, veste uma camisa florida, bermuda, sandália e está com os braços cruzados. Ele usa uma bolsa tiracolo. Acima de sua cabeça, na lousa, estão desenhados dois chifres. O quarto homem, de barba e cabelos pretos, veste uma camiseta azul com duas listras pretas na vertical, calça azul marinho e tênis. Tem uma bola de basquete presa ao corpo pelo seu braço direito e do outro lado, uma pasta e uma mochila tiracolo; na lousa, em cima de sua cabeça, está desenhado uma coroa. O quinto homem, de bigode, cavanhaque e cabelo pretos, veste uma camiseta vermelha, calça bege e tênis. Ele também usa uma bolsa tiracolo; na lousa está desenhado uma asa e auréola de anjo.

Descrição da imagem #pracegover: imagem horizontal e colorida de uma sala de aula com cinco homens em pé em frente à lousa. Da esquerda para a direita da imagem, o primeiro homem tem bigode, cavanhaque e cabelo pretos. Veste paletó, camisa, calça jeans e tênis. Ele segura uma apostila nas mãos e usa uma mochila nas costas. O segundo tem cabelo castanho. Veste camisa vinho, sapato marrom, colete de lã e calça bege. Na lousa, acima de sua cabeça está desenhado, com giz, uma tiara com duas hastes e círculos no topo, como antenas. Na mão direita segura uma pasta e uma caneta. O terceiro, de barba e óculos, veste uma camisa florida, bermuda, sandália e está com os braços cruzados. Ele usa uma bolsa tiracolo. Acima de sua cabeça, na lousa, estão desenhados dois chifres.
O quarto homem, de barba e cabelos pretos, veste uma camiseta azul com duas listras pretas na vertical, calça azul marinho e tênis. Tem uma bola de basquete presa ao corpo pelo seu braço direito e do outro lado, uma pasta e uma mochila tiracolo; na lousa, em cima de sua cabeça, está desenhado uma coroa. O quinto homem, de bigode, cavanhaque e cabelo pretos, veste uma camiseta vermelha, calça bege e tênis. Ele também usa uma bolsa tiracolo; na lousa está desenhado uma asa e auréola de anjo.

Sobre o espetáculo

‘Conselho de Classe’ é o espetáculo comemorativo dos 25 anos da Cia dos Atores. Sucesso de público e crítica, com texto do dramaturgo Jô Bilac e direção de Bel Garcia e Susana Ribeiro, já foi visto por mais de 30 mil pessoas. Em 2014, a peça foi a grande vencedora do Prêmio Cesgranrio de Teatro (espetáculo, texto, direção e cenário) e uma das líderes em indicações aos Prêmios Shell (ganhando melhor cenário) e APTR (ganhando texto, direção e ator).

O espetáculo gira em torno de uma escola pública do Centro carioca e problematiza as questões macro e micropolíticas da educação. Em cena, uma reunião de professores é desestabilizada pela chegada de um novo diretor. Esse encontro faz eclodir dilemas éticos e pessoais em meio a decisões que se confundem nas relações de poder da instituição escolar. No elenco, estão os atores Cesar Augusto, Leonardo Netto, Marcelo Olinto, Paulo Verlings/João Rodrigo Ostrower e Thierry Trémouroux.

O texto faz uma abordagem realista do ambiente escolar, a fim de gerar um diálogo a respeito da educação no Brasil e da atual situação no mundo. Hoje, quem deseja trabalhar em uma escola pública? No hospital público? Se o professor é mal remunerado e trabalha sob condições difíceis, que tipo de sociedade está sendo construída?

Ficha técnica Conselho de Classe:

Texto: Jô Bilac

Direção: Bel Garcia e Susana Ribeiro

Assistência de Direção: Raquel André

Elenco: Cesar Augusto, Leonardo Netto, Marcelo Olinto, Paulo Verlings/João Rodrigo Ostrower e Thierry Trémouroux

Voz Off Vivian: Drica Moraes

Cenário: Aurora dos Campos

Figurinos: Rô Nascimento e Ticiana Passos

Iluminação: Maneco Quinderé

Trilha Original: Felipe Storino

Consultoria Pedagógica: Cléa Ferreira

Fotografia: Dalton Valério (cena) e Vicente de Mello (locação)

Direção de Produção: Tárik Puggina

Produção Executiva: Luísa Barros

Administração Financeira: Amanda Cezarina

Realização: Cia. dos Atores e Nevaxca Produções

Programação completa da mostra

22, 23 de Abril  – Conselho de Classe

aos sábados com audiodescrição Iguale e domingos interpretes em libras

Com Leonardo Netto, Marcelo Olinto, Lourival Prudêncio, João Rodrigo Ostrower, Thierry Trémouroux, Cesar Augusto, direção Bel Garcia e Susana Ribeiro

27, 28 de Maio – Vianinha conta o Último Combate do Homens Comum 
aos sábados com audiodescrição Iguale e domingos interpretes em libras

Com Isío Ghelmam, Ana Barrosos e Ana Veloso e elenco, direção Aderbal Freire-Filho

17 e 18 de Junho – Contrações  
aos sábados com audiodescrição Iguale e domingos interpretes em libras

Com Debora Falabella e Yara de Novaes, direção de Grace Passô

24 e 25 de Junho – BR TRANS 
aos sábados com audiodescrição Iguale e domingos interpretes em libras

Com Silverio Pereira, direção Jezebel De Carli

01 e 02 de Julho – Nós Sempre Teremos Paris  
aos sábados com audiodescrição Iguale e domingos interpretes em libras

Com Françoise Forton e Mauricio Baduh, texto de Artur Xexéu, direção de Jacqueline Laurence

As apresentações acontecem no Auditório Ibirapuera, aos sábados 21h e domingo às 19h, com exceção do espetáculo Contrações que no sábado será às 16h.

Auditório Ibirapuera

Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº

Portão 2 – Parque Ibirapuera

Ingresso: inteira R$20,00 meia R$10,00

Iguale faz legendas LSE para os 31 longas-metragens do 43º Festival Sesc Melhores Filmes

A mostra mais tradicional de cinema de São Paulo acontece ao longo do mês de abril no CineSesc

São Paulo, 6 de abril de 2017 – Acaba de ter início o 43º Festival Sesc Melhores Filmes, no CineSesc, em São Paulo, uma das mostras mais tradicionais da capital paulista. E nela, a Iguale Comunicação de Acessibilidade tem a satisfação de ser a responsável pela produção da LSE (Legenda para Surdos e Ensurdecidos) dos 31 filmes em cartaz. Nesta edição, a Iguale também esteve à frente da interpretação de LIBRAS da cerimônia de abertura realizada na noite da última quarta-feira.

A Iguale e o CineSesc têm uma relação de muito companheirismo na produção de recursos acessíveis para os filmes exibidos na mostra. Como explica Mauricio Santana, diretor da empresa, essa parceria vem de longe, já que entre 2009 e 2012 a Iguale produziu as legendas e a audiodescrição para os filmes da mostra. Agora, a Iguale volta a fazer as Legendas para Surdos e Ensurdecidos com a qualidade e o profissionalismo que o público já conhece.

Sobre a Mostra

O Festival Sesc Melhores Filmes é o mais antigo festival de cinema da cidade de São Paulo. Criado em 1974, oferece a oportunidade ao público de ver ou rever o que passou de mais significativo pelas telas da cidade no ano anterior ao evento, a preços populares. Em 43 anos, a mostra do CineSesc já exibiu centenas de longas-metragens dentro da programação da mostra anual, escolhidos democraticamente por meio de votação. A eleição envolve um júri formado de críticos de cinema de todo o país, além do público. Participam da votação os filmes lançados em São Paulo no ano de 2016. As exibições no CineSesc são acessíveis, e todos os filmes contam com audiodescrição e legendas LSE. Mais um diferencial do Festival é a itinerância: cidades do litoral e interior do estado de São Paulo, atendidas por Unidades do Sesc, recebem exibições de filmes participantes.

 Confira a lista dos 31 filmes do Festival

 A chegada

A Era do Gelo 5 3D

A garota dinamarquesa

Aquarius

Big jato

Boi neon

Capitão Fantástico

Cinema novo

Coração de cachorro

Crepúsculo dos deuses

Curumim

Depois da tempestade

Ela volta na quinta

Ela volta na quinta

Elis

Elle

Filho de Saul

Francofonia

Lawrence da Arábia

Mãe só há uma

Menino 23 – Infâncias Perdidas no Brasil

Minha mãe é uma peça 2

O abraço da serpente

O botão de pérola

O cavalo de Turim

O poderoso chefão

O regresso

O silêncio do céu

Snoopy e Charlie Brown – Peanuts, O Filme – 3D

SP em Hi Fi

Trago comigo

Agenda

43º Festival Sesc Melhores Filmes

Data: 5 a 19 de abril de 2017

Local: CineSesc

Endereço: Rua Augusta, 2075 – Cerqueira César – São Paulo (SP)

Recurso acessível LSE: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Para conferir a programação e obter mais informações clique aqui.

‘Conselho de Classe’ é o próximo espetáculo com audiodescrição a se apresentar na IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro

O recurso inclusivo estará disponível nesta e em mais quatro peças de teatro que fazem parte da programação que segue até julho; a qualidade da produção é assinada pela Iguale

São Paulo, 4 de abril de 2017 – A IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro prossegue até julho com espetáculos de muita qualidade, no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo. Agora em abril será a vez de ‘Conselho de Classe’. A apresentação de mais esta peça será nos dias 22 e 23 de abril, sendo que a Iguale Comunicação de Acessibilidade estará produzindo o recurso de audiodescrição ao vivo apenas no sábado (22).

Com a audiodescrição, os espetáculos que fazem parte da Mostra proporcionam autonomia aos espectadores com deficiência visual que têm melhor entendimento do conteúdo não verbal. Segundo o diretor da Iguale, Mauricio Santana, em um espetáculo teatral, por exemplo, a audiodescrição, que pode ser considerada um modo de tradução audiovisual intersemiótica (do visual para o verbal), narra através ou pela voz de um audiodescritor, o máximo de detalhes de tudo o que acontece nos atos, sem o qual a pessoa com deficiência visual não compreenderia.

#pracegover: a imagem retangular, com cor de fundo verde escuro, em formato que simula um ticket, contendo nas extremidades bordas na cor branca, compõe o logotipo da IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro. Este nome está escrito entre as máscaras que são o símbolo do teatro. Do lado esquerdo, a máscara com a expressão triste, representando a tragédia, e do lado direito, a máscara com a expressão feliz, representando a comédia. As máscaras também estão na cor branca, assim como o nome da mostra.

#pracegover: a imagem retangular, com cor de fundo verde escuro, em formato que simula um ticket, contendo nas extremidades bordas na cor branca, compõe o logotipo da IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro. Este nome está escrito entre as máscaras que são o símbolo do teatro. Do lado esquerdo, a máscara com a expressão triste, representando a tragédia, e do lado direito, a máscara com a expressão feliz, representando a comédia. As máscaras também estão na cor branca, assim como o nome da mostra.

Mauricio revela ainda que a audiodescrição interage de acordo com os espaços oferecidos entre os diálogos dos personagens, respeitando o roteiro original, as intenções de pausas, ruídos sonoros e trilhas. “É um recurso que promove acesso e autonomia às pessoas com deficiência visual, por isso é tão importante para a inclusão da pessoa com deficiência”, complementa o diretor da Iguale.

Fazem parte da Mostra, espetáculos de qualidade, produzidos por companhias, grupos e produtores independentes, que circularam pelos mais variados pontos do país, durante o Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016. Segundo os realizadores, a Mostra, cuja realização se dá em parceria com o Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer e o Itaú Cultural, leva o público a um painel da produção teatral contemporânea a preços populares, com ingressos a R$ 20, e apresentações sempre aos sábados e domingos.

Até o momento já subiram no palco do Auditório Ibirapuera os espetáculos Duelo, Rádio Variété e Trágica.3. Agora em abril será a vez de Conselho de Classe. E nos meses seguintes: Vianinha conta o Último Combate do Homens Comum, Contrações, BR TRANS e Nós Sempre Teremos Paris. No elenco destes espetáculos, estão nomes como Débora Falabella, Camila Pitanga, Denise Del Vecchio e Françoise Forton.

AGENDA

IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro

ABRIL – dias 22 e 23 – Conselho de Classe

Elenco: Leonardo Netto, Marcelo Olinto, Lourival Prudêncio, João Rodrigo Ostrower, Thierry Trémouroux, Cesar Augusto

Direção: Bel Garcia e Susana Ribeiro

MAIO – 27 e 28 – Vianinha conta o Último Combate do Homens Comum

Elenco: Isío Ghelmam, Ana Barrosos e Ana Veloso e elenco

Direção: Aderbal Freire-Filho

JUNHO – 17 e 18 – Contrações

Elenco:  Debora Falabella e Yara de Novaes

Direção: Grace Passô

JUNHO – 24 e 25 – BR TRANS

Elenco: Silvério Pereira

Direção: Jezebel De Carli

JULHO – 01 e 02 – Nós Sempre Teremos Paris

Elenco: Françoise Forton e Mauricio Baduh, texto de Artur Xexéu

Direção: Jacqueline Laurence

Mais informações: www.mostradeteatro.com.br

Espetáculo “por+vir”, em cartaz na Caixa Cultural São Paulo, terá sessão com recurso de audiodescrição

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a empresa à frente da produção do recurso inclusivo; a entrada é franca, os ingressos para a sessão devem ser retirados no dia

29 de março de 2017 – Pessoas com deficiência que moram ou estão em São Paulo, ou em municípios vizinhos, têm a chance de assistir assistir a um espetáculo de dança com o recurso acessível de audiodescrição, produzido pela equipe da Iguale Comunicação de Acessibilidade. Trata-se do projeto “por+vir”, que estará em cartaz de 31 de março a 2 de abril, na Caixa Cultural São Paulo, localizada na Praça da Sé, bem no coração da capital paulista, sempre com início às 19h15, e com entrada franca. Excepcionalmente no dia 31, estreia da apresentação, a sessão será inclusiva contendo o recurso de audiodescrição.

Imagem de divulgação_Espetaculo Por Vir_Caixa Cultural São Paulo

Descrição da imagem #pracegover:  a imagem quadrada e colorida apresenta em fundo preto as informações sobre o espetáculo de dança “por+vir”. No centro estão figuras de peças de quebra-cabeça preenchidas por fotos dos dançarinos em diversas posições no palco. No canto superior esquerdo, o logotipo Caixa Cultural, uma elipse branca com texto em preto. No canto superior direito, o nome do espetáculo por+vir.  As letras têm tamanhos irregulares e são formadas por linhas brancas. Abaixo, as informações dentro de quadrados em tons de cinza: 30 e 31 de março, 1 e 2 de abril às 19 horas e 15 minutos. Dia 31 de março, espetáculo com audiodescrição. Mais embaixo, do lado direito, estão as informações: CAIXA Cultural São Paulo, Praça da Sé, 111 – Sé – São Paulo. Entrada Franca. Classificação 14 anos. Ingressos disponíveis a partir das 9 horas do dia do evento. No rodapé, em um retângulo branco, estão os logotipos de produção: APBD – Associação Projeto Brasileiro de Dança e Companhia de Danças de Diadema; apoio: Prefeitura de Diadema e patrocínio CAIXA e Governo Federal.

Para tornar o espetáculo acessível ao público, a Iguale inicialmente faz um estudo da obra e produz o roteiro descritivo do espetáculo, em seguida faz uma consultoria e revisão com um profissional com deficiência visual e no dia do evento, ao vivo e simultaneamente a apresentação, realiza a narração da audiodescrição. “Um espetáculo de dança torna-se mais rico e amplia o entendimento para a pessoa com deficiência, quando a apresentação possui o recurso acessível e inclusivo de audiodescrição”, esclarece Mauricio Santana, diretor da Iguale.

Uma das empresas pioneiras no país no estudo e desenvolvimento de recursos inclusivos para projetos de culturais, sociais e de comunicação, a Iguale já fez acessibilidade para um grande número de espetáculos de dança, teatro e outros tipos de eventos, em todo o Brasil. Com esta experiência e anos de aperfeiçoamento de suas técnicas, a Iguale trabalha para levar os recursos acessíveis para todos os espaços e tipos de eventos, a exemplo da sessão acessível na Caixa Cultural São Paulo.

Sobre o recurso de audiodescrição, Mauricio explica que o mesmo pode ser considerado um modo de tradução audiovisual intersemiótica (do visual para o verbal), que é narrado pela voz de um audiodescritor, profissional que executa a descrição com máximo de detalhes de tudo o que acontece na coreografia, sem os quais uma pessoa com deficiência visual não compreenderia com autonomia o espetáculo na íntegra.

Sobre o espetáculo

O projeto “por+vir” é um espetáculo que traz uma diversidade de pontos de vistas sobre a dança contemporânea em uma única peça artística, que reúne nove coreógrafos distintos: Ana Bottosso, Cláudia Palma, Fernando Machado, Henrique Rodovalho, Luís Arrieta, Mário Nascimento, Pedro Costa, Sandro Borelli e Sérgio Rocha. Nele, o público pode perceber diferentes modos de expressão da linguagem da dança contemporânea. O projeto também oferece oficinas de dança contemporânea e processo de criação. Além de diálogos com a plateia após as apresentações. Atividades: quatro apresentações do espetáculo “por+vir”, quatro diálogos com a plateia e duas oficinas sobre coreografia. Dias: 30/03 a 02/04, às 19h.

Agenda

Espetáculo “por+vir”

Data: 30/03/2017 a 02/04/2017

Data da sessão com audiodescrição: 31/03/17 (sexta-feira)

Horário: 19h15

Horário da Bilheteria: a partir das 9h do dia de cada apresentação

Local: Caixa Cultural São Paulo

Classificação: 14 anos

Audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Entrada franca

IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro tem espetáculos contendo o recurso acessível de audiodescrição

O recurso estará disponível nas sessões dos oito espetáculos da programação, com o padrão de qualidade dos projetos assinados pela Iguale; a mostra acontecerá de fevereiro a julho

São Paulo, 9 de fevereiro de 2017 – O público com deficiência visual que aprecia espetáculos teatrais, principalmente quando os mesmos têm recursos de acessibilidade, não pode perder a IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro, que acontece entre fevereiro e julho, no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo. Com os recursos de audiodescrição produzidos pela Iguale Comunicação de Acessibilidade, os espetáculos proporcionarão mais autonomia aos espectadores que, por sua vez, terão melhor entendimento do conteúdo não verbal de cada uma das peças em cartaz.

Fazem parte da Mostra espetáculos de qualidade, produzidos por companhias, grupos e produtores independentes, que circularam pelos mais variados pontos do país, durante o Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016. Segundo os realizadores, a Mostra, cuja realização se dá em parceria com o Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer e o Itaú Cultural, contará com oito espetáculos, que levarão ao público um painel da produção teatral contemporânea a preços populares, com ingressos a R$ 20, e apresentações aos sábados e domingos.

As peças que serão exibidas na IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro, contendo o recurso de audiodescrição realizado pela Iguale são: O Duelo, Rádio Variété, Trágica.3, Conselho de Classe, Vianinha conta o Último Combate do Homens Comum, Contrações, BR TRANS e Nós Sempre Teremos Paris. No elenco destes espetáculos, estão nomes como Camila Pitanga, Denise Del Vecchio, Leticia Sabatella, Debora Falabella e Françoise Forton.

Como explica o diretor da Iguale, Mauricio Santana, em um espetáculo teatral, a audiodescrição, que pode ser considerada um modo de tradução audiovisual intersemiótica (do visual para o verbal), narra através ou pela voz de um audiodescritor, o máximo de detalhes de tudo o que acontece nos atos, sem os quais uma pessoa com deficiência visual não compreenderia com autonomia o espetáculo.

Mauricio revela ainda que a audiodescrição interage de acordo com os espaços oferecidos entre os diálogos dos personagens, respeitando o roteiro original, as intenções de pausas, ruídos sonoros e trilhas. “É um recurso que promove acesso e autonomia às pessoas com deficiência visual”, completa.

 Programação geral e elenco da Mostra

11 e 12 de Fevereiro – O Duelo

Com Camila Pitanga, Aury Porto, Carol Badra e elenco, direção Georgette Fadel

 18 e 19 de Fevereiro – Rádio Variété

Com Fernando Sampaio, Fernando Paz e Felipe Bregantim, direção Fernando Sampaio

25 e 26 de Março – Trágica.3

Com Denise Del Vecchio, Leticia Sabatella, Miwa Yanagizawa, Fernando Alves Pinto e Marcelo H., direção Guilherme Leme

22, 23 de Abril – Conselho de Classe

Com Leonardo Netto, Marcelo Olinto, Lourival Prudêncio, João Rodrigo Ostrower, Thierry Trémouroux, Cesar Augusto, direção Bel Garcia e Susana Ribeiro

27, 28 de Maio – Vianinha conta o Último Combate do Homens Comum

Com Isío Ghelmam, Ana Barrosos e Ana Veloso e elenco, direção Aderbal Freire-Filho

17 e 18 de Junho – Contrações

Com Debora Falabella e Yara de Novaes, direção de Grace Passô

24 e 25 de Junho – BR TRANS

Com Silverio Pereira, direção Jezebel De Carli

01 e 02 de Julho – Nós Sempre Teremos Paris

Com Françoise Forton e Mauricio Baduh, texto de Artur Xexéu, direção de Jacqueline Laurence

Mais informações: www.mostradeteatro.com.br

Comédia “Minha mãe é uma peça 2” estreia com acessibilidade no app MovieReading

Fim de ano tem festas, férias e filme com recursos inclusivos de LIBRAS, audiodescrição e legendas, produzidos pela Iguale, nos cinemas

 16 de dezembro de 2016 – Dona Hermínia está de volta e promete fazer todo mundo rir em “Minha mãe é uma peça 2”, filme que estreia dia 22 de dezembro, nos cinemas, com os recursos de LIBRAS, audiodescrição e legendas descritivas ou legendas para surdos e ensurdecidos (LSE), no aplicativo acessível MovieReading.

Por meio da parceria com a ETC Filmes, a Iguale Comunicação de Acessibilidade, que no Brasil e na América do Sul é a responsável pelo aplicativo, produziu o roteiro e os recursos acessíveis desta comédia nacional, disponibilizando-os gratuitamente para os usuários de smartphones e tablets, dos sistemas operacionais IOS e Android, no app MovieReading.

 Descrição da imagem #pracegover: sobre um fundo branco há uma foto, dentro de uma moldura dourada com entalhes curvilíneos em estilo "rococó", apresentando os três personagens principais do filme.  No centro, Dona Hermínia (interpretada por Paulo Gustavo) olha para frente enquanto segura uma xicara com a mão direita.  Ela está com os olhos arregalados e faz um biquinho de beijo. Do lado esquerdo está Marcelina (vivida por Mariana Xavier) e do lado direito, Juliano (vivido por Rodrigo Pandolfo). Ambos estão próximos do rosto da mulher e fazem biquinho, prestes a beijá-la na bochecha. A direita da foto emoldurada, o nome do filme: “Minha mãe é uma peça 2”. Cada palavra do título está dentro de um retângulo diferente em tamanho e cor.  Na parte inferior da divulgação estão as informações: “Com acessibilidade através do app MovieReading Brasil” e abaixo, os ícones dos recursos acessíveis de audiodescrição, legendas closed caption e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, além do logo do app com o endereço do site www.moviereadingbrasil.com.br. Mais abaixo, há a mensagem: “A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do APP MovieReading no Brasil e América do Sul”.


Descrição da imagem #pracegover: sobre um fundo branco há uma foto, dentro de uma moldura dourada com entalhes curvilíneos em estilo “rococó”, apresentando os três personagens principais do filme. No centro, Dona Hermínia (interpretada por Paulo Gustavo) olha para frente enquanto segura uma xícara com a mão direita. Ela está com os olhos arregalados e faz um biquinho de beijo. Do lado esquerdo está Marcelina (vivida por Mariana Xavier) e do lado direito, Juliano (vivido por Rodrigo Pandolfo). Ambos estão próximos do rosto da mulher e fazem biquinho, prestes a beijá-la na bochecha.
A direita da foto emoldurada, o nome do filme: “Minha mãe é uma peça 2”. Cada palavra do título está dentro de um retângulo diferente em tamanho e cor.
Na parte inferior da divulgação estão as informações: “Com acessibilidade através do app MovieReading Brasil” e abaixo, os ícones dos recursos acessíveis de audiodescrição, legendas closed caption e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, além do logo do app com o endereço do site www.moviereadingbrasil.com.br.
Mais abaixo, há a mensagem: “A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do APP MovieReading no Brasil e América do Sul”.

Com o aplicativo, ao assistir “Minha mãe é uma peça 2”, o público poderá se divertir com Paulo Gustavo e grande elenco, mas também conhecer mais de perto o trabalho da Iguale. Como explica Mauricio Santana, diretor da Iguale, o MovieReading é uma inovação da tecnologia assistiva que veio para mudar o modo como a pessoa com deficiência assimila o conteúdo das obras audiovisuais e se relaciona com o universo do cinema. Segundo Santana, o público já está utilizando e se familiarizando com o MovieReading que, com mais este título, passa a disponibilizar 20 filmes com recursos acessíveis.

Assim como nos outros filmes já lançados em 2016, com os recursos de acessibilidade no app, neste caso também é necessário ter um celular ou tablet com fones de ouvido e microfone habilitado. Ao selecionar o arquivo de acessibilidade correspondente ao filme baixado no ambiente do MovieReading, e clicar no botão de comando, automaticamente o app sincroniza ou a audiodescrição, ou a LIBRAS ou a legenda ao áudio original.

Depois de baixados nos dispositivos, para ter acesso ao app e conteúdos produzidos para acessibilidade, não é mais necessário estar conectado à Internet ou rede WI-Fi exclusiva no momento da exibição. Assim, o aplicativo e os recursos contidos no MovieReading podem ser utilizados em qualquer sala de exibição em todo o país.

Sinopse

Dona Hermínia está de volta, desta vez, rica, depois que passou a apresentar um bem-sucedido programa de TV. Porém, na sequência de Minha Mãe É uma Peça – O Filme, a personagem superprotetora vai ter que lidar com o ninho vazio, afinal Juliano e Marcelina resolvem criar asas e sair de casa. Para balancear, Garib, o primogênito, chega com o neto. E ela também vai receber uma longa visitinha da irmã Lucia Helena, a ovelha negra da família, que mora há anos em Nova Iorque.

Ficha técnica

Direção: César Rodrigues

Elenco: Paulo Gustavo, Rodrigo Pandolfo, Mariana Xavier, Patrícia Travassos

Gênero: comédia

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Aplicativo acessível: MovieReading

‘Magal e os formigas’, filme com Sidney Magal, estreia nos cinemas com acessibilidade no app MovieReading

LIBRAS, audiodescrição e legendas são os recursos produzidos pela Iguale e disponibilizados gratuitamente no aplicativo para esta comédia nacional

6 de dezembro de 2016 – Em parceria com a ETC Filmes, a Iguale Comunicação de Acessibilidade acaba de produzir os recursos acessíveis de LIBRAS, audiodescrição e legendas do filme “Magal e os formigas”, que estreia em dezembro. Assim, por meio do aplicativo MovieReading, pessoas com deficiência poderão se divertir com muito mais autonomia, ao assistir a mais este filme nacional que já chegas às salas dos cinemas contendo acessibilidade.

A comédia “Magal e os formigas”, cujo protagonista é cantor Sidney Magal, tem os recursos acessíveis de LIBRAS, legendas e audiodescrição disponibilizados gratuitamente para os usuários de smartphones e tablets dos sistemas operacionais IOS e Android, no app MovieReading. Assim, ao assisti-lo, o público com deficiência poderá dar boas risadas e também se emocionar com essa história que faz referência à fábula “A cigarra e a formiga”. E mais, conhecer o trabalho da Iguale, empresa pioneira no país em Comunicação de Acessibilidade.

Descrição da imagem #pracegover: imagem colorida do cantor Sidney Magal sobre um fundo azul escuro, com um forte brilho que reluz por trás da cabeça do artista. Os raios de luz reforçam o contorno do protagonista e se estendem do centro para as laterais da imagem horizontal. Magal tem o cabelo preto e olha fixamente para frente, com a cabeça levemente caída para direita e a boca ligeiramente aberta num sorriso. As duas mãos estão próximas ao rosto, com a palma virada para frente, os indicadores apontando para cima e os polegares voltados para o rosto do cantor. No centro, abaixo do rosto, está o nome do filme, “Magal e os Formigas": a palavra Magal, em tamanho maior e escrita em vermelho com contorno dourado e as demais palavras do título, abaixo, em amarelo. No topo e no rodapé, há uma borda azul mais clara, formada por pequenas lâmpadas acesas. Na parte inferior da divulgação, um pouco mais abaixo da imagem principal e dentro de um retângulo branco com borda azul claro no topo e rodapé, as informações: “Com acessibilidade através do app MovieReading Brasil” e abaixo, os ícones dos recursos acessíveis de audiodescrição, legendas closed caption e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, além do logo do app com o endereço do site www.moviereadingbrasil.com.br. No rodapé, a mensagem: “A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do APP MovieReading no Brasil e América do Sul”.

Descrição da imagem #pracegover: imagem colorida do cantor Sidney Magal sobre um fundo azul escuro, com um forte brilho que reluz por trás da cabeça do artista. Os raios de luz reforçam o contorno do protagonista e se estendem do centro para as laterais da imagem horizontal. Magal tem o cabelo preto e olha fixamente para frente, com a cabeça levemente caída para direita e a boca ligeiramente aberta num sorriso. As duas mãos estão próximas ao rosto, com a palma virada para frente, os indicadores apontando para cima e os polegares voltados para o rosto do cantor. No centro, abaixo do rosto, está o nome do filme, “Magal e os Formigas”: a palavra Magal, em tamanho maior e escrita em vermelho com contorno dourado e as demais palavras do título, abaixo, em amarelo. No topo e no rodapé, há uma borda azul mais clara, formada por pequenas lâmpadas acesas.
Na parte inferior da divulgação, um pouco mais abaixo da imagem principal e dentro de um retângulo branco com borda azul claro no topo e rodapé, as informações: “Com acessibilidade através do app MovieReading Brasil” e abaixo, os ícones dos recursos acessíveis de audiodescrição, legendas closed caption e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, além do logo do app com o endereço do site www.moviereadingbrasil.com.br.
No rodapé, a mensagem: “A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do APP MovieReading no Brasil e América do SulNo entanto, para não ter imprevistos na sala dos cinemas, precisará ficar atento a algumas recomendações. “Para usar o app é necessário um celular ou tablet com fones de ouvido e microfone habilitado. Aconselhamos evitar o uso de fones que vem com aparelho, pois o microfone embutido no conjunto não é tão bom quanto o próprio dispositivo. Ao selecionar o arquivo de acessibilidade correspondente ao filme, e clicar no botão de comando, automaticamente o app sincroniza ou a audiodescrição, ou a LIBRAS ou a legenda ao áudio original”, explica o diretor da Iguale, Mauricio Santana.

Depois de baixados nos dispositivos, para ter acesso ao app e conteúdos produzidos para acessibilidade, não é necessário estar conectado à Internet no momento da exibição. Assim, o aplicativo e os recursos contidos no MovieReading podem ser utilizados em qualquer sala de exibição em todo o país. “O MovieReading é uma inovação da tecnologia assistiva, e é algo que veio para mudar o modo como a pessoa com deficiência assimila o conteúdo das obras audiovisuais e se relaciona com o universo do cinema”, completa Santana.

Sobre o filme

João (Norival Rizzo) é um aposentado que está aborrecido com a vida e reclama o tempo todo de seu trabalho. Viciado em loterias, ele está afundado em depressão e não vê esperança. Até que, após um delírio, ele começa a receber visitas do cantor Sidney Magal. Assustado com o fenômeno sobrenatural recorrente, ele irá aprender, com o bom humor da aparição, os jeitos de viver sempre o lado bom da vida. 

Ficha técnica

Direção e roteiro: Newton Cannito

Elenco: Norival Rizzo, Sidney Maga, Mel Lisboa, Zécarlos Machado, Imara Reis, Nicolas Trevijano, Marcio Américo, Estar Laccava, Riba Carlovich, Fábio Lins, Teca Pereira e Gil Jung

Gêneros: comédia-dramática

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Aplicativo acessível: MovieReading

Indicação: não recomendado para menores de 12 anos

Espetáculo em cartaz no Sesc Bom Retiro terá sessão com acessibilidade neste domingo

LIBRAS e Audiodescrição serão os recursos produzidos pela Iguale Comunicação de Acessibilidade para esta peça teatral

2 de dezembro de 2016 – O espetáculo “Razão Social”, em cartaz no Sesc Bom Retiro, em São Paulo, terá uma sessão com os recursos acessíveis de LIBRAS e audiodescrição, neste domingo, dia 4 de dezembro, às 18h. Produzidos pela equipe da Iguale Comunicação de Acessibilidade, os recursos permitem que o público com deficiência visual e auditiva acompanhe com mais autonomia a peça teatral, tendo assim uma melhor compreensão da obra como um todo.

O recurso de audiodescrição, disponível no espetáculo, tem como objetivo facilitar o entendimento do conteúdo não verbal às pessoas com deficiência visual e intelectual, já que por meio dele, elas têm acesso a detalhes da obra como os elementos que compõem o cenário, o figurino, a fisionomia dos personagens e principalmente as ações, tudo por meio do som, das palavras oralizadas.

Descrição da imagem #pracegover: flyer de formato retangular e vertical com divulgação do espetáculo acessível “Razão Social”. Sobre fundo preto, o título em branco: “Sesc Bom Retiro e Iguale convidam: “Razão Social” com AD e LIBRAS”. Abaixo, uma foto colorida e horizontal com sete pessoas em um bar ao redor de uma mesa de madeira. Dois homens estão abaixados à frente da mesa, olhando para frente. Uma mulher e outros dois homens estão sentados do outro lado da mesa. Outros dois homens estão nas laterais da mesa, o da esquerda segura um violão e o da direita, um cavaquinho. Ao fundo, prateleiras repletas de garrafas de bebidas. Abaixo da foto, em letras brancas, a sinopse: “No espetáculo “Razão Social” o passado em que grandes sambistas escreveram seus nomes na história da música popular brasileira aparece como pano de fundo para outra discussão:  o golpe militar de 1964. Nesta peça o elenco cantará músicas do Cartola, Noel Rosa, Carlos Cachaça, Nelson Cavaquinho, Zé Ketti, Clementina de Jesus entre outros grandes sambistas da época. Tudo para celebrarmos o centenário do samba e ao mesmo tempo olharmos pra um passado recente do Brasil e suas feridas abertas”. Mais abaixo as informações: “Convites limitados. Interessados enviar e-mail para eventos@iguale.com.br até sexta-feira (2/12) às 17h. Data: 04/12/2016. Horário: 18hrs. Local: Sesc Bom Retiro – Alameda Nothmann, 185”.  Ao final, no canto inferior direito, está o logotipo da Iguale.

Descrição da imagem #pracegover: flyer de formato retangular e vertical com divulgação do espetáculo acessível “Razão Social”. Sobre fundo preto, o título em branco: “Sesc Bom Retiro e Iguale convidam: “Razão Social” com AD e LIBRAS”. Abaixo, uma foto colorida e horizontal com sete pessoas em um bar ao redor de uma mesa de madeira. Dois homens estão abaixados à frente da mesa, olhando para frente. Uma mulher e outros dois homens estão sentados do outro lado da mesa. Outros dois homens estão nas laterais da mesa, o da esquerda segura um violão e o da direita, um cavaquinho. Ao fundo, prateleiras repletas de garrafas de bebidas.
Abaixo da foto, em letras brancas, a sinopse: “No espetáculo “Razão Social” o passado em que grandes sambistas escreveram seus nomes na história da música popular brasileira aparece como pano de fundo para outra discussão: o golpe militar de 1964. Nesta peça o elenco cantará músicas do Cartola, Noel Rosa, Carlos Cachaça, Nelson Cavaquinho, Zé Ketti, Clementina de Jesus entre outros grandes sambistas da época. Tudo para celebrarmos o centenário do samba e ao mesmo tempo olharmos pra um passado recente do Brasil e suas feridas abertas”. Mais abaixo as informações: “Convites limitados. Interessados enviar e-mail para eventos@iguale.com.br até sexta-feira (2/12) às 17h. Data: 04/12/2016. Horário: 18hrs. Local: Sesc Bom Retiro – Alameda Nothmann, 185”.
Ao final, no canto inferior direito, está o logotipo da Iguale.

Já o recurso de LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais permite que a pessoa com deficiência auditiva entenda as falas dos atores e demais sons que podem ter ao longo do espetáculo. A LIBRAS é uma língua de modalidade gestual visual, realizada por um tradutor-intérprete, e se aplica muito bem em eventos de diferentes naturezas.

Sinopse da peça

É madrugada do dia 31 de março para o 1 de abril de 1964, o dia do golpe. Sabino (Gero Camilo) um operário e Jucelino (Victor Mendes) um estudante fogem da polícia no centro do Rio de Janeiro e pulam pra dentro do Restaurante Zicartola. Zica (Fabiana Cozza) e Cartola (Adolfo Moura) preparam-se para dormir. Os barulhos: sirenes, os gritos e tiros que acontecem na rua, por vezes cortam o grande salão, trazendo medo e tensão aos moradores do bairro. E principalmente para os dois fugitivos.

No espetáculo “Razão Social” o passado em que grandes sambistas escreveram seus nomes na história da música popular brasileira aparece como pano de fundo para outra discussão:  o golpe militar de 1964. Nesta peça o elenco cantará músicas do Cartola, Noel Rosa, Carlos Cachaça, Nelson Cavaquinho, Zé Ketti, Clementina de Jesus entre outros grandes sambistas da época. Tudo para celebrarmos o centenário do samba e ao mesmo tempo olharmos pra um passado recente do Brasil e suas feridas abertas.

Ficha técnica

Texto e direção: Gero Camilo e Victor Mendes

Elenco:  Adolfo Moura, Fabiana Cozza, Gero Camilo e Victor Mendes

Músicos: Everson Pessoa (violão de 7 cordas), Gerson da banda (percussão) e Nino Miau (cavaco),

Cenotécnico: José Roberto Tomasim

Iluminador: João Blumenschein

Figurinos: Gero Camilo e Victor Mendes

Concepção de luz: João Blumenschein

Concepção de cenário: Gero Camilo e Victor Mendes

Pesquisa, supervisão e execução de cenário: José Roberto Tomasim

Execução do cenário: Bruno Matias (Più Design)

Direção de produção: Flávia Corrêa

Assistente de produção: Ana Sardinha

Produção executiva: Flávia Corrêa

Produção: Cia Tertúlia de Acontecimentos

Recursos de Acessibilidade: Iguale Comunicação de Acessibilidade

AGENDA

Local: Sesc Bom Retiro

Endereço: Alameda Nothmann, 185, Bom Retiro, São Paulo.

Data: 4 de dezembro de 2016 (domingo)

Horário: 18h

Para saber mais acesse:

www.sescsp.org.br/programacao/108460_RAZAO+SOCIAL#/content=saiba-mais

Com estreia nos cinemas, o filme Elis tem acessibilidade por meio do app MovieReading

O filme é uma ótima oportunidade para todos os públicos conhecerem um pouco mais sobre Elis Regina, com o complemento dos recursos acessíveis no app inclusivo

 23 de novembro de 2016 – A vida de Elis Regina – considerada a maior cantora brasileira de todos os tempos –, é contada no filme Elis, que estreia nesta quinta-feira, dia 24 de novembro. Uma das cinebiografias mais aguardadas dos últimos tempos, a obra chega aos cinemas contendo os recursos de audiodescrição, LIBRAS e legendas para surdos e ensurdecidos (LSE) no aplicativo MovieReading. Assim, permite a inclusão e o acesso ao seu conteúdo de modo mais completo às pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectual.

 Por meio da parceria com a ETC Filmes, a Iguale Comunicação de Acessibilidade produziu o roteiro e os recursos acessíveis de LIBRAS, legendas e audiodescrição, deste novo filme nacional, disponibilizando-o gratuitamente para os usuários de smartphones e tablets, dos sistemas operacionais IOS e Android, no app MovieReading. Assim, ao assistir Elis, o público poderá não só conhecer detalhes da história desta grande intérprete da Música Popular Brasileira, mas também do próprio trabalho da Iguale, pioneira no país em Comunicação de Acessibilidade.

Descrição da imagem #pracegover: a foto colorida e horizontal apresenta a atriz Andréa Horta que no filme Elis interpreta a cantora Elis Regina. Ela está do lado direito da imagem, sorridente e tem as mãos próximas ao rosto, unidas e apoiadas no microfone. Do lado esquerdo, em branco, sobre fundo escuro, está o nome do filme, Elis. Na parte inferior da divulgação, dentro de um retângulo branco, as informações: “Com acessibilidade através do app MovieReading Brasil” e abaixo, os ícones dos recursos acessíveis de audiodescrição, legendas closed caption e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, além do logo do app com o endereço do site www.moviereadingbrasil.com.br. No rodapé da divulgação, há a mensagem: “A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do APP MovieReading no Brasil e América do Sul”.

Descrição da imagem #pracegover: a foto colorida e horizontal apresenta a atriz Andreia Horta que no filme Elis interpreta a cantora Elis Regina. Ela está do lado direito da imagem, sorridente e tem as mãos próximas ao rosto, unidas e apoiadas no microfone. Do lado esquerdo, em branco, sobre fundo escuro, está o nome do filme, Elis.
Na parte inferior da divulgação, dentro de um retângulo branco, as informações: “Com acessibilidade através do app MovieReading Brasil” e abaixo, os ícones dos recursos acessíveis de audiodescrição, legendas closed caption e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, além do logo do app com o endereço do site www.moviereadingbrasil.com.br.
No rodapé da divulgação, há a mensagem: “A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do APP MovieReading no Brasil e América do Sul”.

“Para usar o app é necessário um celular ou tablet com fones de ouvido e microfone habilitado. Ao selecionar o arquivo de acessibilidade correspondente ao filme baixado no ambiente do MovieReading, e clicar no botão de comando, automaticamente o app sincroniza ou a audiodescrição, ou a LIBRAS ou a legenda ao áudio original. Esta inovação da tecnologia assistiva é algo que veio para mudar o modo como a pessoa com deficiência assimila o conteúdo das obras audiovisuais e se relaciona com o universo do cinema”, explica Mauricio Santana, diretor da Iguale.

Depois de baixados nos dispositivos, para ter acesso ao app e conteúdos produzidos para acessibilidade, não é mais necessário estar conectado à Internet no momento da exibição. Assim, o aplicativo e os recursos contidos no MovieReading podem ser utilizados em qualquer sala de exibição em todo o país

Sobre o filme

O longa-metragem dirigido por Hugo Prata tem no papel principal Andreia Horta, que ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Gramado 2016. O filme ganhou ainda os troféus de júri popular e melhor montagem.

O diretor Hugo Prata, que também assina o roteiro ao lado de Luiz Bolognesi e Vera Egito, optou por contar a história da adolescência à morte da artista, passando por sua ascensão à fama, o casamento com Ronaldo Bôscoli e César Mariano, e acontecimentos relacionados à ditadura militar até à fase do fim de sua vida.

Sinopse

A vida de Elis Regina é contada nesta cinebiografia em ritmo energético e pulsante. A trendsetter cultural que sinalizou a mudança de estilos de Bossa Nova para MPB, a “pimentinha” ardente, que viveu uma vida turbulenta. Ao mesmo tempo que se chocava com a ditadura militar no Brasil, ela lutou com seus próprios demônios pessoais.

Ficha técnica

Direção: Hugo Prata

Roteiro: Luiz Bolognesi, Hugo Prata e Vera Egito

Direção de Fotografia: Adrian Teijido

Elenco: Andreia Horta, Caco Ciocler, Gustavo Machado, Lúcio Mauro Filho, Júlio Andrade, Rodrigo Pandolfo, Ícaro Silva e outros

Gêneros: Drama/Biografia

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Aplicativo acessível: MovieReading

Indicação: não recomendado para menores de 14 anos

Iguale, MovieReading e ETC Filmes expõem na Expocine 2016

17 de novembro de 2016 – A Iguale Comunicação de Acessibilidade, a MovieReading e a ETC Filmes marcam presença na Expocine 2016, maior evento da América Latina voltado à indústria cinematográfica de exibição, distribuição e empresas fornecedoras de tecnologias, serviços e produtos para o mercado.

Durante os três dias de evento, que se encerra nesta sexta-feira (18), no Teatro Shopping Frei Caneca, em São Paulo, os visitantes conferem, no estande da Iguale/MovieReading/ETCFilmes, o que há de mais moderno em recursos acessíveis e tecnológicos para uma comunicação efetivamente inclusiva.

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Descrição da imagem #pracegover: geral do estande da Iguale, MovieReading e ETC Filmes na Expocine 2016. Na parte superior do estande estão os nomes das empresas expositoras. Já dentro e à frente do estande, algumas pessoas, entre homens e mulheres, conversam.

Descrição da imagem #pracegover: geral do estande da Iguale, MovieReading e ETC Filmes na Expocine 2016. Na parte superior do estande estão os nomes das empresas expositoras. Já dentro e à frente do estande, algumas pessoas, entre homens e mulheres, conversam.

A atriz Lucélia Santos foi uma das visitas ilustres ao estande, que fez questão de conhecer o aplicativo MovieReading e suas funcionalidades que incluem, principalmente, as pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectual ao conteúdo audiovisual.

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do app MovieReading no Brasil e América do Sul, disponível para IOS e Android.

Sobre a Expocine 2016

Neste ano, a Expocine acontece nos dias 16, 17 e 18 de novembro, com palestras e painéis de discussão de profissionais do mercado; apresentações dos estúdios e distribuidoras cinematográficas; coletivas de imprensa, e uma feira com mais de 70 estandes e muitas novidades para o mercado.