Espetáculo “por+vir”, em cartaz na Caixa Cultural São Paulo, terá sessão com recurso de audiodescrição

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a empresa à frente da produção do recurso inclusivo; a entrada é franca, os ingressos para a sessão devem ser retirados no dia

29 de março de 2017 – Pessoas com deficiência que moram ou estão em São Paulo, ou em municípios vizinhos, têm a chance de assistir assistir a um espetáculo de dança com o recurso acessível de audiodescrição, produzido pela equipe da Iguale Comunicação de Acessibilidade. Trata-se do projeto “por+vir”, que estará em cartaz de 31 de março a 2 de abril, na Caixa Cultural São Paulo, localizada na Praça da Sé, bem no coração da capital paulista, sempre com início às 19h15, e com entrada franca. Excepcionalmente no dia 31, estreia da apresentação, a sessão será inclusiva contendo o recurso de audiodescrição.

Imagem de divulgação_Espetaculo Por Vir_Caixa Cultural São Paulo

Descrição da imagem #pracegover:  a imagem quadrada e colorida apresenta em fundo preto as informações sobre o espetáculo de dança “por+vir”. No centro estão figuras de peças de quebra-cabeça preenchidas por fotos dos dançarinos em diversas posições no palco. No canto superior esquerdo, o logotipo Caixa Cultural, uma elipse branca com texto em preto. No canto superior direito, o nome do espetáculo por+vir.  As letras têm tamanhos irregulares e são formadas por linhas brancas. Abaixo, as informações dentro de quadrados em tons de cinza: 30 e 31 de março, 1 e 2 de abril às 19 horas e 15 minutos. Dia 31 de março, espetáculo com audiodescrição. Mais embaixo, do lado direito, estão as informações: CAIXA Cultural São Paulo, Praça da Sé, 111 – Sé – São Paulo. Entrada Franca. Classificação 14 anos. Ingressos disponíveis a partir das 9 horas do dia do evento. No rodapé, em um retângulo branco, estão os logotipos de produção: APBD – Associação Projeto Brasileiro de Dança e Companhia de Danças de Diadema; apoio: Prefeitura de Diadema e patrocínio CAIXA e Governo Federal.

Para tornar o espetáculo acessível ao público, a Iguale inicialmente faz um estudo da obra e produz o roteiro descritivo do espetáculo, em seguida faz uma consultoria e revisão com um profissional com deficiência visual e no dia do evento, ao vivo e simultaneamente a apresentação, realiza a narração da audiodescrição. “Um espetáculo de dança torna-se mais rico e amplia o entendimento para a pessoa com deficiência, quando a apresentação possui o recurso acessível e inclusivo de audiodescrição”, esclarece Mauricio Santana, diretor da Iguale.

Uma das empresas pioneiras no país no estudo e desenvolvimento de recursos inclusivos para projetos de culturais, sociais e de comunicação, a Iguale já fez acessibilidade para um grande número de espetáculos de dança, teatro e outros tipos de eventos, em todo o Brasil. Com esta experiência e anos de aperfeiçoamento de suas técnicas, a Iguale trabalha para levar os recursos acessíveis para todos os espaços e tipos de eventos, a exemplo da sessão acessível na Caixa Cultural São Paulo.

Sobre o recurso de audiodescrição, Mauricio explica que o mesmo pode ser considerado um modo de tradução audiovisual intersemiótica (do visual para o verbal), que é narrado pela voz de um audiodescritor, profissional que executa a descrição com máximo de detalhes de tudo o que acontece na coreografia, sem os quais uma pessoa com deficiência visual não compreenderia com autonomia o espetáculo na íntegra.

Sobre o espetáculo

O projeto “por+vir” é um espetáculo que traz uma diversidade de pontos de vistas sobre a dança contemporânea em uma única peça artística, que reúne nove coreógrafos distintos: Ana Bottosso, Cláudia Palma, Fernando Machado, Henrique Rodovalho, Luís Arrieta, Mário Nascimento, Pedro Costa, Sandro Borelli e Sérgio Rocha. Nele, o público pode perceber diferentes modos de expressão da linguagem da dança contemporânea. O projeto também oferece oficinas de dança contemporânea e processo de criação. Além de diálogos com a plateia após as apresentações. Atividades: quatro apresentações do espetáculo “por+vir”, quatro diálogos com a plateia e duas oficinas sobre coreografia. Dias: 30/03 a 02/04, às 19h.

Agenda

Espetáculo “por+vir”

Data: 30/03/2017 a 02/04/2017

Data da sessão com audiodescrição: 31/03/17 (sexta-feira)

Horário: 19h15

Horário da Bilheteria: a partir das 9h do dia de cada apresentação

Local: Caixa Cultural São Paulo

Classificação: 14 anos

Audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Entrada franca

IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro tem espetáculos contendo o recurso acessível de audiodescrição

O recurso estará disponível nas sessões dos oito espetáculos da programação, com o padrão de qualidade dos projetos assinados pela Iguale; a mostra acontecerá de fevereiro a julho

São Paulo, 9 de fevereiro de 2017 – O público com deficiência visual que aprecia espetáculos teatrais, principalmente quando os mesmos têm recursos de acessibilidade, não pode perder a IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro, que acontece entre fevereiro e julho, no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo. Com os recursos de audiodescrição produzidos pela Iguale Comunicação de Acessibilidade, os espetáculos proporcionarão mais autonomia aos espectadores que, por sua vez, terão melhor entendimento do conteúdo não verbal de cada uma das peças em cartaz.

Fazem parte da Mostra espetáculos de qualidade, produzidos por companhias, grupos e produtores independentes, que circularam pelos mais variados pontos do país, durante o Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016. Segundo os realizadores, a Mostra, cuja realização se dá em parceria com o Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer e o Itaú Cultural, contará com oito espetáculos, que levarão ao público um painel da produção teatral contemporânea a preços populares, com ingressos a R$ 20, e apresentações aos sábados e domingos.

As peças que serão exibidas na IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro, contendo o recurso de audiodescrição realizado pela Iguale são: O Duelo, Rádio Variété, Trágica.3, Conselho de Classe, Vianinha conta o Último Combate do Homens Comum, Contrações, BR TRANS e Nós Sempre Teremos Paris. No elenco destes espetáculos, estão nomes como Camila Pitanga, Denise Del Vecchio, Leticia Sabatella, Debora Falabella e Françoise Forton.

Como explica o diretor da Iguale, Mauricio Santana, em um espetáculo teatral, a audiodescrição, que pode ser considerada um modo de tradução audiovisual intersemiótica (do visual para o verbal), narra através ou pela voz de um audiodescritor, o máximo de detalhes de tudo o que acontece nos atos, sem os quais uma pessoa com deficiência visual não compreenderia com autonomia o espetáculo.

Mauricio revela ainda que a audiodescrição interage de acordo com os espaços oferecidos entre os diálogos dos personagens, respeitando o roteiro original, as intenções de pausas, ruídos sonoros e trilhas. “É um recurso que promove acesso e autonomia às pessoas com deficiência visual”, completa.

 Programação geral e elenco da Mostra

11 e 12 de Fevereiro – O Duelo

Com Camila Pitanga, Aury Porto, Carol Badra e elenco, direção Georgette Fadel

 18 e 19 de Fevereiro – Rádio Variété

Com Fernando Sampaio, Fernando Paz e Felipe Bregantim, direção Fernando Sampaio

25 e 26 de Março – Trágica.3

Com Denise Del Vecchio, Leticia Sabatella, Miwa Yanagizawa, Fernando Alves Pinto e Marcelo H., direção Guilherme Leme

22, 23 de Abril – Conselho de Classe

Com Leonardo Netto, Marcelo Olinto, Lourival Prudêncio, João Rodrigo Ostrower, Thierry Trémouroux, Cesar Augusto, direção Bel Garcia e Susana Ribeiro

27, 28 de Maio – Vianinha conta o Último Combate do Homens Comum

Com Isío Ghelmam, Ana Barrosos e Ana Veloso e elenco, direção Aderbal Freire-Filho

17 e 18 de Junho – Contrações

Com Debora Falabella e Yara de Novaes, direção de Grace Passô

24 e 25 de Junho – BR TRANS

Com Silverio Pereira, direção Jezebel De Carli

01 e 02 de Julho – Nós Sempre Teremos Paris

Com Françoise Forton e Aloísio de Abreu, texto de Artur Xexéu, direção de Jacqueline Laurence

Mais informações: www.mostradeteatro.com.br

Comédia “Minha mãe é uma peça 2” estreia com acessibilidade no app MovieReading

Fim de ano tem festas, férias e filme com recursos inclusivos de LIBRAS, audiodescrição e legendas, produzidos pela Iguale, nos cinemas

 16 de dezembro de 2016 – Dona Hermínia está de volta e promete fazer todo mundo rir em “Minha mãe é uma peça 2”, filme que estreia dia 22 de dezembro, nos cinemas, com os recursos de LIBRAS, audiodescrição e legendas descritivas ou legendas para surdos e ensurdecidos (LSE), no aplicativo acessível MovieReading.

Por meio da parceria com a ETC Filmes, a Iguale Comunicação de Acessibilidade, que no Brasil e na América do Sul é a responsável pelo aplicativo, produziu o roteiro e os recursos acessíveis desta comédia nacional, disponibilizando-os gratuitamente para os usuários de smartphones e tablets, dos sistemas operacionais IOS e Android, no app MovieReading.

 Descrição da imagem #pracegover: sobre um fundo branco há uma foto, dentro de uma moldura dourada com entalhes curvilíneos em estilo "rococó", apresentando os três personagens principais do filme.  No centro, Dona Hermínia (interpretada por Paulo Gustavo) olha para frente enquanto segura uma xicara com a mão direita.  Ela está com os olhos arregalados e faz um biquinho de beijo. Do lado esquerdo está Marcelina (vivida por Mariana Xavier) e do lado direito, Juliano (vivido por Rodrigo Pandolfo). Ambos estão próximos do rosto da mulher e fazem biquinho, prestes a beijá-la na bochecha. A direita da foto emoldurada, o nome do filme: “Minha mãe é uma peça 2”. Cada palavra do título está dentro de um retângulo diferente em tamanho e cor.  Na parte inferior da divulgação estão as informações: “Com acessibilidade através do app MovieReading Brasil” e abaixo, os ícones dos recursos acessíveis de audiodescrição, legendas closed caption e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, além do logo do app com o endereço do site www.moviereadingbrasil.com.br. Mais abaixo, há a mensagem: “A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do APP MovieReading no Brasil e América do Sul”.


Descrição da imagem #pracegover: sobre um fundo branco há uma foto, dentro de uma moldura dourada com entalhes curvilíneos em estilo “rococó”, apresentando os três personagens principais do filme. No centro, Dona Hermínia (interpretada por Paulo Gustavo) olha para frente enquanto segura uma xícara com a mão direita. Ela está com os olhos arregalados e faz um biquinho de beijo. Do lado esquerdo está Marcelina (vivida por Mariana Xavier) e do lado direito, Juliano (vivido por Rodrigo Pandolfo). Ambos estão próximos do rosto da mulher e fazem biquinho, prestes a beijá-la na bochecha.
A direita da foto emoldurada, o nome do filme: “Minha mãe é uma peça 2”. Cada palavra do título está dentro de um retângulo diferente em tamanho e cor.
Na parte inferior da divulgação estão as informações: “Com acessibilidade através do app MovieReading Brasil” e abaixo, os ícones dos recursos acessíveis de audiodescrição, legendas closed caption e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, além do logo do app com o endereço do site www.moviereadingbrasil.com.br.
Mais abaixo, há a mensagem: “A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do APP MovieReading no Brasil e América do Sul”.

Com o aplicativo, ao assistir “Minha mãe é uma peça 2”, o público poderá se divertir com Paulo Gustavo e grande elenco, mas também conhecer mais de perto o trabalho da Iguale. Como explica Mauricio Santana, diretor da Iguale, o MovieReading é uma inovação da tecnologia assistiva que veio para mudar o modo como a pessoa com deficiência assimila o conteúdo das obras audiovisuais e se relaciona com o universo do cinema. Segundo Santana, o público já está utilizando e se familiarizando com o MovieReading que, com mais este título, passa a disponibilizar 20 filmes com recursos acessíveis.

Assim como nos outros filmes já lançados em 2016, com os recursos de acessibilidade no app, neste caso também é necessário ter um celular ou tablet com fones de ouvido e microfone habilitado. Ao selecionar o arquivo de acessibilidade correspondente ao filme baixado no ambiente do MovieReading, e clicar no botão de comando, automaticamente o app sincroniza ou a audiodescrição, ou a LIBRAS ou a legenda ao áudio original.

Depois de baixados nos dispositivos, para ter acesso ao app e conteúdos produzidos para acessibilidade, não é mais necessário estar conectado à Internet ou rede WI-Fi exclusiva no momento da exibição. Assim, o aplicativo e os recursos contidos no MovieReading podem ser utilizados em qualquer sala de exibição em todo o país.

Sinopse

Dona Hermínia está de volta, desta vez, rica, depois que passou a apresentar um bem-sucedido programa de TV. Porém, na sequência de Minha Mãe É uma Peça – O Filme, a personagem superprotetora vai ter que lidar com o ninho vazio, afinal Juliano e Marcelina resolvem criar asas e sair de casa. Para balancear, Garib, o primogênito, chega com o neto. E ela também vai receber uma longa visitinha da irmã Lucia Helena, a ovelha negra da família, que mora há anos em Nova Iorque.

Ficha técnica

Direção: César Rodrigues

Elenco: Paulo Gustavo, Rodrigo Pandolfo, Mariana Xavier, Patrícia Travassos

Gênero: comédia

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Aplicativo acessível: MovieReading

‘Magal e os formigas’, filme com Sidney Magal, estreia nos cinemas com acessibilidade no app MovieReading

LIBRAS, audiodescrição e legendas são os recursos produzidos pela Iguale e disponibilizados gratuitamente no aplicativo para esta comédia nacional

6 de dezembro de 2016 – Em parceria com a ETC Filmes, a Iguale Comunicação de Acessibilidade acaba de produzir os recursos acessíveis de LIBRAS, audiodescrição e legendas do filme “Magal e os formigas”, que estreia em dezembro. Assim, por meio do aplicativo MovieReading, pessoas com deficiência poderão se divertir com muito mais autonomia, ao assistir a mais este filme nacional que já chegas às salas dos cinemas contendo acessibilidade.

A comédia “Magal e os formigas”, cujo protagonista é cantor Sidney Magal, tem os recursos acessíveis de LIBRAS, legendas e audiodescrição disponibilizados gratuitamente para os usuários de smartphones e tablets dos sistemas operacionais IOS e Android, no app MovieReading. Assim, ao assisti-lo, o público com deficiência poderá dar boas risadas e também se emocionar com essa história que faz referência à fábula “A cigarra e a formiga”. E mais, conhecer o trabalho da Iguale, empresa pioneira no país em Comunicação de Acessibilidade.

Descrição da imagem #pracegover: imagem colorida do cantor Sidney Magal sobre um fundo azul escuro, com um forte brilho que reluz por trás da cabeça do artista. Os raios de luz reforçam o contorno do protagonista e se estendem do centro para as laterais da imagem horizontal. Magal tem o cabelo preto e olha fixamente para frente, com a cabeça levemente caída para direita e a boca ligeiramente aberta num sorriso. As duas mãos estão próximas ao rosto, com a palma virada para frente, os indicadores apontando para cima e os polegares voltados para o rosto do cantor. No centro, abaixo do rosto, está o nome do filme, “Magal e os Formigas": a palavra Magal, em tamanho maior e escrita em vermelho com contorno dourado e as demais palavras do título, abaixo, em amarelo. No topo e no rodapé, há uma borda azul mais clara, formada por pequenas lâmpadas acesas. Na parte inferior da divulgação, um pouco mais abaixo da imagem principal e dentro de um retângulo branco com borda azul claro no topo e rodapé, as informações: “Com acessibilidade através do app MovieReading Brasil” e abaixo, os ícones dos recursos acessíveis de audiodescrição, legendas closed caption e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, além do logo do app com o endereço do site www.moviereadingbrasil.com.br. No rodapé, a mensagem: “A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do APP MovieReading no Brasil e América do Sul”.

Descrição da imagem #pracegover: imagem colorida do cantor Sidney Magal sobre um fundo azul escuro, com um forte brilho que reluz por trás da cabeça do artista. Os raios de luz reforçam o contorno do protagonista e se estendem do centro para as laterais da imagem horizontal. Magal tem o cabelo preto e olha fixamente para frente, com a cabeça levemente caída para direita e a boca ligeiramente aberta num sorriso. As duas mãos estão próximas ao rosto, com a palma virada para frente, os indicadores apontando para cima e os polegares voltados para o rosto do cantor. No centro, abaixo do rosto, está o nome do filme, “Magal e os Formigas”: a palavra Magal, em tamanho maior e escrita em vermelho com contorno dourado e as demais palavras do título, abaixo, em amarelo. No topo e no rodapé, há uma borda azul mais clara, formada por pequenas lâmpadas acesas.
Na parte inferior da divulgação, um pouco mais abaixo da imagem principal e dentro de um retângulo branco com borda azul claro no topo e rodapé, as informações: “Com acessibilidade através do app MovieReading Brasil” e abaixo, os ícones dos recursos acessíveis de audiodescrição, legendas closed caption e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, além do logo do app com o endereço do site www.moviereadingbrasil.com.br.
No rodapé, a mensagem: “A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do APP MovieReading no Brasil e América do SulNo entanto, para não ter imprevistos na sala dos cinemas, precisará ficar atento a algumas recomendações. “Para usar o app é necessário um celular ou tablet com fones de ouvido e microfone habilitado. Aconselhamos evitar o uso de fones que vem com aparelho, pois o microfone embutido no conjunto não é tão bom quanto o próprio dispositivo. Ao selecionar o arquivo de acessibilidade correspondente ao filme, e clicar no botão de comando, automaticamente o app sincroniza ou a audiodescrição, ou a LIBRAS ou a legenda ao áudio original”, explica o diretor da Iguale, Mauricio Santana.

Depois de baixados nos dispositivos, para ter acesso ao app e conteúdos produzidos para acessibilidade, não é necessário estar conectado à Internet no momento da exibição. Assim, o aplicativo e os recursos contidos no MovieReading podem ser utilizados em qualquer sala de exibição em todo o país. “O MovieReading é uma inovação da tecnologia assistiva, e é algo que veio para mudar o modo como a pessoa com deficiência assimila o conteúdo das obras audiovisuais e se relaciona com o universo do cinema”, completa Santana.

Sobre o filme

João (Norival Rizzo) é um aposentado que está aborrecido com a vida e reclama o tempo todo de seu trabalho. Viciado em loterias, ele está afundado em depressão e não vê esperança. Até que, após um delírio, ele começa a receber visitas do cantor Sidney Magal. Assustado com o fenômeno sobrenatural recorrente, ele irá aprender, com o bom humor da aparição, os jeitos de viver sempre o lado bom da vida. 

Ficha técnica

Direção e roteiro: Newton Cannito

Elenco: Norival Rizzo, Sidney Maga, Mel Lisboa, Zécarlos Machado, Imara Reis, Nicolas Trevijano, Marcio Américo, Estar Laccava, Riba Carlovich, Fábio Lins, Teca Pereira e Gil Jung

Gêneros: comédia-dramática

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Aplicativo acessível: MovieReading

Indicação: não recomendado para menores de 12 anos

Espetáculo em cartaz no Sesc Bom Retiro terá sessão com acessibilidade neste domingo

LIBRAS e Audiodescrição serão os recursos produzidos pela Iguale Comunicação de Acessibilidade para esta peça teatral

2 de dezembro de 2016 – O espetáculo “Razão Social”, em cartaz no Sesc Bom Retiro, em São Paulo, terá uma sessão com os recursos acessíveis de LIBRAS e audiodescrição, neste domingo, dia 4 de dezembro, às 18h. Produzidos pela equipe da Iguale Comunicação de Acessibilidade, os recursos permitem que o público com deficiência visual e auditiva acompanhe com mais autonomia a peça teatral, tendo assim uma melhor compreensão da obra como um todo.

O recurso de audiodescrição, disponível no espetáculo, tem como objetivo facilitar o entendimento do conteúdo não verbal às pessoas com deficiência visual e intelectual, já que por meio dele, elas têm acesso a detalhes da obra como os elementos que compõem o cenário, o figurino, a fisionomia dos personagens e principalmente as ações, tudo por meio do som, das palavras oralizadas.

Descrição da imagem #pracegover: flyer de formato retangular e vertical com divulgação do espetáculo acessível “Razão Social”. Sobre fundo preto, o título em branco: “Sesc Bom Retiro e Iguale convidam: “Razão Social” com AD e LIBRAS”. Abaixo, uma foto colorida e horizontal com sete pessoas em um bar ao redor de uma mesa de madeira. Dois homens estão abaixados à frente da mesa, olhando para frente. Uma mulher e outros dois homens estão sentados do outro lado da mesa. Outros dois homens estão nas laterais da mesa, o da esquerda segura um violão e o da direita, um cavaquinho. Ao fundo, prateleiras repletas de garrafas de bebidas. Abaixo da foto, em letras brancas, a sinopse: “No espetáculo “Razão Social” o passado em que grandes sambistas escreveram seus nomes na história da música popular brasileira aparece como pano de fundo para outra discussão:  o golpe militar de 1964. Nesta peça o elenco cantará músicas do Cartola, Noel Rosa, Carlos Cachaça, Nelson Cavaquinho, Zé Ketti, Clementina de Jesus entre outros grandes sambistas da época. Tudo para celebrarmos o centenário do samba e ao mesmo tempo olharmos pra um passado recente do Brasil e suas feridas abertas”. Mais abaixo as informações: “Convites limitados. Interessados enviar e-mail para eventos@iguale.com.br até sexta-feira (2/12) às 17h. Data: 04/12/2016. Horário: 18hrs. Local: Sesc Bom Retiro – Alameda Nothmann, 185”.  Ao final, no canto inferior direito, está o logotipo da Iguale.

Descrição da imagem #pracegover: flyer de formato retangular e vertical com divulgação do espetáculo acessível “Razão Social”. Sobre fundo preto, o título em branco: “Sesc Bom Retiro e Iguale convidam: “Razão Social” com AD e LIBRAS”. Abaixo, uma foto colorida e horizontal com sete pessoas em um bar ao redor de uma mesa de madeira. Dois homens estão abaixados à frente da mesa, olhando para frente. Uma mulher e outros dois homens estão sentados do outro lado da mesa. Outros dois homens estão nas laterais da mesa, o da esquerda segura um violão e o da direita, um cavaquinho. Ao fundo, prateleiras repletas de garrafas de bebidas.
Abaixo da foto, em letras brancas, a sinopse: “No espetáculo “Razão Social” o passado em que grandes sambistas escreveram seus nomes na história da música popular brasileira aparece como pano de fundo para outra discussão: o golpe militar de 1964. Nesta peça o elenco cantará músicas do Cartola, Noel Rosa, Carlos Cachaça, Nelson Cavaquinho, Zé Ketti, Clementina de Jesus entre outros grandes sambistas da época. Tudo para celebrarmos o centenário do samba e ao mesmo tempo olharmos pra um passado recente do Brasil e suas feridas abertas”. Mais abaixo as informações: “Convites limitados. Interessados enviar e-mail para eventos@iguale.com.br até sexta-feira (2/12) às 17h. Data: 04/12/2016. Horário: 18hrs. Local: Sesc Bom Retiro – Alameda Nothmann, 185”.
Ao final, no canto inferior direito, está o logotipo da Iguale.

Já o recurso de LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais permite que a pessoa com deficiência auditiva entenda as falas dos atores e demais sons que podem ter ao longo do espetáculo. A LIBRAS é uma língua de modalidade gestual visual, realizada por um tradutor-intérprete, e se aplica muito bem em eventos de diferentes naturezas.

Sinopse da peça

É madrugada do dia 31 de março para o 1 de abril de 1964, o dia do golpe. Sabino (Gero Camilo) um operário e Jucelino (Victor Mendes) um estudante fogem da polícia no centro do Rio de Janeiro e pulam pra dentro do Restaurante Zicartola. Zica (Fabiana Cozza) e Cartola (Adolfo Moura) preparam-se para dormir. Os barulhos: sirenes, os gritos e tiros que acontecem na rua, por vezes cortam o grande salão, trazendo medo e tensão aos moradores do bairro. E principalmente para os dois fugitivos.

No espetáculo “Razão Social” o passado em que grandes sambistas escreveram seus nomes na história da música popular brasileira aparece como pano de fundo para outra discussão:  o golpe militar de 1964. Nesta peça o elenco cantará músicas do Cartola, Noel Rosa, Carlos Cachaça, Nelson Cavaquinho, Zé Ketti, Clementina de Jesus entre outros grandes sambistas da época. Tudo para celebrarmos o centenário do samba e ao mesmo tempo olharmos pra um passado recente do Brasil e suas feridas abertas.

Ficha técnica

Texto e direção: Gero Camilo e Victor Mendes

Elenco:  Adolfo Moura, Fabiana Cozza, Gero Camilo e Victor Mendes

Músicos: Everson Pessoa (violão de 7 cordas), Gerson da banda (percussão) e Nino Miau (cavaco),

Cenotécnico: José Roberto Tomasim

Iluminador: João Blumenschein

Figurinos: Gero Camilo e Victor Mendes

Concepção de luz: João Blumenschein

Concepção de cenário: Gero Camilo e Victor Mendes

Pesquisa, supervisão e execução de cenário: José Roberto Tomasim

Execução do cenário: Bruno Matias (Più Design)

Direção de produção: Flávia Corrêa

Assistente de produção: Ana Sardinha

Produção executiva: Flávia Corrêa

Produção: Cia Tertúlia de Acontecimentos

Recursos de Acessibilidade: Iguale Comunicação de Acessibilidade

AGENDA

Local: Sesc Bom Retiro

Endereço: Alameda Nothmann, 185, Bom Retiro, São Paulo.

Data: 4 de dezembro de 2016 (domingo)

Horário: 18h

Para saber mais acesse:

www.sescsp.org.br/programacao/108460_RAZAO+SOCIAL#/content=saiba-mais

Com estreia nos cinemas, o filme Elis tem acessibilidade por meio do app MovieReading

O filme é uma ótima oportunidade para todos os públicos conhecerem um pouco mais sobre Elis Regina, com o complemento dos recursos acessíveis no app inclusivo

 23 de novembro de 2016 – A vida de Elis Regina – considerada a maior cantora brasileira de todos os tempos –, é contada no filme Elis, que estreia nesta quinta-feira, dia 24 de novembro. Uma das cinebiografias mais aguardadas dos últimos tempos, a obra chega aos cinemas contendo os recursos de audiodescrição, LIBRAS e legendas para surdos e ensurdecidos (LSE) no aplicativo MovieReading. Assim, permite a inclusão e o acesso ao seu conteúdo de modo mais completo às pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectual.

 Por meio da parceria com a ETC Filmes, a Iguale Comunicação de Acessibilidade produziu o roteiro e os recursos acessíveis de LIBRAS, legendas e audiodescrição, deste novo filme nacional, disponibilizando-o gratuitamente para os usuários de smartphones e tablets, dos sistemas operacionais IOS e Android, no app MovieReading. Assim, ao assistir Elis, o público poderá não só conhecer detalhes da história desta grande intérprete da Música Popular Brasileira, mas também do próprio trabalho da Iguale, pioneira no país em Comunicação de Acessibilidade.

Descrição da imagem #pracegover: a foto colorida e horizontal apresenta a atriz Andréa Horta que no filme Elis interpreta a cantora Elis Regina. Ela está do lado direito da imagem, sorridente e tem as mãos próximas ao rosto, unidas e apoiadas no microfone. Do lado esquerdo, em branco, sobre fundo escuro, está o nome do filme, Elis. Na parte inferior da divulgação, dentro de um retângulo branco, as informações: “Com acessibilidade através do app MovieReading Brasil” e abaixo, os ícones dos recursos acessíveis de audiodescrição, legendas closed caption e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, além do logo do app com o endereço do site www.moviereadingbrasil.com.br. No rodapé da divulgação, há a mensagem: “A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do APP MovieReading no Brasil e América do Sul”.

Descrição da imagem #pracegover: a foto colorida e horizontal apresenta a atriz Andreia Horta que no filme Elis interpreta a cantora Elis Regina. Ela está do lado direito da imagem, sorridente e tem as mãos próximas ao rosto, unidas e apoiadas no microfone. Do lado esquerdo, em branco, sobre fundo escuro, está o nome do filme, Elis.
Na parte inferior da divulgação, dentro de um retângulo branco, as informações: “Com acessibilidade através do app MovieReading Brasil” e abaixo, os ícones dos recursos acessíveis de audiodescrição, legendas closed caption e LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais, além do logo do app com o endereço do site www.moviereadingbrasil.com.br.
No rodapé da divulgação, há a mensagem: “A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do APP MovieReading no Brasil e América do Sul”.

“Para usar o app é necessário um celular ou tablet com fones de ouvido e microfone habilitado. Ao selecionar o arquivo de acessibilidade correspondente ao filme baixado no ambiente do MovieReading, e clicar no botão de comando, automaticamente o app sincroniza ou a audiodescrição, ou a LIBRAS ou a legenda ao áudio original. Esta inovação da tecnologia assistiva é algo que veio para mudar o modo como a pessoa com deficiência assimila o conteúdo das obras audiovisuais e se relaciona com o universo do cinema”, explica Mauricio Santana, diretor da Iguale.

Depois de baixados nos dispositivos, para ter acesso ao app e conteúdos produzidos para acessibilidade, não é mais necessário estar conectado à Internet no momento da exibição. Assim, o aplicativo e os recursos contidos no MovieReading podem ser utilizados em qualquer sala de exibição em todo o país

Sobre o filme

O longa-metragem dirigido por Hugo Prata tem no papel principal Andreia Horta, que ganhou o prêmio de melhor atriz no Festival de Gramado 2016. O filme ganhou ainda os troféus de júri popular e melhor montagem.

O diretor Hugo Prata, que também assina o roteiro ao lado de Luiz Bolognesi e Vera Egito, optou por contar a história da adolescência à morte da artista, passando por sua ascensão à fama, o casamento com Ronaldo Bôscoli e César Mariano, e acontecimentos relacionados à ditadura militar até à fase do fim de sua vida.

Sinopse

A vida de Elis Regina é contada nesta cinebiografia em ritmo energético e pulsante. A trendsetter cultural que sinalizou a mudança de estilos de Bossa Nova para MPB, a “pimentinha” ardente, que viveu uma vida turbulenta. Ao mesmo tempo que se chocava com a ditadura militar no Brasil, ela lutou com seus próprios demônios pessoais.

Ficha técnica

Direção: Hugo Prata

Roteiro: Luiz Bolognesi, Hugo Prata e Vera Egito

Direção de Fotografia: Adrian Teijido

Elenco: Andreia Horta, Caco Ciocler, Gustavo Machado, Lúcio Mauro Filho, Júlio Andrade, Rodrigo Pandolfo, Ícaro Silva e outros

Gêneros: Drama/Biografia

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Aplicativo acessível: MovieReading

Indicação: não recomendado para menores de 14 anos

Iguale, MovieReading e ETC Filmes expõem na Expocine 2016

17 de novembro de 2016 – A Iguale Comunicação de Acessibilidade, a MovieReading e a ETC Filmes marcam presença na Expocine 2016, maior evento da América Latina voltado à indústria cinematográfica de exibição, distribuição e empresas fornecedoras de tecnologias, serviços e produtos para o mercado.

Durante os três dias de evento, que se encerra nesta sexta-feira (18), no Teatro Shopping Frei Caneca, em São Paulo, os visitantes conferem, no estande da Iguale/MovieReading/ETCFilmes, o que há de mais moderno em recursos acessíveis e tecnológicos para uma comunicação efetivamente inclusiva.

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Descrição da imagem #pracegover: geral do estande da Iguale, MovieReading e ETC Filmes na Expocine 2016. Na parte superior do estande estão os nomes das empresas expositoras. Já dentro e à frente do estande, algumas pessoas, entre homens e mulheres, conversam.

Descrição da imagem #pracegover: geral do estande da Iguale, MovieReading e ETC Filmes na Expocine 2016. Na parte superior do estande estão os nomes das empresas expositoras. Já dentro e à frente do estande, algumas pessoas, entre homens e mulheres, conversam.

A atriz Lucélia Santos foi uma das visitas ilustres ao estande, que fez questão de conhecer o aplicativo MovieReading e suas funcionalidades que incluem, principalmente, as pessoas com deficiência visual, auditiva e intelectual ao conteúdo audiovisual.

A Iguale Comunicação de Acessibilidade é a representante exclusiva do app MovieReading no Brasil e América do Sul, disponível para IOS e Android.

Sobre a Expocine 2016

Neste ano, a Expocine acontece nos dias 16, 17 e 18 de novembro, com palestras e painéis de discussão de profissionais do mercado; apresentações dos estúdios e distribuidoras cinematográficas; coletivas de imprensa, e uma feira com mais de 70 estandes e muitas novidades para o mercado.

Filme “O Shaolin do Sertão” chega aos cinemas com aplicativo acessível MovieReading

A comédia nacional de ação e aventura em pleno sertão cearense já está em cartaz; o filme disponibiliza os recursos acessíveis de LIBRAS, audiodescrição e legendas no app

27 de outubro de 2016 – Já em cartaz nos cinemas, o longa-metragem cearense “O Shaolin do Sertão” garante a acessibilidade de pessoas com deficiência visual e auditiva por intermédio do aplicativo MovieReading.  Para utilizar o app que no Brasil e na América do Sul é de responsabilidade da Iguale Comunicação de Acessibilidade, basta fazer o download no smartphone ou tablet e baixar os arquivos com os recursos que tem interesse em utilizar. A acessibilidade em mais esta obra cinematográfica é resultado da parceria com a ETC Filmes.

Como explica Mauricio Santana, diretor da Iguale, para o filme “O Shaolin do Sertão” estão disponíveis a audiodescrição, a interpretação em libras e as legendas para surdos e ensurdecidos (LSE). Para utilizá-los, é necessário ter um celular ou tablet com fones de ouvido e microfone. “Ao selecionar o arquivo do filme baixado no ambiente do MovieReading, e clicar no botão de comando, automaticamente o app sincroniza a audiodescrição, a LIBRAS ou a legenda ao áudio original. Esta inovação da tecnologia assistiva é algo que veio para mudar o modo como a pessoa com deficiência visual e auditiva assimila o conteúdo das obras audiovisuais e se relaciona com o universo do cinema”, salienta Santana.

Sem necessidade de conexão com a Internet no momento da exibição, o aplicativo e os recursos contidos no app MovieReading, depois de baixados, podem ser utilizados em qualquer lugar. Ou seja, em todas as salas de cinema onde o filme estiver sendo exibido e, posteriormente, em casa ou em qualquer outra plataforma onde venha a ser novamente exibido.

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A imagem apresenta no topo sobre o fundo azul o título do filme “O Shaolin do Sertão” e abaixo o personagem principal do filme. Ele é careca, usa uma faixa vermelha amarrada na cabeça, tem a mão direita posicionada à frente do peito com a palma virada para a esquerda; o braço esquerdo está direcionado para frente com a mão fechada como um soco. Abaixo há a mensagem sobre fundo amarelo “com acessibilidade através do app MovieReading Brasil”. Em seguida há os símbolos dos recursos de audiodescrição, legendas e LIBRAS – Lingua Brasileira de Sinais e o logotipo do aplicativo MovieReading Brasil com o site www.moviereadingbrasil..com.br

Sobre o filme

Ambientado em Quixadá nos anos 1980, o longa-metragem conta a história de Aluízio Li – Liduíno, interpretado por Edmilson Filho, um aficionado por artes marciais que vive com a cabeça no mundo das lutas de tanto assistir a filmes chineses; o que é motivo de chacotas em sua cidade natal. Neste contexto, Aluízio Li se vê diante de um grande desafio quando o lutador aposentado de vale-tudo Toni Tora Pleura, interpretado por Fábio Goulart, anuncia um tour de desafios aos valentões de várias cidades do interior do Ceará, incluindo Quixadá. O filme é dirigido pelo cineasta Halder Gomes, o mesmo de Cine Holliúdy.

Ficha Técnica

Produzido por Halder Gomes

Roteiro de L.G. Bayão

Escrito por Halder Gomes

Estrelando por Edmilson Filho.

Direção de Halder Gomes
Apresentando Bruna Hamú.

Participação especial de Fafy Siqueira. Com Dedé Santana, Marcos Veras, Falcão, Igor Jansen, Fábio Goulart, Frank Menezes, Cláudio Jaborandy, Haroldo Guimarães e grande elenco.

Gêneros: Comédia e Ação

Estúdio: ATC Entretenimentos

Recursos acessíveis e app: Iguale Comunicação de Acessibilidade via MovieReading, em parceria com a ETC Filmes.

Mais informações

Liliana Liberato

Assessora de Imprensa

Iguale Comunicação de Acessibilidade

imprensa@iguale.com.br

(11) 9 7999-2802

“Inclusão na tela” é o tema da edição de setembro do Cineclube Curta Cinema

Uma iniciativa do Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro, a terceira edição do cineclube exibe curtas sobre deficiência e acessibilidade

23 de setembro de 2016 – O Cineclube Curta Cinema chega à sua terceira edição na quinta-feira, 29 de setembro, com o tema “Inclusão na tela”, com a curadoria de Lara Pozzobon e Gustavo Acioli, diretores do Festival Assim Vivemos – festival internacional de filmes sobre deficiência – que, em 2017, comemora 15 anos, tendo se consolidado como referência nacional e internacional sobre o tema. A programação começa às 19h30, seguida de debate com os realizadores Paulo Halm, diretor de “O Resto é Silêncio”; Anna Azevedo, diretora de “Dreznica” e Simone Machado Lima, diretora e produtora de “Estrangeiros”, e do curador e mediador Gustavo Acioli. A entrada é gratuita, sujeita à lotação.

 O projeto é uma iniciativa do Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro em parceria com o Oi Futuro, e patrocínio da Oi, Petrobras, Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, e pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretária Municipal de Cultura e RioFilme.

 Responsável pela curadoria desta edição do Cineclube, Gustavo Acioli avalia que o público terá oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a deficiência, a partir da ótica da inclusão. Ele acredita que, por serem diferentes entre si, os curtas tem uma excelência no uso da linguagem.

Autor da novela “Totalmente Demais”, da Rede Globo, junto com Rosane Svartman, Halm é diretor e roteirista de “O resto é Silêncio”. Ele conta que os jovens e seu rito de passagem para a vida adulta, com suas descobertas, desafios, perdas e ganhos, sempre foram tema de seu interesse. Ao resolver abordar o tema, optou por personagens surdos, jovens que já conhecia por morar perto do Instituto Nacional de Educação de Surdos, no Rio. Assim, o curta foi interpretado por jovens surdos e falado em libras (com legendas). Na sua concepção, quase um filme mudo e que pudesse ser assistido tanto por surdos quanto por não surdos, onde ambos espectadores experimentassem as mesmas sensações.

 “O Resto é Silencio” se tornou um filme emblemático da questão da superação das diferenças, não só para os portadores de deficiência auditiva, mas para o grande conjunto das pessoas com necessidades especiais. Ao mesmo tempo, é um filme divertido, poético, que agrada a todos os públicos – diz o diretor Paulo Halm. – Acho que fui bem-sucedido porque “O Resto é Silencio” é meu filme mais premiado, no Brasil e no exterior.

 As exibições do Cineclube acontecem uma vez por mês, desde julho, onde a proposta foi discutir o feminismo e questões raciais, seguido de política tendo o cinema como instrumento. Já na edição de setembro a inclusão entra em cena, levando o público a debater, principalmente sobre acessibilidade.

 Sobre o Cineclube Curta Cinema

O Cineclube Curta Cinema foi criado pelo Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro em parceria com o Oi Futuro Ipanema em comemoração aos 25 anos do festival. Iniciado em junho de 2015, o Cineclube Curta Cinema apresenta mensalmente clássicos do curta-metragem nacional e de curtas inéditos. A exibição dos filmes é sempre acompanhada de debate aberto ao público com os realizadores e artistas convidados. O projeto Cineclube Curta Cinema é uma iniciativa do Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro em parceria com o Oi Futuro, e o patrocínio da Oi, Petrobras, Governo do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Lei Estadual de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro, e pela Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, Secretária Municipal de Cultura e RioFilme.

 Sobre o Curta Cinema

O Festival Internacional de Curtas do Rio de Janeiro – Curta Cinema – desde 1991 tem sido uma das principais vitrines para o curta-metragem no país. A cada ano são exibidos cerca de 200 filmes dos mais diversos gêneros e nacionalidades. A programação consiste em mostras competitivas (nacional e internacional), panoramas regionais, programas temáticos, de gênero, e especiais. Além da exibição de filmes, o festival desenvolve atividades paralelas com caráter informativo e educativo, como workshop e oficina.

 Sobre o Oi Futuro 

O Oi Futuro é o instituto de responsabilidade social da Oi, que emprega novas tecnologias de comunicação e informação no desenvolvimento de projetos de educação, cultura, esporte, meio ambiente e desenvolvimento social. Desde 2001, suas ações visam democratizar o acesso ao conhecimento e reduzir distâncias geográficas e sociais, com especial atenção à população jovem.

 Na educação, os programas NAVE e Oi Kabum! usam as tecnologias da informação e da comunicação, capacitando jovens para profissões na área digital, fornecendo conteúdo pedagógico para a formação de educadores da rede pública, e fomentando o desenvolvimento de modelos inovadores. Já na área cultural, o Oi Futuro mantém dois centros culturais no Rio de Janeiro, com uma programação nacional e internacional de qualidade reconhecida e a preços acessíveis, além do Museu das Telecomunicações.

 O esporte é apoiado através de projetos aprovados pelas Leis de Incentivo ao Esporte, tendo sido a Oi a primeira companhia de telecomunicações a apostar nos projetos socioeducativos inseridos na Lei Federal. O programa Oi Novos Brasis completa seu escopo de atuação, reafirmando o compromisso do Instituto no campo da sustentabilidade, com o apoio e o desenvolvimento de parcerias com organizações sem fins lucrativos para a viabilização de ideias inovadoras que utilizem a tecnologia da informação e comunicação para acelerar o desenvolvimento humano.

 Serviço:

 Cineclube Curta Cinema – Inclusão na Tela

 Data: Quinta-feira, dia 29 de setembro.

Horário: 19h30

Local: Oi Futuro Ipanema – Rua Visconde de Pirajá, 54 – Ipanema, Rio de Janeiro.

Exibição seguida de debate.

Senhas serão distribuídas com 30 minutos de antecedência

Capacidade: 92 lugares

Classificação indicativa: 10 anos

 Programação:

O Resto é Silêncio – de Paulo Halm. 22 min. RJ. 2003.

Totalmente interpretado por adolescentes surdos, o filme conta o encontro de Lucas, um rapaz solitário. Aoconhecer Clara, a nova colega do colégio para deficientes auditivos, ele descobre que existem muitos outros meios de entender os sons que o mundo possui e isso muda aos poucos a sua vida.

Dreznica – de Anna Azevedo. 14 min. RJ. 2008.

Dreznica é o lugar onde a neve encontra o mar. Um filme construído com arquivos de Super 8. Uma lírica jornada através das imagens e sensações reveladas pela memória e pelos sonhos de pessoas que não enxergam.

 Estrangeiros – de Sonia Machado Lima. 20 min. RJ. 2011.

A fala tem poder e muitas vezes se impõe como forma superior de comunicação, forçando pessoas surdas a aprenderem a repetir sons que não conseguem ouvir. É um esforço tremendo – e desgastante. Até que, muitas vezes chega o momento em que o surdo descobre que foi inútil o tempo que tentou aprender algo que simplesmente não lhe servia.

 Para mais informações sobre o Cineclube:

Thays de Paula – thays.paula@agenciafebre.com.br (21) 2555-8913

Kátia Carneiro – katia.carneiro@agenciafebre.com.br 21- 2555-8918

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Filme estrelado por Marília Pêra e Samantha Schmutz estreia nos cinemas contendo o app MovieReading

“Tô Ryca!” é mais uma obra cinematográfica com acessibilidade graças a parceria com a ETC Filmes

 São Paulo, 21 de setembro de 2016 – “Tô Ryca!” chega aos cinemas de todo o Brasil nesta quinta-feira, dia 22 de setembro, e promete fazer o espectador rir e também se emocionar. Isso porque é o primeiro filme em que a atriz Samantha Schmultz, reconhecida por sua veia humorística, atua como protagonista, e o último longa-metragem da atriz Marília Pêra, que faleceu em dezembro passado. E mais: o filme tem os recursos de acessibilidade produzidos pela Iguale Comunicação de Acessibilidade app MovieReading.

O filme pode ser visto por todos os públicos, explica Mauricio Santana, diretor da Iguale, já que para ele foram produzidos a LIBRAS, para as pessoas com deficiência auditiva, a audiodescrição, para as pessoas com deficiência visual e intelectual, e as legendas descritivas para surdos e ensurdecidos. Todos esses recursos podem ser acessados por meio do aplicativo MovieReading, que no Brasil e América do Sul tem a chancela da Iguale.

“Ao decidir pela produção dos recursos de audiodescrição, legendas e LIBRAS, os responsáveis pela produção e distribuição do filme contribuem sobremaneira para que a pessoa com deficiência compreenda com riqueza de detalhes as situações contidas na obra, muitas vezes imperceptíveis para quem não vê ou não ouve, por exemplo. Uma importante iniciativa para tornar os filmes nacionais acessíveis, já que os recursos disponíveis no MovieReading têm acesso gratuito em celulares ou tablets e a sala de exibição não depende de instalação rede Wi-fi, o que permite ser utilizado em todas as salas de cinema onde for exibido”, completa Santana.

Ao baixar o app MovieReading em seu aparelho, o usuário pode acionar legendas, LIBRAS e audiodescrição que serão sincronizadas, em tempo real ao filme, através do reconhecimento de áudio. Para usar o app com o recurso da audiodescrição, é necessário ter fones de ouvido conectados ao aparelho. O MovieReading sincroniza os arquivos de acessibilidade com o som do filme em exibição através do reconhecimento do áudio, portanto uma dica é ter cuidado para não obstruir a captação do microfone do celular ou tablet. O microfone é o mesmo que transmite a voz para outra pessoa em uma ligação telefônica.

Sinopse “Tô Ryca!”

A vida dura de frentista pode estar com os dias contados para Selminha (Samantha Schmütz). Tudo porque ela pode pôr a mão numa herança. Mas para isso, seu tio de quem herdou a fortuna estipula um desafio. Selminha tem de gastar R$ 30 milhões em 30 dias. No entanto, nessa corrida contra o tempo, a frentista precisa fazer isso em segredo e não juntar itens comprados. Se conseguir, ela ficará com a herança de R$ 300 milhões.

Agenda

Estreia: 22 de setembro 2016

Em salas de cinema de todo o Brasil.

Ficha técnica

Diretor: Pedro Antonio

Elenco: Samantha Schmutz, Katiuscia Canaro, Marcelo Adnet, Marília Pêra, Anderson Di Rizzi, Marcus Majella.

Gênero: comédia

Distribuidora: Paris Filmes

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade.