Iguale apoia 12º Festival Internacional de Cinema Feminino

Evento exibe 64 produções de 18 países no Centro Cultural Banco do Brasil

Até a próxima segunda-feira, dia 18 de dezembro, acontece a 12ª edição do Festival Internacional de Cinema Feminino – FEMINA no Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro. O festival este ano exibe 64 produções, muitas inéditas no Brasil, de 18 países. O evento é realizado pelo Instituto de Cultura e Cidadania Femina desde 2004 e se dedica a exibir longas, médias e curtas-metragens dirigidos por mulheres e/ou com temática feminina. O evento é considerado o primeiro do gênero no Brasil e na América Latina.

Todas as sessões e seminários terão entrada franca (com distribuição de senhas uma hora antes de cada sessão), os organizadores do evento calculam atrair cerca de 1,5 mil pessoas. O evento conta com o apoio da Iguale Comunicação de Acessibilidade, que terá a responsabilidade de produzir para um dos filmes vencedor, os recursos de audiodescrição, legendas e LIBRAS.

Segundo os organizadores, todos os anos, o FEMINA realiza uma homenagem a uma personalidade feminina do cinema nacional. Este ano o evento terá três homenageadas: a cineasta Sandra Werneck, a produtora Vania Catani, e atriz Laura Cardoso.  Com a curadoria de Paula Alves e Eduardo Cerveira, o festival busca valorizar a participação da mulher no cinema, na arte e na cultura, estimular jovens diretoras, incentivar a produção de filmes com protagonismo feminino e debater questões de gênero, assim como ampliar a participação profissional da mulher no cinema e a conscientização da sociedade sobre a igualdade de gênero.

O evento promove também o Seminário FEMINA, de 13 a 15 de dezembro, das 13h às16h30, com a participação de diretoras e pesquisadores, debatendo com o público o tema Feminismos, Cinema e Interseccionalidade: diálogos e estratégias de resistências, trazendo filmes que dialogam com esta questão. São eles: “Historiografia” de Amanda Pó, “Autopsia” de Mariana Barreiros, “Estado Itinerante” de Ana Carolina Soares, “O mais barulhento silêncio” de Marcela Moreno, “A boneca e o silêncio”de Carol Rodrigues e “Quem matou Eloá?” de Livia Perez.  Os temas abordados no seminário serão: “Curadoria e Crítica como espaços políticos”; “Sobre poder e violência: apagamentos, assédios e a cultura do estupro” e, por último, “Debates em torno das violências contra as mulheres e o feminicídio”.

As inscrições podem ser feitas através do site www.feminafest.com.br, a entrada é gratuita e quem participar dos 3 dias de seminário recebe um certificado de participação.

Destaques

Entre os dias 13 e 18, o festival acontece no CCBB RJ, com as tradicionais mostras competitivas “Internacional e Nacional” e sessões especiais divididas em “Programa infantil” (com curtas-metragens de animação e ficção para o público infanto-juveni), dois programas “Dividindo a conta” (com filmes codirigidos por homens e mulheres), Programa experimental (com filmes experimentais dirigidos por mulheres), sessão “Eu gosto é de mulher” (com filmes dirigidos por mulheres com temática lésbica).

Alguns destaques da Competição Internacional são os longas-metragens “Horizontes”, de Eileen Hofer (Suíça), “El placer es mio”, de Elisa Miller (México), “Childhood”, de Margreth Olin (Noruega), “Mala junta”, de Claudia Huaiquimilla (Chile) e Pano de Limpeza, de Ahu Öztürk (Turquia).

Da Competição Brasileira, destacam-se os longas “A Moça do Calendário” (SP), de Helena Ignez, o premiado “Baronesa” (MG), de Juliana Antunes (Troféu Aurora na Mostra Tiradentes desse ano), “Para Ter Onde Ir”, de Jorane Castro, uma produção do Pará, “Com o terceiro olho na terra profanação”, de Catu Rizo (RJ) e o longa que fará sua pre-estreia no Femina, “Pela janela”, de Caroline Leone.

Fora de competição, os curadores destacam a exibição do filme “Tekoha – som da terra”, de Valdelice Veron (Xamiri Nhupoty) e Rodrigo Arajeju – no Programa Dividindo a Conta I, no dia 17, às 13 – Valdelice Veron é Kaiowa, e será a primeira vez que o Femina exibirá um filme de uma cineasta indígena.

[Agenda]

FEMINA – Festival Internacional de Cinema Feminino

Local: CCBB RJ – Rua Primeiro de Março, 66 – Centro (21) 3808.2020

Datas: de 13 a 18 de dezembro de 2017

Horários: Consultar programação (sessões às 13h, 15h, 17h e 19h)

Entrada franca – Com distribuição de senhas 1h antes de cada sessão

Lotação: 98 lugares (mais 4  para cadeirantes)

Classificação: Consultar programação (desde livres – como o programa infantil, 12, 14 e 16 anos)

Acesso para pessoas com deficiência: sim

Recursos acessíveis: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Sesc Pinheiros apresenta teatro infantil com audiodescrição

Além do recurso de audiodescrição, feito pela Iguale, o espetáculo terá interpretação em LIBRAS

São Paulo, 30 de novembro de 2017 –  No próximo domingo, 3 de dezembro, o Sesc Pinheiros, em São Paulo, apresenta o espetáculo infantil “Operetinha do sapato falador”, da Cia D’Alma, contendo o recurso de audiodescrição produzido pela Iguale Comunicação de Acessibilidade. A apresentação é parte da Semana Inclusiva 2017, promovida pelo Sesc Pinheiros, em comemoração ao Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, celebrado no dia 3.

 Sobre o espetáculo

 É baseado em uma história escocesa sobre a vida de Lino, um doceiro muito hábil e talentoso, que herdou uma doceria de seu pai, com quem aprendeu o ofício. A doceria é seu ganha-pão, mas, por preguiça e avareza, ele não é muito bem-visto na vizinhança e as pessoas têm medo dele, da sua grosseria. As crianças não entram na sua loja, o que é quase uma heresia. Já viu uma criança não querer um bolinho? E assim era a vida de Lino, até o dia em que um lindo par de sapatos faz a sua rotina virar de cabeça pra baixo.

[Agenda]

Espetáculo “Operetinha do sapato falador” da Cia D’Alma

Duração: 60 minutos

Local: Auditório do SESC Pinheiros (Rua Pais Leme, 195 – Pinheiros – 3º andar).

Data: Domingo – dia 3 de dezembro

Horário: 17h

Recurso de audiodescrição: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Outras informações:

Entrada gratuita para crianças até 12 anos de idade, retirar ingressos no local.

Ingressos gratuitos para pessoas com deficiência visual e um acompanhante. Quantidade limitada. Os interessados devem fazer a confirmação da presença pelo e-mail: eventos@iguale.com.br. Favor chegar com uma hora de antecedência para a retirada dos ingressos na bilheteria.

Como chegar: O SESC Pinheiros fica a 350 metros da Estação Faria Lima da Linha 4 – Amarela do Metrô e da Estação Pinheiros da Linha 9 – Esmeralda da CPTM/ Linha 4 – Amarela do Metrô.

 

Sesc Santana promove seminário sobre acessibilidade com audiodescrição, LIBRAS e estenotipia

Os recursos inclusivos serão produzidos ao vivo pela equipe de profissionais da Iguale e parceiros

São Paulo, 27 de novembro de 2017 – Nos dias 29 e 30 de novembro no Sesc Santana, em São Paulo, a Iguale Comunicação de Acessibilidade será a responsável pela produção dos recursos de audiodescrição e LIBRAS para o “Seminário Modos de Acessar: Deficiência e Cidadania”, organizado dentro das atividades que marcam o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, comemorado em 3 de dezembro.

O Seminário, que também contará com o recurso de estenotipia, discutirá a acessibilidade atitudinal e a sua importância para o pleno exercício da cidadania das pessoas com deficiência. Segundo o Sesc Santana, o evento terá como objetivo debater as barreiras sociais e culturais ainda presentes na experiência de acessibilidade do indivíduo nas cidades e sociedades. As discussões acontecerão por meio painéis temáticos, com a exposição de boas práticas sobre o tema nos aspectos da cultura, mobilidade e educação.

Ainda de acordo com o Sesc Santana, o seminário pretende contribuir com a reflexão do panorama contemporâneo da acessibilidade às pessoas com e sem deficiências nos espaços socioculturais. Com vagas limitadas, e preços de ingressos que vão de R$ 18 a R$ 60, o seminário tem como público-alvo gestores e educadores de instituições culturais, agentes públicos e interessados na inclusão, educação e acessibilidade.

Sobre os recursos de acessibilidade comunicacional que estarão à disposição da plateia ao longo dos dois dias do evento, Mauricio Santana, diretor da Iguale, explica que ambos irão auxiliar as pessoas com deficiência a ter melhor compreensão não só das falas dos convidados e mediadores dos painéis, mas do contexto como um todo, proporcionando inclusão com autonomia.

[AGENDA]

Programação

29/11 – Quarta-feira:  

Credenciamento (Área de Convivência – Térreo): 9h30.

Abertura (Teatro – 1º subsolo): 

 10h30 – Prof. Danilo Santos de Miranda (Fala institucional).

11h – Prof. Dr. Ney Wendell – Université du Québec à Montréal (Palestra magna).

 Almoço: 12h30.

Conferências (Teatro – 1º subsolo): 

14h – Painel Mobilidade: Valmir (Biomob), Cid Torquato (Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência – SMPED) e Eliete Mariani (Metrô de São Paulo). Mediação de Lília Ladislau (Sesc).

 Intervalo: 16h.

Conferências (Teatro – 1º subsolo): 

16h30 – Painel Educação: Aline Santos (Plataforma Diversa – Instituto Rodrigo Mendes), Prof. Dra. Rosângela Gavioli Prieto (USP) e Eliana Cunha de Lima (Fundação Dorina Nowill). Mediação de Diogo de Moraes (Sesc).

Programação Cultural:  

18h30 – Jam de Danceability.

 30/11 – Quinta-feira:  

Credenciamento (Área de Convivência – Térreo): 9h30.

Conferências (Teatro – 1º subsolo):

10h30 – Painel Cultura: Prof. Dra. Amanda Tojal (ArteInclusão), Daina Leyton (MAM) e Prof. Dr. Eduardo Cardoso (UFRGS). Mediação da Prof. Dra. Lúcia Helena Reily (Unicamp).

Almoço: 12h30.

Conferências (Teatro – 1º subsolo): 

14h – Relatos de Experiências: Cíntia Alves (Cia Grão de Teatro), Séfora Tognolo (Sesc Bertioga) e Karen Montija (Centro Cultural Banco do Brasil – CCBB).

Intervalo: 16h.

Performance (Teatro – 1º subsolo):

16h30 – Mesa Performática: Estela Lapponi, Billy Saga, Marcos Abranches, Pericles Silveira e Nando Bolognesi. Mediação de Paula Lopez.

Encerramento: 18h.

Programação Cultural:

18h30 – Cadeira: Falando Sem Tabu.

Recursos acessíveis de audiodescrição e tradução em Libras: Iguale Comunicação de Acessibilidade

Vagas limitadasInscrições no portal: sescsp.org.br

Festival Assim Vivemos chega a 8ª edição com 32 filmes com temática sobre deficiência produzidos em 19 países

Com entrada franca, as sedes do Centro Cultural do Banco do Brasil recebem o evento entre agosto (Rio) e setembro (Brasília e São Paulo)

15 de agosto de 2017 - Trinta e dois filmes de 19 países integram a programação da 8º edição do “Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência” que chega ao Rio de Janeiro (de 16 a 28 de agosto), Brasília (5 a 17 de setembro) e São Paulo (20 de setembro a 1º de outubro) nas unidades do Centro Cultural do Banco do Brasil. Além da exibição audiovisual, serão realizados quatro debates com os seguintes temas: A visão e os sentidos da arte; Corpo e movimento; Tecnologia assistiva de ponta e Amor e relacionamento. Com entrada gratuita, o evento tem realização do Centro Cultural do Banco do Brasil, patrocínio do Banco do Brasil e do Ministério da Cultura e produção da Lavoro Produções.

Inéditos, os documentários trazem histórias protagonizadas por pessoas com diversas deficiências como síndrome de Down, autismo, paralisia cerebral, atrofia muscular espinhal, deficiência física, visual, auditiva e intelectual. Além de produções brasileiras, foram selecionados trabalhos de outros 18 países: Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Austrália, Suíça, Itália, Espanha, Polônia, Bulgária, Finlândia, Espanha, Turquia, Ucrânia, Tailândia, Alemanha, Rússia, Índia, Myanmar e Letônia.

Entre as produções destacam-se “Eu sou Jeeja”, sobre a indiana Jeeja Ghosh, líder ativista pelos direitos dos que têm paralisia cerebral na Índia; “ 50 X Rio”, filme italiano que conta a história de Alex Zanardi, ex-campeão de fórmula Indy que se preparou para os Jogos Paralímpicos no Rio de Janeiro e, “Dois Mundos”, obra polonesa que mostra a família de Laura, garota de 12 anos que tem pais surdos.

Os curadores Lara Pozzobon e Gustavo Acioli acreditam que o evento cumpre duas funções: “ao mesmo tempo em que nos leva a refletir sobre aspectos fundamentais da vida em sociedade e do autoconhecimento, também nos faz refletir sobre o nosso país, por meio da comparação com as mais diversas culturas e sociedades representadas na nossa seleção. Tal comparação é sempre reveladora, principalmente quando descobrimos que somos mais avançados no que pensávamos que éramos atrasados, e mais atrasados no que pensávamos que éramos avançados”.

“Em 2003, quando o CCBB exibiu a primeira edição do Assim Vivemos, as discussões sobre o tema eram muito reduzidas. Ainda há muito trabalho a ser feito, mas acreditamos que o cinema, seja pelo filme de ficção ou pelo documentário, tem sido uma grande ferramenta de conscientização e o festival tem contribuído bastante ao transportar o público para as mais diversas realidades e situações que envolvem a questão da deficiência.” reflete Fabio Cunha, gerente geral do CCBB Rio.

Realizado a cada dois anos, o festival se mantém como o principal evento que celebra a inclusão cultural no Brasil. Ao primeiro, realizado em 2003 no Rio de Janeiro e em Brasília, seguiram-se edições inéditas em 2005, 2007, 2009, 2011, 2013 e 2015. Desde 2009, São Paulo também abriga o festival. Em 2010 e 2012, foram feitas itinerâncias em outras cidades, como Belo Horizonte, Porto Alegre, Pelotas e Santa Cruz do Sul, ampliando seu alcance e possibilitando que mais pessoas conhecessem o projeto e, através dos filmes, histórias de vida inspiradoras e altamente transformadoras. Comprometido com a promoção de acessibilidade para todos os públicos, o festival oferece audiodescrição em todas as sessões e catálogos em Braille para pessoas com deficiência visual; e legendas LSE nos filmes e interpretação em LIBRAS nos debates para as pessoas com deficiência auditiva. Os portadores de deficiência física também contam com garantia de acessibilidade, uma vez que o Centro Cultural Banco do Brasil tem sua arquitetura concebida para o acesso de pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes.

A lista dos filmes participantes segue abaixo e a programação completa está disponível no site: www.assimvivemos.com.br

LISTA DE FILMES DO FESTIVAL

PROGRAMA 1 –
Uma Vida com Asperger – Duração: 4’
Diretor: Jaime Ekkens – EUA
Sinopse: Este documentário de animação explora os desafios de crescer e viver com a síndrome de Asperger. A narração esclarece que ser Asperger não é simplesmente “ser um pouco estranho”, mas sim, adaptar-se às limitações geradas pela ansiedade e pelo isolamento.

Consciência do Autismo – Duração: 5’
Diretor: Rebecca James – Reino Unido
Sinopse: Este breve documentário enfoca um evento sobre o Autismo com entrevistas e performances singulares, feito para colaborar com a conscientização sobre o tema.

Conectados: um filme sobre pessoas com autismo – Duração: 60’
Diretor: Sonia Suvagau – Canadá
Sinopse: Este documentário desafia o entendimento do senso comum sobre pessoas autistas, a natureza do desenvolvimento humano, a inteligência e as implicações de viver em uma sociedade conformista.

PROGRAMA 2 –
Ordem do Woody! – Duração: 16’
Diretor: Seth Kramer, Daniel A. Miller & Jeremy Newberger – EUA
Sinopse: Pela primeira vez, a atriz Ann Talman apresenta seu show solo para seu inspirador: o irmão com paralisia cerebral.

Como Se Eu Estivesse Voando – Duração: 56’
Diretor: Babu J. Aryankalayil – EUA
Sinopse: O documentário explora o incrível poder da dança e do movimento. A verdadeira saúde está na interseção entre corpo e a mente, e a dança tem o poder de alinhar esses elementos em harmonia. Este filme é um testemunho do poder do movimento e sua capacidade de transformar a vida de indivíduos e comunidades.

PROGRAMA 3 –
Vida e Atrofia – Duração: 24’
Diretor: Gareth Burghes – EUA
Sinopse: Depois que seu filho, Miles, é diagnosticado com Atrofia Muscular Espinhal, uma doença neuromuscular devastadora que causa perda muscular progressiva, Nikki e Tony McIntosh procuram um tratamento experimental para salvá-lo.

Virando Super-Humano – Duração: 52’
Diretor: Wain Fimeri – Austrália
Sinopse: O doutor Jordan Nuguyen é um engenheiro biomédico. Riley Saban é um menino de 13 anos com paralisia cerebral. Juntos, eles desenvolvem uma tecnologia de ponta extraordinária, que dá ao jovem Riley poderes sobre-humanos.

PROGRAMA 4 –
Bucéfalo – Duração: 34’
Diretor: Damien Marti, Chloé Seyssel – Suíça
Sinopse: Celine van Till era uma amazona da equipe nacional suíça de equitação de adestramento quando sofreu uma grave lesão na cabeça em um acidente dramático. Ela tinha apenas 16 anos de idade. Após um coma que durou semanas, ela acordou sem a capacidade de falar ou andar. Bucéfalo é um filme sobre sua vida, sua paixão e seu destino.

50 x Rio – Duração: 36′
Diretor: Francesco Mansutti – Itália
Sinopse: Este documentário conta a aventura de um cara especial, o ex-campeão da fórmula Indy Alex Zanardi, e de suas sessões de treinamento de preparação para os Jogos Paralímpicos no Rio de Janeiro. Alex, aos 50 anos, atua fisicamente melhor do que os atletas que são muito mais jovens do que ele. Ao longo do caminho, o filme capta imagens surpreendentes como cenas de treinamento com a Seleção Nacional Paralímpica da Itália, cenas da vida cotidiana de Alex, ou momentos especiais com as pessoas que ajudaram a desenvolver tecnicamente seu handcycle.

PROGRAMA 5 –
Voz Interior – Duração: 30’
Diretor: Antonio Spanò – Itália
Sinopse: Butembo, Congo. Ao seguir Jemima, uma garota curiosa que vagueia por estradas empoeiradas, mercados lotados, matadouros, fornos e caçadores de morcegos, conhecemos três mulheres que descrevem a dura realidade que enfrentam por terem nascido surdas em uma sociedade que discrimina mulheres e pessoas com deficiência.

Dois Mundos – Duração: 51’
Diretor: Maciej Adamek – Polônia
Sinopse: Neste inspirador retrato de família, Laura, de 12 anos, nos guia por sua vida com seus pais surdos, o que é diferente, desafiador e surpreendentemente normal.

PROGRAMA 6 –
A Vida Tocando – Duração: 25’
Diretor: Marco Antonio Saretta Poglia, Vinicius Correa – Brasil
Sinopse: A vida de um violonista que perdeu a visão e encontrou novas maneiras de prosseguir com a sua arte.

O Olho do Minotauro – Duração: 45′
Diretor: Borislav Kolev – Bulgária
Sinopse: Dennis tem 18 anos e, como qualquer jovem, quer se desenvolver, amar, ter uma família e sucesso profissional … Ele é como todos, mas não em todos os sentidos, pois nasceu completamente cego. Isso não o impede de definir e alcançar metas – ele pratica diferentes esportes, lê muito e tem sua própria maneira de assistir filmes. Mas seu sonho mais ousado é tornar-se um escultor. Ele está pronto para lutar por isso? E a sociedade? Está pronta para pessoas como Dennis?

Visões da Ilusionista – Duração: 6’
Diretor: Jenni-Juulia Wallinheimo-Heimonen – Finlândia
Sinopse: Ronja Oja é uma atleta finlandesa com deficiência visual. Seu sonho é tornar-se uma intérprete de língua de sinais para surdo-cegos e uma ilusionista. No filme, ela examina o ambiente com uma luva mágica que emite um som ao entrar em contato com objetos.

PROGRAMA 7 –
A Visão de Dan Bowman – Duração: 27’
Diretor: Mike Grundmann, Shaun Wright – EUA
Sinopse: “A Visão de Dan Bowman” é um documentário sobre Dan Bowman, de 75 anos, de Harrisonburg, Estado de Virgínia, que perdeu a visão aos 12 anos, e tornou-se um afinador de piano e um marceneiro de móveis finos, os quais doa para leilões de caridade, usando ferramentas elétricas e instrumentos de precisão. Ele ainda tem todos os 10 dedos, um espírito animado e uma mente teologicamente treinada que usa para fazer reflexões profundas.

88 MHz – Duração: 39’
Diretor: Yana Titova – Bulgária
Sinopse: 88 MHz é um documentário sobre o crítico de teatro Jordan Georgiev, que comanda o programa de rádio “Sem Máscaras” todas as segundas-feiras. Jordan faz entrevistas com os atores, diretores, dramaturgos e cineastas mais talentosos da Bulgária, entrando verdadeiramente nos aspectos mais profundos de seu trabalho, observando detalhes que nenhum outro jornalista pode ver. Jordan tem deficiência visual.

PROGRAMA 8 –
Luis Luis – Duração: 11’
Diretor: José Carlos Castaño Muñoz – Espanha
Sinopse: Luis é atleta, carpinteiro, e uma pessoa realmente especial.

Sobre Arif – Duração: 12’
Diretor: Hasan Kalender – Turquia
Sinopse: Arif, que tem síndrome de Down, trabalha em um antiquário e vive em um mundo imaginário.

Onde está você/Eu estou aqui – Duração: 52’
Diretor: Max Karasyov – Ucrânia
Sinopse: Para cada 800 recém-nascidos, há um com síndrome de Down. Todos os anos há mais de 400 “crianças ensolaradas” por nascer. De acordo com a WHO (Estatística Mundial sobre Saúde), em 90% dos casos, as mulheres interrompem a gravidez após o diagnóstico da síndrome de Down. Existem aproximadamente 15 mil pessoas com síndrome de Down na Ucrânia e mais da metade delas são crianças. Há pelo menos 300 em Odessa. Com este filme, nós conhecemos sete deles.

PROGRAMA 9 –
Luiza – Duração: 15’
Diretor: Caio Baú – Brasil
Sinopse: O filme lida com o relacionamento delicado entre uma garota especial e o universo que a rodeia, tendo a sexualidade como um guia para abordar questões como preconceito, relacionamento entre pais e filhos, superproteção familiar, autonomia, diferenças e amor.

Amor e Sexo segundo Tim Rose – Duração: 5’
Diretor: Leonardo Suarez – Canadá
Sinopse: “Amor e Sexo segundo Tim Rose” conta a história de como um homem nascido com paralisia cerebral conseguiu superar as desvantagens sexuais percebidas em uma pessoa com deficiência.

Dentro de Mim – Duração: 22’
Diretor: Sophon Shimjinda – Tailândia
Sinopse: Cherry é uma mulher transgênero com deficiência. Ela deseja o amor de um homem, embora possa comprar satisfação física em um bar. Mas o que ela mais anseia é o amor de sua mãe e de seu pai.

Amor aos 20 – Duração: 20’
Diretor: Javier Rodríguez Espinosa – Espanha
Sinopse: Sofia trabalha, sai para se divertir com os amigos, faz teatro e vai ao cinema. Ele leva a vida como qualquer pessoa de vinte e poucos anos, mas sente um vazio que não pode ser preenchido, até que conhece Alberto em um chat na internet. O filme é uma homenagem livre ao filme homônimo de 1962.

PROGRAMA 10 –
Nem 2 Nem 4 – Duração: 19’
Diretor: Sergi González – Espanha
Sinopse: Juanma foi bicampeão do mundo, bicampeão da Europa e nove vezes campeão da Espanha de triciclo. Juanma nasceu, como ele mesmo diz, com uma pequena deficiência chamada paralisia cerebral …

Rodas da Fortuna – Duração: 5’
Diretor: Louise Lenihan, Simone Tunbridge – Austrália
Sinopse: Jonathan é apenas um cara normal como todos os outros. Ele vai trabalhar. Anda de ônibus. Frequenta bons restaurantes. A única diferença é que ele faz tudo isso sobre rodas. Mas algumas pessoas simplesmente não sabem como lidar com esse fato.

Na Marca do Pênalti – Duração: 1’
Diretor: Kuesti Fraun – Alemanha
Sinopse: Não desista nunca! Uma divertida metáfora da autoconfiança.

Um Desejo – Duração: 53’
Diretor: Vitaly Dubinin – Rússia
Sinopse: Os heróis do filme são pessoas em cadeiras de rodas. Esses caras jogam basquete, estudam, trabalham, se apaixonam, vivem uma vida ativa. Vladimir viaja de ônibus para treinar em Moscou. Maxim tem que subir 5 andares de escada até o seu apartamento. Olga briga todas as noites com os vizinhos pela vaga de estacionamento reservada para deficientes.

PROGRAMA 11 –
Eu sou Jeeja – Duração: 26’
Diretor: Swati Chakraborty – Índia
Sinopse: Uma narrativa em primeira pessoa de Jeeja Ghosh, líder ativista pelos direitos das pessoas que vivem com paralisia cerebral na Índia.

Convivência – Duração: 40’
Diretor: Juan Carlos Guerra – Espanha
Sinopse: “Convivência” mostra a relação entre um grupo de jovens com paralisia cerebral e estudantes de uma escola de Ensino Médio. Uma iniciativa enriquecedora e solidária, mas, ao mesmo tempo, desafiadora.

PROGRAMA 12 –
Uma Menina em 10 x 10 – Duração: 29’
Diretor: Mai May Sakarwah, Mary, Yu Par Mo Mo – Myanmar
Sinopse: Ngu Wah Hlaing foi abandonada por sua mãe quando era um bebê por causa de sua deficiência. Uma monja e seu filho, que é transgênero, a adotaram e a amam. Atualmente, Ngu Wah Hlaing tem 11 anos de idade, mas não sabe ler e escrever porque é recusada pelas escolas devido à sua deficiência.

Vai! – Duração: 11’
Diretor: Pavel Gumennikov – Letônia
Sinopse: O filme é inspirado na incrível história verídica de um homem que perdeu as duas pernas em um acidente na infância e que é apaixonado pela vizinha. A história começa quando Just encontra Ieva na porta do prédio em que moram. Eles começam uma conversa em tom de flerte, que é interrompida por dois ladrões, que roubam Ieva na frente de Just. Em um piscar de olhos, Just decide seguir os ladrões para recuperar a bolsa de Ieva e conquistar seu coração.

Filho do Homem – Duração: 26’
Diretor: Sergey Pozdnyakov – Rússia
Sinopse: A alma humana busca a luz, não importa o quão tortuoso seja o seu caminho. Pavel começou sua vida em um orfanato. Desesperado, mas sem perder a esperança, ele encontra uma nova família e a fé em si mesmo.

Sobre o Festival Assim Vivemos
Além de exibir filmes nacionais e internacionais inéditos, o festival tem o objetivo de promover uma discussão estética cinematográfica, que acrescenta muito na formação cultural de um público diversificado. Esse debate se articula com os temas dos filmes e traz à tona questões fundamentais e urgentes relativas às pessoas com deficiência. O festival exibe documentários, filmes de ficção e animações que formam um mosaico surpreendente e esclarecedor. Filmes que trazem a pessoa com deficiência para a cena principal e, através da arte, quebram os preconceitos, conferindo à questão outra dimensão. O festival teve sua primeira edição em 2003 no Rio de Janeiro e em Brasília. Desde a primeira edição, o festival oferece uma acessibilidade para pessoas com deficiência visual. A audiodescrição é feita por dois atores em todas as sessões e transmitida para fones de ouvidos disponibilizados para o público. Em todos os filmes são inseridas legendas closed caption, sistema que inclui informações extra-diálogos para o público de pessoas com deficiência auditiva. São distribuídos catálogos em Braille com informações e sinopses dos filmes para as pessoas com deficiência visual. E nos debates, há intérpretes de LIBRAS, para que as pessoas surdas também possam participar.

SERVIÇOS

8º edição do festival “Assim Vivemos – Festival Internacional de Filmes sobre Deficiência”
CCBB – Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília
Rio de Janeiro: 16 a 28 de agosto – CCBB – Rua Primeiro de Março, 66 – Centro.
Entrada gratuita
Outras informações: www.assimvivemos.com.br

Auditório Ibirapuera Oscar Niemeyer exibe “Olhando pras estrelas”, com audiodescrição no app MovieReading

O documentário conta a história de duas dançarinas da primeira e única academia de balé do mundo para cegos; o filme tem legendas em português e o download do app é gratuito

São Paulo, 07 de julho de 2017 - Na noite desta sexta-feira, 7 de julho, será exibido no Auditório Ibirapuera Oscar Niemeyer o documentário ‘Olhando pras Estrelas’, sobre o trabalho realizado pela Associação Fernanda Bianchini, a única escola de balé para cegos do mundo. A exibição contará com audiodescrição hospedada no aplicativo MovieReading, que no Brasil, América do Sul, México e Estados Unidos é de responsabilidade da Iguale Comunicação de Acessibilidade.

Para conseguir assistir ao filme com o recurso de acessibilidade, é preciso baixar o aplicativo na Play Store, para dispositivos com sistema Android, e na Apple Store, para dispositivos com sistema iOS. O aplicativo é gratuito e funciona em smartphones e tablets. O ideal é instalar o aplicativo no aparelho com antecedência, para evitar contratempos no momento da exibição. O tutorial de uso do app estão no site www.moviereadingbrasil.com.br.

Como explica Maurício Santana, diretor da Iguale, feito o download do aplicativo no dispositivo móvel é preciso baixar também o arquivo referente ao filme. No início da sessão, o aparelho deve ser sincronizado com o documentário. É fundamental levar fones de ouvido.

O filme, com direção de Alexandre Peralta, teve avant-première mundial no Festival de Cinema de Los Ângeles, EUA, e participou da 40ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo em 2016.

Os organizadores informam que a distribuição de ingressos, gratuitos, acontecerá na bilheteria do auditório com uma hora e meia antes da apresentação, com o limite de dois ingressos por pessoa e sujeito à lotação da casa.

O Auditório Ibirapuera não possui estacionamento ou sistema de valet. O estacionamento do Parque Ibirapuera é Zona Azul e tem vagas limitadas. A organização sugere a utilização de táxi ou transporte público.

As seguintes linhas de ônibus atendem as proximidades do auditório:

Linha 5154 – Terminal Sto Amaro / Estação da Luz

Linha 5630 – Terminal Grajaú / Metrô Bras

Linha 675N – Metrô Ana Rosa / Terminal Sto. Amaro

Linha 677A – Metrô Ana Rosa / Jardim Ângela

Linha 775C/10 – Jardim Maria Sampaio / Metrô Santa Cruz

Linha 775A/10 – Jd. Adalgiza / Metrô Vila Mariana

Sinopse

Dirigido por Alexandre Peralta, o documentário conta a história de duas dançarinas que integram a única escola de balé para cegos do mundo, a Associação Fernanda Bianchini. Geyza, professora e primeira-bailarina da companhia, se divide entre os preparativos para o seu casamento e as preocupações de ser uma boa profissional, noiva e amiga. Thalia, uma de suas alunas adolescentes, deseja ter cada vez mais autonomia. Lida, como a professora, com os desafios de dançar e viver sem referências visuais.

Agenda

Documentário ‘Olhando pras Estrelas’

Data: 7 de julho – sexta-feira

Horário: 21h

Local:  Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer (Avenida Pedro Álvares Cabral, s/nº – Parque do Ibirapuera)

Duração: 90min

Gênero: Documentário

Classificação indicativa: Livre para todos os públicos

Legendas: em português

App MovieReading: Iguale Comunicação de Acessibilidade

‘Nós Sempre Teremos Paris’ encerra IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro

O primeiro fim de semana de julho é também o último fim de semana da mostra que, desde fevereiro, vem recebendo uma série de espetáculos no Auditório Ibirapuera em São Paulo

29 de junho de 2017 – A IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro chega ao fim este semana, no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, com a apresentação do espetáculo ‘Nós Sempre Teremos Paris’, que tem no elenco os atores Françoise Forton e Mauricio Baduh. Assim como nos demais finais de semana, a mostra terá na sessão de sábado o recurso de audiodescrição produzido ao vivo pela Iguale Comunicação de Acessibilidade.

Com o recurso de audiodescrição, o espetáculo proporciona autonomia aos espectadores com deficiência visual que passam a ter melhor entendimento do conteúdo não verbal das cenas. Em um espetáculo teatral, como em ‘Nós Sempre Teremos Paris’ a audiodescrição narra, através ou pela voz de um audiodescritor, o máximo de detalhes de tudo o que acontece nos atos, para que a pessoa com deficiência visual compreenda com mais detalhes.

Os espetáculos da IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro foram produzidos por companhias, grupos e produtores independentes, que circularam pelos mais variados pontos do país, durante o Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016. Outro diferencial da Mostra foram os preços dos populares, ao preço de R$ 20.

Logo-Mostra Petrobras Premmia de Teatro

Descrição da imagem #pracegover: a imagem retangular, com cor de fundo verde escuro, em formato que simula um ticket, contendo nas extremidades bordas na cor branca, compõe o logotipo da IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro. Este nome está escrito entre as máscaras que são o símbolo do teatro. Do lado esquerdo, a máscara com a expressão triste, representando a tragédia, e do lado direito, a máscara com a expressão feliz, representando a comédia. As máscaras também estão na cor branca, assim como o nome da mostra.

AGENDA

Dias 01 e 02 de julho (sábado e domingo)

Espetáculo: Nós Sempre Teremos Paris

Elenco: Françoise Forton e Mauricio Baduh, texto de Artur Xexéu

Direção: Jacqueline Laurence

Recurso acessível: audiodescrição Iguale Comunicação de Acessibilidade na sessão de sábado

Mais informações: www.mostradeteatro.com.br

 

BR Trans é o próximo espetáculo a se apresentar na IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro

Nós Sempre Teremos Paris subir será a peça responsável por fechar este evento que reuniu no palco do Auditório Ibirapuera artistas consagrados no teatro nacional

18 de junho de 2017 – A IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro prossegue no fim de semana dos dias 24 e 25 de junho, no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo, com o espetáculo ‘BR Trans’, tendo no elenco o ator Silvério Pereira. Já no primeiro final de semana de julho, a mostra chega ao fim com o espetáculo ‘Nós Sempre Teremos Paris’. Como um evento inclusivo, a mostra proporciona, excepcionalmente nas apresentações que acontecem aos sábados, o recurso de audiodescrição ao vivo produzido pela Iguale Comunicação de Acessibilidade.

Contendo o recurso de audiodescrição, o espetáculo proporciona autonomia aos espectadores com deficiência visual que passam a ter melhor entendimento do conteúdo não verbal das cenas. Segundo o diretor da Iguale, Mauricio Santana, em um espetáculo teatral, por exemplo, a audiodescrição – considerada um modo de tradução audiovisual intersemiótica (do visual para o verbal) – narra através ou pela voz de um audiodescritor, o máximo de detalhes de tudo o que acontece nos atos, sem os quais uma pessoa com deficiência visual não compreenderia.

Santana explica ainda que a audiodescrição interage de acordo com os espaços oferecidos entre os diálogos dos personagens, respeitando o roteiro original, as intenções de pausas, ruídos sonoros e trilhas. “É um recurso que promove acesso e autonomia às pessoas com deficiência visual, por isso é tão importante para a inclusão da pessoa com deficiência”, completa o diretor da Iguale.

Logo-Mostra Petrobras Premmia de Teatro

Descrição da imagem #pracegover: a imagem retangular, com cor de fundo verde escuro, em formato que simula um ticket, contendo nas extremidades bordas na cor branca, compõe o logotipo da IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro. Este nome está escrito entre as máscaras que são o símbolo do teatro. Do lado esquerdo, a máscara com a expressão triste, representando a tragédia, e do lado direito, a máscara com a expressão feliz, representando a comédia. As máscaras também estão na cor branca, assim como o nome da mostra.

Fazem parte da IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro, espetáculos de qualidade, produzidos por companhias, grupos e produtores independentes, que circularam pelos mais variados pontos do país, durante o Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016. Segundo os realizadores, a Mostra, cuja realização se dá em parceria com o Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer e o Itaú Cultural, leva o público a um painel da produção teatral contemporânea a preços populares, com ingressos a R$ 20, e apresentações sempre aos sábados e domingos.

AGENDA

JUNHO – 24 e 25 – BR TRANS

Elenco: Silvério Pereira

Direção: Jezebel De Carli

JULHO – 01 e 02 – Nós Sempre Teremos Paris

Elenco: Françoise Forton e Mauricio Baduh, texto de Artur Xexéu

Direção: Jacqueline Laurence

Mais informações: www.mostradeteatro.com.br

Debora Falabela e Yara de Novaes estão no elenco do próximo espetáculo da IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro

Depois de Contrações e BR Trans, será a vez de Nós Sempre Teremos Paris subir ao palco da mostra que prossegue até o início de julho, no Auditório do Ibirapuera, em São Paulo

14 de junho de 2017 – A IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro prossegue agora em junho com o espetáculo Contrações, em cartaz nos dias 17 e 18 de junho, com as atrizes Debora Falabela e Yara de Novaes no elenco. Já fim de semana seguinte, dias 24 e 25 de junho, será a vez da peça BR Trans, com Silvério Pereira. Excepcionalmente nos sábados, as apresentações contarão com o know hall da Iguale Comunicação de Acessibilidade na produção do recurso de audiodescrição ao vivo.

Com a audiodescrição, o espetáculo proporciona autonomia aos espectadores com deficiência visual que têm melhor entendimento do conteúdo não verbal. Segundo o diretor da Iguale, Mauricio Santana, em um espetáculo teatral, por exemplo, a audiodescrição –considerada um modo de tradução audiovisual intersemiótica (do visual para o verbal) – narra através ou pela voz de um audiodescritor, o máximo de detalhes de tudo o que acontece nos atos, sem o qual a pessoa com deficiência visual não compreenderia.

Logo-Mostra Petrobras Premmia de Teatro

Descrição da imagem #pracegover: a imagem retangular, com cor de fundo verde escuro, em formato que simula um ticket, contendo nas extremidades bordas na cor branca, compõe o logotipo da IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro. Este nome está escrito entre as máscaras que são o símbolo do teatro. Do lado esquerdo, a máscara com a expressão triste, representando a tragédia, e do lado direito, a máscara com a expressão feliz, representando a comédia. As máscaras também estão na cor branca, assim como o nome da mostra.

A audiodescrição interage de acordo com os espaços oferecidos entre os diálogos dos personagens, respeitando o roteiro original, as intenções de pausas, ruídos sonoros e trilhas. “É um recurso que promove acesso e autonomia às pessoas com deficiência visual, por isso é tão importante para a inclusão da pessoa com deficiência”, completa o diretor da Iguale.

Fazem parte da Mostra, espetáculos de qualidade, produzidos por companhias, grupos e produtores independentes, que circularam pelos mais variados pontos do país, durante o Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016. Segundo os realizadores, a Mostra, cuja realização se dá em parceria com o Auditório Ibirapuera – Oscar Niemeyer e o Itaú Cultural, leva o público a um painel da produção teatral contemporânea a preços populares, com ingressos a R$ 20, e apresentações sempre aos sábados e domingos.

AGENDA

IV Mostra Petrobras Premmia de Teatro

JUNHO – 17 e 18 – Contrações

Elenco:  Debora Falabella e Yara de Novaes

Direção: Grace Passô

JUNHO – 24 e 25 – BR TRANS

Elenco: Silvério Pereira

Direção: Jezebel De Carli

JULHO – 01 e 02 – Nós Sempre Teremos Paris

Elenco: Françoise Forton e Mauricio Baduh, texto de Artur Xexéu

Direção: Jacqueline Laurence

Mais informações: www.mostradeteatro.com.br

6ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental tem filmes com recursos de acessibilidade produzidos pela Iguale

Com entrada franca, o mais importante evento audiovisual sul-americano dedicado a temas socioambientais acontece de 1º a 14 de junho em 30 salas de São Paulo; Iguale marca presença

4 de junho de 2017 – Os filmes “Terra de muitos palácios” e “Salero”, em cartaz na 6ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, que acontece até o dia 14 de junho, terão os recursos de acessibilidade de audiodescrição ao vivo, legendas Open Caption e LIBRAS produzidos pela Iguale Comunicação de Acessibilidade.

 A 6ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental acontece em 30 das principais salas de cinema e espaços culturais da cidade de São Paulo. Consagrada por exibir em sessões gratuitas, produções inéditas de todas as partes do mundo e promover debates sobre temas socioambientais, a Mostra inova ainda mais ao agrupar os filmes em eixos temáticos como Trabalho, Contaminação e Alimentação & Gastronomia.

Decrição da imagem #pracegover: Imagem retangular e horizontal com a divulgação oficial da Mostra. Do lado esquerdo do retângulo, cujo fundo é inteiro alaranjado, está o logo do evento composto pelo nome 6ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, acompanhado abaixo da data 1 a 14 de junho – 2017. No logo, acima da letra E, da palavra Ecofalante, há uma silhueta de um macaco segurando na mão esquerda uma câmera. As informações ‘6ª Mostra’ e ‘de Cinema Ambiental’ estão grafadas na cor magenta, e Ecofalante na cor roxo escuro. O desenho de uma cobra, ocupa o centro e o canto direito da imagem. A cobra está com a boca aberta, como se fosse morder a própria calda. A imagem da cobra é composta por várias formas geométricas, em sua maioria triângulos, nas cores magenta, roxo e amarelo.

Decrição da imagem #pracegover: imagem retangular e horizontal com a divulgação oficial da Mostra. Do lado esquerdo do retângulo, cujo fundo é inteiro alaranjado, está o logo do evento composto pelo nome 6ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, acompanhado abaixo da data 1 a 14 de junho – 2017. No logo, acima da letra E, da palavra Ecofalante, há uma silhueta de um macaco segurando na mão esquerda uma câmera. As informações ‘6ª Mostra’ e ‘de Cinema Ambiental’ estão grafadas na cor magenta, e Ecofalante na cor roxo escuro. O desenho de uma cobra ocupa o centro e o canto direito da imagem. A cobra está com a boca aberta, como se fosse morder a própria calda. A imagem da cobra é composta por várias formas geométricas, em sua maioria triângulos, nas cores magenta, roxo e amarelo.

De acordo dom a programação, “Terra de muitos palácios” será exibido no dia 7 de junho, às 15h30, no Reserva Cultural; e “Salero” no dia 14 de junho, às 18h30, no Centro Cultural São Paulo. Segundo Daniela Guariba, produtora executiva do evento, um dos pilares da Mostra é envolver toda a sociedade civil no debate das questões socioambientais. E mais, que sempre foi um desejo poder atender pessoas com deficiência; inclusive, um dos critérios de escolha dos locais de exibição tem sido, desde o primeiro ano, se eles têm estrutura para receber pessoas com mobilidade reduzida. Porém, até agora não tinham tido recursos contemplados no projeto para promover sessões com audiodescrição, LIBRAS e Open Caption.

“Esse ano, através da Lei Rouanet, isso foi possível. Estamos muito felizes e planejamos ampliar cada vez o número de sessões com acessibilidade. É importante ressaltar que essas sessões não são exclusivas para pessoas com deficiência. Pelo contrário, o objetivo é fazer com que as pessoas com deficiência aproveitam a Mostra Ecofalante como qualquer outra pessoa, tenham acesso aos conteúdos que trazemos e participem dessa grande discussão, tão urgente para o mundo atual”, completa a produtora executiva.

Lembrando que os recursos de acessibilidade permitem a inclusão ao conteúdo audiovisual por parte de pessoas com deficiência, que, muitas vezes, sem o auxílio dos mesmos, não teriam a mesma compreensão do conteúdo, com autonomia e ampliação do entendimento.

Sobre a Mostra:

Uma homenagem ao cineasta Vincent Carelli (dos premiados “Corumbiara” e “Martírio”), retrospectiva histórica focalizando a Amazônia no imaginário cinematográfico brasileiro, reunindo clássicos do cinema brasileiro, sessão especial de “Eis os Delírios do Mundo Conectado”, do diretor alemão Werner Herzog, a Mostra Contemporânea Internacional, a Competição Latino-Americana e o Concurso Curta Ecofalante. Este o cardápio da 6ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental, o mais importante evento audiovisual sul-americano dedicado a temas socioambientais, que acontece de 1º a 14 de junho, com ingressos gratuitos. No total, são 100 filmes programados, representando 26 países.

O festival celebra a Semana Nacional do Meio Ambiente, instituída em 1981 como sendo a primeira semana do mês de junho. Comemora também o Dia Mundial do Meio Ambiente, 5 de junho, criado em 1972, durante a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano, com o intuito de chamar a atenção para os problemas ambientais e para a importância da preservação dos recursos naturais.

A 6ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental é uma realização da ONG Ecofalante, do Ministério da Cultura, do Governo Federal e da Secretaria da Cultura do Governo do Estado de São Paulo. É uma correalização da Spcine e da Secretaria de Cultura da Prefeitura de São Paulo. Tem patrocínio da Sabesp e da Pepsico, com apoio da Goodyear, White Martins, Guarani – Mais que açúcar e do Instituto Clima e Sociedade. É possível graças à Lei de Incentivo à Cultura e ao Programa de Apoio à Cultura (ProAC).

 Agenda

 6ª Mostra Ecofalante de Cinema Ambiental

Filme: “Terra de muitos palácios”

Duração: 61 minutos

Recursos acessíveis: Audiodescrição ao vivo / Legendas Open Caption e LIBRAS 

Exibição com os recursos: 7 de junho às 15h30

Local: Reserva Cultural (Av. Paulista, 900) – Sala 2

Filme: “Salero”

Duração: 76 minutos

Recursos acessíveis: Audiodescrição ao vivo / Legendas Open Caption e LIBRAS 

Exibição com os recursos: 14 de junho às 18h30

Local: CCSP (Rua Vergueiro, 1000) – Sala Lima Barreto

Para saber mais acesse: www.ecofalante.org.br/mostra

Iguale faz audiodescrição ao vivo na Festa do Divino Espírito Santo de São Luiz do Paraitinga

O público com deficiência visual que este ano prestigia esta tradicional festa da cultura popular do interior paulista, ganha ainda mais acessibilidade com a inserção deste recurso acessível

1 de junho de 2017 – Até domingo, dia 4 de junho, acontece na cidade de São Luiz do Paraitinga, no interior do estado de São Paulo, a Festa do Divino Espírito Santo. Este ano, no entanto, por intermédio da parceria com a empresa 3D3 Comunicação e Cultura, a Iguale Comunicação de Acessibilidade marca presença fazendo, ao vivo, a audiodescrição para a programação musical deste tradicional evento da cultura popular do estado de São Paulo.

Descrição da imagem #pracegover: foto clicada de dentro da cabine de audiodescrição. No lado direito da imagem, o audiodescritor Leo Rossi, atento ao show, descreve os detalhes da apresentação que acontece no coreto, que está ao fundo, todo iluminado em tons avermelhados. Uma grande plateia assiste em pé uma das apresentações. Crédito: imagem de divulgação.

Descrição da imagem #pracegover: foto clicada de dentro da cabine de audiodescrição. No lado direito da imagem, o audiodescritor Leo Rossi, atento ao show, descreve os detalhes da apresentação que acontece no coreto, que está ao fundo, todo iluminado em tons avermelhados. Uma grande plateia assiste em pé uma das apresentações.

Nos dias 2, 3 e 4, a equipe da Iguale estará dedicada na produção do recurso de audiodescrição para os shows do cantor Sério Reis; Grupo Paranga; A Barca e também do cantor Renato Teixeira. Segundo Maurício Santana, diretor da Iguale, a iniciativa da audiodescrição nesta tradicional manifestação cultural e religiosa, proporciona a inclusão dos espectadores com deficiência, principalmente visual, que a partir do recurso têm melhor entendimento do rico conteúdo não verbal, inerente nestas apresentações e na festa em geral.

Santana explicou ainda que a audiodescrição, considerada um modo de tradução audiovisual intersemiótica (do visual para o verbal), narra emprestando a voz e olhar de um audiodescritor, todo o contexto visual que acontece ao longo da apresentação, com o máximo de detalhes possível e com o mínimo de interferência entre as falas e sons originais dos shows musicais”, detalha o diretor da Iguale.

Agenda:

Programação com audiodescrição da Iguale

Dia 2 de junho (sexta-feira): das 21h às 22h30 – Sérgio Reis e 0h à 1h30 – Grupo Paranga

Dia 3 de junho (sábado): das 22h30 à 0h – A Barca

Dia 4 de junho (domingo): 20h às 21h30 – Renato Teixeira

Para saber mais sobre o evento acesse o site: www.saoluizdoparaitinga.sp.gov.br